xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 05/12/2015 | Blog do Crato
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VÍDEO - Estamos de volta com as transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, com alguns programas ao vivo ). Serão vários programas abordando temas diversos, como a realidade da nossa região, do Ceará e do mundo; Programas científicos, atualidade, entrevistas, e transmissão de eventos ao vivo. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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05 dezembro 2015

Cariri em alto astral - Por: Emerson Monteiro

Sem essa de pessimismo, que os tempos são bem outros e as coisas tenderam a melhorar também nesta parte do território nacional, no que pesem as adversidades e administrações deficitárias. Muito se tem dito em termos de que os índices complicaram as médias e não se consegue vislumbrar perspectivas. No entanto chegamos a outro momento dessa história nordestina. Muito de reais valores existem a considerar quais pontos importantes de progresso na região caririense.

O desenvolvimento marca fases distintas, desde o princípio da colonização. No começo, havia pouco interesse em fixar o homem ao lugar, porque as pretensões portuguesas e espanholas se voltavam à depredação das riquezas que acharam aqui, a preço zero. Com o passar do tempo, no entanto, sobretudo no século XX, as políticas adquiriram outras conotações. Após a Revolução de 30, o Nordeste despertou para o seu real papel histórico.

No Cariri, nos dias atuais, há motivos de se acreditar numa outra realidade sociológica, dentro dos mesmos motivos de que núcleos interioranos, espalhados pelo Nordeste, ganharam impulso inquestionável de autossustentação, quais Feira de Santana, Petrolina e Juazeiro da Bahia, Garanhuns, Vitória da Conquista, Arapiraca, Campina Grande, Caruaru, Arcoverde, Imperatriz, Montes Claros, Araripina, Crato, Juazeiro do Norte e Barbalha, dentre outros. Esse fenômeno, deste modo, supera a fase do homem caranguejo, definida por cientista Josué de Castro ao classificar a insistência dos habitantes das Américas em permanecer no litoral, de onde seria mais fácil retornar ao Velho Mundo.

Disso conclui-se a observar os indícios positivos, sob os mais variados ângulos. Se não providenciamos ainda uma agricultura adaptada ao tempo e ao campo regional, alguma indústria aqui se desenvolveu com ganas de sucesso, qual o pólo calçadista, ourivesaria, confecções, extração mineral, cerâmica, mecânica, etc. O comércio avança, sobremodo na cidade juazeirense, reativado em períodos certos pelas romarias constantes. Os serviços se expandem através da educação, no surgimento acelerado de novas escolas de níveis médio e superior, concedendo instrução à juventude das cidades, em um círculo de 200 km, dos estados fronteiriços. A Universidade Regional do Cariri torna-se uma fonte inesgotável de formação, matriculando para mais de 6 mil alunos em doze diferentes cursos de graduação.  

Itens consideráveis podem vir à tona, quando avaliarmos tais estimativas. O Cariri de hoje, com relação ao de 50 anos atrás oferece justificativa do avanço consignado em termos. 

A personalidade da sua gente ganha, a cada dia, mais firmeza. Possui uma cultura autóctone que se impõe noutros centros quais valores de rara possibilidade, tanto no País quanto no exterior.  

Portanto, nada de alimentar ondas de pessimismo quanto ao deslanche das nossas vocações antropológicas. Cotemos diversificados setores e encetemos esforços a fim de realizar trabalho determinado em prol dos objetivos aonde queremos chegar. Precisamos saber aplicar as energias de que dispomos para criar clima favorável ao crescimento de novas ideias e empreender as iniciativas políticas, econômicas, financeiras, tecnológicas e culturais ao dispor da gente altiva desta parte do globo e viver a plenos pulmões a beleza da região tão promissora que herdamos para viver feliz.

Não confunda mais: república não é democracia!

A Casa Imperial do Brasil dinamizou a pregação da restauração da Monarquia Parlamentarista Constitucional, na qual a Chefia de Estado e o Poder Moderador são exercidos pelo Imperador, enquanto o Poder Executivo, na figura da Chefia de Governo, é exercido por um Primeiro-Ministro. O Legislativo, através do sistema bicameral, é constituído de Senado e Câmara de Deputados, com membros eleitos por sufrágio universal direto. O Judiciário continua com as manutenções irrevogáveis das condições de independência dos respectivos membros.
Na Monarquia Parlamentarista Constitucional o regime de poder também seria a Democracia. Nota-se, aliás, que das dez maiores democracias no mundo, sete adotam este conjunto de sistemas e todos praticam ao menos o sistema Parlamentarista. Também dentre as propostas para a restauração monárquica no Brasil, considerando as diferenças regionais, seria mantido o sistema Federativo de Estado, e dentro da organização política destas Unidades Federativas haveria a ampliação da autonomia dos Municípios.
Não seja mais iludido: República NÃO é Democracia! Monarquia é o caminho para frente!
Postagem original: https://www.facebook.com/promonarquia

A beleza salvará o mundo – por Louis Goyard

Foto: Catedral de Crato, de autoria de Dihelson Mendonça
Contrariamente aos meus costumes, fui obrigado pelas circunstâncias a ir ao shopping, no domingo, para fazer umas poucas compras - caindo assim numa imperdoável concessão ao consumismo. E esse tempo que não pude dedicar ao descanso dominical, como nos recomendam os sábios preceitos da Igreja, serviu-me para tomar contato com determinada realidade, na qual nem sempre prestamos atenção. Talvez minhas observações coincidam com as do simpático e perspicaz leitor. Cada um dirá...
Ao entrar no imenso edifício, onde uma brisa fresca me aliviou dos ardores de um causticante sol, procurei logo com decisão a loja onde pensava encontrar os artigos que me faziam falta.
Na primeira não encontrei o que desejava. Na segunda estava tudo muito caro. Por fim achei o que queria. Mas tanto tinha andado dentro do shopping que ao sair da loja já não sabia situar-me naquele imenso edifício, onde uma multidão perambulava vagarosamente de um lado para o outro.
Ao tentar localizar-me, fui obrigado a parar, por uns instantes, e a prestar atenção no público que lotava aquelas galerias. Tive a impressão de que estavam como eu: sem rumo. Todos caminhavam sem pressa, vagarosamente, quase arrastando os pés... Uns paravam diante das vitrines, olhavam sem muita atenção, prosseguiam seu lento passeio. Poucos entravam para fazer alguma compra. Talvez por não terem dinheiro, talvez por não saberem bem o que queriam...
E pensei com os meus botões: "Como a atitude dessas pessoas reflete bem a situação geral do mundo! Caminham sem rumo, não sabem bem o que querem, nem têm finalidade na vida... Afastaram-se de Deus, e a Igreja já não é o farol da sua existência. Que tristeza!"

Impeachment: Dilma resistirá?






(Revista ÉPOCA)
O destino do país está nas mãos dos juízes do Supremo e de deputados e senadores que elegemos democraticamente, gostemos deles ou não deles
Seria o caso de dizer que um terremoto abalou Brasília, não tivesse essa expressão sido tão usada, e tão apropriadamente, nos últimos meses – é de estranhar que os palácios da cidade ainda não tenham, metaforicamente, virado escombros. Os sismos de maior magnitude ocorreram em função da Lava Jato, das trapalhadas econômicas do governo, que arrastam os brasileiros para as ruas e para a pobreza, e dos desmandos dos parlamentares do tipo que os ingleses chamam de “self-serving” – que agem apenas em interesse próprio. Brasília resistiu. A democracia brasileira resistiu.
Agora, Brasília vibrará no ritmo do impeachment. Trata-se de um julgamento peculiar, em que a presidente não se submete a um tribunal tradicional, mas a deputados e senadores eleitos pelo povo e, justamente por isso, sujeitos à pressão de seus eleitores. Não há dúvidas de que a democracia brasileira vai resistir. Nossa democracia desenvolveu instituições sólidas, apesar de ser ainda uma jovem de 30 anos (democracias, como mostram os Estados Unidos e os países europeus, atingem a maturidade por volta de 100, 150 anos). Mas e Dilma? Resistirá?


A nossa meta é... (por Pedro Esmeraldo)

Temos como meta luta  em defesa de nossa terra. Infelizmente, até hoje, ainda não encontramos o ponto de apoio para tomar chegada e acabar o comodismo do nosso povo neste nobre objetivo. Algumas pessoas andam fora do contexto dos reais objetivos para promover o desenvolvimento da nossa cidade.
    A maioria dos nossos políticos é apática e desanimada. Não demonstra possuir garra nem determinação a fim de desempenhar com arrojo e aumentar a velocidade para conquistar mais atividades com esperança e melhoria da produtividade.
    Somos um  povo pertencente aos conjuntos de pessoas destronadas, e desajustadas para seguir o pensamento de arrojo, acoplado aos moldes dos povos antigos. Ninguém procura avançar e nem qualificar o seu serviço que permanece no mundo das ideias negativas. Por isso, nosso progresso é lento e não se iguala ao caminho dos tempos atuais. Alguns lembram um troglodita.
    Mas o que fazer? Já pelejamos demais, mas esse povo não modifica nada e não trabalha com seriedade. Não se adapta ao ritmo do mundo globalizado, às tecnologias e aos sistemas administrativos modernos.
    Referimo-nos a essa massa atoleimada que não quer se destacar e nem pensar na realidade de um mundo que mudou nos últimos tempos. Um povo desqualificado, sem preparo intelectual,  despreparado para dirigir com seriedade o nosso  município.
    Estamos aqui, querendo abrandar esta situação vexatória. Pedindo a Deus que tudo mude e venham com espírito alevantado, solicitando mais empenho no desenvolvimento citadino. Para melhor esclarecimento, temos que modificar esse caminho espinhento e o desejo de avançar, fugindo das trevas e do desespero que ora vemos passar por essa camada desregrada no trato político.
    Portanto, desejamos que mudem as ultrapassadas práticas de décadas atrás e venham com um trabalho serio, para melhorar os três mercados semelhantes aos mercados de grande estilo existentes nos maiores centros urbanos do país. Lamentavelmente nossos dirigentes não procuram se arregimentar e se agigantar no ponto equidistante das massas falidas, reproduzindo a relação entre as proporções que representem a taxa de empregos deste município. Para isto, é preciso que haja coragem e seriedade dos homens públicos e lideranças comunitárias de hoje.
    Queremos ver para crer! Essas ideias carregamos em nossa mente que seria útil ao desenvolvimento equilibrado e melhoraria das condições do homem, dando emprego satisfatório ao cidadão comum. Passa a ser uma utilidade ao desenvolvimento social. Infelizmente, por motivos óbvios isto não está atrelado ao pensamento desses políticos hostis que só pensam neles mesmos. Isso já faz muitos anos e ninguém chega a uma conclusão satisfatória.
    Agora mesmo, pelejamos para que haja mudanças sérias no pensamento do homem politico. Deixem de lado a indolência, a fanfarronice e venham juntar-se ao povo provocando lutas e efetuem as reformas desses mercados com urgência.
    Não podemos esperar mais, já que almejamos subir com altivez e atingir o píncaro da montanha sem cansaço e sem esmorecimento.
       Esta é a nossa meta.
             
                 

Impeachment não é guerra


(Fonte: VEJA desta semana)
Em um ambiente de depressão econômica e corrupção generalizada, o Congresso Nacional vai decidir se afasta Dilma Rousseff da Presidência por crime de responsabilidade
 A presidente Dilma Roussef durante coletiva no Palácio do Planalto após o presidente da Camâra, Eduardo Cunha, autorizar a abertura de um processo de impeachment(Ueslei Marcelino/Reuters)
O Brasil passará a conviver com a sobreposição de cenários ainda mais complexos. Na economia, estão dadas as condições para o que pode ser a crise mais profunda de todos os tempos. A inflação e o desemprego sobem rapidamente. Na defensiva, as indústrias se recolhem ao mínimo de atividade produtiva. O comércio prevê o pior Natal em décadas. As lideranças políticas, que deveriam se empenhar em apontar a porta de saída dessa espiral destrutiva, parecem ocupadas demais tentando salvar a si mesmas das investigações de corrupção que envolvem mais de meia centena de autoridades - entre elas o presidente da Câmara, o presidente do Senado, assessores e ex-¬assessores da presidente da República. Como se não bastasse isso, o que já está ruim tende a piorar com a discussão sobre o impedimento da presidente Dilma Rousseff. A partir desta semana, quando será instalada a comissão do impeachment, o país enfrentará momentos de extrema tensão, conflitos de interesses, debates acalorados e tentativas de manipulação. É desse substrato típico das democracias que, espera-se, surgirá a força capaz de fazer o Brasil voltar a respirar.
Pela Constituição, cabe ao comandante da Câmara dos Deputados aceitar ou negar os pedidos de impedimento apresentados contra o presidente da República. O deputado Eduardo Cunha deu seguimento na semana passada ao recurso formulado pe¬lo jurista Hélio Bicudo, pelo ex-ministro da Justiça Miguel Reale Júnior e pela advogada Janaina Paschoal. Eles alegam que Dilma cometeu crime de responsabilidade ao praticar as chamadas pedaladas fiscais e gastar recursos sem a devida autorização prévia do Congresso. Caberá aos deputados corroborar tais alegações, o que levará à abertura de processo de impeachment contra a petista, ou rechaçá-las, o que resultará no arquivamento do caso. Em tese, será discutida uma questão meramente técnica. Na prática, o impeachment é um processo essencialmente político, que refletirá as convicções de cada parlamentar. Ao fim e ao cabo, são eles que decidirão se Dilma ainda tem condições e autoridade para continuar à frente do cargo para o qual foi eleita com 54 milhões de votos.
Um exemplo do que está por vir no terreno das manipulações pôde ser visto logo nos primeiros minutos após Eduardo Cunha anunciar a admissão do processo de impeachment. O deputado foi chamado de corrupto e chantagista e acusado de agir motivado pelo nada nobre instinto de vingança. Esses argumentos encontram amplo respaldo nos fatos, mas são usados de maneira ardilosa para tentar confundir os brasileiros. Dilma e Cunha são adversários figadais. A presidente disse que não era ladra, numa referência indireta ao fato de o deputado ter sido acusado de embolsar propinas do petrolão. Cunha reagiu, chamando a petista de "mentirosa" por ter declarado que jamais ofereceu a ele um acordo de proteção mútua. Em linha com a cartilha dos marqueteiros oficiais, a presidente quer restringir o caso a um duelo de biografias da santa da moralidade com o tinhoso do fisiologismo. O fogo cruzado entre os dois, que dominou a agenda política nos últimos meses, agora é absolutamente secundário. A decisão sobre o futuro da presidente não cabe mais a Eduardo Cunha nem a negociatas de caráter pessoal. A presidente sabe disso e quer que o Congresso analise o seu impedimento o mais rapidamente possível. Os agentes econômicos concordam com esse sentido de urgência. O simples início da tramitação do caso fez a cotação do dólar cair e a Bolsa subir, puxada pela valorização das ações de empresas controladas pelo governo.


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