xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 20/10/2016 | Blog do Crato
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20 outubro 2016

Nervosismo e tensão marcaram o último debate entre Donald Trump e Hillary Clinton



A 20 dias das eleições para a Presidência dos Estados Unidos, os candidatos republicano Donald Trump e democrata Hillary Clinton voltaram a trocar acusações no terceiro e último debate da corrida eleitoral. Transmitido ao vivo nesta quarta-feira (19), a partir de Las Vegas, cidade do estado de Nevada,  para todo o território norte-americano por redes de televisão, de rádio, pela internet e até em salas de cinema, o debate, em determinados momentos, passou longe das propostas políticas de cada um dos partidos e resvalou para ataques pessoais. Hillary chamou Trump de "fantoche" do presidente da Rússia, Vladimir Putin. E Trump se referiu a Hillary como "mulher desagradável". Sob pressão para conter a queda nas pesquisas, desde que nove mulheres o acusaram de assédio sexual, e também desde que foi divulgado um vídeo em que faz comentários desrespeitosos às mulheres, Donald Trump procurou, durante o debate, desqualificar as acusações das mulheres. Ele disse que elas são "falsas" e que as mulheres que o acusam provavelmente só desejam a "fama".  Trump procurou garantir os votos dos eleitores conservadores com a promessa de deportar imigrantes ilegais, apoiar o direito de uso de arma e de nomear juízes da Suprema Corte que possam derrubar propostas que defendam o direito do aborto.

Transferência pacífica de poder

O moderador do debate, Chris Wallace, observou que a transferência pacífica de poder é uma característica da democracia americana. Ele lembrou, porém, que isso depende de o candidato perdedor aceitar a validade dos resultados eleitorais. Wallace perguntou a Trump se ele aceitaria o resultado do pleito mesmo que perdesse as eleições. Trump primeiramente respondeu que a eleição está sendo manipulada contra a sua campanha. Depois, dirigindo-se ao moderador, o candidato republicano afirmou: "Vou mantê-lo em suspense, está bem?". Nesse momento, Hillary comentou: "Isso é horrível". Hillary Clinton disse também que toda vez que Donald Trump pensa que algo não está indo em seu benefício, ele afirma que "essas coisas são manipuladas". Ao deixar a resposta em suspense, Trump amplia a crise provocada há uma semana pela sua afirmação de que, se perder, a derrota decorrerá de fraude. Tal afirmação provocou críticas a ele não só no Partido Democrata como de seus próprios colegas do Partido Republicano. Os que discordam de Trump temem que a acusação de fraude possa provocar a não aceitação do resultado eleitoral pelos eleitores republicanos por considerarem o processo ilegítimo.

Gary He/Agência Lusa


Produção brasileira de aço cresce 3.1% em setembro



A produção brasileira de aço bruto em setembro cresceu 3,1% em relação ao mesmo mês do ano passado, para 2,578 milhões de toneladas, informou nesta quinta-feira, 20, o Instituto Aço Brasil (IABr). Nos nove primeiros meses do ano, a produção caiu 9,3% ante os seis primeiros meses de 2015, para 22,917 milhões de toneladas.

A produção de laminados no mês passado ficou em 1,776 milhão de toneladas, aumento de 6,5% na relação anual. De janeiro a setembro foram produzidas 15,786 milhões de toneladas, também queda de 9,3% sobre o acumulado de nove meses em 2015. O volume de aço plano produzido no Brasil foi de 1,088 milhão de toneladas em setembro, aumento de 8,5% ante igual mês de 2015. No acumulado de 2016 até setembro, a queda foi de 12,3% para 8 945 milhões de toneladas. A produção de aços longos cresceu 3,6% na comparação com o mesmo mês do ano anterior, para 687 mil toneladas e em nove meses caiu 5,1%, para 6,840 milhões de toneladas na comparação com os mesmos períodos de 2015. As vendas de aço no mercado interno caíram 1,3% no mês, para 1,5 milhão de toneladas de produtos siderúrgicos e de janeiro a setembro, recuaram 11,7% frente ao mesmo período do ano anterior para 12,6 milhões de toneladas.

As importações caíram 8,2% sobre setembro de 2015, para 206 mil toneladas, o que representa US$ 158 milhões, queda de 15,7%. Já nos nove meses, a quantidade foi de 1,2 milhão de toneladas, ou US$ 1,2 bilhão, queda de 57,8% e de 55,1%, respectivamente. As exportações brasileiras caíram em receita 8,9% no mês, para US$ 620 milhões, e em volume, 13,1%, para 1,3 mi/t. De janeiro a setembro, as exportações geraram US$ 4,127 bilhões, queda de 20% e caíram em quantidade 0,2% em relação ao mesmo intervalo de 2015, para 10,1 milhões de toneladas. O consumo aparente nacional foi de 1,6 milhão de toneladas em setembro de 2016, 4,9% menor do que o no mesmo mês de 2015, e de 13,7 milhões de toneladas até setembro, 19,1% abaixo do mesmo período de 2015.

Fonte: Agência Brasil
Foto ilustrativa: Ambiente construção.



Eduardo Cunha esperava ser preso e reunia arsenal contra PT e PMDB


Não foi exatamente uma surpresa. Eduardo Cunha (PMDB) já havia conversado com pessoas próximas sobre a expectativa de ser preso. Viveu o auge dessa tensão nos dias que sucederam sua renúncia à presidência da Câmara, em julho, e, com ainda mais intensidade, depois de ter o mandato cassado pelos colegas, em setembro. Sabia que estava vulnerável.
Entre a sombra da prisão e o isolamento político, dedicou todo o seu tempo a duas tarefas: sua defesa na Justiça e o livro que prepara sobre o impeachment de Dilma Rousseff e a crise política. A obra é vista como uma espécie de "delação informal". Nela, Cunha será autor e protagonista. Vinha escrevendo "enlouquecidamente", segundo aliados. Em recente conversa com a Folha, Cunha disse que tinha mais de cem páginas prontas. Buscava um profissional para auxiliá-lo a formatar o texto e deixá-lo de modo publicável. Para colocar suas "memórias" no papel, levantou agendas antigas de compromissos públicos e privados. Há meses vinha também esquadrinhando todas as doações que capitaneou para o PMDB, um levantamento que delegou ao corretor de valores Lúcio Bolonha Funaro, que acabou preso em julho.Antes, porém, Funaro relatou a aliados que havia juntado "quilos de papéis".Mas Cunha não se dedicou apenas às contas do PMDB, sigla para a qual atuou como um esmerado arrecadador. Ele também fez uma série de estudos sobre o caixa petista."O PT cobrava até comissão das doações. Repassava 95% [para os candidatos] e ficava com 5%. É só você olhar as entradas e saídas", disse à Folha ainda em setembro.

Questionado se havia feito o estudo pessoalmente, respondeu: "Fiz". E por que dedicava tempo a isso? "A gente tem sempre a curiosidade para ver o financiamento dos partidos. Montante e origem. É informação. Faço para os meus argumentos." Todos os dados seriam usados no livro, ou, especulavam aliados, em uma possível delação premiada –hipótese que ganhou agora força.

RENDIDO

Cunha foi informado de que era alvo de um pedido de prisão pouco antes das 13h desta quarta (19). Disse aos advogados que iria se entregar. De terno azul e gravata, preparava-se para ir à sede da Polícia Federal em Brasília. Não deu tempo. Os agentes já estavam na garagem de seu prédio quando decidiu sair. O peemedebista tratou dos direitos da publicação de sua obra com três editoras: Planeta, Matrix e Geração. Manifestou certa insatisfação com as propostas financeiras que recebeu. Pensava em bater o martelo esta semana. Pode não ter dado tempo. Para a obra, além da papelada, rememorou conversas privadas e diálogos com diversos colegas de parlamento, ministros, ex-ministros, a ex-presidente Dilma Rousseff e o presidente Michel Temer. Decidiu, porém, expor alguns de seus alvos antes mesmo de fechar o roteiro. Um dia depois de ser cassado, foi questionado por um de seus últimos aliados "por onde começaria". "Moreira Franco e Rodrigo Maia." Semana passada, em reunião com uma das editoras, Cunha se negou a antecipar detalhes da obra, o que causou preocupação. Decidiu ser direto: disse que tudo o que colocaria no papel poderia comprovar. Com documentos, ou gravações.

Fonte: Folha de S.Paulo
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Lava Jato encontra ação de R$ 2,10 na conta de Cunha



Ao decretar a indisponibilidade de bens no montante de R$ 220 milhões do ex-presidente da Câmara e deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a Justiça Federal encontrou extratos zerados e uma ação da Oi no valor de R$ 2,10 em nome do peemedebista. Já em nome de sua mulher Cláudia Cruz, o Banco Central identificou R$ 622 mil.

A decisão foi dada pela 6ª Vara Federal de Curitiba em ação civil de improbidade administrativa movida pela Procuradoria da República, na capital paranaense, contra o peemedebista. Nesta ação, que não tem caráter penal – sanções previstas têm natureza civil, como inelegibilidade, perda dos direitos políticos, pagamento de multa e ressarcimento de danos ao erário – o peemedebista é acusado de improbidade administrativa por supostamente ter recebido US$ 1,5 milhão em propina envolvendo a compra pela Petrobras de um campo de exploração de petróleo na África, em 2010.

Além do bloqueio feito pelo Banco Central, como é de praxe os próprios bancos encaminharam, posteriormente, à Justiça Federal os dados das contas identificadas em nome do peemedebista e sua mulher.

Último Segundo
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Sai a primeira lista de emissoras prontas para migração AM/FM. No Ceará, são 12



O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) divulgou, nesta quarta-feira (19), a primeira lista com 144 emissoras que já estão prontas para migrar do AM para o FM. A Abert aguarda a divulgação de outras listas para breve, totalizando um número de rádios migrantes maior que 350.

Todas as emissoras que constam da primeira lista já estão convocadas para assinar o termo aditivo em 7 de novembro, quando se comemora o Dia do Radialista. A solenidade de assinatura será no Palácio do Planalto, a partir das 10 horas, e terá a presença do presidente Michel Temer e do ministro das Comunicações, Gilberto Kassab. O estado de Minas Gerais tem o maior número de emissoras aptas para a migração, com 15 rádios. Em seguida, estão as emissoras do Ceará (12), Mato Grosso (11), Bahia (11), Paraná (10), Santa Catarina (10), São Paulo (10) e Rio Grande do Norte (8), além das rádios dos demais estados constantes da lista. Para facilitar o acesso ao Palácio do Planalto, as emissoras deverão confirmar presença, junto à ABERT, o mais breve possível, indicando o nome do participante, identidade e CPF. Posteriormente, deverão informar os dados ao Ministério das Comunicações, onde será  concluído o processo de assinatura. De acordo com a lista divulgada, 48 emissoras já receberam o boleto e ainda não efetuaram o pagamento da diferença de outorga. A ABERT alerta que os radiodifusores interessados em assinar o termo aditivo junto ao MCTIC devem realizar o pagamento do boleto imediatamente.

Fonte: O Povo Online
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Multas voltam a ser cobradas em todo o território nacional para quem transitar com os faróis desligados


Ministério das Cidades notificou órgãos locais sobre novo entendimento.
Cobrança foi suspensa em setembro; infração média dá multa de R$ 85,13.

Órgãos de trânsito de todo o país estão autorizados a retomar a aplicação de multas para motoristas que trafegarem por rodovias com o farol desligado, nas estradas em que houver sinalização clara sobre o assunto. Um ofício com o novo entendimento foi enviado pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) aos órgãos locais nesta quarta-feira (19).

Na prática, isso significa que as multas podem ser aplicadas sempre que não houver "ambiguidade" sobre a necessidade do farol – nas estradas em área rural e nos trechos urbanos que estiverem devidamente sinalizados, por exemplo. Alguns órgãos, como o Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF), já retomaram a fiscalização. Em 2 de setembro, a Justiça suspendeu a cobrança sob o argumento de que, muitas vezes, os motoristas confundiam as rodovias com ruas e avenidas que compõem a malha urbana. A decisão não anulou as multas que já tinham sido aplicadas. Em julho, a Secretaria de Transportes de São Paulo emitiu nota informando que as marginais Pinheiros e Tietê, por exemplo, não são rodovias. No Distrito Federal, é preciso acender farol durante o dia no Eixo Rodoviário (Eixão), uma das principais vias do centro de Brasília.
O Denatran não emitiu regras específicas sobre a sinalização que deverá ser aplicada. A princípio, as placas devem seguir o mesmo padrão que já é adotado para outros avisos em rodovias, como a delimitação dos trechos sob concessão (onde é cobrado pedágio).

Na Justiça
A decisão judicial que restaurou a multa foi emitida no último dia 7, quando o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) negou recurso da Advocacia-Geral da União (AGU). Ao avaliar o caso, o desembargador Carlos Moreira Alves concordou com a suspensão da multa onde houver dúvida, mas abriu espaço para a cobrança nos demais trechos. "A decisão agravada não impede a aplicação de sanções [...] nas rodovias que possuam sinalização que as identifique como tais, [...] mas tão só naquelas em que, por se entremearem com os perímetros urbanos das cidades que atravessam, a sinalização deve ser tal que lhes permita saber, sem possibilidade de dúvida razoável, que se encontram em uma rodovia", dizia a decisão. No dia 11, quatro dias após a decisão, o G1 questionou o governo federal sobre a possível retomada das multas. Em nota, a AGU informou que só foi notificada oficialmente da decisão na última segunda (17), quando começou a elaborar o novo parecer técnico.

Por isso, os órgãos regionais só foram notificados nesta quarta. Também em nota, o DER-DF informou ao G1 que tomou conhecimento da decisão com antecedência e, por isso, passou a aplicar o novo entendimento "por conta própria". O Denatran diz que a conduta do departamento foi adequada.
O recurso da AGU ainda será levado a plenário no TRF, que pode manter a aplicação "seletiva" das multas, vetar qualquer tipo de notificação ou liberar a fiscalização em todos os trechos. Não há data prevista para essa nova análise, que também poderá ser alvo de recurso.

Lei polêmica

A lei federal entrou em vigor em 8 de julho e determina que o farol seja usado em todas as rodovias, mesmo durante o dia. O descumprimento é considerado infração média, com 4 pontos na carteira de habilitação e multa de R$ 85,13. Em novembro, o valor deve subir para R$ 130,16.
No primeiro mês de validade da regra, entre 8 de julho e 8 de agosto, a Polícia Rodoviária Federal registrou 124.180 infrações nas rodovias federais. Nas estradas estaduais de São Paulo, outras 17.165 multas foram aplicadas. No Distrito Federal, as multas superaram em 35% o número de autuações por estacionamento irregular.

Regra em debate
O farol baixo é o que as pessoas chamam de farol, até então exigido para todos os veículos somente durante a noite e dentro de túneis. O uso das luzes já era obrigatório para as motos durante o dia e a noite, em todos os lugares. A ação foi proposta pela Associação Nacional de Proteção Mútua aos Proprietários de Veículos Automotores (Adpvat). No pedido, a associação afirma que a regra nova teria sido instituída com a "finalidade precípua de arrecadação", o que representaria desvio de finalidade. A ação também se baseia no artigo 90 do Código Brasileiro de Trânsito, que diz que "as sanções previstas no código não serão aplicadas nas localidades deficientes de sinalização".
"Em cidades como Brasília, exemplificativamente, as ruas, avenidas, vias, estradas, rodovias, etc. penetram o perímetro urbano e se entrelaçam. Absolutamente impossível, mesmo para os que bem conhecem a Capital da República, identificar quando começa uma via e termina uma rodovia estadual, de modo a se ter certeza quando exigível o farol acesso e quando dispensável. Para se evitar infringir a lei, não há outra forma senão os faróis ligados em todos os momentos", diz trecho da ação.

G1 
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