xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 12/07/2017 | Blog do Crato
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12 julho 2017

O barroco da Iluminação - Por: Emerson Monteiro

Inícios de tarde deste julho frio que atravessamos no Cariri e visitei a exposição O onírico não estabelece fronteiras, do artista caririense Lupeu Lacerda, em andamento na galeria do quarto andar do Centro Cultural Banco do Nordeste, em Juazeiro do Norte. Uma viagem através de mundos siderados, esdrúxulos e espasmódicos. Misto de artesania com delírios, são quadros inomináveis, circunspectos, de outros universos que não este do mistério daqui que vivemos sob o tédio das repetições.

Lupeu, sim, desmergulhou com força do âmago de sua própria história dos inúmeros passados e trouxe ao panorama da visão crítica o que conseguiu apurar, o que podemos classificar de, no mínimo, instigante naquilo que achou por bem transmitir aos outros mortais. Buscou nos minérios internos da alma o que houvesse de mais desafiador do tanto quanto conheceu em aventuras errantes, e lapidou, construiu, na soma de duas técnicas, o biscuit e o óleo, às vezes sobre tela, doutras em madeira; ora em círculos, ora em quadros ou retângulos. Causou algo de insólito e rumoroso em painéis de cobre acetinado, o que significam suas obras.

Na visão do pintor-artesão a jornada prossegue nas denominações das peças: O velho príncipe volta para casa. Tábua de Esmeraldas. Chuva de dados. Kariri. Nossa Senhora das Armas. Aqualung. Sétimo selo. Pacha Mama. Nos corredores sombrios do seu Inconsciente e dos tempos recentes da arte, transforma pedaços de si nos apelos visuais quase que agressivos e zombeteiros que traz a lume, ação de revelar o que lhe veio aos sonhos.

Ele, que também produz versos e contos, entremeia sagrados e psicodélicos, também neste seu momento dagora, porquanto lá antes, em Petrolina PE, já promovera, juntamente com Guto Bitu, a exposição Sacrodélico.

Indicado a quem deseja renovar o guarda-roupa da imaginação, a mostra permanecerá em cartaz no BNB Cultural de Juazeiro do Norte CE até 09 de agosto do corrente.

"Coisas de republiqueta"

Senadoras da oposição fazem Senado do Brasil viver um dia de Venezuela – por Armando Lopes Rafael
Foi uma cena antidemocrática, inimaginável para um parlamento democrático, de qualquer nação que tenha um mínimo de seriedade. As senadoras Fátima Bezerra (PT-RN), Gleisi Hoffmann (PT-PR), Regina Sousa (PT-PI) e Vanessa Grazziotin (PCdoB–AM) ocuparam por todo o dia a mesa diretora da mais alta casa legislativa da República, impedindo o Presidente da casa de dirigir uma sessão da casa. As senadoras chegaram até a se empaturrar com um almoço de quentinhas de mortadela, sob a estátua de Ruy Barbosa, existente  atrás da mesa diretora do Senado.
Essas mal-educadas senhoras (depois elas foram apoiadas pelas senadoras Lídice da Mata e Kátia Abreu),  protagonizaram uma cena “machista”, ditatorial, em que uma minoria sabendo que ia perder no voto, tentou mudar na marra uma votação democrática. Na prática, esse episódio  foi um atentado ao Estado de Direito que preside o Brasil. Triste. Lamentável. Insólito. As imagens dessas cenas correram o mundo, denegrindo – ainda mais –  a imagem do Brasil. Mostrando – ao vivo e em cores  – o estágio da decadência das instituições legislativas brasileiras. Essas senadoras garantiram um lugar na memória do Senado da República, através desse ato que será lançado no lata do lixo da história...Coisas de uma republiqueta de baixa categoria.
Isso aconteceu na mesa diretora da mais alta casa legislativa do Brasil no dia 11 de julho de 2017

Cenas grotescas no Senado da República – por José Carlos Saraiva da Costa (*)
Com o objetivo de impedir a votação da reforma trabalhista, as senadoras Regina Sousa, Vanessa Grazziotin, Gleisi Hoffmann e Fátima Bezerra ocuparam a Mesa Diretora do Senado, cometendo quebra de decoro parlamentar, pois feriram o artigo 25 do regimento interno da Casa.
O presidente Eunício Oliveira mandou desligar a luz e o som. Mas as senadoras permaneceram na Mesa e até pediram marmitex para ali almoçarem! Os 14 milhões de desempregados, que não têm mordomias, querem trabalhar e ganhar o sustento de suas famílias. As atuais leis trabalhistas são caducas e não protegem em nada os trabalhadores. Ao contrário, quebram as empresas e tornam inviável a criação de novos postos de trabalho.
(*)  José Carlos Saraiva da Costa – E-mail: jcsdc@uol.com.br
 

Coisa de republiqueta – por Panayptis Poulis (*)
A ocupação intempestiva da Mesa pelas senadoras Gleisi, Fátima, Regina e Vanessa deve ser a democracia à moda do PT e seus apêndices. Geralmente isso acontece em republiquetas do tipo Venezuela, Bolívia, Equador, Cuba... As coisas estão passando dos limites e fugindo ao controle. A impressão que se tem é que o País perdeu o comando. Parece nau sem rumo. Está na hora de medidas duras e enérgicas. Por mais desmoralizado que esteja o Congresso Nacional, não pode acontecer isso no Senado. É a desmoralização total. É a falência da ordem e do sistema.
(*) – Panayptis Poulis E-mail: ppoulis46@gmail.com

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