xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 03/06/2016 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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03 junho 2016

Um aval solidário - Por: Emerson Monteiro

Neste plano daqui do chão há justa identificação inevitável entre todos os seres presentes, desde as pedras aos gaviões. Ninguém que se preze não há de passar em brancas nuvens, porquanto existe o eixo principal dessa total identificação. Querer sair disso é o risco de cair na ilusão das ilusões e dormir sono absurdo às malhas do abandono. Todos somos partes do mesmo todo. Seria o que acima, no título, um aval solidário. De omissão ou comissão, cheques em branco ou em preto, elementos do mesmo universo das cores da natureza, vamos pendentes nos passos que levam a futuro incerto ou brilhante, no âmbito da ordem inevitável.

Querer fugir de tais propósitos até imaginar ser possível, vá em frente, porquanto imaginação vive disto, de render homenagem aos desejos de si própria. Contudo esbarra nos limites do infinito e cai sob o peso da ficção, pois somos peças de igual tabuleiro, pobres e ricos, viciados e santos, subalternos ou senhores, ovelhas do rebanho que só segue os trilhos das ordens superiores. Células do corpo da história. Tábuas da arca de Noé. Teclas dos pianos dos gênios, da política, dos mercados, tradições e lendas, suspiros das paixões esquecidas e atuais.

Bom, avalistas solidários, eis o que somos desse empréstimo que recebemos lá um dia das mãos calejadas do mistério. Nada sobrevive ausente da formação donde fazemos parte integral, seja agora e para sempre.

Daí o senso da perfeição chegar às raias da emoção e envolver tudo no sentimento maior das alegrias, do amor de Deus, qual denominam os místicos, ou fixar os olhos nos tetos da mãe Eternidade através da memória das sombras que deslizam pelos crivos do calendário. Correr de quem e aonde? Esconder os quandos da morte espreiteira, instalada clandestinamente nas esperas do depois, seria viável? Enquanto que a consciência determina a libertação de achar o portal das virtudes pelos dias que correm céleres quais águas do Rio do Tempo e oferece todas as visões que necessitamos, no limbo frio dos seres bem antes só individuais.

Coisas da República: Poucos conhecem a verdadeira história da bandeira brasileira.

Fonte: blog Monarquia Já
Quando a crianças em fase de aprendizado educacional, se pergunta quais são as cores da atual bandeira nacional, elas respondem imediatamente: -“verde, amarela, branca e azul. O verde são as matas, o amarelo o ouro, branco a paz” e quando chega ao azul divergem, umas dizem: “o azul é o céu”. Outras: “o azul é o mar”.
Os poucos que sabem da verdadeira impressão, deixam este registro na luta e pela verdade: a atual bandeira brasileira é a mesma criada por Dom Pedro I, em 1822, acrescentada apenas a esfera azul com a frase “Ordem e Progresso” em substituição ao Brasão Imperial. As cores da Bandeira do Império Brasileiro: O verde (cor da Casa de Bragança, do Imperador Dom Pedro I) e o amarelo (cor da Casa dos Habsburgos, da Imperariz Leopoldina). Já a bandeira imposta em 19 de novembro de 1889, de fato não representa o que dizem ela  representar. Os que não sabem disso (a imensa maioria dos brasileiros) pasmem!
Primeiro é interessante ressaltar o cuidado dos republicanos de 1889. No primeiro golpe de Estado do Brasil, o da proclamação da república, os golpistas (esses sim foram realmente golpistas porque fizeram tudo à revelia da Constituição de 1824, a que mais durou antes de ser rasgada) imediatamente fizeram questão de afastar qualquer traço do Império no novo governo. Sendo assim, Rui Barbosa, o republicano que se arrependeu de ter contribuído com o golpe e durante sua vida se martirizou por isso, sugeriu uma bandeira semelhante ao dos Estados Unidos da América. A bandeira foi hasteada pela primeira vez na redação do jornal A Cidade do Rio e no navio Alagoas, que conduziu a Família Imperial ao exílio. Porem a bandeira durou pouco, apenas 4 dias, quando em 19 de novembro daquele ano, adotou-se o formato da atual bandeira, que já passou por 4 alterações depois de ser instituída e possui o lema positivista: Ordem e Progresso.
 Acima, bandeira republicana que durou 4 dias
A atual bandeira da República do Brasil
Detalhe importante: o verde e o amarelo da atual bandeira brasileira são cópias da bandeira Imperial. Portanto a república num ato sem precedentes adotou os símbolos da monarquia e continua a sustentá-los.
Ponto a ser analisado: não se sabe se os republicanos conheciam os esquemas de cores ou não tinham o “conhecimento” para discernir a questão, ou ainda, até se os “republicanos” eram monarquistas. De toda forma o brasileiro foi e continua sendo enganado pelos republicanos. A partir dos anos em que a didática escolar passou a ser mais rigidamente controlada pela república, os livros escolares passaram a ter um cunho explicativo para a questão da bandeira, por isso as crianças continuam aprendendo que o azul representa a água e/ou o mar, o verde as matas, o amarelo o ouro, o branco a paz e que a bandeira brasileira é genuinamente republicana. Mentiras da República. Apenas mais uma!
Bandeira  da Monarquia





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