xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> Lembrando Dom Newton Holanda Gurgel – por Armando Lopes Rafael | Blog do Crato
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20 abril 2017

Lembrando Dom Newton Holanda Gurgel – por Armando Lopes Rafael


Da sua vida pessoal sabemos o que este servo de Deus nos contava: que havia nascido em 1923, na cidade de Acopiara, à época pertencente à Diocese de Crato, e que era oriundo do tradicional clã dos “Gurgel Valente”, sendo um dos 17 filhos do casal Francisco Henrique e Aurélia.  Seu pai resolveu retirar dos 17 filhos, o sobrenome Valente, deixando apenas o GURGEL.
     Aos 13 anos, em 1937, o adolescente Newton já estava em Crato, distante 300 km de Acopiara, numa época que as comunicações entre as duas cidade se faziam unicamente por meio do trem. Veio para estudar no Seminário Diocesano São José, onde fez seus estudos menores, em sete anos, em meio a idas e vindas, entre o verde vale do Cariri e o seco Sertão central cearense, onde está localizada a cidade de Acopiara.
      Os estudos maiores – de Filosofia e Teologia – foram feitos inicialmente em Fortaleza e, depois, em João Pessoa, capital da Paraíba, pois Dom Newton sentiu dificuldades em se adaptar ao clima da capital cearense. Naquela época teve um colega ilustre com quem manteve amizade até o último dia de vida: Dom José Freire Falcão, também nascido no sertão cearense, e que ainda hoje se constitui no primeiro e único cardeal da Igreja Católica nascido no Ceará.
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Dedico, pois, estes comentários acima, à santa memória deste bispo. E faço minhas as palavras da escritora inglesa Taylor Caldwell, inseridas no preâmbulo do seu livro Os servos de Deus. Naquele livro, a autora relembra a missão de anônimos sacerdotes católicos difusores do Reino de Cristo, nas vilas e zonas rurais das ilhas britânicas que hoje formam o sólido Reino Unido. A escritora citada iniciou o prefácio daquela obra com o seguinte parágrafo:
“Este livro é dedicado à heroica memória de todos os servos de Deus, cuja devoção não merecemos, de cujas orações não somos dignos, de cujo amor não somos merecedores e cujos trabalhos incessantes são conhecidos apenas por Deus”.


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