xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 16/02/2017 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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16 fevereiro 2017

Nosso rico legado lusitano -- por Ronaldo Mota (*)


Bandeira da Monarquia Portuguesa -- (também conhecida como "Bandeira Velha"). Muitos portugueses ainda conservam  e veneram em suas casas esta bandeira, como sendo a única e  verdadeira bandeira de Portugal



Nós brasileiros cultivamos o inadequado hábito de debitar aos portugueses todas as nossas deficiências e fragilidades. Talvez seja parcialmente justo no que diz respeito à deliberada não prioridade (às vezes, proibição mesmo) à educação na colônia. Comportamento que após a independência e a implantação da República no Brasil pouco foi alterado, gerando a precariedade que lidamos hoje em nosso sistema educacional. Porém, salvo esse item (por mais relevante que ele seja), nos demais aspectos o nascimento deste Brasil teve o privilégio do contato com conquistadores que estavam no auge daquilo que viria a ser o primeiro império global. Se nos restou pouco disso, tampouco podemos culpar Portugal de hoje que também herdou bem menos do que merecia das audácias e competências daqueles fabulosos conquistadores dos séculos XV e XVI.

Há uma bela obra “Conquistadores: como Portugal forjou o primeiro império global”, de Roger Crowley, que elucida a epopeia portuguesa daquele período. A obra abre com maravilhosa citação de Fernando Pessoa: “O mar com limites pode ser grego ou romano; o mar sem fim é português”.

Para se compreender o alcance do domínio português, curiosamente, há que entender também a China, a maior potência mundial da época. No início do século XV, a dinastia Ming enviou várias expedições com muitos e portentosos navios (algo da ordem de centenas de navios e dezenas de milhares de homens) em direção ao ocidente, atingindo a Índia e região, bem como a costa oriental da África. Foram sete grandes expedições, as quais duravam de dois a três anos cada, cobrindo todo o Oceano Índico. Apesar de serem navios de combate e de comércio, as expedições eram basicamente pacíficas e visavam a, principalmente, reafirmar a existência de uma grande potência, a China, o centro do mundo.

Nesse mesmo período (primeiras décadas do século XV), um outro conjunto de eventos independentes ocorria na Europa ocidental. Em 1415, navios portugueses cruzaram o Estreito de Gibraltar e ancoraram em Ceuta, porto de população muçulmana em Marrocos. Portugal, com menos de 1 milhão de habitantes, relativamente pobres (viviam de pesca e agricultura de subsistência), ousou conquistar uma das mais prósperas e bem guardadas cidades de todo Mediterrâneo e da costa ocidental da África. A partir da surpreendente conquista de Ceuta, os portugueses perceberam os horizontes infinitos das potenciais riquezas da África e também do Oriente (o famoso “Caminho das Índias”). Os portugueses enxergaram um novo mundo que se contrapunha ao monopólio que era exercido por algumas cidades, a exemplo de Veneza, Florença e Gênova, no comércio com o Oriente de especiarias, pérolas, seda etc.

Porém, o futuro, a partir de então, teria sido bem diferente se as naus portuguesas ao cruzarem o Cabo da Boa Esperança, no extremo sul da África, tivessem se deparado com os fortes e, provavelmente, imbatíveis chineses. No entanto, um lance de sorte deixou o campo aberto aos portugueses no Oceano Índico. Os chineses, a partir de 1433, por uma série de motivos, proibiram as viagens oceânicas e voltaram a se fechar ainda mais por detrás de suas muralhas. Literalmente passou a ser crime na China construir barcos com mais de dois mastros, limitando os avanços marítimos às costas próximas da própria China, gerando um vazio de poder que nossos patrícios lusitanos ocuparam com enorme maestria e violência. A ira contra o Islã só era menor do que o desejo de dominar o comércio na região, o qual ampliava-se sem limites. De certa forma, essa expansão portuguesa abria um novo capítulo no processo de globalização ainda em curso e com etapas muito importantes pela frente.

A não sustentabilidade e derrocada do Império Português têm inúmeras causas, incluindo os desastrados tratados com os ingleses e a opção equivocada pela não industrialização de Portugal e de suas colônias. Mesmo assim, essa história nos elucida o quão dinâmico é o mundo contemporâneo, à luz do passado nem tão próximo, e talvez contribua para entender os episódios mais recentes de ascensão de pensamentos como os de Trump nos Estados Unidos e de Marine Le Pen na França, a saída do Reino Unido da União Europeia e outros episódios similares.

Em resumo, a leitura da obra evidencia que o Brasil terá momentos de grandes oportunidades pela frente, especialmente se percebermos que o grande diferencial, mais do que nunca, é ter uma população educada, tolerante, criativa e inovadora capaz de apresentar soluções inéditas e sustentáveis a um mundo em permanente e rápidas transformações.

(*) Ronaldo Mota é Reitor da Universidade Estácio de Sá

O fracasso retumbante da República

Tem ficado cada vez mais evidente, graças ao fracasso retumbante que vem sendo a República no Brasil, que a Monarquia Constitucional é o regime que melhor se adéqua à índole do povo brasileiro e que poderá criar as condições necessárias para solucionarmos os problemas que afligem o nosso País.
Sendo assim, listamos os 5 principais benefícios de se ter um Monarca:

1. O Imperador será como o pai de toda a Nação, estando sempre atento aos anseios do povo e cuidando para que estes sejam ouvidos pelos governantes eleitos;
2. Com o Poder Moderador, o Imperador irá velar constantemente sobre o funcionamento e harmonia dos demais três Poderes, inibindo quaisquer más-tendências por parte dos homens e mulheres públicos, pois será independente de qualquer partido político ou grupo de interesse;
3. Reinando até o fim da vida e já participando dos assuntos de Estado mesmo antes de ascender ao trono, o Soberano será capaz de garantir a continuidade de projetos de longo prazo, em benefício da população, mesmo que diferentes colorações político-partidárias se alternem no poder ao longo de seu reinado;
4. Justamente devido ao caráter vitalício e hereditário da Monarquia, com a Família Imperial perpetuamente a serviço da Pátria e os Príncipes e Princesas sendo preparados desde a infância para assumir as responsabilidades do Monarca, também estarão garantidas a estabilidade e o bom funcionamento de nossas instituições, que servirão aos interesses do povo, não de partidos;
5. E, mais importante, o Imperador servirá de exemplo e norte moral para todos os brasileiros, espelhando as melhores qualidades da nossa gente, assim solucionando a grave crise na qual o Brasil hoje se encontra; crise esta que, antes de ser política ou econômica, é, sobretudo, moral.
Fonte: Pro Monarquia

Boa notícia: prédio do Colégio Cearense - em Fortaleza - foi tombado pelo Patrimônio Histórico


Quando será que os governantes, lideranças e o povo do Crato vão acordar para defender o que ainda resta do patrimônio histórico desta cidade???

Diocese de Tianguá recebe de braços abertos o seu 3º Bispo, Dom Edimilson Neves


O conhecido escritor e professor José Luís Araújo Lira, diretor do Curso de Direito da UVA postou no seu face book a nota abaixo:
“Conforme anúncio feito por Dom Gilberto Pastana de Oliveira, Bispo de Crato, o Mons. Edmilson Neves, Cura da Sé de Crato, natural de Jardim, no Ceará, foi nomeado o novo Bispo da Diocese de Tianguá.
Agradecemos o grande trabalho pastoral e administrativo de Dom Javier, dando graças a Deus, e recebemos nosso novo Pastor.
Penso que Dom Javier passará a residir em Guaraciaba do Norte, o que, para nós, guaraciabenses é um prêmio!
Na foto estão nossos três bispos, o 1°: Dom Timóteo Cordeiro, de saudosa memória; o 2º: Dom Francisco Javier Arnedo, agora Bispo Emérito, e o 3º: Dom Edmilson Neves”.


Quem é José Luís Lira

Fundador da Academia Brasileira de Hagiologia e da  Faculdade Cearense de Hagiologia, o jovem Doutor José Luís Lira (foto à esquerda) nasceu e reside em Guaraciaba do Norte, município integrante da Diocese de Tianguá. Dias atrás coincidentemente, nosso colaborador Armando Lopes Rafael (amigo e confrade de José Luís, pois ambos são sócios da Academia de Letras e Artes Mater Salvatoris de Salvador – BA) publicou a nota abaixo neste Blog:
“Consta do rol de meus amigos, um jovem que não conheço pessoalmente. No entanto, nutro por ele muita admiração e apreço. Trata-se do escritor e professor do Curso de Direito da Universidade Estadual Vale do Acaraú–UVA, José Luís Araújo Lira.  Nossos contatos começaram quando li, por acaso, na Internet, uma postagem desse Doutor da UVA, ocasião em que ele se encontrava em Roma para assistir à canonização do menino-mártir mexicano, São José Luís Sanchez del Rio.
Como sou grande devoto deste grande “Santito Cristero”, entrei em contato com o Prof. Lira (que estava em Roma, como disse) e informei que gostaria de adquirir o livro dele, “Nunca foi tão fácil ganhar o Céu– memória de José Sánchez del Rio”. O escritor garantiu-me que, quando voltasse ao Brasil, enviar-me-ia o livro. E cumpriu a promessa.

Fez mais: enviou-me também dois santinhos do menino-mártir e por ocasião do Natal, retribuiu meu  cartão de Boas Festas  presenteando-me com uma pequena medalha de São José Luís e uma relíquia indireta da Beata Soror Ana de los Angeles, uma santa peruana, do século XVII, cuja face foi reconstruída pelo especialista em computação gráfica Cícero Morais, juntamente com o Prof. José Luís Lira.
Foi o meu melhor presente de Natal!
José Luís é autor de mais de uma dezena de excelentes livros. É poeta, cronista do jornal “Correio da Semana”, da Diocese de Sobral. Foi o fundador das duas Academias de Hagiologia (tanto a do Brasil como a do Ceará), pertence a muitos institutos culturais e academias de letras do Brasil. E também é importante dizer: é admirador do Padre Cícero e da Mártir da Pureza, a menina Benigna Cardoso da Silva.

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Uma das muitas facetas do jornalista e memorialista José Luís Lira é participar da equipe de brasileiros que vêm restaurando o rosto de alguns santos da Igreja Católica. O último trabalho divulgado pela equipe foi a reconstituição do rosto de São Valentim, o que ocorreu esta semana. O trabalho de reconstituição teve a participação do especialista em computação gráfica Cícero Morais, que fez a reconstituição dos rostos de Santo Antônio, de Santa Maria Madalena e, mais recentemente, o de Madre Paulina, a primeira santa brasileira. Ao todo este trabalho reconstruiu a face de nove santos e beatos católicos.

“A reconstituição facial de São Valentim foiu feita a partir do crânio existente na Basílica de Santa Maria em Cosmedin, em Roma, pelo designer 3D, Cícero Moraes, de Mato Grosso. Durante viagem para acompanhar a canonização do Beato Mexicano José Sánchez del Rio, em outubro de 2016, O Prof. José Luís Lira obteve permissão do Reitor da Basílica, Padre Mtanious Hadad, que o autorizou a fazer imagens da relíquia para a reconstituição. “Foram mais de 250 fotos que, no mesmo dia, enviei por e-mail a Cícero Moraes, no Brasil”, lembra o professor José Luís Lira. “Com as imagens, Cícero Moraes utilizou um software que faz o dimensionamento espacial, resultando em uma imagem em três dimensões do crânio”, explica o prof. José Luís Lira.
“O Professor Lira explica que o método empregado por Cícero Moraes “é totalmente científico, sendo feito o cruzamento das imagens do crânio com as informações sobre a ancestralidade do indivíduo, identificadas nos ossos, produzindo a partir de um padrão os demais tecidos que foram consumidos pelo tempo, como pele, músculos, cartilagens e olhos”.

“O crânio também foi avaliado pelo perito do Instituto Médico Legal (IML) do Rio de Janeiro, Dr. Marcos Paulo Salles Machado. “Sem saber de que se tratava das relíquias de São Valentim, o Dr. Marcos Paulo constatou que o crânio, abrigado em Santa Maria de Cosmedin, pertenceu a uma pessoa do sexo masculino, europeu com mais de 55 anos”, afirma José Luís Lira.

Quem é São Valentim
Rosto recomposto de São Valentim, feito a partir dos especialistas brasileiros

“Considerado na Europa como o santo protetor dos namorados, São Valentim foi decapitado em 14 de fevereiro do ano de 270, por realizar casamentos entre cristãos, no período em que o imperador romano Cláudio II (século III) proibiu a realização de casamentos. A data do martírio ficou sendo reconhecida como Dia de São Valentim e nela passou-se a comemorar o dia dos namorados na Europa e nos Estados Unidos.
O trabalho de reconstrução ou reconstituição facial de São Valentim deverá ser apresentado pelos pesquisadores até o dia da festa do Santo, 14 de fevereiro próximo”.

Parabéns ao talentoso e jovem professor, escritor, jornalista e intelectual  José Luís Lira.

CNBB envia mensagem de saudação a Mons. Francisco Edimilson Neves Ferreira, novo bispo de Tianguá

Em nome da Conferência, dom Leonardo Steiner, secretário-geral, acolhe novo bispo de Tianguá (CE).

A missa solene de Sagração Episcopal deve ser realizada em maio, na Catedral Nossa Senhora da Penha, sendo presidida por dom Fernando Panico, bispo-emérito de Crato, em abril. Depois de ordenado bispo, o Dom Edimilson segue para a missão à frente da diocese de Tianguá (CE).
                                  Mons. Edimilson - já com solidéu e cruz peitoral - participou de missa de ação de graças na catedral de Crato
Leia a Nota:
 

Brasília, 15 de fevereiro de 2017


Prezado Irmão Pe. Francisco Edimilson Neves Ferreira.
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, CNBB, se alegra com sua nomeação como bispo da diocese cearense de Tianguá. Papa Francisco expressa, mais uma vez, seu cuidado e zelo para com o povo brasileiro nomeando-o como o sucessor de dom Francisco Javier Hernandez Arnedo que se torna bispo emérito de Tianguá.
Alegra-nos, particularmente, tomar conhecimento de sua trajetória como sacerdote no campo das experiências pastorais e da formação do clero. Chega-nos, portanto, um jovem bispo pastor e professor.
Celebramos a sua chegada ao episcopado recordando Papa Francisco  em recente catequese sobre o ministério episcopal: “Quando Jesus escolheu e chamou os apóstolos, pensou neles não separados um do outro, cada um por conta própria, mas juntos, para que estivessem com Ele, unidos, como uma só família. Também os bispos constituem um único colégio, reunido em torno do Papa, que é o custódio e fiador desta profunda comunhão, que tanto estava no coração de Jesus e dos seus apóstolos. Como é belo, então, quando os Bispos, com o Papa, exprimem esta colegialidade e procuram ser sempre mais e melhor servidores dos fiéis, mais servidores na Igreja!”.
Pedimos que o Irmão leve o nosso abraço, cheio de gratidão, a dom Francisco Javier Hernandez Arnedo. Enviamos nossos melhores votos de saúde e de alegria em sua emeritude.
Desejamos que seu pastoreio seja cheio de frutos!

Em Cristo,


Dom Leonardo Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB

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