xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 31/01/2015 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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31 janeiro 2015

Congregação das Filhas de Santa Teresa e Diocese de Crato lembraram memória de Madre Ana Couto nos 130 anos do seu nascimento – por Patrícia Silva

Na noite do dia 30 de janeiro, dia em que a Madre Ana Couto completaria 130 anos, a Congregação Filhas de Santa Tereza, familiares da madre e fiéis da diocese de Crato se reuniram na Paróquia Santo Antônio, em Jardim- CE, cidade onde a madre nasceu, para participarem de uma missa em ação de graças pelas grandes contribuições deixadas pela religiosa a região. A celebração foi presidida por Dom Fernando Panico e concelebrada pelo pároco, Pe. Aldízio Nunes.
Dom Fernando recordou a madre Ana Couto como uma das mulheres mais importantes do Cariri, com espírito determinado nas obras que fundou na região, sobretudo nos campos de formação cristã e educacional da juventude e no amparo a velhice abandonada. “A Madre foi um instrumento nas mãos de Deus para que o primeiro bispo da diocese de Crato, Dom Quintino, pudesse realizar o seu sonho de fundar a Congregação Filhas de Santa Tereza. Hoje queremos louvar a Deus pela vida doada ao anuncio do evangelho que ela teve e por ter deixado para nós um grande exemplo de amor, confiança e fidelidade a Cristo”, afirmou.
Fiéis participando da missa em ação de graças em memória do aniversário natalício da Madre Ana Couto. (Foto: Patrícia Silva)
A superiora geral da congregação, em Crato, Ir. Vera Lúcia Alves de Andrade, definiu a madre como uma empreendedora da obra da caridade social. “Madre Ana Couto sempre foi uma mulher caridosa e sensível aos pobres, não é a toa que o seu lema era ‘Caridade e Fortaleza’, tinha um espírito voltado para o pobre e era determinada, mesmo sem nada, sem recurso, sabia fazer as coisas, pedia, afim de que o povo de Deus fosse socorrido. Estes são os maiores ensinamentos que ela deixou para nós, Filhas de Santa Tereza”, disse.
Madre Ana Couto foi a co- fundadora da Congregação Filhas de Santa Tereza e viveu 24 anos como superiora geral da congregação, durante sua vida religiosa fundou o Colégio Senhor do Bonfim, em Icó, Colégio São José, em Iguatu, o Orfanato Jesus, Maria e José, em Juazeiro, e o Abrigo Jesus, Maria e José, em Crato, falecendo em 31 de janeiro de 1947, aos 62 anos, em Crato. Hoje a Congregação Filhas de Santa Tereza está presente em quatro estados do Brasil: Ceará, Piauí, Paraíba e São Paulo.
                                                                    

Festival Cordas Ágio - Programação de encerramento - Hoje, Sábado, 31 de Janeiro de 2015


CENTRO DE CONVENÇÕES PADRE ÁGIO AUGUSTO MOREIRA

15h - Rodrigo Soares (Flauta Transversal), Erick John (Piano)

15h30 às 18h - Mostra das Oficinas

20h - CONCERTO DE ENCERRAMENTO  DO FESTIVAL

Valérie Vervoort (Soprano)
Eliot Lawson (Violino)
Rodolfo Lima (Contrabaixo)
Erick John (Piano)
Izaira Silvino (Canto Coral)  
Orquestra Cordas Ágio
(Regência: Rogério Fernandes - Joselho Rocha)

PALCO PASÁRGADA

22h - Profº.  DIEGO SOUSA ( Prática de Conjunto)

22h30 - Lucas Silva e Banda

Lucas Pereira da Silva, mais conhecido como Lucas Silva, (São Paulo, SP, 16 de novembro de 1996) é um jovem compositor e instrumentista brasileiro, estudante de música pelo Curso Técnico em Regência, na Escola Estadual de Educação Profissional Governador Virgílio Távora, em Crato - Ceará.

Lucas Silva atuou como instrumentista e vocalista por quatro anos em bandas de Pop Rock e Metal Progressivo, possibilitando seus primeiros contatos com um público maior. No ano de 2013, formou a Banda Acústicozeronove, onde mostrou uma nova linha de trabalho, abrangendo mais da MPB (Música Popular Brasileira). Em 2014, passou a desenvolver um trabalho solo, a fim de desvencilhar novos horizontes a sua carreira musical. Baseando-se em artistas consagrados da música brasileira que sempre lhe serviram de inspiração como: Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Cazuza, entre outros nomes mais atuais. Bem como artistas locais que incentivam o jovem artista, como: Geraldo Junior, Dudé Casado, Diego Souza e Cícero Galdino. Histórico de Apresentações:  O artista carrega a experiência de ter participado de grandes eventos como: Festival Jazz e Blues, Festival Cordas Ágio, Abertura do show do Marcos Lessa (Crato-CE), além de apresentações em casas de show, bares e restaurantes na Cidade do Crato.

SHOW DE ENCERRAMENTO



23h3o- Ana Paula Nogueira

Iniciou seu mundo musical aos 13 anos de idade, quando fez sua primeira apresentação ao público na escola em que estudava na cidade de Granito - PE, onde mostrou ser uma grande promessa  para a  música popular brasileira. Cantora, compositora e intérprete, Ana Paula Nogueira revela-se parte da nova face da música brasileira, com influências  da música regional nordestina. Com uma carreira brilhante e premiada, Participou de vários festivais, sendo premiado em todos,  entre eles citamos: I FESTIVAL DE MUSICA AUTORAL conquistando o 3º lugar  e o 2º lugar no FESTIVAL CARIRI DA CANÇÂO ESTUDANTIL nos anos de 2009, 2010 e 2011,todos na cidade do Crato-CE.
Ainda no ano de 2011 ficou como melhor intérprete nos FESTIVAL CARIRI DA CANÇÂO ESTUDANTIL e CANTA CARIRI, respectivamente nas cidades de Crato- CE e Barro- CE. 
Nos anos de 2009 e 2010 e 2011 também  participou do FESTIVAL NAÇÃO CULTURAL, em Exu-PE, produzido pela FUNDARPE (Fundação do patrimônio Histórico e Cultural de Pernambuco).
Em 2011 apresentou o show em homenagem ao mestre Luiz Gonzaga, com  o show intitulado faces e versos do rei do baião, acompanhada pelo tão admirado acordeonista Epitácio Pessoa no Centro Cultural Banco do Nordeste Cariri- CCBNB, na cidade de Juazeiro do Norte- CE. Seguindo a mesma linha de apresentações fez outros shows nas cidades de Crato-CE, Granito-PE e Exú- PE.  Ana Paula Nogueira já marcou o seu nome no meio musical nordestino e seus shows marcam pela forte presença de palco e pela interpretação impar que lembra algumas das grandes vozes da música brasileira.
Atualmente faz parte da associação Luiz Gonzaga dos forrozeiros do Brasil, com sede na cidade de Exu - PE.

Em 2012 foi finalista do programa Ídolos da TV Record, cantando a musica tradicional nordestina, o forró autêntico pé de serra. Prêmio talentos cariri em 2012, eleita por aclamação popular na cidade de Juazeiro do norte – CE. Melhor interprete e 2º lugar no CALDAS FEST 2013. Conquistou o premio de melhor interprete e o 2º lugar no FESTIVAL FORRÓ FEST 2014, no estado da Paraíba, com a final no parque do povo, em João Pessoa, Realizado pela TV Cabo Branco. Gravação e lançamento do 1° DVD ao vivo show Certidão Nordestina em 2014, com as participações de Flavio Leandro, Tagino Gondim, Fabio Carneirinho, Di jesus, Elmo Oliveira, Epitacio Pessoa e Irah Caldeira.


Homenagem a um craque do passado – Pedro Esmeraldo

Há muitos anos, passamos pela calçada do Banco Caixeral e lá encontramos o ex-craque do futebol cratense – Onofre Oliveira de Sousa -, mais conhecido popularmente por Enock.
Foi um craque ardiloso, possuidor de boas maneiras, o qual o consideramos um craque verdadeiro, equilibrado e responsável em sua missão.
Sempre aqui e ali relembramos dos “grandes” em espaços pequeninos, mas de ocasião relevante em que favorecia andar para frente a movimentação futebolisticamente, em que levava vibração à toda a plateia, amante do futebol. Que tempos maravilhosos foram aqueles das décadas de quarenta e cinquenta!
Naquelas épocas, os craques de antanho jogavam com amor à camisa. Não vacilavam em desculpas esfarrapadas, dizendo asnice.
Em certas ocasiões, haviam craques que desejavam ardentemente ver o esmorecimento de alguns outros craques. Mas, esses jovens craques não esmoreciam. Enfrentavam sem esmorecimento no ardor do sentimento que predispõe alguém com vontade de possuir, gozar as delícias da vida, contudo, afirmamos, apesar de todos esses percalços, esses ditos craques procuravam dar relevo ao seu espírito. Venciam as dificuldades com confiança em Deus e sobressaiam-se no caminho da glória com qualidade de caráter perfeito, elevando-se com disposição o espírito esportivo.
Eram craques de qualidades técnicas. Não faziam vergonha que se apresentassem em qualquer time do sul do país, isto é, depois de conseguirem adaptabilidade em seus treinos.
Todos manejavam a bola com habilidade, exaltação e coragem.
Faziam tremular as bandeiras do movimento de alegria com jogadas sucessivas em vibrar, não deixavam desarticular as jogadas de grandes relevos, nas horas de arremessos finais, sobressaiam-se com destemor.
Na linha de frente, eram cinco jogadores resolutos. Praticavam jogadas audaciosas que deixavam a torcida embevecida com veemente vibração, sobressaindo-se com perfeição e impetuosidade na prática de chutes a gol, da bola em direção à trave.
Ainda hoje, relembramos dos cinco atacantes que vicejavam a torcida com jogadas maravilhosas, deixando-nos admirados pelos seus esforços.
Lembramos com vigor e muita força altiva as passadas longas que cruzavam o campo em direção do seu companheiro leal, enchiam de admiração o coração do torcedor ativo, quando aplicava lances em direção à trave.
Era um quinteto possuidor de jogadas magníficas constituído por Jeremias, Edmilson Peixe, Antônio da Pensão, Enock e Marcelo.
Ressaltamos aqui a figura de um grande craque, não desmerecendo os demais, visto que já foi o jogador fiel e destemido. Enock nunca se afastou do Crato, permaneceu dentro da linha esportiva com a qualidade e atitude de cidadão afável.
Lembramos com vigor e muita força ativa as jogadas harmoniosas desse craque ilustre, pois foi o expoente máximo dos grandes jogadores do passado.
Além desses craques há outros jogadores de relevo que figuraram com suas presenças, com jogadas magníficas, servindo à seleção cratense. Agora é especial que queremos citar: foram os jogadores Mundinho, os zagueiros Senhor e Arrais e outros que nós não recordamos os nomes, mas que deixaram toda a torcida embevecida com suas jogadas ciclópicas e que ainda não desmereciam suas permanências em qualquer posição nos times de categoria superior do Rio e de São Paulo.
 De forma especial queremos relatar com mais enleio, essa passagem enigmática, visto que observamos que naquela época havia bons craques, mas não possuíamos estádio de futebol. Hoje não temos jogadores, mas temos um estádio à altura. Só está faltando que o prefeito pratique manutenções e presenteie o povo amante do esporte com um estádio moderno e concluído.

O exame de consciência - Por: Emerson Monteiro

Nas razões de escrever, além de gostar de formar os blocos de palavras com significado, ritmo e melodia, há também vontade interna de produzir algo que resulte na melhoria de alguém nalgum lugar, ainda que distante, e bem depois, no tempo. Por isso, se acha um móvel útil nas funções da escrita, transmitir experiências que venham servir de estudo à caminhada de quem leia.

Neste propósito, quero agora avaliar o quanto, no decorrer das circunstâncias, deparei situações pouco satisfatórias notando as atitudes equivocadas do passado que refletiram naquilo que vivo, dando oportunidade suficiente de compreende onde cada um possui o direito de colher só o que houver antes plantado, sejam os espinhos ou as flores. Em consequência, a força da Justiça fornece os meios de comandar a existência independente dos interesses imediatos da simpatia ou dos jogos de poder.

Busco, assim, exercitar conhecimento valioso, porém nem sempre adotado devido aos esquemas do egoísmo sujeitos a dificultar diálogo mais produtivo junto das forças espirituais que trabalham na fronteira entre a matéria e a espiritualidade, nas condições da reencarnação.

Com o transcorrer dos anos, só mais recentemente venho trabalhando o sentido perceber o trabalho que ocasionei aos meus pais e os desgastes advindos das contrariedades que acarretei, e ainda acarreto, a pessoas próximas, afetos não correspondidos, confianças traídas, palavras jogadas fora, impulsos descontrolados, caprichos, etc.

Nisso chegam fortes no pensamento as palavras bíblicas do Evangelho (de Mateus), quando Jesus considerou que, ao depositar as oferendas no altar e rever compromissos e malquerenças ainda existentes na própria história individual, lembrar que teu irmão tem algo contra ti, deixa a tua oferenda diante do altar e vai primeiro reconciliar-te com teu irmão. Só então, vai apresentar a tua oferenda.

Essa autoanálise clareará os olhos da consciência, ampliando possibilidades de o amor, na oração, tocar o coração da gente, pura ciência espiritual e exercício de sabedoria.

Crônica do fim-de-semana: Volta às aulas – por Luis Giffoni

Mais um ano se passou e continuo sem entender por que o professor de história exigiu que eu decorasse o nome dos doze Césares. Fui cobrado, como se o desconhecimento dos imperadores romanos me incapacitasse para a vida. Por que tive de aprender que albicastrense é o cidadão natural de Castelo Branco, cidade com 50 000 habitantes, na Beira Baixa, em Portugal? Num fim de semana fui ao fundo do poço para fazer uma redação sobre “O fundo da garrafa”. Nunca usei um número com mais de quatro casas decimais, porém o valor de 3,1415926535 caiu numa prova. Pode? Sim, podia.
Hoje, não pode mais. Ainda bem. A escola atual baniu a cultura inútil. No entanto, também relegou a segundo plano assuntos importantes, como a compreensão e o uso da língua. Não sabemos ler nem escrever, mesmo depois de graduados no ensino superior. Pode? Sim, pode: 38% dos formandos nas faculdades são analfabetos funcionais. O quê? Temos doutores analfabetos? Sim, temos. Muitos. No Enem, num universo de 6 milhões de examinados, mais de 500 000 tiraram zero na redação. Pode? Sim, pode. Acaba de acontecer. Na outra ponta, a da competência, apenas outros 500 000 obtiveram aproveitamento acima de 70%. Triste coincidência esse número. Significa que 92% dos candidatos ainda namoram a mediocridade. Posto de outra forma, menos da metade dos alunos das escolas públicas municipais e estaduais acertou 50% das questões. Em dez anos, a média nacional melhorou 10%. Nesse ritmo, levaremos décadas para democratizar o conhecimento. As consequências são previsíveis.
Diante da situação, alguém logo sugerirá, de novo, que nosso ensino se reduza ao mais básico dos básicos. Bê-á-bá. A lógica parece perfeita: melhor saber pouco e bem do que nada de muito. Questiono a solução. Ela ficou para trás, atropelada pela realidade. Num mundo cada vez mais complexo, mais algorítmico, todos precisamos ir além das quatro operações, inclusive quem dita as normas. As aulas devem proporcionar uma ampla visão de mundo, uma noção geral do que nos torna humanos. Não é bicho de sete cabeças. Dezenas de escolas atingem essa meta. Qual o seu segredo?
Vou chover no molhado: aprender exige esforço, estudo exige tempo de todos os envolvidos. Insisto nessa chuva: ler e entender um texto, assim como escrever e se fazer entendido, sempre será mais importante do que repetir o nome dos Césares. Além disso, uma excelente base em matemática ajuda a vida em todos os sentidos, óbvia constatação que ainda ignoramos. Também ignoramos que os professores carecem de incentivo e treinamento constante. Em muitos países, os mestres são valorizados como responsáveis pelo futuro. E no Brasil?
Retorno ao número. Ele sintetiza nosso impasse. Milhares de estudantes do ensino médio não sabem o que significa. Constato esse fato nas escolas onde faço palestras. Com a ajuda de computadores, foi calculado com até oito quatrilhões de casas decimais, sem dúvida uma prova de avanço tecnológico misturado a exagero de diletantismo, mas seu valor aproximado de 3,1416 precisa estar na cabeça de qualquer graduado. Além de útil para a vida, integra a cultura há milênios, desde antes dos egípcios. Permitir que alunos cheguem ao Enem sem conhecimento, como hoje ocorre, torna o aprendizado uma piada. De mau gosto. Nosso ensino precisa voltar às aulas. Passa da hora.

                                                  

Notícias de Crato (Armando Rafael)

Simpósio sobre o Padre Ibiapina
Em agosto próximo deverá acontecer, na conurbação Crajubar, um simpósio comemorativo aos 150 da passagem do Padre Ibiapina pelo vale do Cariri. O evento será promovido pela Diocese de Crato/URCA/Universidade Federal do Cariri–UFCA, em parceria com as secretarias de cultura das Prefeituras de Crato/Barbalha e Missão Velha. Este simpósio deverá ocorrer  em Barbalha, no Balneário do Caldas, local de uma das ações missionárias do Pe. Ibiapina na Região do Cariri, quando ele mandava as pessoas tomarem banho nas águas “cálidas” que derivou no que hoje chamam caldas) daquela fonte localizada ao sopé da Chapada do Araripe. O Cariri muito deve à ação do Padre Ibiapina.
Quem foi Padre Ibiapina
Cearense de Sobral, o Pe. José Antônio Pereira Ibiapina, teve um carreira brilhante como advogado, delegado de Polícia, Deputado Federal. Largou tudo isso com mais de 50 anos para ser ordenado sacerdote e  começar um imenso trabalho missionário, percorrendo mais de 600 km pelos estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco. Sempre de batina, a pé ou a cavalo, pregava, aconselhava e levava o conforto por meio da palavra para o povo sofrido do sertão nordestino. Organizou missões, construiu capelas, igrejas, açudes, cacimbas, poços, cemitérios, hospitais e chegou a fundar mais de vinte Casas de Caridade para moças órfãs carentes, onde elas recebiam educação religiosa e moral, aprendiam a ler, escrever e trabalhos domésticos, além de terem assistência à saúde.
Uma grande figura do clero brasileiro
Sobre o Padre Ibiapina assim se expressou Gilberto Freyre, no prefácio do livro de Celso Mariz, “Ibiapina, um apóstolo do Nordeste”, 1980: [...] Ibiapina foi realmente uma enorme força moral a serviço da Igreja e do Brasil. [...] exemplos como o do padre Ibiapina – que,  sozinho, fundou e organizou vinte casas de caridade nos sertões do Nordeste – se impõem aos brasileiros como grandes valores morais. [...]
Crato continua só com uma única agência dos Correios
Uma cidade com 130 mil habitantes, Crato só dispõe – nos dias atuais – de uma única agência da Empresa Brasileira dos Correios: a que funciona no velho prédio da Rua Tristão Gonçalves, construída em 1932. Os usuários das caixas postais estão passando vários dias sem receber suas correspondências, pois, atualmente, a prioridade é entregar as correspondências a domicilio. Na única agência dos Correios em Crato as filas são grandes e intermináveis. E quando acontece de ser dia de algum serviço extras prestado pelos correios (o que vem acontecendo com certa frequência), torna-se impraticável um cliente ser atendido para expedir cartas ou encomendas via Sedex, pois o pequeno espaço da área de atendimento fica tomado pela multidão.
Crescendo igual a rabo de cavalo
Até cerca de dois anos atrás, a cidade de Crato dispunha de outra agência dos Correios, em funcionamento na Rua João Pessoa. Tratava-se de uma unidade franqueada pelo Sr. Edísio Martins, e atendia melhor à clientela do que atende agora a agência estatal, localizada na Rua Tristão Gonçalves. No entanto aquela agência franqueada fechou, devido à burocracia exagerada dos Correios e os 130 mil cratenses voltaram a utilizar a única unidade que restou, ou seja, a que funciona há 84 anos na Rua Tristão Gonçalves. Acreditamos que de todas as cidades brasileiras com mais de 130 mil habitantes, Crato é a única a permanecer com somente uma agência dos Correios. Daí a reclamação contra a demora nos atendimentos.                     
Diocese de Crato tem mais de 1 milhão de habitantes
Segundo estimativa oficial do IBGE, a diocese de Crato atingiu, em 1º de outubro de 2014, a cifra de 1.025.304 pessoas. Desse contingente cerca de 80% da população sul cearense, ou seja, 820.140 pessoas se declaram católicas. Aproximadamente 197 mil caririenses são de outras religiões cristãs e cerca de 9 mil pessoas, no sul do Ceará, são filiadas a outras religiões ou cultos não cristãos.
Mais detalhes sobre a diocese
A Diocese de Crato continua sendo a segunda maior do Ceará, perdendo – em população e número de paróquias – apenas para a Arquidiocese de Fortaleza. Atualmente a Diocese de Crato possui 55 paróquias, numero que deve subir, em 2016, para 57, já que se encontra em estudo a criação de mais duas novas paróquias na cidade de Juazeiro do Norte.
Os maiores e menores municípios
O maior município da nossa diocese continua sendo Juazeiro do Norte (263.704 pessoas), seguido por Crato (127.667 pessoas), Barbalha (58.347 habitantes) e Brejo Santo, com 47.645 pessoas. Já os menores municípios integrantes da Diocese de Crato são: Granjeiro, com 4.531 habitantes e Baixio, este com 6.182 pessoas.

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