xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 09/01/2016 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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09 janeiro 2016

Os presos da Lava jato:A rotina dos internos do pavilhão 6

(fonte: VEJA desta semana)
O cotidiano de grandes empreiteiros, políticos e outros presos por envolvimento no maior escândalo de corrupção da história inclui resenhar livros, limpar as celas, dar aula de ginástica para os companheiros e até fazer provas do Enem. São estratégias para passar o tempo e tentar, no futuro, reduzir as penas
 Preso há 160 dias, Dirceu fez fortuna traficando influência no petrolão
Para Marcelo Odebrecht, é mais um de seus 205 dias em prisão cautelar, situação em que aguarda o desenrolar do processo a que responde por corrupção, fraude e lavagem de dinheiro no escândalo do petrolão. Ele e os outros presos da Lava-¬Jato são as estrelas do Pavilhão 6, com suas celas, em geral de 12 metros quadrados, ocupadas por três pessoas. São, portanto, 4 metros quadrados para cada uma - metragem acima dos padrões humanitários da União Europeia e aceitos no Brasil, sem os quais eles estariam sendo submetidos a tratamento degradante.
Caneca de plástico numa mão, tubo de pasta na outra, o interno 118065 tem apenas mais dois colegas de cela. Ele escova os dentes enquanto os outros dois se levantam para usar o "boi", como é chamada no dialeto da cadeia a latrina rente ao chão que fica ao lado do tanque, separada das camas por uma meia parede. Antes que o ralo café da prisão seja servido, o interno 118065 planeja seu dia: exercícios físicos, leitura e anotações.
Desde que a Operação Lava-Jato eclodiu, revelando aos brasileiros o maior esquema de corrupção da história, dezenas de empresários poderosos e alguns dos políticos mais influentes da República enfrentam uma realidade incomum. A tradição de impunidade foi trancafiada. É uma realidade sem precedentes. Marcelo Odebrecht está em companhia de outros catorze presos em sete celas de uma galeria antes reservada apenas a policiais que cometeram crimes. São grandes empresários como ele, executivos, ex--diretores da Petrobras, lobistas, dirigentes partidários e políticos. Corruptos e corruptores. Tubarões e peixes pequenos envolvidos nos bilionários desvios de dinheiro da Petrobras durante os governos do ex-¬presidente Lula e da presidente Dilma Rousseff dividindo o mesmo espaço e compartilhando a mesma rotina.
O ex-ministro da Casa Civil José Dirceu é o interno número 119526. Ele divide a cela 602 com o ex-deputado Luiz Argôlo. Preso há 160 dias, Dirceu fez fortuna traficando influência no petrolão. Já Argôlo era um cliente contumaz do esquema. Dirceu passa as horas mergulhado em livros, sendo o mais recente a obra que retrata os primeiros anos de governo do ex-¬presidente Fernando Henrique Cardoso. Seus amigos explicam que a leitura de Diários da Presidência é uma forma de estudar os adversários tucanos. Pode até ajudar na formação de caráter, mas a motivação intelectual do ex-¬ministro é outra. Dirceu lê e produz resenhas para abater os dias de pena. Condenado a sete anos e onze meses de prisão no escândalo do mensalão, ele sabe que se avizinha uma nova e pesada condenação. Aos 69 anos, o "capitão do time" de Lula intui que suas chances de absolvição são remotas. Deve passar mais um bom tempo atrás das grades. Acusado de corrupção e lavagem de dinheiro, "o cadeieiro", como ele mesmo se define, embolsou 39 milhões de reais em propinas.
Já Luiz Argôlo nunca foi muito afeito a assuntos acadêmicos. Ele até tentou, mas não conseguiu, concluir um curso de administração. Em alguns ramos do conhecimento, a prática de fato suplanta a teoria. Durante anos, ele administrou como poucos a coleta de propina. Era tão eficiente que ganhou da quadrilha um helicóptero de presente. Os 275 dias de prisão, porém, afloraram o seu lado intelectual. Em Pinhais, além de ler livros para abreviar os dias na cadeia, o ex-¬deputado se dedica a um curso profissionalizante do Senai. Está aprendendo técnicas de automação. Pensando no futuro, ele se inscreveu no Enem, fez as provas e, na semana passada, aguardava ansioso o resultado. Caso tenha se classificado, a Justiça poderá autorizar sua saída da penitenciária para assistir às aulas em uma faculdade do Estado - dependendo, claro, do comportamento.


Comentário de Armando Rafael 
Parece que paira uma “maldição” na Casa Civil dos governos lulopetistas. Primeiro, foi José Dirceu. E não precisa dizer mais nada. Depois veio Dilma, hoje ameaçada de impeachment, responsável pela autorização da compra da Refinaria de Pasadena. dizem que as "propinas"naquela transação foram maiores do que a lama nauseabunda que começou a escorrer em Mariana (MG) e hoje invade o Oceano Atlântico. Depois veio Erenice Guerra que foi espicaçada por conta da roubalheira instalada na “Casa Servil da Corrupção”, com citação do marido e do filho dela. Vôte!
Não parou aí a “maldição”. Pela Casa Civil do PT passaram: Antônio Palocci, no 1º semestre de 2011. Deu no que deu. Depois, Com o segundo despejo de Palocci, chegou a vez de Gleisi Hoffmann, que entrou para mostrar que Casa Civil não é bordel e saiu transformada em forte candidata à Musa do Petrolão. A sexta escolha contemplou Aloizio Mercadante, general da tropa de larápios que Lula chama carinhosamente de “aloprados”. E agora chegou a vez do atual ocupante da Casa Civil: Jacques Wagner, que no decorrer desta semana sofreu denúncias (pesadas) de que usufruiu das benesses das empreiteiras envolvidas no esquema do “petrólão” durante os dois mandatos dele como governador da Bahia... Vade retro... 

 

Morre o homem e fica a fama ( por Armando Lopes Rafael)

Às vezes duvido do conhecido adágio francês Les morts vont vite (Os mortos passam depressa). Dizem que nas primeiras horas pós-morte de uma pessoa tem choro, dor... dias depois começa o esquecimento...
A mim me parece que alguns mortos se vão, mas a ressonância de suas vidas fica durante muito tempo entre nós. Monsenhor Montenegro morreu em 2005. Dez anos já se passaram da passagem dele para os umbrais insondáveis da eternidade. E, no entanto, ele ainda continua fazendo o bem, uma década depois de morto.
Antes de morrer, monsenhor Francisco Holanda Montenegro doou, em testamento, o amplo terreno da chácara de sua propriedade para usufruto da Diocese de Crato. Pediu apenas que lá fosse instalado um Lar Sacerdotal para acolher sacerdotes idosos e aposentados, os padres desprovidos de uma residência, para que naquele lar vivessem os últimos anos de suas vidas.
A Diocese de Crato fez mais. Como o terreno é grande, foi construído ao fundo do imóvel um Seminário Propedêutico para receber pré-adolescentes que desejem abraçar a vida religiosa. Lá está o novo casarão, dispondo de 7 dormitórios, uma biblioteca (homenageando o saudoso Monsenhor Vitaliano Mattioli), um refeitório, cozinha, uma sala de estar, área de lazer e uma Capela dedicada a São João Paulo II, a primeira da Diocese a ter como patrono o grande Papa polonês. São duas alas: uma denominada Monsenhor Montenegro e outra com o nome de Dom Newton Holanda Gurgel.
A casa onde Monsenhor Montenegro residia passou por trabalhos de recuperação de rachaduras e recebeu nova pintura. Está pronta para hospedar sacerdotes, enquanto aguarda a construção dos planejados pequenos chalés individuais,destinados à residência dos padres idosos.
No dia 29 de dezembro último os muitos convidados que assistiram a inauguração do Seminário e reabertura da casa tinham monsenhor Montenegro na lembrança e no coração. Já no próximo mês de março um conjunto habitacional do Programa “Minha casa, minha vida” denominado de Monsenhor Montenegro  será inaugurado no bairro Nossa Senhora de Fátima (antigo Barro Branco), na zona leste da cidade de Crato. É o Poder Público homenageando o saudoso monsenhor.
Os mortos passam depressa? Nem todos... A memória de Monsenhor Montenegro está aí para confirmar meu pensamento...
             

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