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24 maio 2017

Os dons artísticos de que são dotados os membros da Família Orleans e Bragança

Muitos não sabem, mas não são apenas as habilidades de estadistas e o desejo de servir à Nação que parece correr pelas veias dos membros da Família Imperial do Brasil, ao longo das gerações, mas, também, dons artísticos.
Assim como inúmeros de seus antepassados da Casa de Bragança, o Imperador Dom Pedro I (1798-1834) tinha fascinação e dom para a música. Dom Pedro I compôs música sacra, o Hino da Independência do Brasil e o Hino da Carta (que foi o Hino Nacional Português até 1911), entre outras coisas. Instrumentista de grande talento, o Imperador tocava piano, flauta, fagote, trombone, violino, clarinete, violão, lundu e cravo. Mas os talentos artísticos de nosso primeiro Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo não paravam por aí: Sua Majestade Imperial era pintor, litógrafo, escultor, poeta, marceneiro e chegou a frequentar aulas de desenho da Academia Imperial de Belas Artes.
A veia artística de Dom Pedro I teve continuidade nos seus descendentes. Hoje, os filhos de Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança dão continuidade a esses dons. Dom Antônio (terceiro colocado na linha sucessória) é exímio pintor de aquarelas. Sua irmã caçula, dona Gabriela prefere o óleo sobre tela.

Exposição da Princesa de Maria Gabriela de Orleans e Bragança
Entre os dias 5 e 12 deste mês, a Princesa Dona Maria Gabriela de Orleans e Bragança expôs uma seleção de 16 das suas belíssimas aquarelas retratando as belezas naturais do Brasil, mais especificamente a Mata Atlântica, no Pátio das Carruagens do Palácio Santos, sede do Ministério das Relações Exteriores do Uruguai, em Montevidéu.
A Princesa foi convidada pelo Embaixador do Brasil no Uruguai, Hadil da Rocha Vianna, para participar das comemorações do Dia da Língua Portuguesa (5 de maio). E nada mais simbólico do que convidar uma Princesa da Casa Imperial do Brasil para expor as belezas do nosso País, ainda mais em se tratando de uma trineta do Imperador Dom Pedro II, que foi pioneiro na preservação da Mata Atlântica. A exposição, que foi um sucesso, repercutiu tanto na imprensa uruguaia quanto na brasileira.
A Princesa Dona Maria Gabriela é a caçula dos doze filhos e filhas do saudoso Príncipe Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil de 1921 a 1981, e da Princesa Mãe do Brasil, Dona Maria da Baviera de Orleans e Bragança, e, portanto, irmã do Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, atual Chefe da Casa Imperial do Brasil.
Abaixo,4 telas pintadas pela Princesa Maria Gabriela.
Postado por Armando Lopes Rafael, a partir de informações divulgadas no site Pro Monarquia.



Base aliada já elabora planos para a sucessão de Temer

Fonte: "Folha de S.Paulo", por IGOR GIELOW
Liderados pelo PSDB, partidos aliados ao PMDB na sustentação do governo de Michel Temer consideram que o presidente perdeu as condições de ficar no cargo, e já fizeram chegar a ele essa avaliação de forma reservada.
Pelo roteiro elaborado até aqui, sujeito a revisões dada a imponderabilidade da crise, como o peemedebista resiste em renunciar na esteira da delação da JBS na Operação Lava Jato, a solução será contar com a cassação da chapa eleita em 2014 pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Até aqui, havia a expectativa de que o TSE "mataria no peito" e livraria Temer de punição, apesar das provas reunidas no processo que será julgado no próximo dia 6.
Agora, o consenso é de que a cassação resolveria o impasse institucional e livraria o presidente da "confissão de culpa", como ele chama a hipótese de renúncia. Como bônus, Temer sempre poderá culpar Dilma pelas irregularidades na campanha.
O presidente foi gravado pelo empresário Joesley Batista, que narrou crime de obstrução de Justiça, em um encontro secreto no Palácio do Jaburu, em março.
Além disso, segundo Batista Temer indicou o deputado agora afastado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para receber propina. Por fim, na delação Temer é acusado de pedir R$ 15 milhões em caixa dois para a JBS, e de ter ficado com R$ 1 milhão para si.
Temer nega tudo. Com a desistência em pedir que o Supremo Tribunal Federal suspendesse o inquérito do caso contra si, o presidente indicou a aliados que tentaria defender seu mandato estimulando uma agenda econômica no Congresso.
O problema é que ninguém acredita que isso seja viável, como a dificuldade na mera leitura do texto da reforma trabalhista no Senado nesta terça (23) provou.
Ainda que considere Temer capaz de transformar o Planalto num "bunker da resistência", o que importa, nas palavras de um líder tucano, é "o próximo passo".
O PSDB, maior aliado do governo Temer, chegou a quase desembarcar do governo estouro da crise. Tem buscado esticar ao máximo a permanência porque conta com o PMDB na montagem de uma nova gestão.
O principal grupo tucano em favor do desembarque imediato é o da Câmara, com quem o presidente interino da sigla, senador Tasso Jereissati (CE), deverá ter encontro para acalmar os ânimos nesta quarta (24).
Os partidos trabalham com o cenário constitucional, ou seja, de uma eleição indireta 30 dias depois da saída de Temer. A eleição direta, que dependeria de alguma leitura heteredoxa do TSE ou de até quatro meses de tramitação de emenda constitucional, desagrada à atual situação.
Primeiro, porque o país talvez fosse jogado numa barafunda legal, uma vez que pela lei o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), só poderia ficar um mês como presidente interino.
Segundo, porque aumentaria o cacife eleitoral do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um primeiro turno –corrida que ele lidera em todos os cenários, segundo o Datafolha, embora tenha contra si alta rejeição.
Nas conversas do grupo aliado, a bolsa de apostas tem se reduzido a dois nomes para apresentar ao Congresso em uma eleição indireta: o do ex-ministro Nelson Jobim (PMDB-RS) e o de Tasso.
Apesar de o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) e outras lideranças terem ventilado a possibilidade de convocar uma Assembleia Constituinte com a eleição de 2018, os partidos aliados ao Planalto por ora rejeitam a ideia. Seria "uma confusão", nas palavras de um membro do PSD.
A preferência é por acelerar a votação da reforma política que já está no Senado, prevendo cláusula de barreira e outras medidas saneadoras do quadro partidário.
E tentar manter a agenda econômica de Temer. Para tanto, a presença da equipe de Henrique Meirelles (Fazenda), ele mesmo um presidenciável especulado, é considerada essencial.
O problema é tentar fazer avançar medidas impopulares, como reformar a Previdência, em um ambiente tão convulsionado. Em favor da ideia, a ausência de resistência nas ruas fora do campo da esquerda militante.

FAMÍLIA IMPERIAL BRASILEIRA: ANTE A CRISE QUE ANGUSTIA A NAÇÃO, UM CHAMADO À COOPERAÇÃO EM BUSCA DE SOLUÇÕES PONDERADAS



Nos últimos dias o Brasil entrou numa das etapas mais agudas da crise que o assola gravemente. É uma profunda crise moral, de valores, ideológica, com dramáticos reflexos institucionais e até econômicos.
Não escapa a um observador atento da realidade que uma série de movimentações, propostas e artimanhas oportunistas tentam semear o clima de desconserto e de caos nesse cenário, alimentando soluções mágicas e imediatistas de salvadores da Pátria, bem ao estilo do republicanismo vigente.
As convulsões provocadas por políticos, altamente desmoralizados, distantes dos anseios e esperanças das faixas mais sadias de nossa população, tornam muito difícil um caminhar confiante do País rumo a um futuro de paz social, de prosperidade, de grandeza e de Fé, que a grande maioria almeja.
É alentador perceber que, uma vez mais, a perspicácia de nossa gente tem levado o País a desconfiar de tais movimentações e a permanecer distante das manobras com que os fautores do caos parecem querer envolvê-lo.
Neste momento crítico é compreensível e natural que muitos olhares se voltem para a Família Imperial, que, desde o golpe republicano de 1889, sem qualquer ressentimento pelo passado, tem mantido sua postura de serviço à Pátria, dentro da mais estrita legalidade, cônscia de seu alto papel social.
O momento, carregado de muitas incertezas, exige antes de tudo grande vigilância e argúcia, a fim de não permitir que comoções momentâneas conduzam a Nação para choques que só interessam aos que buscam semear a discórdia e retalhar o Brasil, inclusive em seu território.
Através de inimagináveis esquemas de corrupção, o Brasil tem sido vítima de um projeto de dominação socialista do Estado, de destruição e aviltamento das instituições, de adulteração completa dos mecanismos de representatividade do chamado regime democrático, e de financiamento do socialismo do século XXI por toda a América Latina. A instituição da família tem sido triturada, a economia sufocada, com um cerceamento da propriedade privada e da livre iniciativa e nossos valores cristãos espezinhados em todos os campos.
Contra todas as expectativas, e numa demonstração de sadia reação, milhões de brasileiros fizeram sentir, de Norte a Sul do Brasil, num clima de serenidade e de paz, que querem seu País de volta e que sua bandeira jamais será vermelha. Muitos, inclusive, proclamaram sua convicção de que um retorno às benéficas, equilibradas e moralizadas instituições da Monarquia seria o caminho de resgate da grandeza Pátria.
No presente momento, acentua-se o divórcio desse Brasil profundo que trabalha e vive em harmonia, com políticos que em acertos espúrios pretendem encaminhar o País para as vias do autoritarismo, da discórdia e miséria socialista, como bem podemos penalizados observar na nossa vizinha e irmã Venezuela.
Torna-se necessário, pois, encontrar soluções sábias que congreguem de modo consensual os diversos setores da sociedade. A Família Imperial, juntamente com a crescente corrente monárquica espalhada pelo Brasil, está disposta a cooperar na busca das soluções ponderadas que sejam uma saída para a crise que angustia aos brasileiros, na certeza de que não faltará ao Brasil, uma vez mais, a proteção de sua Padroeira, Nossa Senhora Aparecida, a quem, por ocasião da Independência, Dom Pedro I consagrou esta Nação.

São Paulo, 23 de maio de 2017
Dom Luiz de Orleans e Bragança
Chefe da Casa Imperial do Brasil

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