xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 20/06/2016 | Blog do Crato
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VÍDEO - CONVERSA FRANCA - O DESCASO NO CRATO - Dihelson Mendonça ( 30-11-2017 ).
Estamos de volta com as transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, com alguns programas ao vivo ). Serão vários programas abordando temas diversos, como a realidade da nossa região, do Ceará e do mundo; Programas científicos, atualidade, entrevistas, e transmissão de eventos ao vivo. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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20 junho 2016

Crato Amado ! - Por Maria Otilia

Nesta terça-feira, dia 21 de junho o município do Crato, completa 252 anos de emancipação política. Como diz o poeta cratense Francisco Rodrigues, não temos muito que comemorar. Em um dos versos do nosso belo hino... “Crato amado, idolatrado, teu destino hás de seguir...” realmente não sabemos para onde ir, já que vivemos na era do caos em todos os aspectos. Há vários anos o Crato vem sucumbindo, ao contrário de outros municípios que estão se desenvolvendo, mesmo que seja de forma lenta.
Esta cidade que foi intitulada como “cidade da cultura” e ao mesmo tempo presencia um dos seus mestres da cultura, fazer campanhas solidárias tanto para seu sustento como para a propagação da sua arte. Cidade celeiro da cultura, que muito pouco valoriza o Encontro Elói Teles de Cultura na Expocrato, que muito pouco tem patrocinado eventos culturais e  esportivos.
Já se passaram vários anos e o nosso município passa seu aniversário  quase no anonimato. E este descaso surge no seu dia-a dia, na falta de medicamentos para a população de baixa renda, na precariedade do funcionamento de seus postos de saúde, nos indicadores de desempenho acadêmicos de algumas escolas, na qualidade da água servida a seus moradores,  na qualidade do saneamento básico quase inexistente, etc. .Enfim alguns dos serviços essenciais, de responsabilidade do poder público vem funcionando de maneira muito precária. Um exemplo real de um dos serviços essenciais, vividos por uma pessoa da minha família, foi receber a prescrição de uma medicação, em um pedaço de papel borrão, por falta de receituário em dos Postos de Saúde. 
Para todos nós cratenses que ainda acreditamos que o nosso município  pode e deve renascer das cinzas, uma mitologia Fênix,  precisamos rever  nossas escolhas. E distinguir realmente quem tem o querer e a competência de um verdadeiro líder para ser um bom gestor seja no executivo ou legislativo. Fazer escolhas sem “paixão partidária por siglas”, por amizades, venda e compra de votos, por prestação de favores.
É lamentável e triste ouvir muitas pessoas dizendo que o Crato “ não tem sorte”, “não tem jeito”, etc... Cabe a nós cidadãos cratenses revertermos este marasmo em que se encontra nosso município. De voltarmos a ter orgulho de ter nascido em um município abençoado por Deus, rico na sua infinita natureza, de mil possibilidades de  propiciar uma qualidade de vida razoável para todos os seus munícipes.
                              
Foto: Pachely Jamacaru   
                                    
                     Sou teu filho e ao teu calor.... Cresci, amei, sonhei, vivi.
                                                              

O mundo interior - Por: Emerson Monteiro

De tanto bater a cabeça nos escombros das gerações, certo dia descobrir alternativas de sobrevivência e presenciar por conta própria a razão de existir diante de todas as destruições que sempre caem aos nossos pés dia após dia. Há que mergulhar na essência do Si e somar razões de andar entregue às hostes deste mundo onde pisar histórias feitas de filmes nas paredes do firmamento. Desvendar a realidade que bate na nossa cara e justificar a ausência de respostas qual motivo de egoísmo e alienação a que muitos acham normal.

Uns denominam Inconsciente essa distância oceânica de descobrir os sete mares. Põem longe, nas curvas do depois, quando nada mais houve que interesse aos apetites do prazer embriagador jogar nos nunca mais, nos jamais, nos monturos, a sede infinita de conhecer com sabedoria. Lançar longe de si as normas de explicar existências qual argumento de nascer, viver, morrer, e nascer de novo. Revelar a causa de tamanha sofisticação que somos.

Morava na Bahia e assisti peça com o título O que mantém o homem vivo. Que alegar a nós mesmos, nas madrugadas insones, que perpetue de verdade a espécie nas nossas veias que fogem apressadas. Que fazer do que resta fazer após alimentar os sistemas que nos dominaram até hoje. Algo assim de implicações existencialistas, tão no âmbito filosófico dos seres humanos que resolvem questionar de frente as razões de pensar, sentir, sonhar, estudar, construir e mostrar nos resultados o sabor da consciência enquanto circulava incoerente pelas correntezas do tempo e amava desejos de eternizar o momento das lamas do chão. Mergulhar de cabeça nas ondas tempestuosas da espiritualidade, embora ainda saboreando temperos fugidios da materialidade carnal.

E infinitas horas quer-se saber a quantas viver e ser, fora de só gastar a química da Terra na elaboração um projeto mais honroso de gente, matriz da dignidade de quem já controla os instintos e as posses, na gana firme de criar a verdadeira beleza.

Apreciar o justo que amena em forma das leis superiores que a tudo estabelece, exemplo de bem maior de perfeição à disposição dos que querer de bom aceitar a realeza divina a fluir na luz dos olhos.


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