xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 26/11/2016 | Blog do Crato
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26 novembro 2016

A realidade nua e crua da ditadura da "dinastia" dos Castros: por que os cubanos não trocam presentes no Natal?– Por: Duda Teixeira

Todos os feriados religiosos foram banidos com a revolução de 1959. Ainda que alguns tenham voltado, as tradições se perderam
Decoração de Natal dentro de uma casa em Mariel, Cuba, em 2014 (Crédito: Bloomberg/Getty Images) Observem a pobreza da casa. No piso, ao invés de cerâmica, ainda se usa  mosaicos, coisa da década 50 do século passado. As paredes não são pintadas (apenas rebocadas) e o rodapé mostra buracos... E essa casa é dos mais aquinhoados financeiramente da ilha-prisão...
Assim que o grupo de Fidel Castro tomou o controle da Revolução Comunista de 1959, o país foi declarado ateu. Escolas religiosas foram fechadas, igrejas foram vandalizadas, procissões foram proibidas, padres e freiras foram deportados ou presos.
Assim como outros que estavam na esfera de influência da União Soviética. As religiões eram consideradas o “ópio do povo” e deviam ser eliminadas.
Famílias cristãs, então, tiveram de começar a celebrar o nascimento de Jesus de forma escondida. Se fossem flagrados por um integrante do Comitê de Defesa da Revolução (CDR), poderiam enfrentar duras punições.
No lugar das datas religiosas, foram criados feriados para celebrar a ditadura de Fidel e Raúl Castro. São reservados três dias de folga para lembrar do assalto ao Quartel de Moncada, que ocorreu em 1953. A vitória da Revolução Cubana de 1959 é lembrada no dia 1 de janeiro. No dia seguinte, é feriado do dia das Forças Armadas. Há também o Dia dos Trabalhadores e o Dia da Independência.
Somente em 1998, com a visita do papa João  Paulo II para a ilha, o Natal passou a ser reconhecido e ganhou um feriado.
Apesar da empolgação de alguns padres locais, os cubanos perderam muitos dos costumes. Fazem apenas um jantar familiar na noite do dia 24. O cardápio é igual de outros dias, geralmente com carne de porco. E nenhum presente. A pobreza dos cubanos tampouco permitiria um luxo como esse. No dia 25 não há nada especial.
Árvores de Natal são mais comuns nas embaixadas e nos estabelecimentos para turistas. “Algumas lojas colocam decorações de Natal no início de dezembro, muitas vezes com alguns slogans políticos e imagens de Fidel Castro“, diz o escritor e fotógrafo cubano Orlando Luiz Pardo Lazo, que estuda literatura em Saint Louis, nos Estados Unidos.
Em 2012, o papa Benedito XVI também esteve na ilha. Com isso, a Igreja Católica ganhou mais um feriado, a Páscoa. Contudo, todas as tentativas de recuperar alguma tradição acabam frustradas. Quase sessenta anos após a revolução, a população perdeu a memória dos costumes que existiam antes.
Fonte: Site VEJA

Naquele primeiro trem - Por: Emerson Monteiro

08 de novembro de 1926. Manhã de segunda-feira. Parava na estação de Crato o primeiro trem, trazido pela força dos trilhos e das matas. Era a inauguração da estação da estrada de ferro de Baturité.

Sobre os ombros de meu avô, minha mãe, criança de cinco anos, a tudo observava no meio da multidão domingueirada, absorta junto dos vagões de passageiros, onde, num deles, se instalava a banda de música que rompia de dobrados bonitos os monótonos assovios da maria-fumaça.

Encantado ante os acordes, com mãos impacientes, meu avô abria espaço entre as pessoas e namorava os feéricos instrumentos de metal. Extasiado, se aproxima, invade o recinto dos músicos e se rende à pompa dos visitantes ilustres.

Depois, logo, busca conversar com o maestro. Fixo os olhos em um banjo. A todo custo quer dedilhar as cordas do esplendoroso instrumento. Notas nervosas, precisas, rudes, tira das cordas, enquanto lá fora escorrem os discursos, na plataforma da estação. Surge-lhe a caixa de repouso forrada de veludo vermelho em que o banjo raro repousaria, de fabricação estrangeira distante.

O maestro se admira de ver tamanho interesse. Juntos, entabularam negociações nos assuntos musicais. Compromete-se a mandar pelo vagão das encomendas, meses adiante, idêntico exemplar de banjo recamado de madrepérola.

A festa estender-se-ia com outras vindas de trem, quando, algum tempo depois, meu avô receberia a encomenda prometida. Em dia memorável, lhe chega belo estojo envolto em percalina preta, forrado de veludo escuro, motivo das inúmeras noites animadas que Antônio Monteiro e outros boêmios cratenses, naquelas décadas remotas, promoveriam ao longo dos sítios do sopé da Serra, infindas algazarras de danças e amores, realizados nas luas de latadas felizes.

O primeiro trem trouxera, por conseguinte, esse equipamento musical que integraria os próximos anos de família até quando meu avô deixasse este mundo, permanecendo a peça rara algum tempo ainda com tio Quinco.

Minha mãe não soube, porém, explicar as razões quando lhe perguntei o fim que levou o banjo. Disse apenas que o tio dera ele de presente a Deodoro Gomes de Matos, dono do antigo Bar Ideal, à rua Santos Dumont (ex-rua Formosa).

Daí, ninguém sabe dizer onde foi parar, e restam guardadas só as lembranças do primeiro trem que viera a Crato durante folguedos especiais, na memória infantil de minha mãe aos ombros do seu pai querido.          

Relembramos a nossa grande feira – por Pedro Esmeraldo

      A antiga feira de Crato, ponto de convergência da população de todo o Cariri (foto da década 60)    
 
            Já tivemos o prazer de contemplá-la devido a sua movimentação, pois admirávamos e observávamos a grandeza das especiarias que nela existiam. Era volumosa e atraente. Trazia para o cidadão pobre uma movimentação turística que vinha complementar à sua economia. O tempo foi passando juntamente com o aprimoramento da tecnologia aplicada a todos os setores da vida. Era por certo, bem movimentada e às vezes tortuosa, visto que, alguns dos nossos administradores do passado, não compreenderam o avanço da tecnologia moderna e foram absortos, intolerantes e partiram para a queda virtuosa da economia cratense.
            No decorrer do meado do século passado, houve administradores incontroláveis, incongruentes, visto que não relevavam o ponto de destaque do Crato que era a feira semanal, pois a desprezavam  em suas movimentações turísticas e econômicas. Não produziam nenhuma vibração no contorno do desenvolvimento da cidade.
            Com o tempo, essa feira foi fracassando, caindo em grande depressão que se arrebentou acima da linha do comodismo exagerado dessa gente. Esse pessoal, não olhava para o Crato de amanhã, mas queria movimentar o clientelismo, onde prevalecia à falta de ânimo desses políticos derretidos pelo calor exagerado e da falsa ideia predestinada pela fraqueza de mentalidade, pois diziam que tudo era melhor assim. Caíram no desvario e deixava a população acabrunhada, já que não tinham ânimos para avançar na marcha no e caminho da dignidade e da honestidade.
            Por esses momentos apareceu a corrupção e o desânimo do povo, já que era sufocada pelo desvio do comportamento de políticos inescrupulosos, já que fugiam da raia e partiam para o lado negativo, visto que esses ditos governantes de outrora se esqueciam de lutar pelo Crato.
            Agora pedimos a boa movimentação do futuro administrador, solicitando que olhe para o Crato e não deixe se levar pelas conversas destoantes de pessoas mafiosas que por fim praticam tráfico de influência que é a retirada do Crato de seu património histórico e de sua força rígida para progredir que o Crato possuía nos tempos passados.
            Queremos que todos lutem pela movimentação de progresso acentuada e venha adequar a nossa antiga feira uma construção de um campo constituído de largueza e bom colhimento “a quem daria o nome de Feiródromo”. Seria o ponto de encontro dos nossos mascates e por certo (deixariam de ocupar as calçadas), o que alevantaríamos o progresso comercial do Crato no mesmo estilo da feira de antigamente, semelhante à de Caruaru.
            Por isso, pedimos ao prefeito eleito, faça tudo para não esquecer o Crato, não dê confiança a essa gente que quer transformar o Crato em cidade dormitório. Sabemos que é difícil, mas, é preciso lutar: vamos lutar “pela volta da Rádio Araripe”, se assim fracassarmos, consideramos como pessoas molengas que fogem da luta.

Não devemos esquecer a movimentação no Crato “na feira de antigamente”. Infelizmente amolecemos no tempo e no espaço, devido à fraqueza de nossos administradores, já que não tiveram coragem de enfrentar à luta persistente a fim de acompanhar o modernismo dos tempos atuais.

Cubanos em Miami comemoram morte de Fidel Castro




Exilados fazem festa em Little Havana /(Reprodução ABC News)

Dezenas de cubanos se reuniram na madrugada deste sábado com bandeiras de seu país e dos Estados Unidos nos arredores do restaurante Versailles, no bairro de Little Havana, em Miami, após tomarem conhecimento da morte de Fidel Castro, líder da revolução que levou milhares de pessoas a fugir de Cuba desde 1959.
O famoso restaurante foi palco de celebrações semelhantes cada vez que se intensificavam rumores da morte de Fidel, e de protestos e reuniões dos exilados em Miami.
Muitos sorriam para as câmeras, outros choravam da emoção e alguns bebiam champanhe diretamente da garrafa sem se importar com a presença de curiosos.
A notícia da morte de Fidel Castro foi dada por seu irmão Raúl Castro, atual presidente de Cuba, pouco antes da meia-noite, por isso muitos miamenses de origem cubana ainda não souberam.
A famosa rua 8 de Miami, a avenida principal da região chamada Little Havana, teve o tráfego interrompido porque muita gente foi para o asfalto.

Em VEJA desta semana: Investigação revela que Lula conseguiu burlar fiscalização de voo

O estranho caso em que um delegado da PF proibiu fiscais de inspecionar bagagens de Lula quando ele se preparava para voar em jatinho privado para Roma
 TAXIANDO - Agente da Polícia Federal contou que Lula ficou muito nervoso com a chegada dos agentes e se trancou na cabine do avião (Cristiano Mariz/VEJA)
Na manhã de 3 de junho do ano passado, no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, um jato particular, prefixo PP-SCB, se preparava para decolar. A aeronave já estava taxiando quando os pilotos e os cinco passageiros foram surpreendidos por um cerco. A operação, atípica, fora deflagrada por iniciativa da Receita Federal. Os fiscais foram informados de que malas haviam sido embarcadas de maneira suspeita no jatinho, sem passar pelo raio X.
A operação cinematográfica, porém, foi abortada antes de ser concluída — e isso deu origem a uma investigação sigilosa em curso na Polícia Federal e no Ministério Público Federal. Reportagem de VEJA desta semana teve acesso à investigação, que revelou que, dentro do avião estava o ex-presi¬dente Lula, acompanhado de um segurança mais três auxiliares — seu fotógrafo particular, um assessor de imprensa e um tradutor.
Para ler a reportagem na íntegra, compre a edição desta semana de VEJA

Não progrediremos com atalhos: Acabaram com a Rádio Araripe do Crato (por Pedro Esmeraldo)



            Temos medo de nos enquadrar no meio de maus elementos que há na política cratense: A maioria deles consideramos como farinha do mesmo saco, é inconsequente, incongruente, de moral baixa e intolerante. Outros não têm habilidades de exercer e defender o município nas horas incertas.
            Este município foi e sempre será prejudicado pela massa ignominiosa que quer permanecer a força sobre o domínio de pessoas alheias ao destino do desenvolvimento cratense. Há deles, que não têm capacidade de assumir o comando administrativo e consequentemente, não têm objetividade de exercer a parte mais elevada deste torrão querido. Nesse meio termo, há pessoas inexperientes e desestimuladas que ocupam uma posição de chefia do Crato. Praticando trabalho inócuo, visto que há maldade e têm por objetivo arrefecer o crescimento quer seja: econômico ou intelectual, já que provoca um desânimo no seio do povo, pois que, vários deles permanecem de moral abatida, sem nenhum plano para enfrentar o combate e as causas negativas que aparecem neste município.
            Não possuem coragem para enfrentar as intempéries. “Quando surge mau tempo em convicção política” Levam tudo de roldão e nem sequer fazem planejamento para se livrar dessa, maldade e que a nosso ver seria o ponto de equilíbrio no meio teórico, conduzindo a formação de conjunto de pessoas aptas para lutar com seriedade em prol deste município.
            É preciso despertar o povo que está “mordido de raiva” devido à rota agravante que nos aterrorizam, pois não há medidas acertadas e nem trabalhos sérios que venham nos provocar com alegria afastando-se dos desdoiro que é causado pelas astúcias das “mãos ligeiras” que acabaram de extinguir o nosso primeiro trunfo que foi no meio comunicativo a “Rádio Araripe de Crato”, considerada a pioneira no interior cearense.
            Decidindo após refletir que isso é um desvio de património em nossa comunicação e o povo anda ofuscado pela falta de retidão e respeito ao Crato.
            Essa antiga emissora foi extinta para tristeza de toda a população. Inaugurada no correr da década de 50, com grandeza de estilo. Nesse tempo, foi presenteada com animação  e amparada pelo Diários Associados, fez-se o estopim do desenvolvimento radiofônico do Crato. Com bons olhos, conquistou com altivez o crescimento evolutivo nesta cidade do século passado.
            O que mais nos causa revolta, foi observar: a quietude e o comportamento frio desses políticos de hoje que nada fizeram para defender o nosso patrimônio. Não reagem e abandonam a cidade sem ofertar trabalhos dignos pelas causas públicas. Não têm atividade alguma. Permanecem na posição de obter os bens com facilidade e não lutam. Deixam tudo correr frouxo, esperando alcançar a posição mais fácil de obter valores sem o mínimo de esforço.
            Notem que há comportamentos lentos e de baixa temperatura de nossos vereadores. Tornam-se um conjunto de homens fracos, resignados, já que vivem e permanecem lenientes. Não podemos nos elevar com a fraqueza desses homens, pois perdem as condições de subir ao caminho da glória.
            Por isso, renumeramos com o desejo de obter uma posição séria, evitando a posição por “baixo do pano” com o desejo de perder a nossa elevação do espírito e o anseio de seguir com firmeza o barco que nos conduza ao crescimento.

Autor: Pedro Esmeraldo

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