xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 15/04/2016 | Blog do Crato
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VÍDEO - Estamos de volta com as transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, com alguns programas ao vivo ). Serão vários programas abordando temas diversos, como a realidade da nossa região, do Ceará e do mundo; Programas científicos, atualidade, entrevistas, e transmissão de eventos ao vivo. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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15 abril 2016

Esse animal que pensa - Por: Emerson Monteiro

E que espera, age, sucumbe, levanta a cabeça, sofre, desespera, alimenta, cai, ergue os olhos aos céus e ama, ama muito nas novelas e no anonimato... Nós, esse animal que vive os dias e dias na fome de ser feliz; luta dos insanos combates com estranhos seres das entranhas deste mundo, que somos nós mesmos, que olha aflito o fluir constante das horas pelas chaminés dos destinos, sem adquirir, no entanto, a certeza definitiva de tudo. Observa as alternativas e corre o risco das léguas de desejo, na busca da fonte perene que sustente o sonho da verdade plena, da justiça e do perdão. Essa muitas vezes fera dos irmãos na luta pela poder do chão das almas. Formas e torrões do açúcar que escorrer de bocas sedentas da realização. Tropas e bandos na farra desembestada de posses, apegos vazios, objetos em decomposição; maltrapilhos senhores de inutilidades que traduzam ausências absolutas de convicções consistentes. Sombras essas que assustam as fronteiras da morte. Migalhas de saudades lançadas ao vento da angústia. Esses tais seres pensantes, nós.

Quais penas ao calor dos firmamentos, eles sobem escarpas e fogem nos becos das madrugadas, sem contar uma história real de progressos e realizações nos moldes limpos de paz e solidariedade. Ampliam os planos, mas largam de vez a convicção dos começos. Enganam, pois, a si mesmos invés de sustentar a firmeza e construir o mundo novo de que tanto fala. Gigantes prematuros, ainda poucos iluminados, que abaixam a cabeça aos instintos da sobrevivência do amor próprio insaciável. Ah! Esses heróis que todos somos e essa disposição de reverter os pecados em virtudes, longe, contudo, das práticas mais que necessárias. Ah! Quanto resta de caminhar até chegar...

Em VEJA da próxima semana: O último capítulo do governo Dilma

Às vésperas da decisão sobre o impeachment, aliados abandonam a presidente, ministros pedem demissão e Temer já fala como futuro ocupante do Palácio do Planalto. A presidente já não governa mais o Brasil
Dilma Rousseff: empenhada apenas em salvar o mandato, ela se transformou em figurante do próprio governo(Adriano Machado/Reuters)
Em 2014, Dilma Rousseff resistiu a uma ofensiva de dirigentes petistas e expoentes do PIB nacional para fazer de Lula o candidato do PT à Presidência da República. Reeleita, viu o PSDB recorrer à Justiça Eleitoral para lhe cassar o novo mandato. Desde o ano passado, seu adversário é outro, o poderoso PMDB, patrocinador e beneficiário direto do pedido de impeachment em tramitação. Até agora, a presidente sobreviveu à pressão dos três maiores partidos do país. Um feito considerável para uma neófita no universo dos profissionais da política, mas um desalento para a maioria dos brasileiros. Por um motivo simples. A presidente já não exerce a Presidência de fato. Mostra-se incapaz de restabelecer o diálogo com os setores produtivos e o Congresso e, assim, contribui para agravar a recessão econômica. Na prática, seu governo acabou, e os últimos sinais vitais se restringem a eventos com plateias cativas, a tentativas de obter apoio com a oferta de cargos a deputados e senadores e a batalhas na Justiça, com os pedidos de liminares de última hora no Supremo Tribunal Federal.
Os prazos e datas podem ser adiados, mas nada parece destinado a exorcizar o fantasma do impedimento de Dilma, cujos contornos estão cada vez mais delineados.
Fonte: VEJA, 20-04-2016

Conversa amigável com o leitor – por Pedro Esmeraldo

   P ermaneço unido no conjunto de ideias com o objetivo de possuir algo que me animasse. Certamente é provocado pelo equilíbrio de comportamento afetivo. Faz me seguir o caminho da concórdia e do movimento prudente com reunião, de propriedade e com a forma particular que procede por simples anseio, a fim de possuir o gozo dos meus direitos.
    Observa em me elevar com equilíbrio. Enfrento o desafio com o desejo de elevar o espirito que me faz permanecer taciturno e erradio.
    Um dia, ouvia de pessoas amigas, com palavras estimuladoras, pois me alertavam que eu andava muito pessimista e me deveria tomar cuidado, criando coragem de reagir aos estímulos. Deveria dialogar com pessoas animadoras com o desejo de enveredar o barco na direção das águas revoltas.
    Creio que uso constantemente às palavras relativas. Mostro que devo seguir o lado bom da consciência. Pretendo acompanhar as pessoas honestas e vibradoras, provocando gritos e palavras que satisfaçam a criar coragem ao povo político deste município.
    Noto que sou um pouco desgarrado das pessoas hostilizadoras ao desenvolvimento. Não suporto observar políticos tontos e insignificantes, já que entram na política somente para atrapalhar os bons anseios do contribuinte sofredor, como é o caso no município do Crato que veem para se locupletar.
    Não marcham em direção segura. Andam à toa, dizendo asnices, causando dissabores com gastanças aleatórias. 
    Por essa razão de ser, o Crato tem sofrido às agruras desses cidadãos que procuram enfileirar no caminho imerso, mergulhado na profundeza do acúmulo anormal da desigualdade social e da corrupção.
    No tempo da juventude ansiava entrar na carreira das letras. Mas nunca me desliguei daquilo que é, o tema da observação que o homem tem sempre aglutinado às suas ideias. Fui arredio. Não fazia convívio social. Uma coisa desejo lembrar, não mantinha conversação com as pessoas que viviam no convívio das letras, até quando, fazendo amizade com o professor Figueiredo Filho, ano de 1972 aconselhou-me a escrever crônicas para serem lidas na Rádio Educadora com o prezado amigo Vicelmo. Como sou inconsequente, só bastava ter qualquer raiva para abandonar a escrita, e muitas vezes, fiquei atônito, sem perceber que estava com a memória enegrecida e quando voltava, havia muita dificuldade em concatenar as ideias.
    Isto é o castigo de quem é inconsequente e raivoso. Hoje vivo tentando melhorar o meu procedimento intelectual.


(Crédito da foto: Dihelson Mendonça)

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