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04 julho 2017

Decreto do Vaticano confirma Padre Acúrcio Barros “Missionário da Misericórdia” na Diocese de Crato por tempo indeterminado

Fonte: Assessoria de Comunicação da Diocese de Crato
Padre Acurcio com a Bula de Nomeação. (Foto: Patrícia Silva)

A Diocese de Crato foi agraciada com a nomeação do padre Acúrcio Barros (então Reitor do Seminário São José) como “Missionário da Misericórdia”. O serviço já lhe havia sido confiado durante o Ano Santo (realizado entre 2015 e 2016), entretanto, após avaliar os frutos do Jubileu, o próprio Papa Francisco decidiu prolongar, ou melhor, instituir a figura do missionário na Igreja. O documento, datado do dia 26 de abril, foi recebido no último dia 13 de junho.
Padre Acúrcio explica que, em contato com o Vaticano, foi informado que as faculdades concedidas à época (a possibilidade absorver pecados antes reservados apenas ao perdão do Papa, como é o caso do aborto, da violação do Sacrário e da quebra do sigilo da confissão) não havia sido suspensas. Com a decisão do papa, anunciada por meio de decreto, o sacerdote ficará disponível para exercer a função de missionário em toda a Igreja. “Onde os bispos solicitarem, buscar ajudá-los”, pontua.
Entre as funções a serem desempenhadas está a de “fomentar” a importância do sacramento da reconciliação (isto é, a confissão dos pecados), levando o penitente a fazer desse lugar privilegiado, que é o confessionário, uma ponte para “a experiência profunda com a misericórdia de Deus”, além da promoção de outros trabalhos como missões populares e formação. “A ideia é trabalhar a dimensão da misericórdia como algo inerente à fé”, enfatiza padre Acúrcio, acrescentando que, para o próximo ano, o Papa Francisco já convocou encontro no Vaticano, no qual serão avaliados os frutos da missão, bem como o planejamento dos próximos passos.

Enfermeiro das almas 
Quando proclamou o Jubileu Extraordinário da Misericórdia, o Papa Francisco claramente expressava o seu desejo de que todas as pessoas tivessem acesso ao perdão de Deus. E nomeou alguns sacerdotes para serem “sinal vivo de como o Pai acolhe todos os que procuram o seu perdão”.
Como “pregador da Misericórdia”, padre Acurcio visitou presídios, hospitais, promoveu formações e pregou retiros. Sobretudo durante a Quaresma, ouviu confissões de enfermos e idosos em suas casas. Com a confirmação do Vaticano, pretende dar continuidade ao serviço de missionário atuando, principalmente, com os romeiros em Juazeiro do Norte, propiciando às paróquias que os acolhem, momentos de encontros e palestras.
“Ajudá-los a fazer uma boa confissão, como se prepararem, e, como o papa sugere, em situações específicas, utilizar o missionário que tem a faculdade da Santa Sé, para aplicar uma ‘absolvição geral’ dos pecados, que compreende deste o dia em que a pessoa passou a ter consciência do uso da razão, como diz a Igreja, até aquele momento em que ela está se confessando, além da aplicação da indulgência plenária”, explica o padre.

Há 69 anos morria Monteiro Lobato -- por Armando Lopes Rafael


Em 04 de julho de 1948 o Brasil perdia o escritor Monteiro Lobato, um os nomes mais importantes da nossa literatura. Conheça abaixo o estilo de Monteiro Lobato, numa crônica que ainda hoje é uma referência para analisar a crise da república brasileira:

"A Luz do Baile -- por Monteiro Lobato
Despercebidos de todo passaram-se este mês dois aniversários. A 2 de dezembro nasceu, a 5 de dezembro faleceu D. Pedro II. Quem foi este homem que não deixou lembranças neste país? Apenas um Imperador… Um Imperador que reinou apenas durante 58 anos… Tirano? Despótico? Equiparável a qualquer facínora coroado? Não.
Apenas a Marco Aurélio.
A velha dinastia bragantina alcançou com ele esse apogeu de valor mental e moral que já brilhou em Roma, na família Antonina, com o advento de Marco Aurélio. Só lá, nesse período feliz da vida romana, é que se nos depara o sósia moral de Pedro II.
A sua função no formar da nacionalidade brasileira não está bem estudada. Era um ponto fixo, era uma coisa séria, um corpo como os há na natureza, dotados de força catalítica.
Agia pela presença.
O fato de existir na cúspide da sociedade um símbolo vivo e
ativo da Honestidade, do Equilíbrio, da Moderação, da Honra e do Dever, bastava para inocular no país em formação o vírus das melhores virtudes cívicas...
O juiz era honesto, senão por injunções da própria consciência, pela presença da Honestidade no trono. O político visava o bem público, se não por determinismo de virtudes pessoais, pela influencia catalítica da virtude imperial. As minorias respiravam, a oposição possibilizava-se: o chefe permanente das oposições estava no Trono. A justiça era um fato: havia no trono um juiz supremo e incorruptível. O peculatário, o defraudador, o político negocista, o juiz venal, o soldado covarde, o funcionário relapso, o mau cidadão enfim, e mau por força de pendores congeniais, passava, muitas vezes, a vida inteira sem incidir num só deslize. A natureza o propelia ao crime, ao abuso, à extorsão, à violência, à iniquidade – mas sofreava as rédeas aos maus instintos a simples presença da Equidade e da Justiça no trono.
Ignorávamos isso na Monarquia.
Foi preciso que viesse a República, e que alijasse do trono a força catalítica, para patentear-se bem claro o curioso fenômeno.A mesma gente, o mesmo juiz, o mesmo político, o mesmo soldado, o mesmo funcionário até 15 de novembro honesto, bem intencionado, bravo e cumpridor dos deveres, percebendo, na ausência do imperial freio, ordem de soltura, desaçamaram a alcateia dos maus instintos mantidos em quarentena. Daí, o contraste dia a dia mais frisante entre a vida nacional sob Pedro II e a vida nacional sob qualquer das boas intenções quadrienais, que se revezam na curul republicana.
Pedro II era a luz do baile.
Muita harmonia, respeito às damas, polidez de maneiras, jóias de arte sobre os consolos, dando ao conjunto uma impressão genérica de apuradíssima cultura social. Extingue-se a luz. As senhoras sentem-se logo apalpadas, trocam-se tabefes, ouvem-se palavreados de tarimba, desaparecem as jóias…
Como, se era a mesma gente!
Sim, era a mesma gente. Mas gente em formação, com virtudes cívicas e morais em início de cristalização".

“Coisas da República”


Leis trabalhistas anacrônicas – por José Alcides Muller (*)
O conhecido chef de cozinha francês Érick Jacquin, radicado no Brasil, em recente entrevista a uma revista semanal afirmou categoricamente: “A legislação trabalhista no Brasil é uma vergonha. Há muita gente querendo empregar, mas ninguém quer se arriscar. Nunca mais vou assinar uma carteira de trabalho”.
Estamos em pleno século 21, contamos com leis trabalhistas da época de Getúlio Vargas e quando surge uma proposta inovadora, em que os direitos básicos do trabalhador permanecerão inalterados, aparecem os oportunistas de sempre, sindicalistas, movimentos sociais e principalmente os petralhas, para embaralhar as necessárias reformas. O que é bom para o Brasil é péssimo para a oposição.

(*) J. A. Muller – E-mail: josealcidesmuller@hotmail.com

Temer cederá mantendo o Imposto Sindical? – por Mário Negrão (*)

Na luta para se manter no poder, o presidente Michel Temer não pode abrir mão do fim do imposto sindical na reforma trabalhista. Seria um preço muito alto que não valeria a pena pagar. Se fosse feito isso, a última gota de apoio popular que ele ainda tem chegaria a zero.
 O sindicalismo inútil e inócuo continuaria vivo e os verdadeiros trabalhadores seriam prejudicados. A obrigatoriedade de pagar compulsoriamente o tributo com um dia de trabalho por ano é uma vergonha que permanece em vigor como um lixo autoritário. Temer deve manter-se até 2018, mas à própria custa, e não imputar o sacrifício ao cidadão que sobrevive mediante suas próprias forças. O imposto deve ser facultativo a quem desejar pagá-lo, porque, nesse caso, o sindicato trabalhará a favor da classe e não viverá na sombra e água fresca.

(*) Mário Negrão Borgonovi – E-mail: marionegrao.borgonovi@gmail.com

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