xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 01/12/2014 | Blog do Crato
.

VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



Comunidade Cratense no Facebook - Mais de 24.000 seguidores. Clique em Curtir e adicione a sua Foto !

01 dezembro 2014

"Por que você está chorando", questiona filha em seu leito de morte ao pai

Alshammary

Reprodução/Daily Mail
"Papai, por que você está chorando?". Essas foram as última palavras de Ward Alshammary, menina de 5 anos, antes de morrer por conta de uma parada cardíaca. Três dias antes da morte, ela havia sido encaminhada ao hospital e, sem diagnóstico, voltou para casa.
Dois dias após a primeira ida ao hospital, os pais levaram Ward, ainda mal, de novo ao local, e ela teve diagnosticada uma infecção entre os pulmões. Seu estado de saúde piorou rapidamente e os médicos não deram conta de mantê-la viva.
De acordo com o jornal Daily Mail, Ward beijou seu pai na bochecha e fez a pergunta. Poucos segundos depois, teve uma parada cardíaca e morreu. Em entrevista, Badr, pai da menina, afirmou que irá averiguar se a filha morreu por conta de um diagnóstico errado.
"Nós sabemos que nada pode trazer Ward de volta, mas esperamos descobrir exatamente o que aconteceu, para que não ocorra novamente com outras pessoas. Ela dizia que, quando crescesse, queria ser pediatra", afirmou Badr.

br.noticias.yahoo.com

Robô que faz transplante capilar chega ao Brasil no próximo mês

Artas4

Um novo método para a realização de transplante capilar em homens deve chegar ao País no próximo mês e promete um procedimento mais preciso e sem cicatrizes. A novidade é a utilização de um robô, chamado Artas, que faz a remoção dos folículos capilares, grupos com dois a quatro fios de cabelos, sem a necessidade de cortes e com redução de até 20% no tempo do processo, que pode demorar entre seis e nove horas. Normalmente, o procedimento de retirada das unidades foliculares é manual e feito por oito a dez profissionais.
"Com o robô, nós removemos de forma mais rápida e mais precisa, porque ele tem um sistema de imagem que emite um laser guia que mostra para o aparelho a posição do cabelo e já colhe na posição (correta) com um número menor de danos foliculares", explica João Carlos Pereira, dermatologista especializado em Cosmiatria e Cirurgia Dermatológica e integrante da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica. Por hora, o robô remove até 1 mil unidades foliculares e são necessárias 1,5 mil a 2 mil por procedimento.
Pereira será um dos primeiros especialistas brasileiros a oferecer a técnica que utiliza o robô. Vice-presidente sênior da Restoration Robotics, empresa que produz o sistema robótico, Miguel Canales diz que o equipamento foi lançado em 2011 nos Estados Unidos e já é comercializado em 17 países. "O Brasil é o país mais recente e o primeiro da América Latina a adotar o robô."
Segundo Canales, a técnica feita com o Artas pode trazer uma série de vantagens para os pacientes brasileiros. "Com a introdução do Artas no Brasil, homens vão ter uma nova opção de ter um procedimento de transplante capilar menos invasivo, menos doloroso e sem uma cicatriz visível", afirma. O ponto negativo, segundo ele, é o preço, tendo em vista a tecnologia do equipamento. De acordo com a empresa que distribui o produto, a Advance Medical, o custo médio do tratamento é de R$ 30 mil.
Pereira, que já conhece a técnica, diz que o local da retirada dos enxertos capilares fica com furos de 1 milímetro que fecham em 48 horas. "Esse sistema do robô programa a distância entre as mudas que vão ser removidas para que não tire muito perto e não tenha uma falha de cabelos", completa. O dermatologista diz ainda que o robô minimiza o desgaste da equipe médica.
"Ele tem essa revolução porque consegue remover os cabelos por meio de um braço robótico controlado por um controle. É um trabalho cansativo e ele faz sem a fadiga manual e a variabilidade, pois repete o mesmo movimento inúmeras vezes precisamente."
Resultado
Após o procedimento, o paciente pode lavar o cabelo a partir do quinto dia. Entre 15 e 20 dias depois do transplante, todos os fios caem. "A raiz fica. A partir daí, começa a germinar um novo fio, que será definitivo. Os cabelos começam a apontar na pele três meses após o transplante", afirma Pereira.
Canales diz que a total transformação, quando os fios já estão mais longos, ocorre em menos de um ano. "Leva nove meses para o paciente ver o impacto estético completo do procedimento." O tempo é semelhante ao dos procedimentos utilizados atualmente.

Agência Brasil

Com hemodiálise suspensa, Pelé reage bem e tem estado clínico estável

pele

Na noite desta segunda-feira, o Hospital Albert Einstein, em São Paulo-SP, registrou novo boletim médico sobre a saúde de Edson Arantes do Nascimento, o Pelé. De acordo com a instituição, o Rei do Futebol reagiu bem ao tratamento realizado com antibióticos e segue com a hemodiálise suspensa, apresentando estado clínico estável.

Internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), Pelé não apresentou quadro febril durante o período de observação. Assim como domingo, o ídolo santista não precisou realizar hemodiálise. Todavia, na manhã desta terça-feira, os médicos realizarão uma nova avaliação, para verificar se o trabalho específico de suporte renal deve ser retomado.

Segundo o boletim exposto pela organização israelita, as culturas de sangue e urina permanecem negativas. A análise cuidadosa, que durou 48 horas, discorreu como esperado, registrando uma gradativa evolução.Após dar entrada no Hospital Albert Einstein há sete dias, com um quadro de infecção urinária, o multicampeão foi deslocado para a UTI na última quinta-feira, em decorrência de complicações na filtração do sangue, já que não reagiu bem ao tratamento, tendo o único rim sobrecarregado.

Apesar do resultado satisfatório nos exames, o eterno camisa 10 não possui previsão de transferência para o quarto, tampouco de alta médica.

 

Terra

Amazon usa 15 mil robôs para agilizar entregas durante o fim de ano

Tempo de preparação é reduzido de uma hora e meia para 13 minutos. Equipamentos são da Kiva, empresa comprada por US$ 775 milhões.

amazon-kiva-g1

Mais de 15 mil robôs operam dentro de armazéns da Amazon nos EUA para agilizar a entrega de produtos. (Foto: Noah Berger/Reuters)

A Amazon instalou mais de 15 mil robôs em 10 depósitos nos Estados Unidos, uma medida que promete cortar os custos operacionais em um quinto e entregar produtos mais rapidamente na reta final para o Natal.

Os robôs laranjas de 145 quilos, que se movimentam sobre rodas, demonstram como a Amazon adotou a tecnologia desenvolvida pela Kiva Systems, uma companhia de robótica que comprou por US$ 775 milhões em 2012. A Amazon fez uma demonstração para a mídia neste domingo (30) antes da Cyber Monday, o maior dia de compras online do ano.

A Amazon implementou o uso dos robôs durante o verão nos EUA, antes do importante trimestre de compras de fim de ano, quando a companhia normalmente registra cerca de um terço de sua receita anual. Os depósitos estão em cinco estados norte-americanos: Califórnia, Texas, Flórida, Nova Jersey e Washington.

Os robôs Kiva permitem que a Amazon otimize os processos com relação aos produtos e reduza o tempo que a empresa leva para entregar no mesmo dia em diversas regiões, disse o vice-presidente sênior de operações mundiais e serviços para consumidor, Dave Clark.

No armazém da Amazon em Tracy, na Califórnia, os funcionários empilham produtos em prateleiras carregadas por mais de 1.500 robôs Kiva, que usam marcações no chão para navegar e formar um "grande bloco de estoque", disse Clark. Um funcionário faz o pedido por itens específicos e o robô se dirige à sua estação de trabalho particular.

Em alguns casos, os robôs permitem que a Amazon envie pacotes em 13 minutos a partir das estações de seleção. Nos centros mais antigos, a média era de cerca de uma hora e meia.

 

Da Reuters

Mercado aposta em elevação da taxa de juros pelo BC nesta semana

bc3
A pior expectativa aponta um saldo nulo na balança comercial; semana passada, previsão era de superávit (exportações superiores às importações) de US$ 100 milhões
O Boletim Focus manteve nesta segunda-feira (1º) a previsão de que a taxa de juros básica da economia, a Selic, feche o ano em 11,5%, o que indicaria uma elevação de 0,25 ponto percentual nesta quarta-feira (3), quando ocorre a última reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central. Para 2015, a projeção é de fechamento da taxa básica em 12%.

O Boletim Focus é uma pesquisa semanal feita pelo Banco Central com agentes do mercado, com cerca de 80 instituições financeiras.

Quanto ao crescimento da economia, a perspectiva teve leve reduação, ao passar de 0,2% na semana passada para 0,19% hoje.

O mercado manteve a expectativa de fechamento do dólar em R$ 2,55. A projeção da inflação pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo permanece em 6,43% para 2014, e subiu de R$ 6,45 para R$ 6,49 para o fechamento de 2015.

A expectativa para a balança comercial brasileira piorou pela sétima vez. Na penúltima semana de novembro, a estimativa era fechamento com superávit (exportações maiores que importações) de US$ 100 milhões. Na última semana do mês, analistas e investidores alteraram a projeção para saldo zero.

No setor externo, a previsão de déficit em conta corrente, o indicador que mede o desequilíbrio das contas externas, segue em US$ 83 bilhões. A previsão de queda da produção industrial está em 2,26%. A dívida líquida do setor público ficou estimada em 36% do Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas no país, ante 35,85% na semana passada.

Os investimentos estrangeiros diretos estimados deverão permanecer em US$ 60 bilhões. Os preços administrados, regulados pelo governo, deverão ser reajustados em 5,3%.

Por iG São Paulo *

Bovespa fecha em forte queda nesta segunda

bovespa

Tensão por cenário externo e preocupação com economia influenciaram. O Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, caiu 4,47%.
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em forte baixa nesta segunda-feira, 1º dia de dezembro, diante de um cenário adverso para commodities no exterior, após dados negativos sobre a economia da China, somado a preocupações no Brasil com expectativas dos investidores sobre eventuais novas tributações visando reequilibrar as contas públicas.
O Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, caiu 4,47%, aos 52.276 pontos. Veja a cotação.
O anúncio da nova equipe econômica com Joaquim Levy à frente do Ministério da Fazenda agradou ao mercado, em um primeiro momento, ao representar um passo na direção de políticas mais ortodoxas. Mas os desafios à frente para a economia ainda inspiram cautela, e nesta sessão, conforme profissionais do mercado ouvidos pela Reuters, especulações sobre eventuais medidas fiscais, principalmente relacionadas a tributos, trouxeram preocupações sobre o potencial impacto para companhias e investidores e acentuaram as perdas na bolsa. "Há preocupação sobre o que o governo pode vir a tributar e o mercado vai ficar bastante atento a isso", afirmou o gestor de uma administradora de recursos no Rio de Janeiro, que preferiu não ter o nome citado.
Além disso, a Bovespa também foi pressionada pelo cenário externo, em outro dia de queda do petróleo e um índice sugerindo estagnação na indústria chinesa. Os preços do petróleo também começaram a semana com novas perdas, corroborando tom negativo na abertura da Bovespa, com o Brent tocando a mínima em cinco anos, mas a commodity reverteu o movimento buscando um piso, após a Opep decidir na semana passada que não vai cortar a produção.
Ações em queda
Os papéis da Petrobras ajudaram a puxar a queda do mercado. Perto do horário de fechamento, as ações ordinárias da empresa caíam mais de 5% e as e preferenciais, quase 4%. As ações da Vale também tinham queda, de aproximadamente 4%, e contribuíam para a queda da bolsa, após os contratos futuros de minério de ferro na China quebrarem sequência de três altas e recuarem com dados mostrando que a indústria chinesa estagnou em novembro.

Os papéis de Itaú e Bradesco também exerciam pressão negativa no Ibovespa, com queda de cerca de 4% e 5%, respectivamente.
O noticiário corporativo também repercutia no pregão, como o acordo da Oi para negociar venda dos ativos da Portugal Telecom SGPS (PT Portugal) ao grupo europeu de telecomunicações Altice. Além disso, o presidente-executivo da TIM Brasil, Rodrigo Abreu, reafirmou nesta segunda-feira (1) que a companhia não tem necessidade de fazer algum acordo com a rival Oi embora não descarte que a empresa está analisando eventuais oportunidades de mercado. Perto do fim do pregão, a Oi caía quase 6% e a TIM, quase 8%.

A BM&FBovespa divulgou nesta segunda a primeira prévia para a nova carteira do Ibovespa, que será válida de janeiro a abril de 2015, com saída das preferenciais da distribuidora paulista de energia Eletropaulo e entrada dos papéis ordinários da administradora de shopping centers Multiplan.
Dólar
O dólar fechou em queda nesta segunda-feira (1), após o Banco Central anunciar o início da rolagem dos swaps cambiais (contratos) que vencem em 2 de janeiro e sinalizar que rolaria praticamente todo o lote, como nos três últimos meses. A moeda norte-americada fechou em baixa de 0,51%, a R$ 2,5586.

 

Do G1, em São Paulo

Justiça estica prazo para PF concluir inquéritos sobre a “lava jato”

pf

A Justiça Federal no Paraná concedeu mais 15 dias para que a Polícia Federal conclua inquéritos abertos na chamada operação “lava jato”, que investiga suposto esquema de pagamento de propina, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. A PF disse que precisava de mais tempo para avaliar documentos colhidos durante a sétima fase da operação, que prendeu dirigentes de construtoras no dia 14 de novembro.

Apesar de atender ao pedido, o juiz Sergio Fernando Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, afirmou que seria “desejável” não ocorrer mais prorrogações. “Alerto que não haverá nova prorrogação, e é desejável que não seja utilizado todo o prazo”, escreveu em despacho publicado nesta segunda-feira (1º/12).

Com a medida, os inquéritos que expirariam no último sábado (29/11) terão até o dia 13 deste mês para ser concluídos. Foram prorrogados, até o momento, os inquéritos que investigam a participação das empreiteiras Mendes Júnior, Engevix, OAS e Galvão Engenharia e do Consórcio CNCC-Camargo Corrêa em supostos pagamento de propinas em contratos com a Petrobras.

O caso "lava jato" começou em março com uma operação da Polícia Federal que investigou suposto esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas que seria comandado pelo doleiro Alberto Youssef com empresas de fachada. A investigação apontou relação entre ele e Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras.

Em acordo de delação premiada, Costa afirmou que partidos dividiam propina em contratos da Petrobras pagas por construtoras, o que levou a um novo capítulo da operação. Com informações da Agência Brasil.

conjur.com.br

Vida mais longa

idosos2

Tábua Completa de Mortalidade 2013 divulgada pelo IBGE mostra que expectativa de vida chegou a 74,9 anos

 

TALITHA NERY DA EDITORIA DE CIDADES

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou ontem a lista com os novos dados da expectativa de vida de 2013. A estimativa que era de 74,6 anos em 2012, subiu para 74,9 no ano passado. No ano de 1980 as crianças nasciam com uma expectativa de 62,5 anos, o aumento nas últimas décadas foi de 12,4. O documento também apresentou os números referentes a cada capital brasileira.

O IBGE calculou os dados de pessoas de ambos os sexos com idades de 0 a 80 anos. Os números apresentados pela Tábua Completa de Mortalidade do Brasil servem para que o Ministério da Previdência Social tenha parâmetros para calcular as aposentadorias.

Nos últimos 33 anos os maiores ganhos foram com relação à redução da mortalidade infantil e na diminuição de mortes de idosos com mais de 70 anos. No ano de 1980 o número relacionado à taxa de mortalidade infantil era de 69,1, o último registro mostrou que hoje este número caiu para 15.

Brasil

O aumento de 12,4 na expectativa de vida do brasileiro nos últimos 33 anos é um reflexo direto das condições sociais oferecidas. A redução na taxa de mortalidade infantil pode ser consequência das melhorias na qualidade dos serviços de acompanhamento de gestantes e programas que auxiliam no sustento e saúde do recém-nascido.

Com relação aos dados referentes à redução da taxa de mortalidade de pessoas com 70 anos, que caiu de 47,5 por mil para 25,2 por mil, pode-se dizer que os avanços na medicina do idoso e políticas públicas voltadas para pessoas desta faixa de idade foram importantes para a mudança no cenário.

O documento apresentado ontem mostrou que o número de crianças que morrem antes de completar cinco anos de idade era de 84 por mil em 1980. Em 2013 este número caiu para 17,4, ou seja, uma redução de 66,6 nos últimos anos. A Paraíba era a capital que tinha o maior número de mortes nesta faixa etária. O número era de 155 e hoje caiu para 28,5.

Santa Catarina é a capital que apresenta os melhores resultados na Tábua Completa de Mortalidade. A expectativa de vida na região que em 1980 era de 66,6 subiu para 78,1 e é a maior de todo o País. Os números figuram os primeiros lugares da tabela quando separados por sexo. A estimativa é que os homens cheguem a 74,7 e as mulheres a 81,4.

A capital ocupa o último lugar na tabela quando o assunto é mortalidade infantil. Enquanto no Maranhão o número é de 24,7 por mil, em Santa Catarina é de 10,1 por mil. No ano de 1960 os números registrados na região federativa do Sul do País eram de 46,1, ou seja, houve uma redução de 36.

Os números referentes a probabilidade de uma criança não chegar aos cinco anos de idade também colocam Santa Catarina na última colocação. Enquanto no Maranhão os números são de 28,2 por mil, na capital sulista é de 11,8 por mil. Uma diferença de 16,4 se compararmos as duas.

Os números gerais do País mostram que a probabilidade de um jovem de 15 anos não chegar aos 25 anos tiveram uma redução de apenas 4,2. O número em 1980 era de 17,7 e em 2013 a redução registrada foi de 13,6. O Sergipe que em 1980 aparecia com um número de 18,2 apresentou um aumento e foi para o primeiro lugar da tabela em 2013 com um número de 24,2. Um número 11,3 maior do que o último colocado, Paraná, que tem 7,6.

Goiás

Em Goiás, a expectativa de vida para quem nasce é de 73,7. A Capital ocupa nesta última divulgação da Tábua o 11º lugar dos dados gerais de expectativa de vida para os brasileiros. A Capital aparece atrás de Santa Catarina (78,1), Distrito Federal (77,3), São Paulo (77,2), Espírito Santo (77,1), Rio Grande do Sul (76,9), Minas Gerais (76,4), Paraná (76,2), Rio de Janeiro (75,2), Rio Grande do Norte (75,0) e Mato Grosso do Sul (74,7). Em 1960 a expectativa geral da região era de 62,3, o aumento registrado foi de 11,4.

Com relação à expectativa de vida para homens e mulheres os números são, respectivamente, 70,6 e 77,0. Nos registros de 1960 estes números eram de 60,0 para pessoas do sexo masculino e 64,9 para mulheres. O aumento dos dados referentes aos homens foi de 10,6, enquanto para as mulheres foi de 12,1.

A Capital ocupa nesta última tabela do IBGE a 17ª colocação quando o assunto é taxa de mortalidade infantil. Goiás registrou uma redução de 31,1 em comparação a 1980. Em 2013 a taxa de mortalidade foi para 16,2, enquanto em 80 era de 47,3. O número da unidade federativa é 6,1 maior que o de Santa Catarina, capital com menor número.

Uma das maiores reduções registradas em Goiás é com relação à probabilidade de uma criança não completar cinco anos de idade. Em 1980, a Capital ocupava a 22ª colocação com um número de 60,2 por mil e em 2013 aparece na 16ª posição com um número de 18,8 por mil, ou seja, uma diminuição de 41,1.

Mulheres

A expectativa de vida para as mulheres no Brasil é maior do que a de homens. Enquanto em 1980 a idade média era de 65,7 por mil, em 2013 este número subiu para 78,3 por mil. Um aumento considerável de 12,9. Santa Catarina foi a capital que registrou o maior número para as mulheres, o dado é acima da média nacional e chega a 81,4 por mil.

A taxa de mortalidade infantil para pessoas do sexo feminino também registrou uma grande redução comparando 1980 com 2013. No primeiro o número era de 61,7 por mil, nos dados divulgados ontem pelo IBGE este número agora é de 13,7 por mil. Uma redução de 48.

Com relação à probabilidade de uma criança não atingir os cinco anos de idade, a redução registrada para pessoas do sexo feminino foi de 61,1. Em 1980 este número era de 76,9 por mil e em 2013 a média foi de 15,8 por mil. Os registros feitos com relação às mulheres são, em números, melhores do que os dos homens.

Homens

Enquanto a expectativa de vida para mulheres atinge 78,6, a dos homens é de 71,3. Em 1980 este número para os homens era de 59,6. Um acréscimo na idade de 11,7. Apesar da diferença entre as expectativas em 2013, a diferença entre os acréscimos de ambos os sexos é de apenas 1,2.

Santa Catarina também é a região que apresenta a maior expectativa de vida para homens. O registro no ano de 2013 foi de 74,7, enquanto em 1980 a capital ocupava o 2º lugar da tabela com uma expectativa de 63,8. Naquele ano o primeiro lugar da tabela era ocupado pelo Rio Grande do Sul, tanto nos sexos feminino quanto no masculino.

Com relação à probabilidade de uma criança não atingir os cinco anos de idade, os números referentes aos homens é de 18,9 por mil, um número 71,9 menor que o registrado em 1980, que era de 90,8.

Os dados com menores reduções foram referentes a probabilidade de um jovem de 15 não atingir os 25 anos. Em 1980 este número era de 23,3 por mil, em 2013 foi de 21,5. A redução para o sexo masculino foi de 1,8, enquanto para as mulheres chegou a 7,0. Esta pequena queda pode estar relacionada com o fato de homens nesta faixa etária se envolverem mais em acidentes de trânsito e violências em geral.

 

DIÁRIO DA MANHÃ

Brasil tem déficit comercial recorde em novembro e deve fechar ano com saldo negativo

 

dolares

BRASÍLIA (Reuters) - A balança comercial registrou déficit de 2,35 bilhões de dólares no mês passado, no pior resultado para meses de novembro, por conta da forte queda nas exportações, e deve fechar o ano com o primeiro saldo negativo desde 2000, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira pelo governo.

De janeiro a novembro, a balança comercial acumula déficit de 4,22 bilhões de dólares, no pior resultado para o período desde 1998.

"Tudo indica que teremos déficit no encerramento do ano", disse o diretor do Departamento de Estatísticas do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Roberto Dantas, a jornalistas nesta segunda-feira.

Apesar de negativo, o resultado de novembro veio um pouco melhor que o esperado por especialistas consultados pela Reuters, que projetavam pela mediana déficit de 2,7 bilhões de dólares. Em outubro, a balança comercial teve déficit de 1,177 bilhão de dólares.

A última vez que a balança registrou déficit nos dados consolidados anuais foi em 2000, quando o saldo ficou negativo de 732 milhões de dólares.

O déficit registrado em novembro é o maior para o mês da série histórica iniciada com Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex), em 1994. Mas, segundo Dantas, mesmo antes de 1994 a balança não registrava déficit tão grande em novembro.

As exportações em novembro somaram 15,6 bilhões de dólares, recuo de 25 por cento pela média diária em relação a novembro de 2013, com queda nas vendas de produtos básicos (-25 por cento), manufaturados(-31,7 por cento) e semimanufaturados (-6,2 por cento).

Entre itens básicos as quedas mais relevantes foram nas exportações de minério de ferro (-47,5 por cento), petróleo em bruto (-12,6 por cento), farelo de soja (-34,3 por cento) e soja em grão (-76,6 por cento). Entre os manufaturados, destacam-se as retrações em veículos de carga (-46,8 por cento) e automóveis de passageiros (-39,8 por cento). Entre os semimanufaturados, alguns dos maiores recuos foram de ferro fundido (-41 por cento) e açúcar em bruto (-11,9 por cento).

As importações em novembro somaram 18 bilhões de dólares, queda de 5,9 por cento ante novembro de 2013, pela média diária, com recuo nas compras de bens de consumo (-9,3 por cento), matéria-primas e intermediários (8,3 por cento) e bens de capital (8,1 por cento).

Um dos fatores que influenciaram na queda das importações foi a menor demanda por produtos importados para o período de Festas Natalinas, devido à alta do dólar frente ao real. De acordo com o Mdic, em novembro, recuaram as compras no exterior de brinquedos (-28 por cento), produtos de perfumaria (-32 por cento), calçados (-12 por cento) e bens de informática (-8 por cento).

"O dólar mais forte tem afetado a importação de produtos típicos de fim de ano", disse o diretor.

COMMODITIES E ARGENTINA PESAM

No ano, as exportações somam em 207,6 bilhões de dólares, 5,7 por cento a menos em relação a igual período do ano anterior pela média diária das operações, enquanto as importações totalizam 211,8 bilhões de dólares, em queda de 3,9 por cento na mesma comparação.

A redução dos preços das commodities em relação ao ano passado influenciaram negativamente o resultado, com recuo de 21 por cento da cotação do minério de ferro, de 21,3 por cento do milho e de 4,4 por cento da soja. Além disso, a crise econômico-financeira da Argentina também influenciou negativamente a balança, com recuo de 27 por cento nos embarques para o país vizinho, grande comprador de produtos manufaturados brasileiros.

As exportações brasileiras de automóveis recuaram 40 por cento até novembro no ano.

O déficit da conta petróleo recuou para 15 bilhões de dólares até novembro, ante saldo negativo de 19,5 bilhões de dólares no mesmo período de 2013, mas ainda assim permanece como fator de pressão sobre os resultado da balança, disse o ministério.

Com esse desempenho, a balança se tornou um dos principais fatores de deterioração das contas externas do país, que de janeiro a outubro registrou déficit em transações correntes de 70,697 bilhões de dólares.

COP 20 começa com missão de criar rascunho básico de acordo climático


pulgarAcordo obrigará países a cortar emissões de gases a partir de 2020. Embate entre países mais e menos desenvolvidos é um dos entraves.

Manuel Pulgar-Vidal, ministro do meio ambiente do Peru e presidente da COP 20 fala na abertura da conferência, nesta segunda (Foto: UNFCCC/Reprodução)

Começou na manhã desta segunda-feira (1º) em Lima, no Peru, a COP 20, Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. Os diplomatas e cientistas reunidos no evento até o dia 12 de dezembro têm a missão de chegar ao “rascunho zero” de um acordo multilateral que obriga as nações a cortar emissões de gases-estufa a partir de 2020.

O ministro do Meio Ambiente do Peru, Manuel Pulgar Vidal, presidente da COP, lembrou aos participantes que “nunca antes se viu tantos efeitos da mudança climática como agora” e que, por isso, “o mundo não espera que falhamos” na busca de um novo tratado.

A secretária-executiva da Convenção-Quadro da ONU sobre mudanças climáticas, Christiana Figueres, deixou claro aos presentes os principais objetivos da conferência do Peru. "Devemos colocar na mesa um rascunho de um novo acordo global e especificar as metas nacionais; discutir a questão da adaptação dos países, porque é igualmente urgente; e modelar a capacidade de financiamento, para ajudar os países mais vulneráveis”.

Segundo ela, o êxito na COP 20 vai criar bases para se chegar à neutralidade climática, “única maneira de conseguirmos um desenvolvimento sustentável para todos”, complementou. “O ano de 2014 ameaça ser o mais quente da história humana. E as emissões seguem subindo. Que busquemos a inspiração nas linhas de Nazca (escritos antigos feitos pelos Incas, um dos cartões-postais peruanos) e busquemos determinação para enfrentar a mudança do clima”, finalizou.

Rajendra Pachauri, presidente do Painel Intergovernamental da ONU sobre Mudança do Clima, o IPCC, apresentou a síntese do quinto Relatório de Avaliação feito por duas centenas de especialistas com os dados das emissões, os impactos causados por elas e as previsões para o planeta se nada for feito para reduzir o lançamento de gases-estufa. "“Quanto mais demorarmos para fazer algo, mais caro vai sair para frearmos a temperatura em 2ºC”, disse.

O documento do IPCC ajuda a nortear as negociações, que se encaminham ao longo desta semana entre diplomatas e a partir da próxima semana, no chamado Segmento de Alto Nível, continua com os ministros do Meio Ambiente de cada país.
Há esperança para o clima?
Em meio a velhos embates, como a briga de responsabilidades das emissões entre países desenvolvidos e em desenvolvimento, as negociações deste ano podem ter avanços significativos, principalmente depois que grandes potências indicaram que terão um autocontrole no lançamento de poluentes.

Em novembro, os Estados Unidos divulgaram que querem reduzir entre 26% e 28% suas emissões até 2025. Já a China não apresentou números, mas se compromeu a cortar o total de gases-estufa emitido até 2030. Em outubro, a União Europeia anunciou que vai diminuir em 40% suas emissões até 2030e 32 países ricos destinaram mais de US$ 9 bilhões para o Fundo Verde do Clima.

“O acordo entre as duas potências, EUA e China, sinalizou que esses países estão levando o processo a sério. É melhor que obusiness as usual [jargão utilizado que significa situação sem mudanças]”, disse Mark Lutes, especialista em mudanças climáticas do WWF-Brasil.

Mas o que está em jogo?
Os representantes de mais de 190 governos que integram Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC, na sigla em inglês) articulam por um documento que vai obrigar por força de lei seus signatários a tomar medidas para frear a elevação da temperatura global. O texto tem que ser aprovado e assinado até o final de 2015, durante a COP 21, em Paris, e seu conteúdo passará a vigorar a partir de 2020.

Sua criação foi definida na COP 17, na África do Sul, em 2011, e terá o objetivo de substituir o Protocolo de Kyoto, criado em 1997 para obrigar nações desenvolvidas a reduzir suas emissões em 5,2%, entre 2008 e 2012, em relação aos níveis de 1990. Kyoto é considerado ineficaz para conter as mudanças climáticas por não compreender um dos maiores emissores históricos de gases, os Estados Unidos (que não confirmaram sua participação no acordo), e não abrigar potências emergentes, como China, Índia e Brasil.

O que está em jogo agora não é apenas estabelecer quanto deve ser cortado de emissões de cada país, mas definir assuntos que viabilizam o funcionamento do futuro protocolo. São pontos ligados à adaptação dos países à nova realidade climática, definição de metodologias para criar defesas e resistir aos fenômenos extremos, além da questão dos meios de implementação, tema considerado espinhoso porque envolve investimento financeiro.

É dentro deste último tema que se debate de onde virá a verba e quanto será destinado aos países pobres no enfrentamento da mudança do clima, além de mecanismos ligados à transferência de tecnologia, capacitação técnica e cooperação entre governos.

"É preciso saber como a ONU vai assegurar que esse processo terá a ambição necessária para frear o aquecimento e fechar a conta do clima", disse Carlos Rittl, secretário-executivo do Observatório do Clima, rede que engloba diversas organização da sociedade civil.

De acordo com o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, o IPCC, é necessário cortar de 40% a 70% as emissões em relação ao nível de 1990 para que, até 2050, termos chance de conter a elevação da temperatura em 2ºC. A temperatura média da Terra já subiu 0,85ºC com relação à era pré-industrial.
Extremos climáticos atuais

Os debates em Lima acontecem em meio à possível confirmação de que 2014 pode ser o ano mais quente já registrado desde 1880 e à ocorrência de fenômenos extremos do clima em diversas partes do mundo.
O Brasil, por exemplo, enfrenta a pior seca em 80 anos que impacta severamente o Sudeste, principalmente o estado de São Paulo, que articula maneiras de se evitar um “apagão” hídrico na área mais populosa do país. No entanto, prejuízos já são registrados, como na agricultura paulista, que pode ter as maiores perdas em 50 anos, de acordo com o governo.
Por causa desses efeitos já sentidos, mesmo que ainda não tenha sido comprovada cientificamente a ligação desses eventos climáticas com as alterações com a elevação da temperatura do planeta, que causaria as mudanças do clima, o negociador-chefe do Brasil na COP 20, embaixador José Antonio Marcondes de Carvalho, disse ser “absolutamente fundamental” conseguir o esboço inicial do acordo para que as negociações sejam concluídas a tempo de dezembro de 2015.

"O nosso objetivo é que se avance na definição desses elementos do acordo e nós tenhamos as condições de ter um rascunho já para o início do ano que vem”, disse ele, em entrevista concedida nesta semana, no Itamaraty.

Proposta do Brasil
O governo brasileiro chega à COP 20 defendendo a posição de que os países desenvolvidos devem permanecer com as maiores responsabilidades nos cortes de emissões em relação às nações em desenvolvimento – mantendo o princípio das Responsabilidades Comuns, porém diferenciadas.

No entanto, pede que nações vulneráveis, como os Estados-ilha, não sejam forçados a empreender ações, já que eles têm poucos recursos e sua mitigação não teria impactos significativos.
Além disso, a diplomacia brasileira conseguiu submeter à UNFCCC a proposta de precificação de ações antecipadas, conhecida como “moeda do clima”. O objetivo do mecanismo é obter créditos por tudo que foi feito antes de 2020 para reduzir as emissões de gases. Na prática, se a ação for reconhecida, o Brasil poderia adiar a implementação de medidas dentro do novo acordo que entraria em vigor por já ter agido no enfrentamento da mudança climática. “Isso é algo muito justo. Mas é uma proposta que precisa de muita maturação”, afirma Rittl.

Eduardo CarvalhoDo G1, em Lima

Em mandato de Vázquez, Lei da Maconha segue ativa no Uruguai

 

 

Candidato eleito imediatamente pediu à oposição para se juntar a ele em um "grande encontro nacional", para lidar com as principais questões de segurança pública, saúde e educação no país

vazquez

Vázquez será um presidente "da continuidade" e não "da mudança"

Foto: AP

O candidato Tabaré Vázquez, venceu as eleições presidenciais no Uruguai, neste domingo, retornando ao poder depois de quatro anos longe do cargo. Com isso, pautas como a união homoafetiva e a comercialização das drogas continuam sendo discutidas no país. As informações são do The Huffington Post.

Segundo a publicação, o rival de Vázquez nessas eleições, o candidato de centro-direita Luis Lacalle Pou, tinha prometido rever e derrubar "muitos artigos" da Lei da Maconha, que planejava a estatização da droga.

Eleito, Vázquez imediatamente pediu à oposição para se juntar a ele em um "grande encontro nacional", para lidar com as principais questões de segurança pública, saúde e educação no país.

Dessa vez, ao contrário do que aconteceu no primeiro mandato de Vázquez - entre 2005 e 2010 -, o candidato será um presidente "da continuidade" e não "da mudança". Portanto, os principais projetos de Mujica devem seguir sendo aplicados.

Pela lei em vigor no Uruguai, Mujica foi proibido de concorrer a um segundo mandato.

 

Terra

Líder de protestos em Hong Kong inicia greve de fome

 

China proíbe entrada de comitiva de deputados britânicos em ex-colônia

hongkongfome

Protestantes pró-democracia dormem em rodovia de Hong Kong  - Philippe Lopez/AFP

Joshua Wong, um dos líderes estudantis do movimento pró-democracia de Hong Kong, e duas outras colegas anunciaram nesta segunda-feira que estão iniciando uma greve de fome. "Nestes tempos difíceis, há um dever. Hoje nós estamos prontos a pagar o preço, estamos prontos para assumir a responsabilidade", escreveram os estudantes no Facebook, depois de anunciar a greve de fome aos manifestantes reunidos no distrito de Admiralty, palco dos protestos e ocupações.

Wong e duas jovens do movimento, Lo Yin-wai e Wong Tsz-yuet, disseram que pretendem pressionar o governo de Hong Kong a atender suas demandas para a realização de eleições livres em 2017 no território sob o domínio chinês. O trio também convidou as autoridades de Hong Kong a reabrir as negociações com os estudantes. Cerca de 40 pessoas foram detidas na madrugada desta segunda-feira durante os confrontos entre policiais e manifestantes. Os estudantes tentaram cercar prédios governamentais em uma nova tática de protesto.

Barrados – O governo chinês anunciou que não vai permitir a entrada de uma comitiva de parlamentares britânicos que pretendem realizar uma investigação das relações com sua ex-colônia e o estado da democracia na cidade. "Somos um comitê de membros eleitos do Parlamento de uma nação democrática que deseja avaliar o trabalho diplomático britânico em Hong Kong. O governo chinês está agindo de forma abertamente conflituosa ao recusar o nosso acesso para fazer o nosso trabalho", disse o presidente da comissão de Assuntos Externos, Richard Ottaway, em comunicado.

O primeiro-ministro David Cameron classificou a decisão do governo da China como "um erro". "A medida serve apenas para amplificar as preocupações sobre a situação em Hong Kong, em vez de diminuí-las", disse seu porta-voz.

(Com agência Reuters)

Dilma apela a aliados para aprovação de mudança na meta fiscal na terça-feira

dilmareuters

BRASÍLIA (Reuters) - Após o revés da semana passada, a presidente Dilma Rousseff fez um forte apelo a líderes de partidos aliados nesta segunda-feira para que o projeto que altera o cálculo da meta de superávit primário de 2014 seja aprovado no Congresso Nacional.

O Palácio do Planalto fará uma nova rodada de mobilização junto a governadores para garantir quórum na sessão do Congresso marcada para terça-feira que analisará o projeto que, na prática, desobriga o governo a perseguir uma meta fiscal neste ano.

"Ela (Dilma) fez um grande apelo político pela aprovação da matéria", disse à Reuters o líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), após uma reunião no Palácio do Planalto.

O projeto permite abater do cálculo do superávit primário, que é a economia feita para pagamento de juros da dívida, a totalidade das desonerações tributárias feitas pelo governo e dos investimentos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

O governo conseguiu mobilizar os aliados para votar os 38 vetos presidenciais que trancavam a pauta do Congresso na terça-feira passada, mas os aliados não compareceram em número suficiente na sessão marcada para quarta-feira para analisar o projeto.

O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PT-PE), disse à Reuters que além do apelo da presidente, o governo tentará mobilizar governadores, governadores eleitos e presidentes de partidos aliados para garantir a aprovação da matéria.

"Ela pediu que fosse votado na sessão de amanhã (terça-feira)", disse ele.

A sessão do Congresso está marcada para as 18h, e o governo já trabalha com o cenário de uma votação longa, já que a oposição promete usar manobras de obstrução.

A oposição, inclusive, já recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar as votações anteriores do projeto na Comissão Mista de Orçamento (CMO) e a sessão do Congresso que analisou os vetos presidenciais.

"Quando se fala a importância que se tem a execução orçamentária nesse último mês do ano para a economia brasileira e para Estados e municípios, evidentemente que todos ficam mais conscientes de que não só é importante comparecer, mas permanecer em plenário para que todos possam votar o mais rápido possível e vencer a eventual e previsível obstrução da oposição", disse o ministro das Relações Institucionais, Ricardo Berzoini, a jornalistas.

Segundo dois líderes governistas, que falaram à Reuters sob condição de anonimato, Dilma comentou na reunião desta segunda-feira que o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), pediu a liberação de recursos para obras de infraestrutura para resolver o problema da escassez hídrica em São Paulo.

Esses aliados disseram que a presidente afirmou que Alckmin precisava de uma liberação de recursos até quinta-feira. Dilma teria dito ao governador que só poderia colaborar caso o projeto que amplia o abatimento do superávit fosse aprovado.

O posicionamento de Dilma sugere que os aliados terão mais argumentos para pressionar parlamentares da oposição a fazer uma obstrução mais branda.

Além de Dilma e Berzoini, participaram da reunião o vice-presidente, Michel Temer, e o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante.

(Reportagem de Jeferson Ribeiro)

Peritos não conseguem identificar causa da morte de João Goulart

gulart

Peritos não encontraram nenhum vestígio de veneno ou remédio tóxico. Mas a hipótese de envenenamento ainda não foi totalmente descartada.

A equipe de peritos que investigou a suspeita de que o ex-presidente João Goulart tenha sido envenenado não conseguiu chegar a uma conclusão. Jango morreu em 1976.

O laudo com o resultado da perícia foi entregue ao filho de João Goulart, João Vicente.

João Goulart presidiu o país de 1961 a 1964. Foi deposto pelos militares com apoio de setores da sociedade que temiam que ele desse um golpe de esquerda, coisa que seus partidários negam até hoje. O ambiente político se radicalizou, porque Jango prometia fazer as chamadas reformas de base, na lei ou na marra. Com ajuda de sindicatos e de membros das forças armadas.

Os militares prometiam entregar logo o poder aos civis. Mas, o país viveu uma ditadura que durou 21 anos, terminando em 1985.

Jango, como era conhecido, morreu em 1976, quando estava no exílio, na Argentina, supostamente de um ataque cardíaco. A família pediu ao governo que investigasse o caso, porque suspeita que ele tenha sido envenenado por agentes da Operação Condor, uma ação de repressão a opositores de ditaduras, na América Latina.

Os restos mortais do ex-presidente foram exumados no ano passado, no Cemitério de São Borja, no Rio Grande do Sul.

As amostras coletadas - ossos, dentes, tecidos - foram analisadas por peritos de seis países: Brasil, Portugal, Espanha, Argentina, Uruguai e Cuba. Foi uma análise detalhada. Mas o tempo dificultou o trabalho dos peritos.

E 37 anos depois da morte de Jango, os peritos não encontraram nenhum vestígio de veneno ou remédio tóxico. Mas a hipótese de envenenamento ainda não foi totalmente descartada.

“Não é possível negar que a morte tenha decorrido de um envenenamento. Tendo em vista as mudanças químicas e físicas que o corpo inumado sofre ao longo de 37 anos, influenciado pelas condições e ambiente onde ele esteja”, afirma Jefferson Evangelista, perito.

Os peritos também não descartam a possibilidade de morte por infarto, já que o ex-presidente era cardíaco. Por isso, o laudo é inconclusivo. Mas a família ainda tem esperanças de esclarecer a morte, com base em uma outra investigação, conduzida pelo Ministério Público Federal.

“O que existe são vários indícios e não são indícios vagos, são depoimentos à Polícia Federal, são liberações de documentos do departamento de Estado, são fotografias de agentes monitorando o meu pai dentro de um aniversário no exílio, os indícios são os mais variados”, diz João Vicente Goulart, filho de Jango.

G1

Ministro defende simplificação de impostos para destravar investimentos e exportações e redução de custo para indústria

 

Em entrevista coletiva após ser confirmado como novo titular do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comercio Exterior (MDIC), Armando Monteiro disse que o objetivo central do governo será promover a competitividade das empresas brasileiras no cenário internacional.

moroniAgência Brasil

Armando Monteiro discursa após ser anunciado ministro do Desenvolvimento, nesta segunda-feira

De acordo com Monteiro, para isso, o governo terá de adotar medidas que reduzam o “custo sistêmico e elevem a produtividade” das empresas nacionais. "Nosso país ainda apresenta elevados custos, com sistema tributário complexo, que onera investimentos e exportações", disse o ministro.

“O desafio central é promover a competitividade. O que significa reduzir custos sistêmicos e elevar a produtividade. A agenda da competitividade envolve várias áreas dentro do governo e demanda intensa articulação e coordenação. É papel primordial do Ministério do Desenvolvimento realizar essa tarefa. E colocar o tema da competitividade no centro da agenda política do País", acrescentou.

Monteiro, que já presidiu a Confederação Nacional da Indústria (CNI), ponderou que mesmo com as “turbulências”, a atividade industrial no Brasil foi capaz de manter baixa a taxa de desemprego.

Senador Armando Monteiro já presidiu a Confederação Nacional das Indústrias

O novo ministro também se mostrou disposto a atuar “em consonância” com a nova equipe econômica, anunciada na semana passada, e que indicou uma política para reequilibrar as contas do governo e de incentivar o investimento privado.

"O reequilíbrio macroeconômico é condição fundamental para fortalecimento da confiança e da retomada de um crescimento mais vigoroso", disse o novo ministro.

Monteiro também se mostrou disposto a fortalecer acordos comerciais no âmbito do Mercosul, com a União Europeia e outros países sul-americanos. "Precisamos envidar esforços para concluir o acordo, que está avançado. Podemos promover um acordo com os países da América do Sul que integram a aliança do pacífico, como o Chile e Colômbia. Isso oferece perspectivas ao País."

 

Agência Brasil

Mãe Rainha Três Vezes Admirável: Diocese de Crato celebra centenário do Movimento Apostólico de Schoenstatt – por Patrícia Silva


Dom Fernando coroando a imagem diocesana da Mãe Rainha e Vencedora três vezes admirável de Schoenstatt. (Foto: Patrícia Silva)
O Movimento de Schoenstatt, um dos mais antigos da igreja católica, celebrou seu primeiro centenário este ano (1914-2014). Na Diocese de Crato ele está presente há 25 anos e hoje, 30, mais de três mil pessoas se reuniram no Ginásio Poliesportivo, em Juazeiro do Norte- CE, para celebrar este momento especial com uma programação que contou com momentos importantes como a renovação da aliança de amor a Mãe, Rainha e vencedora três vezes admirável, meditação do terço das rosas e a celebração da Santa Missa presidida por Dom Fernando Panico e concelebrada pelo diretor regional do Nordeste e Reitor do Santuário, Pe. Pedro Cabello, o diretor espiritual diocesano, Pe. José Ricardo de Barros Sales, e vários padres da diocese.
O evento lotou o Ginásio Poliesportivo em Juaziero do Norte
A nível mundial a celebração do centenário aconteceu dia 18 de outubro, porém para uma melhor organização devido o centenário da diocese ter ocorrido no mesmo mês (20 de outubro), a coordenação diocesana adiou a comemoração para o mês de novembro. Para o diretor espiritual diocesano a resposta dos fieis ao convite para participar desta comemoração é uma demonstração de fidelidade à intercessão de Maria. “Este é um movimento que está presente em todas as paróquias da diocese e nos ajuda na evangelização, catequese e promoção da família. Sinto-me agradecido a Deus e a Dom Fernando por ter me confiado à direção espiritual deste movimento e agora celebramos os cem anos nos projetando para o futuro, fazendo com que eles cresça sempre mais em nossa diocese”, disse.
Em todos os meses aproximadamente cento e vinte mil famílias recebem a visita da Mãe Peregrina na Diocese de Crato, fato que para o bispo diocesano é uma graça que Deus oferece a igreja. “É a Mãe que vai ao encontro de seus filhos, para ensiná-los lá onde eles vivem. É Maria que entra em nossos lares, em nossas casas trazendo as bênçãos do seu filho, Jesus. Ela como mãe solicita compreende as nossas dificuldades, os nossos problemas. Maria peregrina que representa a igreja que caminha. O movimento da Mãe peregrina é uma bênção para nossa igreja”, falou.
Segundo a aposentada Maria de Lourdes Vieira, conhecida como Lurdinha da Mãe Rainha, que recebe a Mãe Peregrina há 25 anos, a visita da Mãe Rainha é um grande meio de evangelização, propiciando paz nas famílias, ensinando o povo a rezar e amar uns aos outros.
Com a liturgia deste dia a igreja iniciou mais um ano litúrgico com o tempo do Advento e ao final da celebração foi realizada a coroação da imagem diocesana da Mãe Rainha.
O Movimento
O Movimento de Schoenstatt foi fundado pelo Pe. Kentenich. Seu nome teve origem no lugar onde teve inicio, em Schoenstatt, um bairro do povoado de Vallendar, na Alemanha, em uma modesta capela consagrada a Virgem Maria, o “Santuário Original”, que interpreta através de sua fundação como uma aliança de amor, segundo o modelo bíblico da aliança de Deus com os homens.
“Para mim é muito emocionante ver esta quantidade de pessoas em um dia de domingo, deixando suas comunidades para estar aqui. Sentimos que temos material humano para construir o movimento aqui também. Temos um trabalho muito lindo com as famílias e o Santo Padre, o Papa Francisco, vem pedido o cuidado pelas famílias que vem sendo a instituição mais agredida neste momento. ‘Acompanhe as famílias, não as abandone’ pediu o Santo Papa para nós. Nossa contribuição para atender ao apelo do Papa Francisco inicia levando a pessoa a uma devoção mariana e justamente Maria que entende de família e leva as pessoas a formarem novas famílias. Ela contribui para a santidade da vida familiar e leva todos a Jesus” falou o diretor regional do Nordeste.

Edições Anteriores:

Abril ( 2017 ):

01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30