xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 05/10/2016 | Blog do Crato
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VÍDEO - ÚLTIMAS NOTÍCIAS - Prefeito do Crato é escolhido um dos melhores prefeitos do Ceará pela PPE Eventos, em Fortaleza. ( 09-11-2017 ).
Estamos de volta com as transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, com alguns programas ao vivo ). Serão vários programas abordando temas diversos, como a realidade da nossa região, do Ceará e do mundo; Programas científicos, atualidade, entrevistas, e transmissão de eventos ao vivo. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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05 outubro 2016

Política, debate e necessidade - Por: Emerson Monteiro

Quando a gente avista um jabuti em cima de algum poste, a certeza é certa, alguém o botou naquelas alturas, pois jabuti não sobe em poste. Essa constatação ouvi u lá no interior do Pará; nem sei por que tive de andar tanto a descobrir tal evidência. A conversa, naquela hora, girava em torno da política e dos políticos.

Noutras ocasiões, Da. Violeta Arraes, com quem tive oportunidade de trabalhar quando reitora da Universidade Regional do Cariri, falava da importância com que o povo francês encara os turnos das eleições e acompanha o mandato dos políticos que elege. Isso face ao quanto já sofreu, durante a história, vistas más escolhas dos líderes postados no comando das instituições públicas. Raras, raríssimas famílias francesas são livres das tragédias em face das guerras, tudo debitado na conta dos comandantes ruins que instalaram no poder em nações europeias.

Quando vereador em Crato, idos de 1989 a 1992, algumas vezes, nas minhas falas, afirmei que política é a fase que antecede as guerras, sejam guerras civis ou entre nações. Daí, quando ouço falar em anular voto, votar em branco, não votar e pagar a multa irrisória, fico meio sem graça, pois algo mexe por dentro das ideais, afirmando que desse jeito o cidadão joga na lata do lixo a única oportunidade que lhe resta de exercer o pacto social firmado a duras penas através das normas constitucionais e leis complementares.

Hoje, o que se vê: Quantos execram os postulantes aos cargos eletivos, achincalham, nivelam por baixo; falam de comprar e vender votos, conchavos espúrios, perversidades mil contra a Nação, as gerações; e o desleixo das propagandas, além dessa imbecilidade chamada carreata, a gastar o sangue da civilização contemporânea, os combustíveis, em exibições de forças idiotas, além de aborrecer os que nada querem com isso, atrapalhando o bom funcionamento das cidades, ostentação digna dos manuais esdrúxulos da ignorância. Aonde achar nomes dignos da sábia organização social, em que cova sumiram as opiniões elevadas, os bons propósitos, verdadeiros e necessários, o que poucos sabem, poucos viram.

Governo Federal inicia campanha na mídia sobre o fraco desempenho do governo Dilma

(Fonte: Folha de S.Paulo)
 Na semana em que a Câmara começa a votação do teto dos gastos públicos, o governo Michel Temer lança uma campanha publicitária com dados negativos da economia deixados pela ex-presidente Dilma Rousseff. O objetivo é defender a necessidade de reequilibrar as contas públicas..
A ofensiva publicitária começa nesta quarta-feira (5) com anúncios em diversos jornais, inclusive a Folha, com o título "Vamos tirar o Brasil do vermelho para voltar a crescer". Depois, será a vez de rádio, TV e internet. Em tom político, mas sem citar o nome da petista, o anúncio diz que o governo federal "encontrou uma situação muito grave nas contas públicas" e lista 14 pontos negativos deixados pela gestão anterior.
Ao final, o governo defende que "equilibrar as contas públicas é mais do que necessário" para "nunca mais ter pedaladas", "para nunca mais ter R$ 170 bilhões de contas públicas no vermelho" e para "definitivamente nunca mais ter 12 milhões de desempregados".
O texto não fala especificamente da proposta de emenda constitucional do governo que cria o teto dos gastos, mas afirma que "quando um governo gasta mais do que arrecada quem paga a conta é você". O anúncio diz, por exemplo, que ao final do ano passado "havia R$ 54,3 bilhões de despesas do PAC já realizadas e ainda não pagas".
Aponta ainda prejuízos "bilionários" na Petrobras e Eletrobras, enumera obras públicas inacabadas, critica os empréstimos do BNDES para outros países e o "inchaço da máquina pública". A equipe de Temer vinha defendendo que o governo fizesse um balanço do que é classificado no Palácio do Planalto de "herança maldita" deixada pela petista para evitar que a culpa pela crise econômica brasileira não começasse a ser atribuída ao peemedebista.
O próprio Temer, nos últimos dias, já vinha adotando essa linha ao destacar, em entrevistas, que não é sua responsabilidade, por exemplo, o fato de o país ter hoje milhões de trabalhadores desempregados. Questionado sobre o custo total da campanha publicitária, o governo informou que, por enquanto, não tem um valor porque ainda não fechou negociações com todos os veículos envolvidos.
Procurada pela reportagem, a assessoria de Dilma disse que não iria comentar a campanha até que fosse veiculada oficialmente.

Quem vê a barba do vizinho arder, ponha a sua de molho...

(o texto abaixo foi publicado no Site “Portal de Juazeiro” analisando as eleições municipais na vizinha cidade. Mas dada a proximidade entre Crato e Juazeiro, e como o texto se adapta à realidade de Crato, resolvemos transcrevê-lo aqui)

"Reflexões sobre o último pleito 
 José Arnon nasceu em Crato, mas por tradição política de sua família sempre fez política em Juazeiro do Norte 

"A eleição de Arnon Bezerra para prefeito de Juazeiro do Norte dá motivo para uma série de reflexões sobre a política juazeirense, entre as quais destaco as seguintes:
- todos esperavam que a vitória de qualquer um dos dois candidatos empatados tecnicamente na última pesquisa seria muito apertada, mas não foi isso o que aconteceu, pois eleição será sempre uma caixinha de surpresa;
- o pleito ocorreu com tranquilidade;
- assim como acontece no futebol, uma eleição pode ser decidida no último lance;
- gastar muito dinheiro na compra de votos nem sempre dá garantia de vitória;
- arrogância e cantar vitória antes do tempo são atitudes imprudentes e podem desencadear uma derrota;
- como conhece Brasília muito bem, pois vive lá há mais de 20 anos, o futuro prefeito de Juazeiro sabe onde e quem procurar  para trazer os recursos para realizar as obras que o município precisa;
- Arnon já foi informado de que Juazeiro não suporta mais modelo de administração do tipo assistencialista, em que os eleitores são priorizados em detrimento do município;
- sabe também, que a cidade tem que seguir o rumo da modernidade, caminhando junto e em parceria com a iniciativa privada;
- para o candidato que concorreu com Arnon ( o empresário Gilmar Bender), ter recebido o apoio do PT não foi certamente um bom negócio. Além de não ter contado com o apoio integral da sigla, pois muitos optaram  seguir Arnon, ainda teve o agravante  da mudança do vice a poucos dias da eleição;
- também pode não ter sido um bom negócio, do ponto de vista de marketing, ter usado o ex-presidente Lula como garoto propaganda, porquanto a estrela vermelha do PT está desbotada, e Lula não é mais aquele líder que tinha poder para eleger até mesmo um poste. Em outros locais do Brasil, muitos candidatos pelo PT preferiram tê-lo longe.
-  ninguém se engane, o eleitorado juazeirense ora age por emoção ora age pelo coração, mas só se sabe quando isso vai acontecer, no dia da eleição;
- no caso da vitória de Arnon, parece que os eleitores agiram com o coração e preferiram dar a vitória àquele que eles achavam ser realmente o melhor representante da juazeirensidade;
- não é  prudente criticar o vencedor, apontado seus possíveis defeitos, pois os derrotados também os têm. O melhor, até mesmo por uma questão de educação e civilidade, é parabenizar o vencedor e lhe desejar um bom desempenho na função porque assim  todos saem ganhando;
Vamos todos, pois, desejar ao novo prefeito um feliz mandato. Juazeiro do Norte está precisando de uma alavancada administrativa e o novo prefeito só fará isso se puder contar com o apoio da população. Toda a população. Derrotados, terminou o voo em busca da vitória, baixem o trem de pouso, façam uma boa aterrissagem, se não quiserem ajudar o novo prefeito, pelo menos o deixem trabalhar. Daqui a quatro anos teremos um novo pleito eleitoral. E quem quiser vai concorrer de novo".
Obs- qualquer semelhança com a situação do Crato não é mera coincidência...

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