xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 23/12/2014 | Blog do Crato
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VÍDEO - Estamos de volta com as transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, com alguns programas ao vivo ). Serão vários programas abordando temas diversos, como a realidade da nossa região, do Ceará e do mundo; Programas científicos, atualidade, entrevistas, e transmissão de eventos ao vivo. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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23 dezembro 2014

Ataques da coalizão na Síria matam mais de mil jihadistas

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Mais de mil jihadistas morreram em três meses na Síria em ataques da coalizão liderada pelos Estados Unidos, anunciou nesta terça-feira o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

"Desde o início dos ataques (em 23 de setembro), pelo menos 1.171 pessoas morreram em ataques árabes e internacionais na Síria, entre eles 1.119 jihadistas do grupo Estado Islâmico e da Frente Al-Nosra", anunciou a organização.

Segundo a contagem da ONG, os bombardeios mataram 1.046 membros do EI, em sua maioria não sírios, 72 da Frente Al-Nosra, um prisioneiro jihadista que não teve a organização a que pertencia determinada e 52 civis.

Acusado de crimes de contra a humanidade, o EI conta com dezenas de milhares de combatentes. O grupo cometeu estupros, sequestros e decapitações nas regiões sob seu controle na Síria e Iraque.

Outros 37 civis, entre eles nove crianças, morreram nesta terça-feira em ataques do Exército sírio em Raqa, reduto do EI no norte do país, em Duma, arredores de Damasco, em Dael (sul), em Jabal Zawyia (noroeste) e em Bab, perto de Aleppo, segundo o OSDH.

AFP –

Sony recua e decide lançar filme polêmico sobre Coreia do Norte

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A Sony anunciou, nesta terça-feira, que lançará nos Estados Unidos o filme "A Entrevista", uma paródia sobre a Coreia do Norte, que havia sido cancelada após ameaças de "hackers".

O filme será lançado no dia de Natal "em um certo número de cinemas", disse o presidente da companhia, Michael Lynton, enquanto a Sony Pictures busca "mais plataformas e mais salas para alcançar o maior público possível".

"Nunca desistimos de lançar 'A Entrevista'", destacou Lynton, que se disse "orgulhoso" de que os estúdios de cinema "tenham feito frente aos que tentaram reprimir a liberdade de expressão".

O presidente americano, Barack Obama, aplaudiu a decisão, após ter considerado um "erro" a suspensão do lançamento, uma posição adotada na semana passada pelos estúdios de Hollywood.

Até agora, apenas duas salas - uma em Atlanta (Geórgia, sudeste) e outra em Austin (Texas, sul) - confirmaram, em suas contas no Twitter, que exibirão o filme polêmico, que trata de uma operação fictícia da CIA para assassinar Kim, aproveitando a permissão concedida a dois jornalistas (interpretados por Seth Rogen e James Franco) para entrevistá-lo.

Citando uma fonte, o jornal The New York Times assegurou que "A Entrevista" será exibido entre 200 e 300 salas em todo o país, um número substancialmente pequeno diante das quase três mil que tinham previsto colocá-lo em cartaz.

"Esperamos que este seja apenas o primeiro passo para difundir o filme", acrescentou o presidente da Sony Pictures, que reconheceu, em entrevista na sexta-feira passada à CNN, não ter tido apoio da indústria.

De acordo com a imprensa americana, a Sony Pictures está tentando lançar o longa no formato Vídeo sob Demanda (VOD, na sigla em inglês).

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Um dos coprotagonistas, Seth Rogen, que também é diretor e roteirista do filme, reagiu à notícia com entusiasmo. "O povo falou, a liberdade prevaleceu! A Sony não se rendeu!", postou no Twitter.

Seu colega de elenco e amigo pessoal, James Franco, publicou uma foto dele e de Rogen no Instagram com a legenda: "Vitória! O povo e o presidente falaram!", em alusão a Obama.

Obama comemorou a retificação da Sony, ao afirmar que "permitirá ao público que forme sua própria opinião sobre o filme".

"Nosso país acredita na liberdade de expressão e no direito à livre manifestação artística", reforçou o porta-voz da Casa Branca, Eric Schultz.

Enquanto isso, a Coreia do Norte tem sofrido cortes em sua conexão de internet, gerando as primeiras especulações sobre um eventual contra-ataque americano.

Nesta terça-feira, a conectividade do país comunista sofreu uma breve interrupção, depois de ter ficado fora do ar durante nove horas e 31 minutos na segunda-feira.

As causas precisas da falha na Coreia do Norte, onde o acesso à internet já é muito limitado, ainda não foram confirmadas, mas especialistas afirmaram que o tipo de problema se assemelha ao causado por um ataque de "negação de serviço" (denial of service, ou DoS, em inglês).

Washington acusa Pyongyang de estar por trás do roubo de informação digital dos estúdios de Hollywood, e Obama prometeu responder "proporcionalmente" ao ataque.

Os "hackers" lançaram ameaças a todas as pessoas que se atrevessem a assistir ao filme, evocando os ataques do 11 de Setembro.

Em resposta, há apenas seis dias, os estúdios Sony Pictures anunciaram que não lhes restava outro remédio a não ser retirar o filme dos canais de distribuição, diante da negativa dos principais cinemas do país de exibi-lo.

A resolução da Sony pareceu uma hesitação, após sofrer, ao mesmo tempo, o vazamento de centenas de e-mails internos e de dados confidenciais de 47 mil funcionários em um ciberataque em 24 de novembro.

Vários especialistas estimaram em até US$ 500 milhões o impacto do ataque, reivindicado por um grupo autodenominado Guardiães da Paz, ou GOP (do inglês "Guardians of Peace").

Pyongyang negou categoricamente estar por trás do ataque à Sony, embora o tenha qualificado de "ato legítimo", porque o filme é "ato de terror sem sentido".

AFP

Assustado com assédio no Brasil, Medina teme perder privacidade

 

André Sender e Bruno CecconGuarulhos (SP)

A recepção dos fãs e da imprensa em seu retorno ao Brasil assustou o surfista Gabriel Medina, primeiro atleta nacional a conquistar o título mundial da modalidade. O paulista, que chegou ao País na tarde desta terça-feira e foi recebido com um pequeno tumulto no aeroporto de Guarulhos, teme que a fama acabe lhe tirando a privacidade.

Medina concedeu uma disputada coletiva de imprensa poucas horas depois de desembarcar no Brasil como campeão mundial de surfe. O atleta ainda participaria de uma carreata em São Sebastião, onde mora, na manhã de quarta-feira, mas resolveu cancelar o evento em solidariedade às famílias da cidade desabrigadas pelas fortes chuvas dos últimos dias.

“Tinha muita gente quando cheguei hoje. Foi muito legal a recepção, não esperava essa galera lá. Foi uma surpresa muito boa. Nunca imaginei que chegaria a esse ponto, mas é legal receber esse carinho e voltar ao Brasil. Não tem coisa melhor do que ser recebido deste jeito”, disse o surfista, que completou 21 anos de idade na segunda-feira.

Criado em Maresias, no município de São Sebastião, Medina tem o costume de treinar nas variadas ondas da praia em frente a sua casa e também nas tubulares da vizinha Paúba. Ainda sem saber como será o comportamento de seus antigos e novos fãs daqui para frente, o surfista teme que o sucesso acabe mudando sua rotina.

Medina se tornou o primeiro brasileiro campeão mundial de surfe na última sexta-feira, em Pipeline, no Havaí. Na última etapa do calendário do WCT, foi beneficiado pela eliminação precoce de Mick Fanning, então seu rival pelo título. Já como campeão da temporada e sem pressão, chegou à decisão do campeonato, em que foi derrotado pelo australiano Julian Wilson.

Djalma Vassão/Gazeta Press

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Após a conquista do título mundial de surfe, Gabriel Medina tem medo de perder a privacidade

“Dá uma assustada porque só para chegar no carro hoje [no aeroporto] foi uma batalha, tinha muita gente. Penso às vezes e tenho medo de perder a privacidade que tinha antes, mas seja o que Deus quiser. Vou tentar ser eu mesmo e espero que todo mundo colabore também”, afirmou o novo ídolo do Brasil.

Uma amostra da comoção causada por seu desempenho esportivo, segundo o próprio Medina, pôde ser visto na última semana, na praia de Pipeline. Lá, diz ter recebido apoio de pessoas de diversos lugares do Brasil que nem bem entendiam as regras do surfe.

Nas baterias da última sexta-feira no Havaí, quando se sagrou campeão mundial, Medina contou com largo apoio de torcedores nacionais, que acompanhavam as disputas da areia. Quando saiu do mar pela primeira vez como campeão mundial, foi carregado no ombro pelos compatriotas.

“Ainda não andei na rua aqui, nos próximos dias vou sentir isso. Conheci vários brasileiros no Havaí e muitos não entediam de surfe, tinha gente do Mato Grosso do Sul, Brasília, Tocantins. Eles só falavam Medina, vai Medina, isso era a torcida deles. E é muito legal alcançar esse tipo de gente que nunca teve contato com surfe, nem praia”, concluiu.

 

gazetaesportiva.net

Crato tem a segunda edição do Natal do Belo Amor

 

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Foto: Divulgação

A Secretaria de Cultura do Crato  e o  Departamento de Iluminação Pública, concluem montagem do Presépio Gigante, na praça da Encosta do Seminário, nas proximidades do Cruzeiro, na Ladeira da Integração. O projeto, que no ano passado atraiu grande número de visitantes, é novamente aberto ao público, com os principais personagens da Família Sagrada, resgatando o espírito natalino na segunda edição do Natal do Belo Amor.
Mais uma vez, há no local, expectativa de significativo número de visitantes. Os personagens do menino Jesus, Maria, José, e os três reis magos, além dos animais, foram feitos em acrílico por artista de Salvador, na Bahia, para abrilhantar o período natalino na cidade do Crato.
As praças estão todas ornamentadas este ano, desde a São Vicente, com o obelisco iluminado; a casinha do Papai Noel, trazendo o aspecto mais lúdico do período, na praça Siqueira Campos, além do resgate do espírito de fraternidade, na praça da Sé, com a inspiração do globo terrestre abraçado por uma legião de anjos. Além da Sé, estão também ornamentadas as praças Bicentenário e a Praça do Pimenta e a Cristo Rei.
(Com informações da Assessoria de Imprensa do Crato)

Ministério Público de olho em Raimundão

 

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Nesta semana de Natal, os bastidores da política de Juazeiro do Norte está aquecido com denúncias e especulações de todos os tipos. A principal delas se refere a um possível pedido de afastamento do prefeito Raimundo Macedo ( PMDB),  por parte do Ministério Público Estadual. Depois de quase 11 meses de investigações,  o MP teria chegado a conclusão de seria necessário o afastamento de Raimundão por até 180 dias da Prefeitura de Juazeiro do Norte,  para que todas as denúncias - e não são poucas -, possam ser investigadas sem  interferência do gestor municipal.
Interlocutores próximo ao prefeito adiantaram a esse blog que Raimundão já teria conhecimento ds ação do MP e teria ido a Fortaleza pedir apoio do PMDB e de deputados aliados a intervir junto ao Tribunal de Justiça. No entanto não teria ficado satisfeito com o que ouviu por lá.
Nesta segunda - feira ( 22), durante reunião política com seu grupo, Raimundão teria pensado em se anteceder ao afastamento que poderá ser proposto pelo MP, e ele mesmo pedir licença do cargo. A ideia só não foi adiante, em virtude da recusa do vice-prefeito,  Luiz Ivan Bezerra, não compactuar com os desejos de Raimundão.
Luiz Ivan quer sim, ser prefeito,  mas só em caso de Raimundão ser realmente afastado por determinação judicial. Essa por sinal, é a recomendação do irmão e deputado federal Arnon Bezerra ( PTB), a quem o vice - prefeito segue a risca.
Dessa forma Arnon Bezerra se "vingaria" de Raimundão,  que nunca lhe deu apoio durante a campanha eleitoral passada, apesar de prometido em público pelo gestor,  e Luiz Ivan assumindo por determinação da Justiça,  ficaria descompromissado com a administração de Raimundão.
É esperar o passar dos dias. Com certeza 2015 promete.

Flavio Pinto News

Comissão aprova orçamento de 2015; votação final fica para fevereiro

 

Plenário do Congresso Nacional vai analisar a proposta orçamentária após a posse dos novos congressistas.

Laycer Tomaz/Câmara dos Deputados

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Orçamento foi aprovado depois de negociações e acordo entre integrantes da CMO.

A Comissão Mista de Orçamento (CMO) aprovou nesta segunda-feira (22), último dia dos trabalhos legislativos do ano, a proposta orçamentária para 2015. Deputados e senadores acolheram o substitutivo apresentado pelo relator-geral, senador Romero Jucá (PMDB-RR), que negociou a redação do texto com os integrantes do colegiado, sendo aprovado por unanimidade. Antes do relatório final, a comissão havia aprovado, em menos de três horas, dez relatórios setoriais praticamente sem discussão.

O texto final não foi disponibilizado, o que só deve acontecer nas próximas horas. Consultores de orçamento da Câmara dos Deputados e do Senado estão preparando o parecer final com todos os ajustes negociados por Jucá. Somente os parlamentares que participaram da reunião com o relator tiveram acesso aos dados do parecer final.

A proposta será colocada em votação no Plenário do Congresso Nacional a partir de fevereiro do próximo ano, após a posse dos novos congressistas.

Segundo Jucá, o parecer inclui salário mínimo de R$ 790 a partir de 1º de janeiro. Hoje é de R$ 724. O aumento nominal (sem descontar a inflação) é de 9,1%. Ele também destinou cerca de R$ 900 milhões para garantir o reajuste concedido para ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), procurador-geral da República, deputados e senadores, que representa o novo teto do funcionalismo público (R$ 33,7 mil). Os reajustes foram aprovados na semana passada.

O texto também destina R$ 3,9 bilhões como incentivo às exportações e compensação aos estados que não podem cobrar ICMS na exportação de produtos primários (Lei Kandir).

A votação contou com o apoio da oposição. “Para atender o interesse nacional, estamos relevando alguns princípios regimentais, alguns prazos e, principalmente, os destaques. No que depender da oposição, não faremos obstrução ou oposição ao País”, disse o deputado Domingos Sávio (PSDB-MG).

Ajuste fiscal
O orçamento aprovado terá que suportar o ajuste fiscal que o governo pretende fazer nas despesas públicas em 2015. Qualquer medida anunciada pelo Executivo nas próximas semanas terá que ser amparada pela proposta ainda tramitando no Congresso. Isso obrigará o senador Romero Jucá a fazer ajustes no texto antes de submetê-lo à votação final no Plenário.

Jucá garante que o projeto que sai da CMO é “factível”. “Os dados macroeconômicos são realistas. O governo saiu daquele sonho e caiu na real”, disse o senador. Em conversas com o Executivo, ele cobrou mudanças nos parâmetros econômicos que lastreiam a proposta orçamentária. Assim, a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) caiu de 3%, número que constava no projeto encaminhado pelo governo em agosto, para 0,8%.

Emendas
O texto aprovado incorpora R$ 9,7 bilhões em emendas individuais de deputados e senadores, que terão execução obrigatória em 2015, como determina o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) aprovado pelo Congresso e pendente de sanção.

Apesar da obrigatoriedade, a execução das emendas também será submetida ao ajuste fiscal. Isso pode significar um forte contingenciamento durante a maior parte do ano dos recursos destinados por deputados e senadores a obras e serviços em seus redutos eleitorais.

Além disso, as emendas que destinaram recursos para investimentos só poderão ser empenhadas após a sanção da lei orçamentária. A LDO proíbe execução de investimentos sem lei orçamentária em vigor.

Agência Senado

Entra em vigor lei que prioriza guarda compartilhada de filhos

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Já está em vigor a lei (13.058/14) que determina a guarda compartilhada como regra no caso da separação dos pais. Nesta terça-feira (23), a presidente da República, Dilma Rousseff, sancionou, sem vetos, as mudanças no Código Civil aprovadas por deputados e senadores. Publicada hoje no Diário Oficial da União, a nova lei tem aplicação imediata.

A norma surgiu de projeto apresentado pelo deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), que tramitou por três anos na Câmara até ser aprovado e enviado ao Senado em dezembro de 2013.

O texto, aprovado pelo Senado no final de novembro deste ano, altera a redação do Código Civil (Lei 10.406/02), que em geral resultava na determinação de guarda compartilhada apenas nos casos em que há boas relações entre os pais após o fim da união. Agora, esse tipo de decisão se estende a casos de separações conflituosas.

A ideia é garantir uma divisão equilibrada do tempo de convivência com cada um dos pais, possibilitando a supervisão compartilhada dos interesses do filho. Ambos poderão participar, por exemplo, do ato que autoriza a viagem dos filhos para o exterior ou para a mudança permanente de cidade.

Aproximação
O deputado Vicente Candido (PT-SP), que foi relator da proposta na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados, afirma que a nova lei vai diminuir o afastamento entre pais e filhos após as separações.

"Estima-se que a situação dos pais separados afete 20 milhões de crianças. Segundo o IBGE, apenas 6,8% desses herdeiros são atendidos de forma adequada. A partir de agora, não haverá esse mais problema. A guarda compartilhada será regra, hoje é exceção", diz o parlamentar.

A advogada especializada em Direito de Família, Priscila da Fonseca, alerta para o fato de que os pais precisam, no mínimo, conseguir conversar para que a guarda compartilhada não fique só no papel. Ela destaca que esse tipo de guarda não quer dizer que a criança vai ter duas casas, isso é guarda alternada.

"Na guarda compartilhada, a criança tem como referência ou o domicílio da mãe ou do pai. O outro genitor tem direito de visitação, de levar na escola, participar de todas as decisões, mas, com um domicílio, uma residência única", explica.

Juiz
Mesmo com a lei em vigor, caberá ao juiz decidir caso a caso se é possível a guarda compartilhada. A guarda unilateral será concedida apenas quando um dos pais abrir mão do direito ou caso o magistrado verifique que o filho não deva permanecer sob a tutela de um dos responsáveis. Neste caso, quem abrir mão da guarda fica obrigado a supervisionar os interesses da criança. O juiz deverá ainda estabelecer qual será o local de moradia dos filhos, que deve ser a que melhor atender aos interesses da criança.

Agência Senado

Enem 2013: apenas 53 escolas no país têm nível máximo em matemática

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Apenas 53 escolas em todo o país obtiveram o nível máximo de desempenho na prova de matemática do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2013. Essas escolas tiveram média de 750 pontos ou mais na prova, ficando no nível 5, o mais alto da escala do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo exame. Mais 891 escolas tiveram médias inferiores a 450 pontos e foram classificadas no nível 1, considerado o mais baixo. O Inep divulgou hoje (22) as notas de 14,7 mil escolas.

Os dados mostram também a diferença socioeconômica no aprendizado da disciplina. Dentre as 53 escolas de melhor desempenho na disciplina, 47 são de nível socioeconômico muito alto. As demais são de nível alto. Quando considerado o nível socioeconômico muito alto, a maior média foi 868,33. Já no nível socioeconômico muito baixo, a maior média foi 498,53 pontos, pouco mais da metade.

A formação dos professores também se distingue entre os extremos. Nas escolas com as maiores médias e de nível socioeconômico muito alto, mais da metade das disciplinas são ministradas por professores com formação superior de licenciatura ou bacharelado com complementação pedagógica na mesma disciplina que lecionam. Já entre o nível mais baixo, essa porcentagem não chega à metade.

O indicador de nível socioeconômico é calculado a partir do nível de escolaridade dos pais e da posse de bens e contratação de serviços pela família dos alunos. No nível mais baixo, a renda familiar mensal é de até um salário mínimo, a mãe tem ensino fundamental incompleto e o pai nunca estudou. Já no mais alto, a renda familiar é de mais de 12 salários mínimos por mês, e pai e mãe tem ensino superior completo.

O Censo revela que há 25.909 escolas com pelo menos um estudante no ensino médio. Para a divulgação dos resultados, foram consideradas as escolas com, no mínimo, dez alunos concluintes do ensino médio participantes do Enem em 2013 e que apresentaram, no mínimo, 50% dos estudantes fazendo o exame. Ambas informações são baseadas no Censo Escolar 2013.

O Enem de 2013 foi feito por mais de 5 milhões de estudantes em todo o país. As notas são usadas para ingresso em instituições públicas, participação em programa de intercâmbio, obtenção de bolsas e financiamento em instituições privadas, além de certificação do ensino médio.

Além da prova de matemática, os alunos fazem provas de redação, português, ciências humanas e ciências da natureza. Para a correção das provas, é usada a Teoria de Resposta ao Item (TRI). Segundo o Inep, além de estimar as dificuldades dos itens e a proficiência dos participantes, essa metodologia permite que os itens de diferentes edições do exame sejam posicionados em uma mesma escala. Cada uma das quatro áreas do conhecimento avaliadas no Enem tem uma escala própria.

Agência Brasil

Novas políticas operacionais do BNDES preveem menos recursos do Tesouro Nacional

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O presidente do  Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, anunciou hoje (23), no Rio de Janeiro, as novas políticas operacionais da instituição, definidas pela equipe econômica de transição, que objetivam manter os financiamentos aos investimentos, mas poupar o uso de recursos em Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), praticada pelo banco em suas operações.

Será ainda ampliada a participação de recursos de mercado nos financiamentos de médio e longo prazos.  A TJLP foi definida na última semana pelo Conselho Monetário Nacional  (CMN) em 5,5% ao ano. Segundo Coutinho, as novas políticas, que entram em vigor no dia 1º  de janeiro de 2015,  significam “reduzir a necessidade de aporte de recursos do Tesouro Nacional, aumentando a participação privada”.

A  mudança busca promover um processo de ajuste com racionalidade, preservando os princípios e prioridades da política de desenvolvimento do país, assegurou o presidente do banco. Ele deixou claro,  entretanto, que o banco não vai mexer nos contratos já firmados, pois “as operações aprovadas ainda este ano têm condições da política vigente hoje”.

Com a adoção das novas políticas operacionais, o  banco ajusta sua capacidade de financiamento às prioridades da política macroeconômica, informou Coutinho. Terão prioridade  nas novas políticas as áreas de  infraestrutura, energias renováveis, transporte coletivo urbano, transportes hidroviário e ferroviário, saneamento básico, melhoria da gestão pública e inovação tecnológica, além de micro, pequenas e médias empresas.

“Essas áreas de atuação do banco recebem nessa nova política as melhores condições (de financiamento)”, explicou o presidente do BNDES. Isso significa que essas áreas terão uma maior participação de recursos em TJLP e maior participação do banco nos empréstimos.

Para todas as outras atividades, será preservada ainda uma fatia de recursos em TJLP, mas o uso de recursos de mercado será ampliado de forma significativa ao longo dos próximos anos, o que obrigará a instituição  a fazer mais captações e operar mais com moedas de mercado, “fazendo ou não uso de instrumentos como debêntures (títulos de crédito a longo prazo, emitidos por empresas, com garantia de seu ativo)”.

Os níveis de remuneração básica do banco nas operações serão reduzidos de cinco para  quatro nas novas políticas. O custo financeiro pode ir até 100% em TJLP para as áreas prioritárias, 100% em recursos de mercado ou meio a meio (TJLP e mercado), dependendo do caso.  A participação do BNDES, que tinha três faixas nas políticas operacionais vigentes hoje (até 50%, até 70% e até 90%), passará a ser de até 50%, com máximo de até 70%.

Dentro das novas políticas operacionais, Coutinho disse que, na semana passada, o governo decidiu prorrogar o Programa de Sustentação do Investimento (PSI) que receberá um orçamento adicional de R$ 50 bilhões, em 2015, em novas condições de taxas e níveis de participação.

As taxas foram elevadas para todos os segmentos financiados, com redução da participação do banco, “poupando a necessidade de recursos em TJLP”. A exceção é o programa Moderfrota, para financiamento à compra de máquinas agrícolas, regulado pelo ano safra e não pelo ano calendário,  que só migrará para as novas taxas após o fim do próximo ano safra, informou Coutinho.

Agência Brasil

Desembolsos do BNDES somam R$ 162,2 bilhões até novembro e mostram estabilidade

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Os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) somaram, até novembro passado, R$ 162,26 bilhões, conforme anunciou hoje (23), no Rio de Janeiro, o presidente da instituição, Luciano Coutinho. Segundo ele, o desempenho é “razoavelmente estável em termos nominais em relação ao ano passado”. No mês de novembro, foram liberados R$ 15,70 bilhões.

Coutinho disse que a expectativa é que os desembolsos de dezembro sigam em linha com o ano passado, “de forma que, em termo nominais, estamos muito próximo de 2013”. Para Coutinho, os números se aproximam dos R$ 190,4 bilhões registrados ano passado. A expectativa é de desembolso de quase R$ 28 bilhões. “Dezembro tem peso muito relevante. Os números até  novembro podem ser modificados pela incidência importante de dezembro”, comentou.

O presidente do BNDES ressaltou o aumento considerável  de recursos para infraestrutura em 2014, que apresentaram incremento de 10% até novembro, alcançando R$ 58,11 bilhões. Também as aprovações de empréstimos para  projetos de infraestrutura evoluíram 21% em 11 meses, atingindo R$ 66,4 bilhões.

Para os setores de indústria e agropecuária, os desembolsos alcançaram R$ 44,6 bilhões e R$ 14,9 bilhões, respectivamente, representando queda de 10%, em cada. Para projetos no setor de comércio e serviços, foram liberados R$ 44,7 bilhões até novembro, com alta de 2% sobre igual período anterior.

Coutinho também destacou a expansão de 15% registrada pelo Cartão BNDES entre janeiro e novembro deste ano, atingindo aproximadamente R$ 10,4 bilhões, envolvendo 718 mil operações e 203 empresas. O cartão é usado por micro, pequenas e médias empresas para compra de bens e serviços pela internet, por meio do portal do BNDES. Atualmente, ele opera com seis bancos emissores e alcança quase todo o país. “Mostra que  a principal ferramenta de apoio às micro, pequenas e médias empresas continua funcionando dinamicamente, representando um volume importante de operações. Temos hoje 675 mil cartões emitidos”.

Coutinho reconheceu que, com a adoção das novas políticas operacionais, os desembolsos da instituição em 2015 poderão ser reduzidos, em comparação ao previsto para 2014 e ao registrado em 2013.  As novas políticas reduzem o uso de recursos do Tesouro Nacional nos financiamentos a projetos de investimentos e diminuem a participação do banco nos empréstimos, de modo a estimular a participação de moeda de mercado nas operações.

Observou, porém, que, com base em projeções da área econômica do banco, os  investimentos na economia brasileira deverão superar R$ 4,1 trilhões entre 2015 e 2018, com aumento de 17,1% sobre o período de 2010 a 2013. Na avaliação do presidente do BNDES, as empresas brasileiras estão mantendo seus planos de investimento para o futuro.

“As empresas sabem da necessidade de ajuste em 2015, mas não  descartaram seus planos de investimento. Há confiança. No médio prazo, é fundamental para a decisão de investimento. A compreensão da  necessidade de ajustar a economia para fortalecer o pilar fiscal da política macroeconômica  cria confiança na sustentabilidade macroeconômica. E essa  é uma pré-condição importante para a retomada do crescimento”, acrescentou.

Agência Brasil

Dilma anuncia mais 13 nomes do novo ministério

 

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Dilma e novos ministros tomam posse a 1º de janeiro. Hoje ela anunciou mais 13 nomesRoberto Stuckert Filho/PR.

A presidenta Dilma Rousseff anunciou, há pouco, o nome de 13 ministros que farão parte da equipe do segundo mandato. Todos os novos integrantes do primeiro escalão do governo devem assumir oficialmente suas funções no dia da posse da presidenta, marcada para as 15h do dia 1º de janeiro.

Aldo Rebelo deixa o Ministério do Esporte, no qual coordenou as ações do governo durante a Copa do Mundo, para assumir a pasta de Ciência, Tecnologia e Inovação. Desde o governo Lula, o deputado assumiu a presidência da Câmara, foi ministro da Coordenação Política e líder do governo e do PCdoB na Câmara.

Jaques Wagner, atual governador da Bahia, será o novo ministro da Defesa no lugar de Celso Amorim. O petista foi eleito deputado federal três vezes e ocupou cargos do primeiro escalão no governo Lula, como o comando do Ministério do Trabalho e Emprego, antes de Ricardo Berzoini, atual titular da pasta de Relações Institucionais. Wagner foi eleito governador em 2006.

Na Educação, foi confirmado o nome de Cid Gomes, atual governador do Ceará. Gomes obteve o primeiro mandato eletivo em 1990 como deputado estadual. Seis anos depois, foi eleito prefeito de Sobral e reeleito para mais um mandato. Em 2006 chegou ao governo do estado, eleito no primeiro turno. O cearense foi responsável pela coordenação da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva para o segundo turno da eleição presidencial.

Pelo menos seis peemedebistas foram confirmados no comando de pastas do segundo mandato do governo Dilma. O senador Eduardo Braga (PMDB-AM) assumirá o Ministério de Minas e Energia. O engenheiro vai substituir o também peemedebista Edison Lobão, que comanda a pasta desde o início do governo Dilma.

Como ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil, no lugar de Moreira Franco, também do PMDB, assumirá Eliseu Padilha, ex-ministro dos Transportes no governo Fernando Henrique Cardoso. Advogado por formação e empresário, Padilha foi prefeito do município gaúcho de Tramandaí, deputado federal e coordenou deixou a campanha de Fernando Henrique à Presidência da República.

Ainda do PMDB, o deputado Edinho Araújo (SP) vai comandar a Secretaria Nacional de Portos no lugar de César Borges, que está no cargo desde junho deste ano. Edinho começou a carreira política aos 23 anos, quando disputou sua primeira eleição a prefeito. Foi três vezes deputado estadual e duas vezes deputado federal. Em 2001, assumiu a prefeitura de São José do Rio Preto, foi reeleito em 2008 e dois anos depois voltou ao mandato de deputado federal.

A nova ministra da Agricultura, senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), entrou para o ramo do agronegócio com a morte do marido em um acidente de avião, em 1987. Nascida em Goiânia, ela é formada em psicologia pela Universidade Católica de Goiás. Atualmente é presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Também do PMDB, o paraense Helder Barbalho assumirá o Ministério da Pesca, substituindo Eduardo Lopes. Barbalho foi candidato ao governo do Pará nas eleições deste ano, pela primeira vez, mas perdeu para Simão Jatene, do PSDB. O novo ministro é filho do senador Jader Barbalho e da deputada Elcione, ambos do PMDB. Ele começou a carreira política há 15 anos, quando foi eleito o vereador mais votado de Ananindeua. Barbalho também foi deputado estadual e, aos 25 anos, eleito o prefeito mais jovem da história do Pará.

No Turismo, permanece o atual ministro Vinícius Lages, que também é filiado ao PMDB e está no posto desde março.

Para o Ministério das Cidades, o indicado foi ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, do PSD, que substituirá Gilberto Occhi, no cargo desde março.

Também foi anunciado o nome do futuro titular da Controladoria-Geral da União, Valdir Simão, atual secretário-executivo da Casa Civil. O novo ministro do Esporte será George Hilton, deputado federal pelo PRB de Minas Gerais. Assumirá a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) a professora Nilma Lino Gomes, integrante do Conselho Nacional de Educação (CNE).

Hoje pela manhã, Dilma Rousseff participou de uma rápida confraternização com os atuais ministros de seu governo no Palácio da Alvorada. Dilma chegou uma hora depois do horário marcado para o evento de confraternização. Quase 40 minutos depois de sua entrada, os carros oficiais de ministros e parlamentares começaram a deixar o local. Os ministros da Fazenda, Guido Mantega, que fica no cargo até 1º de janeiro, da Advocacia-Geral da União (AGU), Luís Adams, e do Desenvolvimento Agrário, Miguel Rossetto, foram os primeiros a sair.
Em seguida, o vice-presidente Michel Temer deixou o Alvorada seguido por outros ministros, pelo presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), pelos senadores José Pimentel (PT-CE), Acir Gurgacz (PDT-TO), Vanessa Graziotin (PCdoB-AM) e Gim Argello (PTB-DF) e pelo candidato à presidência da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que é adversário do nome do governo na disputa pela vaga, Arlindo Chinaglia (PT-SP), nas eleições marcadas para o dia 1º de fevereiro.

 

Agência Brasil

Governador do Ceará será o novo ministro da Educação

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O governador do Ceará, Cid Gomes, será o novo ministro da EducaçãoValter Campanto/Arquivo Agência Brasil

O novo ministro da Educação é o atual governador do Ceará, Cid Gomes. Ele nasceu em Sobral (CE), em 1963, e ingressou na politica em 1988, aos 25 anos. Ele substitui o atual titular da pasta, Henrique Paim.

Na universidade, presidiu o Centro Acadêmico do curso de engenharia da Universidade Federal do Ceará (UFC), onde se formou engenheiro civil. Em 1990, conquistou o primeiro mandato de deputado estadual, reelegendo-se em 1994.

Foi eleito prefeito de Sobral em 1996 e em 2000. Em 2005, mudou-se para Washington (EUA), onde exerceu a função de consultor do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Em 2006, elegeu-se, em primeiro turno, governador do Ceará e também coordenou a campanha de Luiz Inácio Lula da Silva para o segundo turno da eleição presidencial. Em 2010, foi reconduzido ao cargo de governador.

Cid Gomes é filho de José Santos Ferreira Gomes, que foi prefeito de Sobral, e irmão de Ciro Gomes, ex-prefeito de Fortaleza, ex-governador do Ceará e ex-ministro da Fazenda, em 1994, e da Integração Nacional, em 2003.

Agência Brasil

Compasso de espera - Por: Emerson Monteiro

Por vezes me pego a pensar (aproveitando que ainda não cobram imposto de pensamento) nas coisas da política nacional, nos destinos manipulados pelos responsáveis das ações sociais no campo prático e lembro algumas situações vividas em campanha.

Certa vez, observei um cabo eleitoral oferecendo, a preço módico, 150 votos, cujo pagamento se daria em duas parcelas. Uma, no ato da venda. A outro, após contados, urna a urna, os votos negociados. Segundo informava, ele ficaria com a metade do apurado e o restante caberia aos eleitores.

Que contradição existe num quadro desses em país como o Brasil! Onde os que mais carecem de bons representantes pouco dispõem de chance para uma escolha correta. Tornam-se presas fáceis dos aventureiros inescrupulosos, relação onde se torna impossível, nas avaliações jurídicas, de saber ao certo quem alicia e quem é aliciado. Em que político compra produto fora de comércio e eleitor dependente vende a própria dignidade.

Esse ilícito eleitoral, no entanto, bem caracteriza a vida brasileira, lugar de consciência pública deficitária, que nunca passou de matéria dos sonhos das minorias esclarecidas.

O candidato quase sempre procura os cidadãos visando galgar postos na política sob valores de ética capenga, no vale-tudo predominante. Os eleitores não confiam nos postulantes, porquanto a história indica os piores exemplos. Na abordagem, mesmo sabendo que seu voto pesa na seleção dos eleitos, vem a ânsia de negociar ao melhor preço imediato. Em regra, muito de raro voltará a ver o candidato, pouco lembrado das importâncias de votar certo e qualificar os padrões da sociedade.

Resultado: cada ano resta a impressão de que a democracia nacional exigirá período longo de abstinência, quando, só depois, veremos as mudanças necessárias em nossas instituições, fruto da boa escolha dos representantes.

Enquanto aguardamos esse processo salutar, resistimos ao seguimento que nem pode se chamar de crescimento, por ficar abaixo da multiplicação populacional, melhor denominado de recessão econômica; da desfaçatez dos falsos líderes e seus índices manipulados; de uma mídia amestrada favorável a estado de coisas perverso, gerador de grave crise social sem precedentes, em que novas gerações pouco contam em modos profissionais; de um cortejo de deficiências em saúde, educação, segurança, moradia, estradas, mazelas sociais impostas pela macroestrutura mundial que nos domina.

Anos se sucedem. Eleições acontecem. Pessoas trabalham. Há que se confiar no futuro, eis a lição titular do bom senso. Jamais desacreditar, portanto. Limitações jamais justificariam desânimo. Queiramos, isto sim, manter a firmeza nos bons propósitos e a ordem de tudo prevalecerá, livre das aparências escuras do atual cenário. Merecerão tão só aquele que cumprir os pressupostos da Justiça Superior. Façamos nossa parte, mantendo limpas as mãos e plantemos as leiras do futuro, quando brotarão novas árvores. Mais que antes, eis o tempo da Esperança em todos os corações políticos.


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