xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 12/06/2016 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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12 junho 2016

Para Você Refletir ! - Por Maria Otilia

Nestes últimos anos temos visto de forma acentuada ,o crescimento de indicadores da intolerância  humana. E esta intolerância tem se apresentado  em  diferentes aspectos: religiosos,políticos, nas questões de gênero, raça e até mesmo num simples jogo de futebol. Esta "onda" de violência por todo o mundo nasce a partir da intolerância entre os homens.E somente através  da reflexão e da  reconstrução de novos  valores a partir convivência  respeitosa e pacífica dentro das famílias  estendendo-se para as escolas, poderemos ter uma sociedade mais  saudável, mais humana, menos doentia.
Posto abaixo, um texto maravilhoso que trata desta  temática. Boa  Leitura.

    Os três astronautas 
Era uma vez a Terra.
E era uma vez Marte.
Ficavam muito longe um do outro, no meio do céu, e à volta havia milhões de planetas e de galáxias.
Os homens que estavam na Terra queriam ir a Marte e aos outros planetas: mas estavam tão longe!
Porém não descansaram. Primeiro lançaram satélites que andavam à roda da terra por dois dias e depois vinham de novo.
Depois lançaram foguetões que davam algumas voltas à Terra mas, em vez de regressarem, acabavam por escapar à atracção terrestre e seguiam para o espaço.
Primeiro, puseram cães nos foguetões: mas os cães não sabiam falar, e pela rádio só transmitiam “béu béu”. E os homens não percebiam o que eles tinham visto e até onde chegavam.
Por fim arranjaram homens corajosos que quiseram ser cosmonautas. Os cosmonautas tinham este nome porque iam explorar o cosmos, que é o espaço infinito com os planetas, as galáxias e tudo o que têm à sua volta.
Os cosmonautas partiam e não sabiam se voltariam ou não. Queriam conquistar as estrelas para que um dia todos pudessem viajar de um planeta para outro, porque a Terra se tornara demasiado apertada e os homens aumentavam de dia para dia.
Numa bela manhã, partiram da Terra três foguetões de três pontos diferentes.
No primeiro ia um americano, que, todo alegre, assobiava uma ária de jazz.
No segundo ia um russo que cantava com voz profunda Volga, Volga.
No terceiro ia um chinês, que cantava uma belíssima canção, que os outros dois achavam desafinada.
Cada um queria ser o primeiro a chegar a Marte, para mostrar que era o mais valente.
Na verdade, o americano não gostava do russo e o russo não gostava do americano, e o chinês desconfiava dos dois.
E isto, porque o americano, para dizer bom dia, dizia: how do you do, o russo dizia 3дpacтвyйte e o chinês dizia bom dia em chinês. Não se percebiam e julgavam-se diferentes.
Como os três eram todos valentes, chegaram a Marte quase no mesmo instante. Desceram das suas astronaves, de capacete e fato espacial... E descobriram uma paisagem maravilhosa e inquietante: o terreno era sulcado por longos canais cheios de uma água de cor verde-esmeralda. Havia estranhas árvores azuis com aves nunca vistas, de penas de cores estranhíssimas. Lá no horizonte viam-se montanhas vermelhas que emitiam estranhos brilhos.
Os cosmonautas olhavam a paisagem, olhavam uns para os outros, e mantinham-se afastados, cada um desconfiado dos outros. Depois veio a noite.
Havia à roda um estranho silêncio, e a Terra brilhava no céu como se fosse uma longínqua estrela.
Os cosmonautas sentiam-se tristes e perdidos e o americano, na escuridão, chamou pela mãe. Disse Mommy...
E o russo disse: Mama.
E o chinês disse: Ma-ma.
Mas compreenderam logo que estavam a dizer a mesma coisa e tinham os mesmos sentimentos. E sorriram, aproximaram-se, acenderam juntos uma bela fogueira, e cada um cantou canções do seu país.
Então encheram-se de coragem e, à espera da manhã, aprenderam a conhecer-se.
Por fim, veio a manhã e fazia muito frio. E, de repente, de um tufo de árvores saiu um marciano. Tinha um aspecto horrível! Era todo verde, tinha duas antenas no sítio das orelhas, uma tromba, e seis braços. Olhou para eles e disse: Grrr!
Na sua língua queria dizer: “Mãezinha, o que são estes seres horríveis?”
Mas os terrestres não o compreenderam e julgaram que era um rugido de guerra. Era tão diferente deles que não foram capazes de o compreender e de o amar. Os três sentiram-se logo iguais e uniram-se contra ele.
Perante aquele monstro, as suas pequenas diferenças desapareciam. Que importava se falavam uma linguagem diferente? Compreenderam que eram os três seres humanos. O outro não. Era demasiado feio, e os terrestres pensavam que quem é feio também é mau. Por isso resolveram matá-lo com os seus desintegradores atómicos.
Mas, de repente, na grande geada da manhã, um passarinho marciano, que, evidentemente, fugira do ninho, caiu no chão, tremendo de frio e de medo. Piava desesperadamente, mais ou menos como um passarinho terrestre. Fazia mesmo pena. O americano, o russo e o chinês olharam-no e não conseguiram reter uma lágrima de compaixão.
E então aconteceu uma coisa estranha. Também o marciano se aproximou do passarinho, olhou para ele, e deixou escapar da tromba dois fios de fumo.
E os terrestres, de repente, compreenderam que o marciano estava a chorar à sua maneira, como fazem os marcianos.
Depois viram-no baixar-se para o passarinho e segurá-lo nos seus seis braços, tentando aquecê-lo.
O chinês voltou-se então para os dois amigos terrestres.
— Compreenderam? — disse. — Nós julgávamos que este monstro era diferente de nós, e afinal ele também ama os animais, pode comover-se, tem um coração e certamente um cérebro! Ainda acham que devemos matá-lo?
Nem era pergunta que se fizesse.
Os terrestres agora tinham compreendido a lição: não basta que duas criaturas sejam diferentes para que tenham de ser inimigas.
Por isso aproximaram-se do marciano e estenderam-lhe as mãos. E ele, que tinha seis, apertou de uma vez só a mão aos três, enquanto com as mãos livres fazia gestos de saudação.
E, apontando para a Terra, lá em cima no céu, deu a entender que desejava fazer uma viagem para conhecer os outros habitantes e estudar com eles a maneira de fundar uma grande república espacial, em que todos vivessem com amor e concórdia.
Os terrestres disseram que sim, todos contentes. E para festejar o acontecimento, ofereceram-lhe uma garrafinha de água fresquíssima trazida da terra. O marciano, muito feliz, meteu o nariz na garrafa, aspirou e disse que gostara muito daquela bebida, se bem que lhe fizesse andar a cabeça à roda. Mas agora os terrestres já não se espantavam. Tinham concluído que na Terra, tal como nos outros planetas, cada um tem os seus gostos, e é só questão de se compreenderem uns aos outros.
Umberto Eco
                                      SER  DIFERENTE  É  NORMAL !

Segredos e revelações da História do Brasil (postado por Armando Lopes Rafael)

Você sabia que São Pedro de Alcântara é o Padroeiro Principal do Brasil?
 Logo após a Independência do Brasil, o Imperador Dom Pedro I entendeu que o Brasil precisava ter um santo padroeiro oficialmente autorizado pelo Vaticano. É bom esclarecer que Dom Pedro I, já tinha feito de modo pessoal (sem autorização do Papa) a consagração do Brasil a Nossa Senhora da Conceição Aparecida. Isso aconteceu na cidade de Aparecida do Norte, quando da vinda de Dom Pedro I de São Paulo para o Rio de Janeiro, logo após ter declarado o Brasil independente de Portugal, com o simbólico grito de “Independência ou Morte!”, em 7 de Setembro de 1822, às margens do Riacho Ipiranga.

Mas voltemos ao pedido de Dom Pedro I ao Vaticano. Em sua carta o nosso primeiro imperador solicitou ao Papa que fizesse de São Pedro de Alcântara o Padroeiro do Brasil, tendo o Papa aprovado o pedido e enviado a Bula com a designação oficial do nosso Padroeiro e Protetor.
Com o golpe militar de 15 de novembro de 1889, que instaurou – sem consulta popular – a forma de governo republicana no Brasil, São Pedro de Alcântara foi sendo discretamente e programaticamente esquecido, provavelmente porque seu nome lembrava o dos dois imperadores da nossa pátria (Dom Pedro I e Dom Pedro II, ambos registrados como “Pedro de Alcântara”).  Os golpistas, esses sim, foram autores de um golpe, pois não estava prevista na Constituição do Império a extinção da monarquia, acrescida da expulsão da Família Imperial do Brasil).

Porém, ainda hoje, o nome de São Pedro de Alcântara consta nos missais mais tradicionais da Igreja Católica. E foi num desses missais mais tradicionais, que consta São Pedro de Alcântara como “Padroeiro do Brasil” que recentemente adquiri um exemplar,  reeditado pela Editora Artpress, de São Paulo, edição de 2015. Trata-se do “Adoremus – Manual de Orações e Exercícios Piedosos” – Por Dom Frei Eduardo, O.F.M. – XX Edição Bahia – Tipografia de São Francisco – 1942).
Quem é São Pedro de Alcântara
Frei Pedro nasceu em Alcântara (Cáceres, Espanha) em 1499. Filho de Alonso Garabito e de Maria Vilela, recebeu no batismo o nome de Juan de Sanabria. Depois de três anos de estudos em Salamanca (1511-1515), entrou na Ordem Franciscana, na Custódia do Santo Evangelho (1516), que mais tarde, em 1520, se converteria em Província de São Gabriel. Em Majarretes (Badajoz), lugar de seu noviciado, nasceu um novo homem: Juan de Sanabria se transformou em Pedro de Alcântara.

Durante muitos anos, Frei Pedro de Alcântara foi diretor espiritual da Família Real de Portugal.  Ali fez um grande trabalho de santificação com os membros daquela família, de onde surgiram alguns santos da Igreja. Ainda hoje a família Bragança é tida como a Família Real mais católica do mundo.

São Pedro de Alcântara foi confessor e diretor espiritual de Santa Teresa de Ávila e ajudou na reforma da Ordem Carmelita. Santa Teresa escreveu sobre ele: “Modelo de virtudes era Frei Pedro de Alcântara! O mundo de hoje já não é capaz de uma tal perfeição. Este homem santo é de nosso tempo, mas seu fervor é forte como de outros tempos. Tem o mundo a seus pés. Que valor deu o Senhor a este santo para fazer durante 47 anos tão rígida penitência!”.

Depois de uma grande atividade eremítica e apostólica, morreu em Arenas de San Pedro (Ávila), no dia 18 de outubro de 1562, aos 63 anos. Em 1622 foi beatificado por Gregório XV e, em 1669, foi canonizado por Clemente IX. Em 1826 foi declarado Padroeiro do Brasil.

O deus do Sol - Por: Emerson Monteiro

No Peru, dentre resquícios valiosos do Império Inca que persistem, frutos da oralidade dos séculos, existe o mito original da existência da vida no planeta Terra, bem assim delineado:

Viracocha criara o mundo e sentira a necessidade de também criar os seres humanos. Isto faria utilizando o barro do chão, e os reservaria às cavernas. Um dia, eles saíram cá fora a ver a luz do mundo. Nessa mesma sequência de acontecimentos, Viracocha criaria o Sol, a Luz e as estrelas, utilizando para tanto das águas do Lago Titicaca.

De todos os entes criados, no entanto, houve evidente destaque para o deus do Sol (Inti, na denominação da língua quíchua, adotadas pelos incas), a sua divindade maior.    

Segundo conta a tradição, em certo momento Viracocha mandara seus filhos Manco Cápac (deus do Sol) e Mama Quilla (deusa da Lua) à Terra, lugar, naquele tempo, tão só de escuridão e caos. Eram marido e mulher e aqui chegaram provenientes das profundas águas do Titicaca, indo depois ao vale do Rio Huatanay, situado a noroeste.

Naquele ponto, Manco Cápac, no uso de um cajado, fertilizou o solo, que apresentou condições de fertilidade e riqueza próprias à melhor agricultura, subsistência do povo, e alimentado pelas águas do degelo diário das neves da Cordilheira dos Andes, relevo responsável pela existência do vale dadivoso. Nas noites frias, o ar se condensava nos altos picos; cedo no dia, aos primeiros raios do Sol, desce em água límpida as encostas, refeita em rios caudalosos. Chamou o lugar de Cusco (umbigo do mundo) e o transformou num centro de religiosidade; ocupou o trono real e comandou o poder de todo o império, organizando a todos na rica e admirável cultura de que temos notícia.

Nascia de tal maneira a civilização que ainda hoje existe, mesmo que aparentemente destroçada pelos espanhóis à cata dos tesouros em metais e pedras preciosas, transferidos ao peso das marcas traumáticas largadas nos rastros da história.

Conforme as narrativas originais, a descendência dos soberanos incas guarda, pois, seu início neste primeiro rei, que um dia fundou o império e ensinou ciência aos primeiros homens.

Uma rainha quase eterna, como os diamantes – Por: Vilma Gryzinski

(excertos  de um artigo da jornalista Vilma Gryzinski publicado na VEJA desta semana)
As aparências importam: Elizabeth, seu neto e mulher deste, Kate, fazem bem sua parte na grande encenação real
 Autoridade moral, prestígio e 90 sacudidos anos fazem de Elizabeth II parecer primeira e única
Um grande número de efemérides aumentou nos últimos tempos a aura da rainha: o jubileu de 2012 em que comemorou 60 anos de sua ascensão ao trono; o dia de setembro do ano passado em que ultrapassou a rainha Vitória como a monarca com reinado mais longo e, agora, as comemorações de seus noventa anos, feitas no dia em que realmente nasceu e na data oficial, em junho. Imaginar um Reino Unido sem Elizabeth é difícil, mas não haverá outro jeito quando chegar a hora. Ela já viveu quase um décimo do tempo de mais de mil anos de história relativamente contínua da monarquia inglesa.
Todo mundo gosta da rainha porque ela é mulher, está fazendo 90 anos e enfrenta seus deveres reais com expressão inescrutável, mas não antipática, há 64 anos. Com tanto tempo de casa, ela virou quase uma figura eterna no mundo inteiro. Tanto que não é preciso nem identificá-la como Elizabeth II. Rainha é ela e pronto.
William será o rei, depois do pai, e é filho de Diana, ainda instalada num espaço mental semi-olímpico. Mas todo mundo queria ver mesmo era o vestido de inspiração indiana de Kate, e mais outro vestido no mesmo estilo, e outro, e outro, sem contar os brincos de opalas azuis, os sapatos de salto anabela, a saia com tecido do Butão e por aí vai. Isso que ela nem usou as tiaras da realeza que, lentamente, para não parecer aproveitadora, começa a desfilar em ocasiões de alta solenidade.
O papel de William e Kate é importante para preservar o prestígio da monarquia.

Comentário de Armando Rafael
Em meio a ruma das más notícias divulgadas pela mídia mundial (e não incluo as referentes ao caos que virou o Brasil), a televisão mostrou novas comemorações pelos 90 anos da Rainha da Inglaterra. O povo inglês voltou as ruas. E diferente daqui (onde manifestações com mais de 1 milhão de pessoas gritavam: “Fora Dilma e leve o PT junto”), o povo inglês foi às ruas para manifestar amor, admiração e respeito que tem por Elisabeth II.
Não é de dá inveja? Morar num país onde o serviço público funciona, onde não se ouve denúncias de propinas e corrupção das autoridades governativas, onde ficou comprovado que (na monarquia inglesa) a democracia é fortalecida , aprimorada e protegida por um chefe de Estado, que é um rei ou uma rainha?  Fica a lição: nos países em que o Chefe de Estado é um político (como aqui no Brasil) uma pessoa que pertence a um partido político, e, por isso,  não representa verdadeiramente a totalidade de todo o povo, pois o Chefe de Estado político sempre vai priorizar seu partido, dividindo a nação,  (o famoso “nós e eles”) e onde a oposição é, às vezes, a maioria do povo..
Pronto acabei falando no Brasil....

             

Coisas da República: Faz 1 mês que o Brasil tem 2 Presidentes: um afastado pelo congresso e outro "interino"

Voltar para quê? – por Bernardo Mello Franco (*)

Cena criada: o Marechal Deodoro "proclama" a República gritando "Viva o Imperador"
BRASÍLIA - Neste domingo (12), completa-se um mês desde que Dilma Rousseff assinou a notificação do impeachment, deixou o Palácio do Planalto e se recolheu ao Alvorada. Na temporada de exílio, ela criticou o substituto e prometeu lutar para voltar à Presidência. Faltou responder a uma pergunta: voltar para quê?
Dilma deve uma explicação sobre o que pretende fazer na hipótese, por ora improvável, de o Senado revogar o seu afastamento. Na noite de quinta-feira, surgiu uma pista. Na entrevista à TV Brasil, ela indicou que convocaria um plebiscito sobre a realização de novas eleições.
"A consulta popular é o único meio de lavar e enxaguar essa lambança que está sendo o governo Temer", disse. "Eu acho que pode ser um plebiscito de alguma forma. Eu não vou aqui dar o menu total, mas essa é uma coisa que está sendo muito discutida", acrescentou.
Parte da esquerda sonha com uma volta em que Dilma retome o programa de 2014, que ela abandonou depois de se reeleger. Há dois problemas: o dinheiro acabou e o Congresso deve impedi-la de governar.
A presidente foi afastada por 71,5% dos deputados e 67,9% dos senadores. No papel, ela precisa virar poucos votos no Senado para arquivar o processo de impeachment. Na prática, teria que mudar a opinião de mais de uma centena de parlamentares para voltar com condições mínimas de aprovar seus projetos.
Ainda faltaria contabilizar a reação das ruas e o estrago que pode ser provocado pelas novas delações da Operação Lava Jato.
A rejeição a Temer pode fortalecer a tese de novas eleições, mas é preciso haver um consenso mínimo entre as forças que não querem efetivar o interino. Por enquanto, não há unidade nem no PT. Na noite de sexta, o ex-presidente Lula evitou o assunto ao discursar para uma multidão na avenida Paulista. Alguns dos principais movimentos que apoiam o "Fora Temer", como o MST, não querem ouvir falar em plebiscito.
(*) Bernardo Mello Franco é colunista da "Folha de S.Paulo".

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