xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 29/03/2017 | Blog do Crato
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29 março 2017

Vidas vulgares - Por: Emerson Monteiro

Feito rastilho de pólvora aceso dentro da noite escura, o irmão mais velho, em correria de ponta a ponta do bairro afastado, saiu a anunciar que acabara de nascer o novo sonho da família, messias da solidão do povo desconhecido, filho das agruras de pobre, neto de pobre, bisneto de pobre, no entanto dito por Dona Maria Lavadeira que trazia acontecidos inesperados, que daquela vez alguém viria no meio dos humildes de jeito inocente e promissor, esperança nova, porém desejo bem antigo da gente humilde, simples, sem força, de que, consigo, no ímpeto dos heróis, conduziria força suficiente de reviver o amor do povo pela vida.

Igual a tantas e tantas outras crianças, encheu de alegria o lar apreensivo e, um dia pela frente, sabe Deus quando, ao toque inevitável da trombeta da liberação, cobriria dos sinais dos séculos o clamor da salvação dos sofredores...

Tal qual naquele dia daquela noite bem festejada todo ano, cheios de júbilo, parentes e vizinhos alimentaram com vontade a chance de relembrar a tradição, e acalentou bem no íntimo o advento das luzes aos eleitos por intermédio de quem chegava junto deles cercado de carinho e extrema confiança.

...

Nada disso, contudo, outros lembrariam ao retirar o corpo jovem, ainda arquejante, cravejado de balas, do meio das águas do rio turvo, às 22h da crua noite lá duas décadas depois. Olhares eletrônicos dos equipamentos fotográficos disparavam o indiscreto testemunho de registrar a ocorrência policial de rotina. Olhos fitos no absurdo da escuridão, o mesmo menino radiante das histórias alegres estava ali, que agora só carregava consigo herança trágica dos perdidos e das vidas provisórias, interrompido de chofre nos enquadramentos de tráfico das drogas, tentativas de homicídio, entradas na lei Maria de Penha, porte ilegal de armas, etc. Caricatura das inocências sonhadas em dias felizes, lacrava agora a esperança nova, porém desejo antigo de sua gente distante, assustada.

Resgatando a memória de um ilustre e esquecido cratense

Abaixo, um artigo do ilustre jornalista e intelectual brasileiro, Carlos de Laet, publicado no “Jornal do Brasil”, edição de 15 de novembro de 1914:

   Leandro Bezerra  - por Carlos de Laet


   A 15 de novembro de 1911 falecia, no Fonseca, arrabalde da vizinha cidade de Niterói, esse brasileiro ilustre que foi o Dr. Leandro Bezerra Monteiro.
   Quando entre festejos, salvas e foguetes, galas e aparatos, está o mundo oficial celebrando o jubileu de prata da República, peço vênia para conduzir os leitores ao túmulo quase esquecido desse grande católico e convicto monarquista. Nem por isso me chamem de excêntrico. Há não raro na solidão dos túmulos umas lições mais salutares do que as que se podem colher no bulício da cortesania insincera e bajuladora.
   Leandro Bezerra Monteiro, nascido em 1826, era um cearense de Crato. Percebem-se no seu arcabouço moral as linhas rígidas e fortes do sertanejo, em cuja fibratura, se me não engano, está o genuíno caráter brasileiro, tão deturpado pelo cosmopolitismo do litoral, onde nós quotidianamente nos diluímos cercados, dominados, quase que ia dizer dissolvidos, pela onda estrangeira. O sertanejo, homem do centro, guarda as suas tradições... Resiste... Resistir é, no sentir de muitos, um crime horrendo. Resistir ao mal, penso eu, é toda a virtude.
   Há uma nobreza do sertão que estuda e sabe a sua genealogia. A família Bezerra é nobre, em todo o rigor da acepção. Entrou nela o elemento indígena, com aquela Maria do Espírito Santo Arcoverde, de quem descende o nosso Cardeal. Entre os colaterais, no século 17, figura Frei Vicente do Salvador, ótimo historiador, cuja obra permaneceu desconhecida, até que a fez irradiar o zelo bibliográfico do Capistrano de Abreu.  Luiz Barbalho Bezerra, a quem chamam o Xenofonte nacional, também ilustra a gloriosa ascendência. Sei que a democracia desdenha estas cousas: – e o mais curioso é que, ridicularizando questões genealógicas, no tocante à raça humana, cuidadosamente registra as procedências ancestrais dos cavalos de corrida. Supinas congruências democráticas!
   O estudo das humanidades, Leandro Bezerra fê-lo na sua vila natal e em outras localidades cearenses, até que com brilho terminou-o no Colégio das Artes, na cidade de Olinda, em Pernambuco. Em 1847, matriculava-se na Academia de Direito de Recife e aí se graduava, em 1851. Casou-se, no ano seguinte, com distintíssima menina, ainda sua parenta, e durante seis anos exerceu a magistratura em Sergipe, onde também teve assento na assembleia provincial.
   Corria o ano 1864, quando Leandro Bezerra transferiu sua residência para a província do Rio de Janeiro, que ainda não era Estado, mas que, pela opulência de suas fazendas, importância do trabalho agrícola e elevado grau de cultura, em todos os ramos da atividade social, constituía um dos mais notáveis fatores da prosperidade pátria. Aonde quer que chegasse o Dr. Leandro, sua notória capacidade, a pureza de seus costumes e a lhaneza do seu trato logo lhe angariavam crescido círculo de relações e amizades. Era advogado; fizeram-no vereador e presidente da Câmara Municipal.
   Querendo corresponder a tão honrosas distinções, fundou ele na Paraíba do Sul a Casa de Caridade e o Asilo de Nossa Senhora da Piedade. Para a direção dessas beneméritas criações foram chamadas as incomparáveis Filhas de São Vicente de Paulo, que aí, como em toda parte, deram cabal satisfação a quem para elas tinha apelado. Perdura, felizmente, a fundação religiosa e caritativa de Leandro Bezerra que, escusado seria dizê-lo, nesse tentame foi valiosamente coadjuvado por outros corações e outras energias igualmente alentadas na fé católica. Um nome feminino então se pôs em destaque, e foi o da Condessa do Rio Novo. Os republicanos costumavam chasquear da concessão de títulos honoríficos aos batalhadores da caridade. Hoje, todos os dias, estão armando coronéis cívicos, sem que bem se explique onde tenham batalhado.
   Quando aos heróis dessa cruzada procurou a gratidão popular dar público testemunho, colocando-lhes os retratos na Casa da Misericórdia, Leandro Bezerra formalmente se opôs a tal manifestação, no tocante à sua pessoa. E fez bem. Tenho notado que no retrato há qualquer cousa de anúncio. Não vale a pena, para os que trabalham no espírito que animava o Dr. Leandro, anunciar aos homens aquilo de que lá em cima já se tomou nota. Sim, que os registros de Deus andam muito bem feitos.
   Pertencia Leandro Bezerra ao partido conservador, e era voz sempre ouvida nas deliberações do seu grupo, então chefiado por todos esses ilustres brasileiros, a quem hoje chamam medalhões e que, de certo, muito mais valiam do que muitas moedinhas azinhavradas hoje em circulação – e de curso forçado. Fizeram-no depois deputado geral por Sergipe, onde tinha deixado as mais fundas simpatias; e nesse novo posto de honra é que veio encontrar a célebre questão epíscopo-maçônica.
   Então o católico envergou a armadura do combate e lá se foi ao encontro das hostes que, à sua frente, tinham o vulto grandioso do Visconde do Rio Branco, dominador da situação como presidente do Conselho de Ministros e grão-mestre da Maçonaria. Do outro lado, estavam dois bispos, presos e indigitados à condenação por um tribunal iníquo. Leandro não seria filho legítimo da Igreja, se hesitasse um momento. Tomou o partido da religião contra o maçonismo. Os Anais parlamentares de 1874 são o vasto repositório dos seus discursos, tão robustos na argumentação quão impecáveis na forma, não pelo convencionalismo da literatice, mas pela verdadeira eloquência que do coração sobe aos lábios. E por isso, até mesmo fora do nosso país, repercutiram tais discursos. Elogiou-os o finado Padre Senna Freitas, nos seus Escritos Católicos de Ontem. Remoques, certo é, não lhe faltaram. Frei Leandro, chamavam-lhe os caricaturistas e dizedores de gracinhas. Ele nunca se irritava. Frei é frade, frade é irmão. Irmão dos que sofriam pela inteireza da fé. Outro e pior o parentesco dos adversários. A estes é que se dá um pai temeroso: Vos ex patre diabolo estis (João, 8:44). Ele, o brilhante soldado da sua fé, não se pejava de ser irmãos dos justos.
    Figurou o Dr. Leandro ainda na Câmara dos Deputados, mas não já como representante de Sergipe, cujo indiferentismo religioso, na famosa questão, assaz lhe desagradara, e sim como deputado pelo Ceará. A subida dos liberais pôs-lhe termo ao mandato; nem mais logrou reeleição.
   Recolhido à vida particular e ao exercício da advocacia, assim o surpreendeu, como a todo o mundo, a erupção vulcânica de 1889. Com geral espanto se verificou que, mesmo entre os conselheiros e amigos íntimos do Imperador, tudo tinha nascido republicano! Os que na véspera iam ao paço mendigar sorrisos, e até esmolas mais positivamente valorizadas, entraram a despejar epinícios ante a figura triunfal de Deodoro. Felizmente, a natureza, próvida sempre, tinha-lhes feito, a esses sujeitos, uma coluna vertebral composta de ossinhos habilmente articulados e com flexibilidade prodigiosa. A isto se deve não se lhes ter partido a raque, o que em verdade seria pena.
    Muitos desses adoradores do triunfo já lá se foram ad patres... Ah! também as lesmas morrem, e bem se compreende que, se apenas morressem os homens de caráter, brevemente o planeta ficaria inabitável! Outros, os sobreviventes continuaram passando perfeitamente bem. Fazem-se deputados e cospem na mão que os exalçou. Invectivam hoje, por despeito, reservando-se o direito de lisonjear amanhã, por interesse. Eles, os homens de vértebras articuladíssimas e raque indestrutível, têm povoado o período republicano, em todos os tempos e lugares. Hoje sábado, os submissos estão no Hotel Metrópole; irão amanhã ao Catete.
   Não era desses o Dr. Leandro Bezerra. Monarquista, antes do movimento vitorioso, monarquista permaneceu até morrer. Quando seu chefe e amigo, o eminente conselheiro Paulino Soares de Sousa, tentou reassumir o predomínio no Estado do Rio, esboçando um novo partido nacional, o Dr. Leandro, que dedicado sempre seguira ao chefe, obstinadamente se negou nisso acompanhá-lo. Estava roto o liame que o prendera à política partidária.
   No torvelinho das paixões e interesses que rodopiava o nascedouro do regime, era uma figura esquecida e estranha a do velho batalhador católico. Da Paraíba do Sul se tinha mudado para uma chácara, nos arrabaldes niteroienses, e aí, rodeado das suas queridas árvores, viveu o resto da vida, todo consagrado à família que o idolatrava, à meditação e aos seus deveres religiosos, fonte para ele de inexprimíveis consolações.
   Alvejara-lhe o cabelo e, o que não é raro, tinha na velhice adquirido uma beleza singular, essa que os artistas procuram fixar na tela, de preferência a inexpressivas fisionomias ainda não seladas pelo trabalho e pelas amarguras. Dos filhos fez dois homens úteis, instruídos, honrados: os Srs. Drs. João Siqueira Bezerra de Menezes, conceituadíssimo clínico, e José Geraldo Bezerra de Menezes, advogado, e uma das inteligências mais primorosamente cultivadas que tenho conhecido... Quatro figuras angelicamente femininas, quatro filhas, completaram o quadro desse pacífico viver doméstico.
   Por entreter os lazeres da sua velhice, o venerando ancião, que atingiu oitenta e cinco anos de idade, ultimamente criara em torno de si outra família, de crianças, a quem folgava de ensinar o catecismo. Comovente aproximação a desse velho, tão cheio de serviços e virtudes, prestes a deixar o mundo e aproveitando os últimos instantes para incutir as maiores verdades nos tenros coraçõezinhos daquelas crianças, almas em flor e sequiosas do orvalho celestial! O velho e a criança (foi Victor Hugo que o disse em belos versos) fazem ambos pensar no céu: porque um de lá vem, e o outro para lá vai...
   Leandro Bezerra finalmente chegou ao termo da sua formosa e bendita viagem. Engalanava-se a República, e com os grandes brados da artilharia vozeava a sua fácil vitória. Encasacados, enluvados, fardados, muitos dos antigos correligionários do Dr. Leandro procuravam os paços da nova realeza, mais poderosa e autocrática que a dos tempos de antanho... Em contraposição, no arredado subúrbio do Fonseca, suavemente se extinguia o estrênuo e convicto batalhador do catolicismo e da monarquia, dos tempos em que religião e pátria andavam unidas.
    Hoje também é o dia 15 de novembro; e, excêntrico qual sou, mais me sorri esta digressão junto ao túmulo de um vencido.

Texto de Carlos de Laet
Postado por Armando Lopes Rafael


Um episódio pouco divulgado no naufrágio do Titanic

Havia um santo a bordo
Enquanto o “inafundável” Titanic afundava, o padre Thomas Byles (foto ao lado) renunciava não só a uma, e sim a duas oportunidades de embarcar num bote salva-vidas. Ele preferiu ficar a bordo, conforme relatos de passageiros, para ouvir confissões e oferecer amparo espiritual a quem não tinha chance de escapar do naufrágio. Cerca de 1500 pessoas morreram na tragédia do navio que não tinha barcos salva-vidas suficientes para todos os passageiros. O sacerdote britânico de 42 anos tinha sido ordenado em Roma dez anos antes e viajava para celebrar o casamento de seu irmão em Nova Iorque.

Testemunhos
Os testemunhos de passageiros do Titanic sobre a sua postura sacerdotal a bordo do navio que ia a pique foram reunidos no site www.fatherbyles.com. Um desses testemunhos é o de Agnes McCoy, passageira da terceira classe e sobrevivente do naufrágio. Ela declarou que o pe. Byles permaneceu a bordo para ouvir confissões, rezar com os passageiros e lhes dar a sua bênção nos minutos finais.
Outra passageira da terceira classe, Helen Mary Mocklare, testemunha: “Fomos arremessados dos nossos lugares… Vimos o padre Byles diante de nós, vindo do corredor com a mão levantada. Nós o conhecíamos porque ele tinha nos visitado algumas vezes a bordo e celebrado a missa para nós justamente naquela manhã. ‘Tenham calma’, pedia ele, e depois continuava na terceira classe dando a absolvição e abençoando… Alguns ficavam em pânico e era então que o sacerdote voltava a levantar a sua mão e todos ficavam calmos de novo. Os passageiros estavam completamente surpresos com o autodomínio absoluto do padre“.
Helen também afirma que um marinheiro “avisou o sacerdote sobre o perigo e suplicou que ele embarcasse num bote“, mas o padre recusou duas vezes. “O pe. Byles podia ter se salvado, mas não ia deixar o barco se ainda restasse um passageiro. E as súplicas do marinheiro não foram ouvidas. Depois que entrei no bote salva-vidas, que era o último a partir, e íamos nos afastando devagarinho do Titanic, eu ainda conseguia ouvir distintamente a voz do sacerdote e as respostas às suas orações“.

Causa de beatificação
Mais de um século depois, o também britânico padre Graham Smith, que hoje cuida da mesma paróquia do pe. Byles e é o responsável pela abertura da sua causa de beatificação, declara que ele foi um “homem extraordinário que deu a vida pelos outros. Estamos esperando e rezando para que ele seja reconhecido como santo“.
Este processo segue várias etapas. Primeiro, é necessário comprovar que o “candidato a santo” viveu as virtudes cristãs em grau heroico. Em seguida, para a beatificação, deve ser demonstrado um milagre atribuído à sua intercessão. Por fim, para a canonização, é necessária a verificação de mais um milagre por seu intermédio.
“Esperamos que pessoas do mundo todo rezem pela intercessão dele quando enfrentarem dificuldades, e, se acontecer um milagre, a beatificação e canonização poderão ir em frente“, completa e convida o Pe. Smith.

Fonte: www.fatherbyles.com.
Postado por Armando Lopes Rafael

Um tempo de máquinas - Por: Emerson Monteiro

Nas vezes em que me pego querendo consertar o mundo, a primeira atitude que vem é perguntar se já estou praticando o que desejo que outros o façam. Existem muitos engenheiros de obras prontas, qual dizem. Olham o erro alheio e trazem respostas geniais, porém longe de haver oferecido o exemplo. De receita todos estão de saco cheio. A dissimulação caracteriza o estágio atual da raça, e sobram malandros a entrar no jogo com segundas intenções. No entanto existe limite pra tudo, porquanto ninguém foge da Lei. Impera o poder supremo do Universo, de que duvidam os incautos a pretexto de levar a melhor e enganar os outros.

Desde instrumentos mais simples ao engenho mais sofisticado, em todos os lugares e objetos impera a perfeição interna. Diz o Evangelho cristão que não cai um cabelo de nossa cabeça, ou uma folha de uma árvore, sem o consentimento do Poder Superior. Precisa que exercitemos a consciência maior face ao mistério que envolve os acontecimentos, de tal modo que aceitemos a ordem soberana que tudo rege e domina.

Na sequencia dos desígnios impostos, doentes de caráter invadem a sociedade com maus costumes e ofendem o funcionamento do sistema, prejudicando a grande humanidade. Entretanto houve alguém que abriu a porta aos vândalos da Ética. Elegeram ou deixam eleger os piores que controlam as instituições e resultados infames tocam dos simples aos doutores.

Peças de manobras dos crápulas de plantão, as conseqüências significam esse tempo de máquinas que constrange o momento em qualquer lugar da Terra. A preguiça que invadiu o exercício da política, por isso, larga rastros de inutilidade. Endividados sob o peso dos carrões de luxo e construções desnecessárias, os humanos restam agora perdidos nesse mar de ilusão. Diagnóstico no mínimo preocupante em relação ao andamento dos acontecimentos exige providências urgentes da consciência, patrimônio comum de todos nós.

O voto, valor sem preço, que seria direito sagrado diante dos modos perversos pleiteados por interesse escusos, está agora, no Parlamento brasileiro, sob a ameaça de manipulações e atentados à santa democracia tão duramente conquistada.


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