xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 07/12/2016 | Blog do Crato
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VÍDEO - CONVERSA FRANCA - O DESCASO NO CRATO - Dihelson Mendonça ( 30-11-2017 ).
Estamos de volta com as transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, com alguns programas ao vivo ). Serão vários programas abordando temas diversos, como a realidade da nossa região, do Ceará e do mundo; Programas científicos, atualidade, entrevistas, e transmissão de eventos ao vivo. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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07 dezembro 2016

Imitação de Cristo - Por: Emerson Monteiro

Que te aproveita discutires sabiamente sobre a SS. Trindade, se não és humilde, desagradando, assim, a essa mesma Trindade? Na verdade, não são palavras elevadas que fazem o homem justo; mas é a vida virtuosa que o torna agradável a Deus. Prefiro sentir a contrição dentro de minha alma, a saber defini-la. Se soubesses de cor toda a Bíblia e as sentenças de todos os filósofos, de que te serviria tudo isso sem a caridade e a graça de Deus? Vaidade das vaidades, e tudo é vaidade (Ecle 1,2), senão amar a Deus e só a ele servir. A suprema sabedoria é esta: pelo desprezo do mundo tender ao reino dos céus.
                                                                                                                         Tomás de Kempis

A hora atual permite que ajamos assim, abrir comentário com longa citação de obra clássica religiosa que já detém cinco séculos de existência, e que nutriu por demais intensas meditações no claustro, durante todo esse tempo. Quanta verdade conclusiva em parágrafo único de tratado de reflexão quanto à vida espiritual...

Monge agostiniano que viveu no mosteiro de Santa Ana, Tomás de Kempis nasceu no povoado de Kempen, proximidades de Colônia, na Alemanha, em1380. Viveu 91 anos, desempenhando as funções de mestre de noviços onde passou. Dessa vivência, elaborou este livro célebre, que instrui multidões na seara do amor e da piedade.

O autor mergulha aos abismos da alma e colhe preciosas lições do conhecimento sagrado, possibilitando perenizar o Evangelho através da conscientização divina e da convivência dos seres.

Dada a profundidade com que interpreta os ensinos cristãos, reúne à prática do que ensina Jesus o cotidiano das criaturas humanas por meio do exercício das verdades eternas trazidas nas sábias considerações que eterniza em estilo simples e puro.

Nunca estejas de todo desocupado, mas lê ou escreve ou reza ou medita ou faze alguma coisa de proveito comum, considera o escritor.

Dura lex, sed lex? – por José Luís Lira


Ao repetir o brocardo romano "Dura Lex, sed Lex" (A Lei é dura, mas, é a Lei), vou dizer também exceto pro "homem" das Alagoas, "Renan...", que, por erro sabe-se lá de que ordem, ocupa uma cadeira no Senado Federal que em outros tempos representava a Casa da Sabedoria, mesmo lembrando que o cavalo Incitatus, de Calígula, foi Senador quando seu dono era Imperador Romano.
Acho que Incitatus respeitava mais as leis que o atual senador Renan.
Comentário de Armando Lopes Rafael:


Conta a história que o tirano Imperador Romano Calígula incluiu o nome de Incitatus no rol dos senadores de Roma e chegou a cogitar fazer daquele cavalo cônsul.Incitatus (que em latim significa “Impetuoso”) era o cavalo preferido de Calígula, um corrupto administrador do Império Romano que reinou de 37-41 D.C.O escritor Suetônio, autor de uma biografia sobre Calígula, dá destaque em sua obra ao cavalo Incitatus. Segundo Suetônio existiam cerca de dezoito criados para cuidar de Incitatus. Aquele cavalo era enfeitado com um colar de pedras preciosas, coisa que nem a mulher do ex-governador Sérgio Cabral possui. Consta que Incitatus dormia no meio de mantas de cor púrpura (a cor púrpura era destinada somente aos trajes imperiais, ou seja, era um monopólio real). Foi-lhe também dedicada uma estátua em tamanho real de mármore com um pedestal em marfim. (Fonte: Wikipédia)
Existe uma afinidade entre a indicação de Incitatus para o Senado de Roma e a forma como os Presidentes da República do Brasil indicam os ministros para o Supremo Tribunal Federal. No Supremo Tribunal Federal existe um ministro que era advogado do PT, fez duas vezes concurso para ser Juiz de Direito em São Paulo e foi reprovado, mas como era amigo do peito de Lula da Silva ganhou a indicação para a Suprema Corte. É mole?
Incitatus era o cavalo preferido do imperador Calígula, e este, para desmoralizar o Senado Romano daquela época (cheio de corruptos e aduladores), nomeou seu quadrúpede preferido para alinhar à estatura dos senadores romanos. Incitatus, o quadrúpede senador do Imperador, não recebia verbas extras e se contentava com feno e alfafa de boa qualidade. Ou seja, custava barato, muito barato, o seu mandato, pois não se envolveu em nenhum recebimento de propinas e saiu da vida pública com a ficha limpa. Teve seus inconvenientes no luxuoso Senador Romano, é verdade. Vez ou outra, vertia uma urina fétida e ácida, e também sujava o ambiente com fezes. Às vezes  relinchava  em hora não apropriada. Tirante isso,  saiu de cena sem deixar nenhum inquérito onde figurasse como réu.

 

Antes tínhamos o seriado “Coisas da República”. Agora é o “Caos da República”

Gilmar diz que liminar sobre Renan é ilegal e pede saída de Marco Aurélio – - por Eliane Cantanhêde (*)

Ministro do STF diz que decisão de colega atropela julgamento e configura crime de responsabilidade 

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, criticou duramente o colega Marco Aurélio Mello pela liminar para afastar o senador Renan Calheiros da presidência do Senado. Para Gilmar, Marco Aurélio “tomou uma decisão ilegal” ao atropelar um julgamento em andamento e atingir um outro poder monocraticamente, o que seria inclusive o caso de impeachment. “Ele extravasou o princípio da legalidade. E, quando a gente extravasa a legalidade, a gente leva bofetada”, acrescentou.
“Marco Aurélio fez isso para bater palma para o público. Se isso não é caso de crime de responsabilidade, é o quê?” acusou Gilmar, falando por telefone de Estocolmo, onde está desde esta terça-feira para participar de um encontro de magistrados. Ele chegou a comprar passagem de volta para Brasília em Lisboa, onde fez escala, mas não havia certeza se o julgamento do mérito da liminar seria nesta quarta, em plenário, e ele decidiu prosseguir para a Suécia.
Segundo Gilmar, ex-presidente do Supremo, Marco Aurélio desrespeitou o artigo quinto da lei 9882, pelo qual uma liminar monocrática dessa gravidade só poderia ser dada em razão de urgência  e se houvesse “um fato novo grave” em relação ao julgamento já iniciado – sobre a impossibilidade de Renan ser réu do STF e ao mesmo tempo o atual segundo na linha sucessória da Presidência da República. Esse julgamento foi interrompido em novembro por um pedido de vistas do ministro Dias Toffoli.
Comparando os casos de Renan e do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, que foi afastado da presidência e do mandato de deputado por uma liminar do ministro Teori Zavaski, Gilmar disse:  “São situações muito diferentes, porque no caso de Cunha havia o fato novo grave, pois ele usava o mandato, o cargo e a própria Câmara para obstruir a justiça e manipular os outros deputados”. Quanto a Renan, segundo ele, não há indícios nesse sentido.
Para Gilmar, Marco Aurélio “ultrapassou todos os limites, mas não é a primeira vez”. Ele enumerou casos em que o desafeto tomou decisões polêmicas que não tiveram efeito prático, mas deixaram o Supremo em situação constrangedora. Entre elas, lembrou que Marco Aurélio encaminhou para a Câmara até um pedido de impeachment do presidente Michel Temer, “que era completamente fora de propósito, sem base jurídica nenhuma”. Por fim, provocou: “E, depois de fazer essas coisas, ele nem pede desculpas, fica por isso mesmo.”
(*)Eliane Cantanhêde  é jornalista da “Folha de S.Paulo”

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