xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 12/09/2015 | Blog do Crato
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VÍDEO - Estamos de volta com as transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, com alguns programas ao vivo ). Serão vários programas abordando temas diversos, como a realidade da nossa região, do Ceará e do mundo; Programas científicos, atualidade, entrevistas, e transmissão de eventos ao vivo. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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12 setembro 2015

Coisas da República: Saiba o que Lula disse a Dilma num momento de extrema sinceridade

Fonte: Revista VEJA desta semana
O criador e a criatura: Lula alertou sobre impeachment e Lava-Jato

Em relato que fez a interlocutores próximos, Lula definiu como “ruim” a sua última conversa particular com Dilma Rousseff, ocorrida na sexta-feira, 4. “Eu comecei pesado”, reconheceu Lula sobre o encontro. Neste início, Lula criticou asperamente a articulação política e econômica do governo. E reclamou muito de Aloizio Mercadante, José Eduardo Cardozo e Joaquim Levy.
“Dilma, nós estamos fu…”, disse Lula, segundo o seu relato. Lula falou da possibilidade real de impeachment e de que as investigações da Lava-Jato cheguem nele. Lula voltou a defender o entendimento com Michel Temer: “um acordo que acabe com o namoro do PMDB com o impeachment” e criticou os cortes nos programas sociais. Mas reconheceu que Dilma não tem condições de demitir Levy, “assim como eu não podia tirar o (Henrique) Meirelles”.
Da coluna "Radar", por Lauro Jardim             

Governo não reduz despesas, mas Gasolina pode ficar 14% mais cara com aumento da Cide

Governo Federal pretende aumentar a Cide para ganhar arrecadação de R$ 15 bilhões. Medida terá impacto direto na inflação
Brasília – O consumidor deve preparar o bolso: a gasolina pode ficar 14% mais cara. O governo pretende aumentar a Cide (imposto dos combustíveis) em R$ 0,50 por litro. Se prevalecer essa intenção, o preço médio no país passará de R$ 3,55, para R$ 4,05. Atualmente, arrecada-se R$ 12,5 bilhões com a somatória da Cide e Pis-Cofins que juntas custam R$ 0,22. Com essa alta, o Ministério da Fazenda estima arrecadar mais R$ 15 bilhões ao ano. O impacto na inflação será de 0,9%.

O diretor do Centro Brasileiro de Infra Estrutura (CBIE), Adriano Pires, constata que, com esse aumento, o brasileiro vai pagar bem mais caro pelo combustível de petróleo que o registrado no mercado internacional. Nos Estados Unidos paga-se hoje US$ 0,77 pelo litro; na China sai a US$ 0,98. Com o dólar cotado a R$ 3,87,  a gasolina custa agora US$ 0,91. Com o aumento, passará para US$ 1,04. E junto com a alta da gasolina, toda o custo da cadeia de produção aumenta automaticamente e tira ainda mais a competitividade do país.

Pires alerta que, se o governo aumentar o preço da gasolina por meio do reajuste da Cide, além de péssima notícia para o consumidor, será uma novidade terrível também para a Petrobras, pois o dinheiro não vai para o caixa da empresa. “Tenho certeza que no dia que for anunciado o aumento da Cide, as ações da Petrobras vão despencar na bolsa. A empresa precisa se capitalizar, mas com a Cide, esse dinheiro não vai para a empresa. Vai direto para os cofres do Tesouro. Isso vai passar para o mercado que o governo tem como único objetivo aumentar a arrecadação, sem se importar com as dificuldades da companhia”, apontou.

Para o gerente comercial Cleyton Sampaio, de 30 anos, um novo aumento no preço da gasolina será um baque no orçamento. “Fica muito complicado, porque moro longe e hoje em dia dependo do carro para tudo”, lamenta. Ele já fez todos os cortes possíveis quando sentiu no bolso o impacto do aumento dos preços no começo do ano. “Mesmo economizando, meus gastos com combustível estão ficando tão altos quanto os com alimentação. Se subir mais, não tenho o que fazer, porque o transporte público não é uma boa opção”, afirma.
             

A mais bela imagem de Nossa Senhora da Conceição existente na cidade de Crato (postado por Armando Rafael)

Aconteceu na última 3ª feira, 8 de setembro: A capela de Nossa Senhora da Conceição, do bairro Parque Granjeiro, em Crato, ganhou uma nova imagem de sua padroeira. A solenidade de bênção e coroação da nova imagem foi presidida por Dom Fernando Panico, acompanhado de mais três sacerdotes e 65 seminaristas. Cerca de mil pessoas estiveram presentes à festa.

Medindo 1 m e 10 cm, a nova imagem da Virgem da Conceição, venerada na capela do Parque Granjeiro, foi produzida em fibra de vidro e resina. Em estilo barroco, foi criada pelo escultor Pedro de Saboeiro.



Tá feia a coisa: Governo já cortou quase 800 mil famílias do Bolsa-Família

Junto com os “sem-casa” e os “sem-Pronatec”, excluídos do principal programa social do governo formam um novo contingente de desvalidos: o daqueles de quem o Estado, silenciosamente, começou a tirar o que deu
Fonte: VEJA
 Os novos retirantes – Os “sem-bolsa”: Desde maio, o agricultor Osmar de Oliveira não recebe mais os 309 reais a que tinha direito pelo Bolsa Família. A moto estacionada na frente da casa, ou o fato de sua mãe, que mora no mesmo terreno, receber aposentadoria do INSS, pode ter sido o motivo da suspensão do pagamento, desconfia ele. Agora, sem dinheiro para a carne e a gasolina, Oliveira estuda seguir a trilha que conterrâneos percorreram décadas atrás e deixar a mulher, Jailma, e os filhos, Beatriz e Ismael, para buscar emprego em São Paulo(Leo Caldas/VEJA)
Primeiro, chega a "cartinha". Com carimbo do Ministério do Desenvolvimento Social, ela pede ao beneficiário do Bolsa Família que se apresente na prefeitura da cidade para agendar a visita de um assistente social à sua casa. A partir desse momento, o dinheiro do programa já para de entrar na conta da família. Semanas depois, o assistente social toca a campainha. Prancheta, caneta e almofadinha de carimbo na mão (para os casos em que o beneficiado não sabe escrever), ele faz perguntas sobre cada morador da casa: quem estuda, quem trabalha, quanto ganha. Caso note a presença de uma moto, de uma TV de LED ou de qualquer elemento que destoe do cenário de pobreza obrigatório, indaga quando a família adquiriu o bem e com que recursos. Encerrada a entrevista, pede ao beneficiário que assine o formulário preenchido e encaminha o papel à prefeitura. Feito isso, o resultado é quase sempre o mesmo: adeus, Bolsa Família. Poucos dos que recebem a visita do assistente social conseguem manter o benefício.
Sem anúncio nem alarde, o governo federal começou a passar a tesoura nos programas sociais. O Bolsa Família, carro-chefe da administração petista, sofreu neste ano o mais profundo corte desde que foi criado, há onze anos. Apenas no primeiro semestre de 2015, 782.313 famílias deixaram de receber o benefício.
Para diminuir os custos do programa sem admitir sua redução, o governo passou a promover um pente-fino silencioso entre os cadastrados. Desde maio, vem cruzando seus dados com informações do INSS e do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), por exemplo. O objetivo é identificar quem possui bens incompatíveis com o teto de renda permitido aos participantes do programa (até 154 reais por membro da família, o que torna difícil a compra de um carro, por exemplo) ou está acumulando benefícios indevidamente. Os que já recebem a aposentadoria rural de um salário mínimo não podem ganhar Bolsa Família. Também estão impedidos de integrar o programa pescadores que recebem o seguro-defeso - pago durante o período de procriação dos peixes. Esse veto surgiu de uma portaria criada pelo governo federal em março deste ano. Desde então, em cidades do Nordeste que vivem da pesca, como Saubara, na Bahia, a queda no número de beneficiários do Bolsa Família foi de quase 70%.
             

Frutos do governo Dilma:Risco país do Brasil dispara e retorna a níveis de 2009

Depois de o Brasil perder o grau de investimento, indicador ficou em 400 pontos nesta sexta, o que não ocorria desde a crise hipotecária americana
 Contrato do CDS (Credit Default Swap) de 5 anos é usado como termômetro para avaliar a percepção de risco de calote de um país (Gary Cameron/Reuters)
Fonte: revista VEJA
O risco país do Brasil, medido pelo indicador CDS - instrumento financeiro que funciona como um seguro contra calote -, atingiu 400 pontos nesta sexta-feira, o maior nível desde 9 de março de 2009, quando chegou a 410 pontos. Naquela época, o mundo vivia os desdobramentos da crise hipotecária americana e a alta do risco país era um reflexo do temor que se espalhou pelos mercados financeiros globais. Agora a disparada do indicador está ligado à perda do grau de investimento na avaliação da agência Standard & Poor's. Entre quarta-feira, dia em que o país foi rebaixado pela S&P, e quinta, o Credit Default Swap passou de 372 pontos para 390,5 pontos. Os números foram repassados à reportagem pela consultoria Tendências.
Com o resultado desta sexta, o risco país do Brasil supera o de países que também não têm grau de investimento. A Rússia, que também tem nota "BB+" na S&P, terminou o dia com 367 pontos. Na máxima do ano, em 30 de janeiro, ficou em 630 pontos. A Rússia perdeu o grau de investimento em janeiro deste ano, depois de permanecer com o selo de boa pagadora por dez anos. Conflitos com a Ucrânia e sanções por parte do Ocidente enfraqueceram a economia do país e ajudaram a deteriorar sua política monetária. No entanto, a Rússia mantém o grau de investimento pela Fitch, embora no último nível (BBB-). Pela Moody's, a nota russa é Ba1, o nível mais alto do grau especulativo.
O prêmio de risco do Brasil também terminou acima de Indonésia e Turquia, outros dois países que também já perderam o grau de investimento na avaliação da S&P. Ambos têm nota de crédito "BB+". O CDS da Turquia fechou esta sexta em 293,25 pontos, e o da Indonésia, em 245 pontos. Ambos os países tiveram sua história recente marcada por turbulências políticas e sociais. Na escala da S&P, a Turquia perdeu o grau de investimento em 1994 e a Indonésia, em 1997.
Brasil, Turquia e Indonésia também têm a mesma avaliação pela Moody's (Baa3, um nível acima do grau especulativo). No caso da Fitch, a nota da Turquia e da Indonésia é BBB-, no último nível do grau de investimento. Já o rating do Brasil é BBB, dois níveis acima do grau especulativo. Além disso, os três países fazem parte, ao lado de África do Sul e Índia, dos "cinco frágeis", termo cunhado pelo banco Morgan Stanley para economias emergentes fortemente dependentes de investimento estrangeiro.

O ser das entranhas - Por: Emerson Monteiro

Que é isso? Que espécie? Somos nós mesmos, o bicho que pensa e age todo tempo de ficar aqui neste chão comum. Que nasce, mama, cresce e perlustra bancos da escola do mundo e depois as vaidades humanas, espalhando nos mercados os objetos, fazendo contas e viajando pelo espaço. Que vaga nos braços do sono e organiza a política das populações. Planta, fabrica, vende; comprar e sacode mãos feéricas para o alto das festas de som e imagem, nas praças e balcões de bar. 

Mas, de verdade, quem é isso que nós somos? Pesados e medidos, passados nas roletas dos metrôs e estádios; silenciadas as farras monumentais, recolhidas barracas e fechadas as portas do movimento das bolsas de valores, nós quem, na verdade, somos, só entes mortais e aventureiros? Amantes fiéis de si próprios, inteligentes, geniais, campeões amedalhados, detentores das marcas inigualáveis dos recordes, incansáveis portadores de taças, vencedores de todos os campeonatos, que terminam sós nas multidões embriagadas e felizes, quem somos?

No frigir de tudo, ao relento das páginas eletrônicas, personagens dos clássicos da literatura mundial, peitos ferventes das emoções intensas do amores frágeis, belos apolos de lindas musas de sonhos magistrais, quem somos todos e um por vez? Quem?

Aqueles afetos das mães que vêm cobertos de sangue e carinho extremado, promissores bebedores de leite, conquistas inesquecíveis de abençoadas famílias, protagonistas da continuidade dessa raça, a que viemos, nós que ainda perguntamos: Quem seremos nós certo dia?

O eu das entranhas, foco das atenções do misterioso Universo infindo, instinto da essência e do Ser, próton do átomo da existência, segredo bem guardado da existência, máquina de perfeição e criatividade, resistência durante tanto tempo de história, e a questão de todas as indagações somos quem, nós esse ser das entranhas?

Assustador o abismo que se abre a nossos pés quando indagamos a nossa identidade inexpugnável, indestrutível existência das criaturas diante do Infinito sideral, corredor das probabilidades e vertigem crucial da presença neste cenário de partos e luzes que acendem perante a escuridão dos fins de tarde. 

Há uma porta que lá um dia abrirá a consciência e somará quem somos, e ainda não sabemos, ao Tudo/Nada que gerou essa angústia de querer conhcer e o teto do definitivo, a razão maior do existir do misterioso ser das entranhas que já somos. 


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