xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 11/11/2015 | Blog do Crato
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VÍDEO - CONVERSA FRANCA - O DESCASO NO CRATO - Dihelson Mendonça ( 30-11-2017 ).
Estamos de volta com as transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, com alguns programas ao vivo ). Serão vários programas abordando temas diversos, como a realidade da nossa região, do Ceará e do mundo; Programas científicos, atualidade, entrevistas, e transmissão de eventos ao vivo. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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11 novembro 2015

Para Você Refletir ! - Por Maria Otilia

Nestes últimos dias,  foram veiculadas nas emissoras de rádio e redes sociais, notícias de denúncias voltadas para a gestão municipal do Crato. Infelizmente não são fatos favoráveis ao desenvolvimento do nosso município. Pelo contrário é uma "briga" de poderes entre legislativo e executivo. Enquanto vivemos  a "era do caos", aqueles que foram eleitos para nos representar, não estão nenhum pouco preocupados em legislar ou gerenciar políticas públicas para voltadas para  o bem da comunidade cratense.Pelo contrário, vivem como se fosse numa "rinha de galo" para ver quem é mais forte no poder. Esquecem que este "poder" pertence ao povo, e não pode ser configurado como um troféu, uma conquista pessoal. Para que façamos uma boa reflexão desta lamentável situação em que se encontra  nosso município, e que possamos buscar saídas já que no próximo ano teremos oportunidade de fazer novas escolhas, posto uma bela fábula abaixo.Boa leitura.
 A roupa nova do rei
Era uma vez um Rei que apreciava de tal maneira roupas novas que despendia com elas grandes fortunas. Ele não se importava com as bibliotecas, com as escolas, ou com os museus, a não ser para exibir as suas roupas. Para cada hora do dia vestia uma diferente. Em vez de o povo dizer: Ele está em seu gabinete de trabalho, dizia: Ele está em frente ao espelho no seu quarto de vestir. Mesmo assim a vida cultural era muito movimentada naquele reino que postulava ser de primeiro mundo.
Um dia foram contratados, pela Fundação Cultural do Reino, vários curadores e artistas, e entre eles dois que se apresentavam como estilistas-tecelões e que se gabavam de costurar os mais belos trajes com os mais belos tecidos do mundo. Segundo eles, não só os padrões, as tramas e as cores dos modelos eram belíssimos, mas os tecidos fabricados por eles tinham a infalível virtude de ficarem completamente invisíveis para as pessoas dissimuladas, ou as incompetentes, ou as destituídas de inteligência.
— "Essas roupas com esses tecidos serão maravilhosas." — pensou o Rei — "Usando-as poderei descobrir quais pessoas são falsas, ou que não estão em condições de ocupar cargos, e então poderei substituí-las por outras... Mandarei que fabriquem muitas peças desse tecido para mim..."
Fez um adiantamento em moedas de ouro para que começassem a trabalhar imediatamente. Os estilistas então encomendaram uma grande quantidade de bobinas e carretéis dos mais caros fios de seda e fios de ouro (que escamotearam sorrateiramente e guardaram em seus baús enquanto simulavam trabalhar nos teares vazios) e começaram a tecer, mas nada havia na urdidura ou nas lançadeiras.
Depois de alguns dias, o Rei estava ansioso e andava de um lado para o outro enquanto procurava se distrair com algum casaco ou chapéu do qual ainda não estivesse muito enjoado, ou que ainda estivesse na moda.
— Eu quero saber como vai indo o trabalho dos tecelões. — dizia o Rei, mas andava vagamente pensativo e preocupado... Ele não tinha propriamente dúvidas sobre a sua honestidade e inteligência, mas achou melhor mandar outra pessoa ver o andamento do trabalho.
Todos na cidade também já tinham ouvido falar no poder maravilhoso do tecido, e cada um estava mais ansioso para saber quem era o mais falacioso e burro entre os seus vizinhos.
— "Mandarei o Primeiro Ministro observar o trabalho dos estilistas-tecelões; ele verá o tecido, pois é inteligente e desempenha as suas funções com perfeição." — cavilou o Rei.
Mandou chamar o Primeiro Ministro e ordenou que fosse ao salão (onde os dois charlatães simulavam trabalhar nos teares vazios) saber do tecido.
— "Deus me acuda!" — pensou o Primeiro Ministro, arregalando os olhos quando lhe mostraram o tear. — "Não consigo ver nada!" — no entanto teve o cuidado de não dizer isso em voz alta.
Os tecelões o convidaram a aproximar-se para verificar como o padrão da trama estava ficando bonito e apontavam para os teares. O pobre homem apertava a vista o mais que podia, tirava e punha os óculos, mas não conseguiu ver coisa alguma.
— "Céus!" — pensou ele — "Será possível que eu seja tão fingido e incompetente? Bem, ninguém deverá saber disto e não contarei a ninguém que não vi o tecido."
— Vossa Excelência nada disse sobre o tecido... — queixou-se um dos estilistas.
— Ah, sim. É muito bonito. É encantador! — respondeu o Primeiro Ministro, limpando os óculos com um lenço de cambraia de linho — O padrão é lindo e as cores são de muito bom gosto. Direi ao Rei que me agradou muito.
— Estamos encantados com a vossa opinião, Senhor Primeiro Ministro. — responderam os dois ao mesmo tempo, e iam descrevendo as cores e a trama especial daquele pano tão caro. O Primeiro Ministro prestou muita atenção a tudo o que diziam para poder depois repetir diante do Rei.
Os estilistas pediram mais dinheiro, mais seda e mais ouro para prosseguir com o trabalho e, como das outras vezes, puseram tudo em seus baús e continuaram fingindo que teciam.
Poucos dias depois o Rei enviou o Ministro da Cultura e das Artes para olhar o trabalho e saber quando ficaria pronto. Aconteceu-lhe como ao Primeiro Ministro: Olhou, olhou, tornou a olhar, mas só via os teares vazios.
— Não é lindo o tecido? — indagavam os tecelões, e davam-lhe as mais variadas explicações sobre a trama, o padrão, os brilhos, as cores.
— "Eu penso que não sou muito desonesto..." — refletiu o Ministro da Cultura e das Artes — "e nem estúpido... Se fosse assim, não teria chegado à altura do cargo que ocupo... Que coisa estranha!..."
Pôs-se então a elogiar as cores e o desenho, e mais tarde, não só como Ministro mas como Curador de exposições de artistas e fotógrafos, comunicou ao Rei:
— É um trabalho sublime... em seus aspectos de inconcretude material... hã... uma obra-prima em sua fundamentalidade semântica... e visualidade sígnica... hã... o imagético e o invisível se fundem num todo de... hã... expectativas estético-formais... neste simulacro crítico... se percebe a função... hã... as funções, semióticas... da transcendente imaterialidade da arte...
E já completamente tomado:
— Assim, neste procedimento referencial do não-objeto... hã... em sua virtual vacuidade... o deslocamento do olhar... em sua intensa... hã... re-significação... a obscurecer ao limite extremo... toda e qualquer possibilidade de reflexão perceptiva... hã... insere-se nesta vertiginosa... pós-modernidade... hã... Mas, por outro lado... o discurso estético... das poéticas da segunda metade do século XX ... hã...
O Rei teve de o interromper:
— Está bem, já compreendi.
A cidade inteira só falava nesse deslumbrante tecido, de modo que o Rei resolveu vê-lo enquanto estava nos teares. Acompanhado por um grupo de cortesãos e cortesãs, entre os quais os Ministros que já tinham ido ver o prodigioso pano, e curadores e artistas convidados, lá foi ele visitar os ardilosos tecelões. Eles estavam trabalhando mais do que nunca nos teares vazios.
— Veja, Vossa Alteza Real, que delicadeza de desenho! Que combinação de cores! — balbuciavam os altos funcionários do Rei enquanto apontavam para os teares vazios e os curadores desenvolviam os seus discursos. — Ofuscante... Estonteante... — suspiravam as cortesãs.
O Rei, que nada via, preocupado pensou: — "Serei eu o único cretino e não estarei em condições de ser o Rei? Nada pior do que isto poderia me acontecer!" — então, em alto e bom tom, declarou:
— Muito bom! Realmente merece a minha aprovação!
Por nada deste mundo ia confessar que não tinha visto coisa alguma. Todos aqueles que o acompanhavam também não conseguiam ver o tecido, mas exclamavam em prolongados murmúrios:
— Oh! Deslumbrante... Magnífico... — e aconselharam ao Rei que usasse a roupa nova por ocasião da parada anual que ia se realizar daí a alguns dias. O Rei até concedeu a cada tecelão-estilista a famosa Comenda das Artes e o nobre título de Cavaleiro Estilista-Tecelão.
Na noite que precedeu o desfile, os charlatães tecelões fizeram serão. Iam acendendo todas as lâmpadas do atelier para que todos pensassem que estavam trabalhando à noite para aprontar os trajes do Rei. Fingiam tirar o tecido dos teares, cortavam a roupa no ar com um par de tesouras muito grandes e coseram-na com agulhas sem linha. Na manhã do dia seguinte disseram:
— Agora, a roupa do Rei está pronta.
Sua Majestade, acompanhado dos cortesãos, veio provar a roupa nova. Os estilistas embusteiros fingiam segurar alguma coisa e diziam:
— Aqui estão as calças, aqui está o casaco e aqui o manto. Estão leves como teias de aranhas; até parece que não há nada cobrindo o Rei, mas aí é que está a rara e fina qualidade deste modelo e deste tecido.
— Sim! — concordaram todos, embora nada estivessem vendo.
— Poderia Vossa Majestade despir-se? — pediram os impostores. — Assim poderemos vestir-lhe a roupa nova.
O Rei despiu-se e eles fingiram vestir-lhe peça por peça. Sua Alteza Real virava-se para lá e para cá, olhando-se ao espelho (vendo sempre a redonda imagem de seu corpo nu).
— Oh! Como lhe assentou bem o novo traje, Alteza! Que lindas cores! Que bonito padrão! — diziam todos com medo de caírem no ridículo e perderem os altos cargos se descobrissem que não viam nada. Entretanto o Mestre de Cerimônias anunciou:
— A carruagem está esperando para conduzir Vossa Majestade.
— Estou quase pronto. — respondeu o Rei.
Mais uma vez virou-se solenemente em frente ao espelho, com o rosto erguido sobre o ombro, numa atitude de quem está mesmo apreciando alguma coisa.
Os pagens que iam segurar a cauda do manto, inclinaram-se como se fossem levantá-la e foram caminhando com as mãos à frente, sem dar a perceber que não estavam vendo roupa alguma. Durante o desfile o Rei ia caminhando cheio de pompa à frente da carruagem. O povo nas calçadas e nas janelas, também não querendo passar por tolo, ou mentiroso, exclamava:
— Que caimento tem a roupa do Rei! Que manto majestoso! E que brilhante tecido!
Nenhuma roupa do Rei jamais recebera tantos elogios! Entretanto um menino que estava entre a multidão, achou aquilo tudo muito estranho e disse:
— Coitado do Rei... Está nu!
Os homens e as mulheres do povo, conhecendo que o menino não era nem falso e nem tolo, começaram a murmurar... e logo a seguir, como numa onda, em altos brados repetiam:
— O Rei está nu! O Rei está nu!
O Rei, ao ouvir aquelas vozes do povo, ficou furioso por estar tão ridículo! O desfile entretanto devia prosseguir, de modo que se manteve imperturbável e os pagens continuavam a segurar-lhe a cauda invisível.
Depois que tudo terminou ele voltou ao Castelo Real de onde nunca mais pretendia sair. Mas, como sempre acontece, uma semana depois o povo já havia esquecido o escândalo, e os funcionários do reino seguiam como se nada houvesse acontecido: Os cargos continuavam a ser distribuidos entre as mesmas duas ou três famílias e seus agregados; os impostos sonegados; o desvio de verbas continuava em alta, enfim, tudo voltou ao normal.
Quanto aos dois estilistas-tecelões, desapareceram misteriosamente levando o dinheiro, os fios de seda e o ouro. Meses depois um viajante contou que eles haviam pregado o mesmo golpe em outro pequeno reino, onde os cidadãos também andavam de nariz empinado, cheios de soberba e afeitos às pequenas e às grandes hipocrisias.
Há muito tempo, a atividade de pessoas como a desses e de outros tecelões, vem se espalhando mundo afora, como coisa natural da sensibilidade e do intelecto de uns estilistas de academias e villas kyriais; Somerset Maugham escreveu sobre essas pessoas e seus fantásticos dons que podemos ler em O impulso criativo. Aqui entre nós, recomendo a uma certa escultora e professora de grego, o nosso Lima Barreto que nos deixou O homem que sabia javanês. Outros autores tem escrito sobre a trama dessas urdiduras, e sobre a plástica ética dessas pessoas tão comuns e, principalmente, daquelas que ainda se pretendem tão importantes e sábias... Caberia agora ao leitor fazer uma lista de outros textos que, de algum modo, vêm desnudando essas inacreditáveis senhoras e esses incríveis senhores.
Hans Christian Andersen

Movidos a paixão - Por: Emerson Monteiro

Dos próximos passos na estrada desta vida às maiores realizações dos impérios, construções de edifícios monumentais, monumentos siderais, ali debaixo se esconderá o desejo enorme da paixão incontida nos corações acesos. Quaisquer movimentos, nuvens que passem na esteira dos milênios, na sua essência trará esse apego à concretização do ser nos objetos, nos traços do firmamento de bichos em festa. Assisti, lá certo dia, em Salvador a uma peça denominado O que mantém o homem vivo. Desses momentos que ficam presos guardados nas dobras da memória, vez em quando lembro de me perguntar: - O que me mantém vivo. Alimento da ânsia de continuar vou trocando fichas nos estreitos daqui do chão. Aonde seguir, que ofereça alternativas entre o mal estar e o bom gosto de persistir nas filas dos viventes das estradas. Há, sim, motivos de sobra no impulso de obedecer a todo instante de viver. Normas rígidas de seguir, transpirar ao sol do meio-dia, suportar as horas de desânimo, apreciar a beleza da felicidade em volta, nas pessoas, nos sonhos, nas visões, aspirações...

A força da paixão dá a certeza dos melhores dias e revelar vigor da brisa das manhãs a tocar no rosto e trazer o sentimento à luz da vontade extrema de amar, ser amado e sorrir nas horas boas. A desistência virá, no entanto que seja nas derradeiras circunstâncias, de acordo com pressupostos inevitáveis de regressar ao plano espiritual e receber matéria nova, até pisar aqui outra vez e reencontrar os amigos e colher o bom que se plantou. 

Enquanto isso, contudo, desfrutemos a energia poderosa de concretizar os desejos sadios, nutrir de satisfação o território das verdades eternas que já se conhecem e produzir atitudes firmes de sinceridade. Erguer grandes ideias nos campos dessa paixão que nos apega no ato de viver com arte e valores bons.

Administração do Crato é flagrada com medicamentos com prazo de validade vencido desde 2013, por vereadores



A denúncia chegou até a câmara municipal de Crato no último dia 10 de novembro, dando conta de que num posto de saúde na Vila Padre Cícero, continha alguns medicamentos com o prazo de validade vencido. Uma comissão formada por vereadores foi até o local e constatou a veracidade do fato. O presidente da Câmara, Pedro Alagoano disse em entrevista à TV Verde Vale que os vereadores se depararam com uma quantidade imensa de medicamentos vencidos, e por sinal, medicamentos de alto custo, com validades prescritas desde 2013, e que segundo a ANVISA, medicamentos com 3 meses próximo do seu vencimento já precisariam ser recolhidos dos postos de saúde. O vereador acrescenta que estes medicamentos vencidos há tanto tempo, jamais deveriam estar nas prateleiras de um posto de saúde do Crato, mas incinerados há bastante tempo. 

O fato já foi comunicado ao ministério Público e os vereadores garantiram que irão tomar as medidas necessárias a fim de que a população não seja prejudicada. Já o vereador Marquim do Povão disse em entrevista, que os vereadores irão investigar todos os outros postos de saúde, e que essa denúncia foi formulada por populares, por moradores da Vila Pe. Cícero, distrito da Bela Vista, na cidade de Crato.

Prefeito do Crato vai até a Polícia Federal pedir ajuda para garantir a sua administração

Estranhamente, na noite de ontem (10 ), o prefeito do Crato, Ronaldo Gomes de Mattos foi até a sede da Polícia Federal, em Juazeiro do Norte, pedir ajuda ( !!! ) Segundo o prefeito, este foi surpreendido com as denúncias das irregularidades nos postos de saúde, e foi direto do aeroporto para a Polícia Federal dizer que "Já basta! Precisa que a polícia federal o ajude, que isso já está se tornando uma coisa insuportável". Disse que "precisa do povo e que soube que a Sra. Cleide e a Sra. Herculano que foram citadas no caso, já foram ouvidas pelos delegados que trabalham no caso". O prefeito declarou ainda que "só politicamente não dá para administrar a cidade do Crato, e que "precisa sim, da polícia federal, da polícia civil, dos promotores, para que a realidade do Crato aconteça". Perguntado pelo repórter que realidade é essa, o prefeito Ronaldo disse que "são muitos problemas que estão causando à sua administração". Ronaldo disse ainda, surpreendentemente, que "O prefeito do Crato não pode mais estar calado com esses desmandos que estão acontecendo no nosso município".

Realmente, estão acontecendo muitos DESMANDOS no Crato. E onde é que esses "desmandos" acontecem ? No próprio seio da administração. Não é na bodega do Seu Joaquim, nem na padaria do seu Tomás, é na administração, não só na secretaria de saúde, na ineficiência de uma administração falida, nos milhões de buracos que assolam a nossa cidade. Talvez o prefeito tenha esquecido apenas de um detalhe: É que ELE é o gestor da cidade. Ele é a pessoa a quem a população do Crato confiou o seu destino, e o que estamos vendo ? Todo tipo de desordem, das praças destruídas, ao lixo acumulado, do não cumprimento das promessas de campanha, de medicamentos vencidos, e sem esquecer das inúmeras denúncias que o Ministério Público fez contra a sua administração, inclusive de baratas encontradas na merenda escolar, suspeita de formação de quadrilha, suspeitas de licitações fraudulentas, e outros desmandos que fez com que a própria polícia invadisse a prefeitura.

Resumo da ópera: Meus amigos, O CRATO ESTÁ ACABADO ! A cada dia, um fato novo e grave, que apenas mancha mais ainda a nossa cidade, que de 3 anos para cá está nas páginas policiais. Quem imaginaria que tamanha desgraça fosse acontecer ao Crato ? Quem ?

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Prefeitura de Crato gastou mais com coleta de lixo em 2014 do que obras públicas, mas o lixo toma de conta da cidade...


O que realmente aconteceu ?


O Crato é o município do Cariri que menos investiu nesse setor em 2014, estando na ultima colocação na relação dos dez municípios do Cariri

Em 2014 a prefeitura do Crato gastou mais com a coleta de lixo do que com obras publicas. A revelação é do ex-secretário de finanças do município na gestão Samuel Araripe, Antonio Olimpio Arraes Peixoto, ao afirmar que os números são do Tribunal de Contas dos Municípios. Entre janeiro e dezembro do ano passado, conta ele, a gestão de Ronaldo Gomes de Matos investiu 4 milhões 928 mil 192 reais e 42 centavos com a coleta de lixo e somente 4 milhões 188 mil e 654 reais em obras, o equivalente a 2,28 % de todas as despesas no período, que foram de 182 milhões 912 mil e 602 reais. Disse que, em 2013 os gastos com a coleta de lixo foram de um milhão 930 mil 622 reais o que dar um aumento por mês de 160 mil 885 reais, e que representa 64,40 % em um ano. Com apenas 2,28 % aplicados em obras, o Crato é o município do Cariri que menos investiu nesse setor em 2014, estando na ultima colocação na relação dos dez municípios do Cariri, perdendo até para Farias Brito que, no mesmo período com despesas gerais gastou 35 milhões 722 mil e 742 reais e aplicou 4 milhões 188 mil e 578 reais, 11,72 %.

De acordo com o Tribunal de Conta dos municípios, conforme Olimpio, os investimentos públicos em obras estruturantes em 2014 em dez municípios caririenses são os seguintes: Farias Brito 11,72 %, Missão Velha 10,03 %, Altaneira 9,03 %, Juazeiro do Norte 6,64 %, Milagres 5,43 %, Araripe 4,03 %, Caririaçu 3,45 %, Barbalha 3,72 %, Nova Olinda 3,32 % e o Crato 2,28 %.

Comentando os índices, Olimpio explicou que as aplicações em obras publicas no Crato vêm caindo ano a ano. Em 2010, nas suas despesas gerais, o município gastou 118 milhões 11 mil e 908 reais e aplicou apenas 5,57 %, em obras, ou seja, 6 milhões 575 mil 690 reais e 99 centavos.

Em 2011 o investimento foi de 5 milhões 555 mil 378 reais e 18 centavos, o equivalente a 4,03 %. Em 2012 a aplicação foi de 3,07 %, isto é, 4 milhões 386 mil 593 reais e 92 centavos. - Em 2013 o percentual foi o pior, 2,02 % o que deu um total de 3 milhões 241 mil 292 reais e 49 centavos. Em 2014 o município gastou 182 milhões 912 mil e 602 reais e aplicou 4 milhões 188 mil 654 reais e 2 centavos, ou seja, 2,28 %.

Por: Moisés Rolim - Fonte: Site Bocaquente
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