xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 24/03/2017 | Blog do Crato
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VÍDEO - CONVERSA FRANCA - O DESCASO NO CRATO - Dihelson Mendonça ( 30-11-2017 ).
Estamos de volta com as transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, com alguns programas ao vivo ). Serão vários programas abordando temas diversos, como a realidade da nossa região, do Ceará e do mundo; Programas científicos, atualidade, entrevistas, e transmissão de eventos ao vivo. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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24 março 2017

A luz dos fins de tarde - Por: Emerson Monteiro

Quanta beleza! E a força da natureza a tocar de vontade viva o coração da gente. Horas de poesia e sonho, novidades boas de dominar o século, desejos de paz e esperança neste mundo afora. Sentimentos em forma de calma, quando os animais retornam aos apriscos, pássaros aos ninhos e há pura calma no horizonte interminável. Tantos momentos de orientação de revelar o caminho a que raros resolvem seguir. Firmamento em festa acende a luz de fogo nas cores amarelo queimado, melhores quadros das mãos do artista universal. São músicas de amor que invadem lentamente os cristais dos ouvidos, acordes semelhantes ao perfume das flores do poente e das matas.

Instante mais que perfeito de refletir a possibilidade infinita de transformar o roteiro das humanidades depois de quantos equívocos, espécie de descrença filosófica das gerações, no entanto a deixar de fora o poder renovador do instinto de conservação por meio das ações equivocadas. Houvesse agora plena consciência do potencial próprio de todos, e a verdade dominaria o panorama do Planeta tão maltratado. Existisse o mínimo que fosse de sinceridade, os habitantes daqui seriam irmãos e viveriam de jeito igual ao sabor das potencialidades humanas.

Prova provada do valor da claridade desta ocasião, as pessoas haveriam de imaginar sementes boas neste solo fértil de infinitas oportunidades. Quantos, contudo, olham a si e esquecem os demais, quais inimigos na mesma família, a fugir do dever da solidariedade inevitável.

Nisso ninguém pisaria ninguém. O abraço desta formosura dos nascentes e poentes envolveria de alegria imensa a alma das criaturas e o amor dominaria tudo em volta, abraço de esperança e felicidade. Busca, pois, o diamante da ternura dos derradeiros raios de Sol que aquecem a festa no primor do Bem. Saber ser livre das sombras e manter aceso o clarão dos olhos de Deus que nunca esquecem a perfeição dos dias, pai amigo que assiste silencioso ao espetáculo do mistério.

Fátima: Papa aprova canonização de Francisco e Jacinta Marto

Fonte: Agência Ecclesia

Anúncio feito pela sala de imprensa da Santa Sé

Cidade do Vaticano, 23 mar 2017 (Ecclesia)  O Papa Francisco aprovou hoje o milagre necessário para a canonização dos Beatos Francisco e Jacinta Marto, videntes de Fátima, anunciou a sala de imprensa da Santa Sé.
A canonização de Francisco (1908-1919) e Jacinta Marto (1910-1920), beatificados a 13 de maio de 2000 pelo Papa João Paulo II, em Fátima, dependia do reconhecimento de um milagre atribuído à sua intercessão.
A data e local para a cerimónia de canonização vão ser decididos num próximo consistório (reunião de cardeais), no Vaticano, marcado para 20 de abril.
A divulgação do decreto que reconhece um milagre atribuído à intercessão dos Beatos Francisco e Jacinta Marto, "crianças de Fátima", foi feita esta tarde, após uma reunião do Papa com o cardeal Angelo Amato, prefeito da Congregação para as Causas dos Santos.
A canonização é a confirmação, por parte da Igreja, que um fiel católico é digno de culto público universal (no caso dos beatos, o culto é diocesano) e de ser dado aos fiéis como intercessor e modelo de santidade.
Francisco e Jacinta Marto, irmãos pastorinhos que, segundo o testemunho reconhecido pela Igreja Católica, presenciaram as aparições da Virgem Maria na Cova da Iria e arredores, entre maio e outubro de 1917, são os mais jovens beatos não-mártires da história da Igreja Católica.
A postuladora da causa de canonização dos Beatos Francisco e Jacinta Marto, irmã Ângela Coelho, tinha referido à Agência ECCLESIA que o milagre necessário para a canonização, após a beatificação de 13 de maio de 2000, tinha “todas as condições” para ser validado.
O estudo refere-se a uma cura de uma criança, natural do Brasil.
“É bonito por isto mesmo: duas crianças cuidam de uma criança”, referiu a irmã Ângela Coelho, em entrevista que vai ser transmitida este domingo no Programa '70x7' (RTP2).
Os trâmites processuais para o reconhecimento de um milagre, por parte do Papa, acontecem segundo normas estabelecidas em 1983.
A Congregação para as Causas dos Santos (Santa Sé) promove uma consulta médica sobre a alegada cura, para saber se a mesma é inexplicável à luz da ciência atual, feita por peritos; o caso é depois submetido à avaliação de consultores teológicos e de uma sessão de cardeais e bispos.
A aprovação final depende do Papa, que detém a competência exclusiva de reconhecer uma cura como verdadeiro milagre.
A Igreja celebra a 20 de fevereiro a festa litúrgica dos beatos Francisco e Jacinta Marto, dois dos três pastorinhos videntes de Nossa Senhora, em 1917; a data coincide com a da morte da beata Jacinta Marto.

Antônio Conselheiro, caluniado e injustiçado (por Armando Lopes Rafael)

   Ah! As voltas que o mundo dá...
   Um dos personagens mais desconhecidos (e também dos mais caluniados) na história do Brasil é Antônio Vicente Mendes Maciel, o célebre Antônio Conselheiro. O papel que ele realmente desempenhou, no Arraial do Belo Monte (mais conhecido pela mídia e historiografia como Canudos), ainda está para ser fielmente divulgado para conhecimento dos brasileiros. Mas, como bem lembra Charlie Chaplin,  “O tempo é o melhor autor; ele sempre encontra um final perfeito”. Quem sabe, um dia, a verdade aflorará para Antônio Conselheiro, pois a verdade sempre aparece!
O DIA DEPOIS DO CRIME - Sertanejos aprisionados pelo Exército em Canudos: eles não ansiavam pelo fim do mundo (Foto e legenda da revista "Veja")

    Graças às pacientes pesquisas do historiador Pedro Lima Vasconcellos foi recentemente publicado um bem preparado Box, composto por dois volumes, com o título: “Antônio Conselheiro por ele mesmo”. Trata-se de duas obras que desmistificam o que erroneamente vem sendo publicado – ao longo de 120 anos – sobre o injustiçado  Conselheiro. No  volume 1 – Apontamentos dos Preceitos da Divina Lei de Nosso Senhor Jesus Cristo, para a Salvação dos Homens –, de autoria do próprio Antônio Conselheiro, consta uma coletânea de reflexões sobre temas variados, de matiz fundamentalmente religioso, escrito durante a época em ele era o líder do vilarejo, por ele batizado de Belo Monte. Já o volume 2, de autoria de Pedro Lima Vasconcellos – Arqueologia de um Monumento Os Apontamentos de Antônio Conselheiro –, apresenta um estudo sobre o conteúdo das reflexões de Antônio Conselheiro, mostradas no volume 1.
   A mais importante revista brasileira, “Veja”, edição de 22 de março de 2017, dedicou quatro páginas às obras acima citadas. Da matéria, sob o título “Um sereno messianismo”, transcrevo os textos abaixo:
INIMIGO DA REPÚBLICA - O provável cadáver de Antônio Conselheiro: obediência só aos poderes que vêm de Deus (Foto e legenda da revista "Veja")

“Escritos até hoje inéditos de Antônio Conselheiro apresentam o líder de Canudos como uma figura bem diversa do fanático milenarista pintado por Euclides da Cunha”.
“(...) os Apontamentos constituem uma novidade: encontra-se ali um Antônio Conselheiro diverso do líder messiânico e milenarista consagrado pela tradição. E nada sugere as patologias psiquiátricas e degenerescências raciais que Euclides da Cunha atribui ao Conselheiro no clássico maior sobre a Guerra de Canudos, Os Sertões. Será difícil encontrar aqui as “aberrações católicas”, o “fetichismo bárbaro” e o” misticismo feroz e extravagante” de que fala Euclides. No geral, o estilo é sereno, plácido, até enfadonho. Não há profecias sobre a transformação do sertão em praia e da praia em sertão, nem se prefigura o retorno de dom Sebastião, o jovem rei português morto na batalha de Alcácer-Quibir, em 1578”.
“Os temas sobre os quais o Conselheiro discorre são convencionalmente católicos: os dez mandamentos– há uma prédica para cada um deles –, a missa, a confissão, a paixão de Cristo, entre outros. Na prédica dedicada à “Justiça de Deus”, o tema é o Juízo final – mas não há nenhuma indicação de que o autor acreditasse na iminência do apocalipse: recomenda-se apenas que os fiéis “deixem a estrada da perdição e entrem na vereda da vida”, preparando-se para a hora da morte”.
“Nos anos 70, por obra do estudioso Ataliba Nogueira, já fora editado um outro caderno de escritos do Conselheiro, datado de 1897, ano em que o Arraial de Canudos foi massacrado pelo Exército”.  “Nos cadernos publicados por Ataliba Nogueira, havia um sermão contra a República. Nos Apontamentos, a recusa ao novo regime (implantado no Brasil pelo golpe militar de 15 de novembro de 1889) se faz pelo silêncio”.
“(...) Portanto, deve-se obedecer “ao Pontífice, ao Príncipe, ao Pai”. O presidente não consta dessa sequência de pês, o que configura, como observa Pedro Vasconcellos, uma omissão eloquente”.
“Talvez o mais inusitado seja ver o homem que Euclides chamou de “gnóstico bronco” recorrer a excertos de Santo Agostinho e Santo Tomás de Aquino, entre outros doutores da Igreja. Não, Antônio Conselheiro não terá lido as Confissões ou a Suma Teológica. Buscou essas citações em duas obras de proselitismo católico: Compendio Narrativo do Peregrino da América, de Nuno Marques Pereira e Missão Abreviada, de Manoel José Gonçalves Couto”.
“Missão Abreviada é um livro de antipática rigidez doutrinária, O Conselheiro, muito diferente, preferia exortar o amor de Jesus Cristo a amedrontar com a visão dos suplícios eternos do inferno”.

***   ***   ***
     Abro um parêntesis, antes de citar a frase final da reportagem de “Veja”, para lembrar que Antônio Conselheiro teve, intuitivamente, quarenta anos antes das verdades reveladas por Nosso Senhor Jesus Cristo, nas aparições década de 1930, à Santa Faustina. Naqueles anos, dentre outras coisas, Jesus Cristo garantiu à freira polonesa: “Não quero castigar a sofrida humanidade, mas desejo curá-la estreitando-a ao meu misericordioso coração”.  “(...) escreve que sou mais generoso para com os pecadores do que para os justos. Por eles desci à terra... por eles derramei meu sangue. Que não tenham medo de se aproximar de mim; são eles que mais necessitam da minha misericórdia”.

       Dito isso transcrevo a frase final da reportagem da revista “Veja”:
“À luz desse documento, a eliminação de Canudos talvez pareça ainda mais   ignominiosa. Nesse ponto, Euclides da Cunha ainda está certo: foi um crime”.

DISTORÇÕES Euclides da Cunha: para o autor de Os Sertões, Antônio Conselheiro era um caso de "misticismo bárbaro" (Legenda da revista "Veja")

Postado por Armando Lopes Rafael

As raposas nos atacam – por Pedro Esmeraldo

No Crato, sempre houve acontecimentos trazendo consequências desagradáveis, isto é, aqui apareceram uma horda de beócios, cercados de incompetentes que desejavam ser políticos. Possuidores de constituição rústica que se opuseram a outros políticos da mesma jaez, constituídos de projeção com resultados negativos, pois nos desagradavam com suas medidas torpes que travavam o avanço sistemático, pertencente ao nosso município.

Não trouxeram bons resultado no seu desempenho de trabalho urbano. Seu progresso foi lento e muitas vezes anacrônicos. Houve deles que fez parte integrante na economia fundamental. Não Proporcionavam boas ações, nos efeitos de trabalho digno e eficiente. Não ocorreram para o crescimento vertiginoso no desenvolvimento equilibrado deste município. Não tiveram boas atividades para conseguir empregos e rendas ao trabalhador comum. O pensamento desse povo político que é torto e intolerante, visto que o seu objetivo sempre foi surrupiar os bens do município do Crato.

Além de incompetência em seu trabalho, não souberam aquilatar valores humanos e tecnológicos para aprimorar as boas qualidades do desenvolvimento sócio educativo. Não tiveram habilidade de prosseguir com astúcia e equilíbrio na carreira política.

Por isso, apareceram os invasores inconsequentes, “pedintes de voto’’, que vieram buscar, fazendo promessas ocas, que não cumpriam com suas palavras de homens sérios. Após choramingar votos aqui, bons resultado favorecido a seu favor. Enganavam o povo, deixando cair no esquecimento do contexto político cratense.

Consequentemente, foram de baixa estatura. Não fizeram nada por nossa terra.

2 – Foram arredios, eram alienantes portadores de cabeças aleatoriamente de baixo nível intelectual, desprezando o povo, procurando  o desfazer a, pois deixavam tirar tudo de nós, porque eram possuidores de má fama. Desprezando esse povo que permanece inerte, porque tiram os seus direitos de conquistar todos esses bens que seriam nossos, já que , nós, os cratenses éramos os verdadeiros donos do progresso, pois conseguimos tudo com dignidade, trabalho honrado e com honestidade, sem prejudicar os outros municípios.

O povo, assim pensava, o cidadão cratense, recebia todos com igualdade e não pensava em surrupiar ninguém, principalmente aqueles que veem de fora, que apareceram aqui sem dá um prego em uma barra de sabão, mas se achavam com direito de querer levar na marra, os nossos patrimônios que conquistamos há anos. Por isso, os cratenses não devem esmorecer, mas se possível pegar em armas a fim de lutar e defender os nossos direitos.

Eis aí o motivo de nós, os cratenses, querermos nos afastar dessa gente mal agradecida. Para nós, isto é “medida de desabafo”. Se conseguirmos eliminar essa mágoa indigesta, que deixa a população do Crato à deriva. Tudo isso, é provocado por esses trogloditas que só veem nos atenazar, fisgando com paciência o nosso patrimônio territorial e o povo fica acabrunhado. Deixa todo cidadão cratense desviado do raciocínio lógico, ficando totalmente marginalizado, estagnado, abatido no avanço tecnológico.

Portanto senhor, pedimos a toda a população cratense, é preciso reagir ardentemente, procurando resolver as nossas ideias dignas, já que tivemos a oportunidade de trabalhar frente a frente, em favor do município do Crato.

Queremos acordo Democrático e Técnico.

Queremos acordar a fim de evitar essa balburdia desregrada. Tudo isso é provocado pela inveja e a incapacidade de pensar com seriedade e com a força espiritual que regula o pensamento democrático.

Queremos lembrar que devido essa fraqueza de espirito, apareceram os enganadores viperinos que nos incomodam no trabalho perseverante neste município. Com astúcia não queremos atormentar o bom comportamento que possuímos, deixando o cratense de queixo caído e perdido no espaço vazio com estresse, e do espaço afrontoso. Somos  incitados por esse pessoal maldoso, onde prevalece, a calunia, cheia do processamento indigno que se torna acomodando um povo que está parado no tempo devido as canseiras psicológicas que levamos.

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