xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 14/11/2014 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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14 novembro 2014

Mais uma vez a revista “Veja’ tinha razão: Renato Duque, o fiel soldado do PT nas propinas feitas da Petrobras

Fonte: “Veja”, por Ana Clara Costa e Gabriel Castro
Depoimento de Paulo Roberto Costa aponta o engenheiro como principal operador do esquema de repasse de propina de empreiteiras ao partido
O ex-diretor de serviço da Petrobras, Renato Duque, chega a sede da Polícia Federal no Rio - 14/11/2014 (Márcia Foletto/Agência o Globo)
Há uma premissa de ouro na cartilha de como crescer na Petrobras: encontrar um padrinho político. Por mais capacitados que sejam os técnicos, dificilmente conseguem galgar degraus além do terceiro escalão da estatal se não tiverem respaldo de uma legenda — ou de algum nome poderoso no Congresso. Para alcançar tal façanha, engenheiros de carreira negociam o que for preciso (inclusive a alma) para conseguir um bom padrinho. Apontado por delatores do petrolão como interlocutor do PT na Petrobras, Renato Duque, que por quase dez anos ocupou a diretoria de Serviços da Petrobras, não fugiu à regra. Preso nesta sexta-feira, quando foi deflagrada a sétima fase da Operação Lava Jato, o executivo entrou na empresa em 1978, como engenheiro. Especializou-se em Engenharia do Petróleo na Universidade Federal do Rio de Janeiro e assumiu diversas funções na estatal, até ingressar na rentável área de contratos. Em 2003, quando foi nomeado diretor da empresa, Duque comandava a gerência de contratos da área de Exploração e Produção. Decidia, por exemplo, de quem contratar plataformas, sondas de perfuração, embarcações e helicópteros. Acordos bilionários com empresas nacionais e estrangeiras dependiam de sua canetada.
Duque nunca foi um petista histórico. Mas, nos idos do ano 2000, ao estreitar laços com o chefão José Dirceu, achou por bem aderir à legenda. Escolheu, não por acaso, a corrente Construindo um Novo Brasil, a mesma de Lula, e também a mais poderosa dentro do partido. A saída de Duque do nível gerencial para a diretoria se deu por intermédio de Silvinho Pereira, ex-secretário do PT e um dos nomes chave do escândalo do mensalão. Conhecendo as grandes somas que transitavam pela área de Serviços, Pereira queria manter a fonte dentro da cota do partido, já que a área de Abastecimento e a Transpetro estavam sob o comando do PMDB. Duque parecia um bom nome aos olhos dos caciques petistas, mas só foi chancelado depois que Pereira consultou o lobista Fernando Moura, da empreiteira baiana GDK. A empresa ficou célebre depois que veio à tona seu presentinho a Pereira, em 2004, em troca de contratos com a Petrobras: uma Land Rover no valor de 73.500 reais. O caso foi revelado em 2005 nas páginas de VEJA.
                                                                                       

15 de novembro -- Feriado da "proclamação" da república: nada a comemorar (por Armando Lopes Rafael)

A monarquia era uma forma de governo séria,honesta e respeitada
Empurrada goela abaixo da população,  a imposição da forma de governo republicana no Brasil ocorreu por meio de um golpe militar. O primeiro, aliás,  de uma série que os brasileiros vivenciariam nas décadas seguintes... Mas, enfim, hoje ocorre mais um aniversário da dita “proclamação” da República. E, como sempre, a maioria do povo  não sabe, sequer,  o motivo deste feriado. Um fato sintomático: neste 15 de novembro a mídia só fala no “Petrolão” o maior escândalo de corrupção da (triste) história republicana. Diante do “Petrolão” os corruptos que protagonizaram o “mensalão” não passam de "fichinhas"...meros ladrões batedores de carteiras...
Na verdade, o Brasil nasceu sob a monarquia. E sob a monarquia viveu 389 anos de sua história, de 1500 a 1889. Libertado do domínio português – em 7 de setembro de 1822 – o Brasil continuou como monarquia. O império consolidou o Brasil como uma grande nação, enquanto a América espanhola era fatiada em muitas republiquetas, algumas delas – ainda hoje – dominadas por caudilhos. E depois do “bolivarianismo” dá pena ver o atraso político da Venezuela, Equador, Bolívia, Argentina...
Como monarquia, o Brasil, teve sua mais longa Constituição, a que vigorou entre 1824 e 1889 e nunca foi violada. Possuía  uma moeda estável e forte (o  mil réis), tinha  a segunda Marinha de Guerra do Mundo, teve os primeiros Correios e Telégrafos da América, foi uma das primeiras Nações a instalar linhas telefônicas e o segundo país do globo a ter selo postal. Na política era administrado pelo civilizado regime parlamentarista. E o Parlamento do Império ombreava com o da Inglaterra. A diplomacia brasileira era uma das primeiras do mundo, tendo o Imperador Pedro II sido árbitro em disputas ocorridas entre a França, Alemanha e Itália. Aliás, o imperador Pedro II era a  segunda autoridade moral do mundo de então, logo depois do Papa.
E o que tem sido a República nestes 125 anos desde que foi instaurada sem consulta popular? Um ex-governador de São Paulo, Franco Montoro, gostava de lembrar que República vem de “res-publica” (coisa pública) e não de “Cosa Nostra”, o que ela virou nos últimos anos... Em recente artigo, o historiador Marcos Antônio Villa definiu bem os dias atuais da república brasileira:
“Constituições, códigos, leis, decretos, um emaranhado legal caótico. Mas nada consegue regular o bom funcionamento da democracia brasileira. Ética, moralidade, competência, eficiência, compromisso público simplesmente desapareceram. Temos um amontoado de políticos vorazes, saqueadores do erário. A impunidade acabou transformando alguns deles em referências morais, por mais estranho que pareça.
“Vivemos uma época do vale-tudo. Desapareceram os homens públicos. Foram substituídos pelos políticos profissionais. Todos querem enriquecer a qualquer preço. E rapidamente. Não importam os meios. Garantidos pela impunidade, sabem que se forem apanhados têm sempre uma banca de advogados, regiamente pagos, para livrá-los de alguma condenação.
 “São anos marcados pela hipocrisia. Não há mais ideologia. Longe disso. A disputa política é pelo poder, que tudo pode e no qual nada é proibido. Pois os poderosos exercem o controle do Estado - controle no sentido mais amplo e autocrático possível. Feio não é violar a lei, mas perder uma eleição, estar distante do governo.
“Neste universo sombrio, somente os áulicos - e são tantos - é que podem estar satisfeitos”. 
 Precisa dizer mais?
Já a república...

Na véspera do feriado da “proclamação” da República: Governo Dilma enfrenta sua pior crise


(Igor Gielow- diretor da sucursal de Brasília  da “Folha de S.Paulo”)
"Mensalão" agora é café pequeno...
Há um ano, em 14 de novembro de 2013, era presa a quadrilha do “mensalão”. Hoje,14 de novembro de 2014,  nov as prisões feitas representam  muito mais gravidade...
Com a nova fase da Operação Lava Jato e a implosão da maior empresa brasileira, o governo Dilma Rousseff enfrenta sua maior crise –e ela está apenas no começo. O alcance das consequências deste 14 de novembro ainda será conhecido, mas o fato é que a presidente reeleita terá muita dificuldade de dissociar-se do mar de óleo viscoso da corrupção que a Polícia Federal descobriu sob os porões da Petrobras.
O que a PF fez hoje entra para a história. Pela primeira vez, há clareza de todas as pontas e intermediários de uma teia criminosa desta dimensão. Altos executivos das maiores financiadoras de campanha do país foram presos. Foram pegos corruptos, corruptores e os agentes que operavam para eles. Claro que ainda falta a cereja do bolo: os políticos que se beneficiaram do esquema. Até aqui, os nomes que circulam por Brasília e o tamanho de seu envolvimento ensejam a construção de uma ala nova na Papuda.
Claro que há gradações distintas entre citações, acusações e a prova real, mas o clima é de pânico. A famosa lista com dezenas de parlamentares e membros do Executivo que pende como uma espada de Dâmocles sobre o Congresso e o governo. O momento de sua revelação está próximo.

Camilo Santana define equipe de transição de governo no Ceará

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Equipe começa atividades na próxima semana, diz governador eleito. Vice-governadora eleita do Ceará, Izolda Cela, está na equipe.

O governador eleito do Ceará, Camilo Santana, definiu nesta quinta-feira (13) a equipe de transição da administração estadual. O grupo iniciará os trabalhos na próxima semana, segundo a assessoria de Camilo.

A vice-goverdora eleita Izolda Cela, o deputado estadual Mauro Filho, o engenheiro Eudoro Santana, o chefe de gabinete Danilo Serpa e o secretário adjunto da Secretaria do Planejamento Carlos Eduardo Sobreira, além do próprio Camilo, formam a equipe.

A equipe se reuniu nesta quinta-feira pela primeira vez terá reuniões diárias com todas as áreas do executivo estadual a partir da próxima semana.

Do G1 CE

Coisas da “Ré-pública”: após o “estelionato eleitoral” do último pleito, o Brasil está sendo mostrado como ele realmente é...


Geração de emprego em outubro tem o pior resultado desde 1999
Laís Alegretti, Tiago Décimo – “O Estado de S. Paulo” - 14 Novembro 2014 

Segundo o Caged, o saldo de geração de empregos ficou negativo em 30.283; pela 1ª vez, há mais demissões do que contratações em meses de outubro desde o início da série histórica, em 1999

O saldo de geração de empregos ficou negativo em outubro em 30.283 postos de trabalho formal, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta sexta-feira pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O resultado é o pior para o mês de outubro desde 1999. É a primeira vez, em meses de outubro, que o Brasil demite mais do que emprega, segundo dados da série histórica, que começou em 1999. O saldo do mês passado é resultado de 1.718.373 admissões e de 1.748.656 demissões. No acumulado do ano até outubro, houve criação líquida de 912.287 vagas formais. Nem o mais pessimista dos analistas ouvidos pelo AE Projeções, da Agência Estado, esperava um saldo negativo do Caged em outubro.

Petrobrás está "maculada", afirma Aécio Neves
Elizabeth Lopes - Agência Estado
14 Novembro 2014

Ao comentar nova etapa da Operação Lava Jato, senador tucano ataca gestão petista e diz que estatal é prejudicada pela 'irresponsabilidade de alguns de seus diretores' São Paulo - O senador Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou nesta sexta-feira, 14, que a Petrobrás está "maculada". Ao comentar os desdobramentos da sétima fase da Operação Lava Jato, que nesta manhã prendeu um ex-diretor da estatal e executivos de empreiteiras, o tucano disse que a prisão reforça ligação do PT nas suspeitas de corrupção envolvendo a petroleira.
Em encontro realizado em São Paulo com correligionários para agradecer a votação recebida no Estado nas eleições presidenciais, Aécio usou parte do seu discurso para atacar a gestão do governo federal. Segundo ele, a estatal incorporou "a marca perversa da corrupção". Durante a sua fala, Aécio disse ainda que enquanto o PT celebra as eleições, um "importante diretor da Petrobrás indicado pelo PT" era preso. "A Petrobrás está maculada pela irresponsabilidade de alguns de seus diretores", disse. Na sétima etapa da Lava Jato, foi preso temporariamente Renato Duque, ex-diretor de Serviços da Petrobrás, área comandada por ele entre 2003 e 2012. Para o senador, a prisão de Duque "vai deixar muita gente sem dormir" porque, segundo ele, representa o elo mais forte com o partido.
(Postado por Armando Lopes Rafael)

Título da Fares Lopes fica no Cariri pelo terceiro ano seguido

FaresLopesNa Taça Fares Lopes quem manda é o Cariri. Pelo terceiro ano consecutivo, o título da competição que rende vaga na Copa do Brasil fica com clubes da região. Antes do Icasa, campeão na quarta (12) em cima do Tiradentes, o Barbalha, em 2013, e o Guarani de Juazeiro, em 2012, sagraram-se campeões.

O maior campeão da competição, no entanto, é o Horizonte, clube da Região Metropolitana de Fortaleza, que venceu a competição em 2010 e 2011.

Como o Campeonato Cearense é dominado por Ceará e Fortaleza, a Fares Lopes acaba virando um atalho para disputar a Copa do Brasil.

E disputar o torneio nacional não é pouca coisa, mesmo para um time que joga a Série B do Brasileirão, como o Icasa. Na primeira fase, o Verdão deve receber uma cota de participação de R$ 160 mil.

Chegando à terceira fase, R$ 430 mil caem na conta do Icasa. Se conseguir ficar entre os 16 melhores a verba é de R$ 530 mil. O finalista pode embolsar R$ 3 milhões.

Para além das cotas de participação, outra fonte de renda é a bilheteria, principalmente quando o time jogar contra equipes tradicionais do futebol nacional. Outra vantagem de disputar a competição é a visibilidade que equipes de menor porte não conseguem nas outras competições que disputam. (Aflaudísio Dantas)

 

O Povo

Mar de lama da corrupção brasileira: Polícia Federal começa a prender dirigentes de empreiteiras e financiadores da campanha eleitoral envolvidos na Operação Lava Jato

A população brasileira  amanheceu estarrecida com a profundidade da corrupção feita com o dinheiro público. 
Vejam as manchetes desta 6ª feira:

MANCHETES DO "ESTADÃO"
- Polícia Federal  fala sobre a nova fase da Operação Lava Jato, deflagrada nesta sexta-feira
- Lava Jato: PF prende vice-presidente da Mendes Júnior e faz buscas na Odebrecht
- Em sétima fase da operação, polícia cumpre mandados nas sedes das construtoras e vasculha endereços de três executivos
- PF tenta prender Fernando Baiano, operador do PMDB
    Diretor da Iesa Óleo e Gás, Otto Garrido Sparenberg, é preso
- Preso ex-diretor responsável por licitações da Abreu e Lima
-  Bovespa abre sem negociar ações da Petrobrás
   Petrobrás diz que pode entregar balanço do 3º tri até 30 de dezembro

MANCHETE DA "FOLHA DE S.PAULO"
- PF prende ex-diretor da Petrobras e executivos e faz buscas em empreiteiras
- Há buscas na Odebrecht, na Camargo Corrêa e em outras construtoras; ação é a sétima fase da Lava Jato e atinge 5 Estados, incluindo São Paulo, e o Distrito Federal; para integrantes do governo, operação chega ao 'coração dos financiadores de campanha'
- PF chega ao edifício da Camargo Corrêa, uma das investigadas por suborno à Petrobras
Revista VEJA
Polícia Federal prende Renato Duque, afilhado de Dirceu na Petrobras
Operação foi deflagrada em cinco Estados e no DF. Ao todo, Justiça bloqueou R$ 720 milhões em bens dos investigados

Quatro motivos para acompanhar o G20

g20Encontro, realizado na Austrália, tem como missão definir medidas para retomada de economias (Foto: AFP)

 

Encontro de líderes dos países mais ricos deve abordar economia global e servirá para discussões comerciais envolvendo o Brasil.

 

A presidente Dilma Rousseff participa, neste fim de semana, da cúpula do G20, grupo que reúne os países mais industrializados do mundo (19 nações mais a União Europeia), em meio a tentativas de destravar relações comerciais e retomar o crescimento econômico global.

O grupo engloba dois terços da população mundial e 85% da riqueza do planeta. Os encontros do G20 partem do princípio de que o grupo é pequeno o bastante para tomar decisões de forma relativamente rápida e grande o suficiente para que tais decisões tenham um impacto significativo - ainda que nem sempre esses acordos sejam alcançados, e muitas vezes a cúpula tenha mais promessas do que efeito prático.

Há quem diga, porém, que só o fato de tantos líderes mundiais estarem reunidos cara a cara já ajuda a avançar em itens importantes da agenda mundial.

Neste ano, em Brisbane (Austrália), estes são alguns dos temas em debate, mesmo que não colocados oficialmente em pauta.

Retomada econômica
O G20 foi elogiado, após a crise de 2008, pela implantação de medidas que ajudaram na recuperação da economia global. Mas críticos dizem que houve poucos avanços recentes, em meio à falta de consenso e de reformas para dar continuidade à recuperação.

A meta definida na reunião de ministros das Finanças do grupo, em fevereiro, é de fazer os países do G20 crescerem 2% nos próximos quatro anos.

"Para isso, tomaremos medidas concretas (...), incluindo aumentar investimentos, estimular o emprego, fortalecer o comércio e promover a competição, além de medidas macroeconômicas", diz documento de fevereiro.

A tarefa não é nada fácil: só no caso do Brasil, a previsão do FMI é de que o país cresça meros 0,3% neste ano e 1,4% em 2015. O Fundo também prevê uma recuperação lenta em alguns países europeus.

O G20 também quer colocar na mesa de discussões pontos como coordenação fiscal e a diminuição de barreiras comerciais.

Outro tema que faz parte do que o G20 chama de esforço para o fortalecimento econômico mundial é o combate à corrupção. Um problema que fez o G20 criar em 2010 uma força-tarefa especial para lidar com o assunto.

Interesses brasileiros
E é justamente com a intenção de reforçar a economia brasileira que a presidente Dilma Rousseff deve discutir comércio e negócios com presidentes como Barack Obama (EUA), Xi Jinping (China) e Vladimir Putin (Rússia). A China é o principal parceiro comercial do Brasil, à frente dos EUA, enquanto a Rússia não faz parte do grupo de 10 nações com que o Brasil mais faz negócios.

Com os EUA, a agenda é ampla: além da relação comercial com Washington, acredita-se que o encontro entre Dilma e Obama marque o início de uma reaproximação bilateral após as denúncias de espionagem americana. A conversa deve incluir segurança cibernética e pode significar a retomada de conversas em temas como eliminação dos vistos de viagens para cidadãos dos dois países e acordos de transferência de tecnologia.

Eventuais conversas com os presidentes russo e chinês devem envolver a ampliação do comércio bilateral - por exemplo, mais espaço para a carne brasileira no mercado russo.

De ebola à Ucrânia
Embora não façam parte da pauta oficial das discussões do fim de semana, três assuntos também devem disputar as atenções dos líderes do G20 em Brisbane: a epidemia do vírus ebola na África, a luta contra o grupo extremista autodenominado "Estado Islâmico", bem como a intervenção da Rússia na Ucrânia.

Na reunião dos ministros da área econômica, os países do G20 reconheceram que o ebola poderá afetar seriamente o crescimento e a estabilidade econômica nos países afetados e na África como um todo. Um recente relatório mundial estimou que o ebola pode ter um impacto econômico da ordem de US$ 30 bilhões até o final de 2015. Dados oficiais apontam que 5,1 mil pessoas já morreram da doença no oeste da África, além do registro de casos isolados do vírus em países como EUA e Espanha.

O "Estado Islâmico", cujo avanço na Síria e no Iraque desafia a campanha de bombardeios realizada pela coalizão comandada pelos EUA, também é um assunto que deverá vir à tona nos pronunciamentos.

O tema mais sensível, porém, é a Rússia: a crise na Ucrânia, país sob a esfera de influência de Moscou, deve ser discutida. O assunto pode causar uma saia-justa para a presidente Dilma Rousseff: além de o Brasil fazer parte do grupo de países emergentes Bric - do qual a Rússia faz parte -, o governo brasileiro até agora se esquivou de comentários sobre a questão ucraniana.

O governo da Ucrânia e o Ocidente acusam a Rússia de enviar soldados para combater ao lado de separatistas no leste ucraniano. O Kremlin nega as acusações. O conflito deixou ao menos 4 mil mortos nas regiões de Donetsk e Luhansk.

O Ocidente diz ainda que há fortes evidências de que o voo da Malaysia Airlines MH17, que caiu no leste da Ucrânia durante uma viagem entre Amsterdã e Kuala Lumpur (com 298 pessoas a bordo, todas mortas), teria sido derrubado por mísseis fornecidos pela Rússia a rebeldes. Moscou, por sua vez, culpa as tropas do governo ucraniano.

Clima
O jornal britânico Guardian relata que o comunicado final do G20 pode incluir um parágrafo sobre mudança climática. O tema é polêmico, já que a posição original da Austrália (anfitriã do encontro) era de que a cúpula deveria focar apenas "temas econômicos".

O que mudou o cenário foi o acordo sem precedentes, anunciado na quarta-feira, entre Barack Obama e Xi Jinping, limitando futuras emissões de gases do efeito estufa por parte de EUA e China.

O anúncio não apenas coloca o clima como um tema "quente" no G20, como pode ajudar a levar adiante as negociações para um acordo climático global.

Da BBC

Pesca ilegal será mapeada do espaço

 

Força conjunta entre Google, SpaceQuest e dois grupos ambientalistas resulta em ótimo serviço

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MAPA MOSTRA PESCA ILEGAL ACONTECENDO NO PLANETA (FOTO: REPRODUÇÃO)
Nova tecnologia chega para mapear – e tentar diminuir - a pesca ilegal no planeta. Se depender do inédito recurso, a atividade criminosa que acontece diariamente em escala industrial pode estar com dias contados.

A proposta dos ambientalistas é utilizar sofisticadas tecnologias para acabar com a “capa de invisibilidade” dos grandes navios pesqueiros atuantes em áreas ilegais. Segundo a FAO (Food and Agriculture Organization), mais de três quartos do estoque pescado já excede seus limites sustentáveis – dentre disso, muito desse material permanece não registrado e irregular.

Mas com a ajuda do SpaceQuest e do Google, os ativistas finalmente conseguiram os fundos financeiros para utilizar informações de satélites nessas procuras. Os dois grupos ambientalistas Oceana e Skytruth foram os primeiros a construir um sistema de vigilância global, capaz de localizar a pesca ilegal em qualquer lugar do planeta.

O protótipo chamado Global Fishing Watch foi lançado durante a conferência de IUCN World Parks, em Sidney. A ferramenta fez uso do software de mapas do Google, seguindo mais de 25 mil navios registrados como pesqueiros ou que estavam se movendo em regiões que sugeririam o mesmo.

Contudo, o teste foi realizado com informações de 2012 e 2013, mas “o plano é construir um modelo público que se aproximará em data e tempo”, conta Jackie Savitz, da Oceana. “Então você poderá notar a ação criminosa com diferença de dias ou horas, rápido suficiente para denunciar”, continua a ativista.

Com quatro satélites operando ao seu favor, o SpaceQuest continuará a rastrear transmissões de rádio que os grandes navios são obrigados a enviar. E apesar do sistema não ser considerado “perfeito”, os avanços conquistados com essa técnica são muito grandes. O filtro consegue transformar 3.7 bilhões de sinais enviados por navios em 300 milhões, chegando a um número médio de 25 mil barcos pescando em alto mar.

O próximo passo é possibilitar aos navios notificações em live stream para os satélites. “O nosso produto não está longe de ser uma plataforma pública. Tudo tem funcionado bem com a ajuda do Google”, diz Woods.

Mas por enquanto o protótipo só está trabalhando com os barcos marcados na “lista negra” dos grupos ambientais: “ Os governantes normalmente sabem dessas atividades, mas mesmo assim não fazem nada. Nós vamos usar essa ferramenta para apontar o problema e trazer a pressão pública. Quem sabe eles não decidem fazer seus trabalhos?”, completa o ativista.

http://revistagalileu.globo.com/

Obama exorta Mianmar a proteger minoria étnica

obama-mianmarBarack Obama em Mianmar: para ele, governo legítimo se baseia “no reconhecimento de que todas as pessoas são iguais perante a lei”
Yangon - Em seus comentários mais contundentes sobre o tema até o momento, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu a Mianmar nesta sexta-feira que ponha fim à discriminação contra a etnia rohingya, exortando o governo a conceder direitos iguais à minoria muçulmana perseguida.

A maioria dos 1,1 milhão de muçulmanos rohingya não têm cidadania e vive em condições semelhantes às do regime sul-africano do apartheid no Estado de Rakhine, no oeste do país predominantemente budista. Quase 140 mil ficaram desabrigados após confrontos com os budistas da etnia rakhine em 2012.

Obama, que está em Mianmar para a cúpula da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean), afirmou que um governo legítimo se baseia “no reconhecimento de que todas as pessoas são iguais perante a lei”.

“A discriminação contra um rohingya, ou qualquer outra minoria religiosa, eu acho, não expressa o tipo de país que a Birmânia quer ser no longo prazo”, afirmou Obama em uma coletiva de imprensa com a líder pró-democracia Aung San Suu Kyi na casa da ativista, na cidade de Yangon.

Suu Kyi, que conquistou o Prêmio Nobel da Paz em 1991 por seu empenho para levar a democracia a Mianmar, também conhecida como Birmânia, tem se mostrado notavelmente em silêncio sobre o sofrimento dos rohingya.

O preconceito contra o grupo minoritário é generalizado em Mianmar e muitos se referem a eles como bengalis, termo que implica que são imigrantes ilegais de Bangladesh, apesar de viveram na região há várias gerações.

Suu Kyi exortou o povo de Mianmar a “aprende a viver em harmonia”, mas não chegou a mencionar nenhum grupo específico.

O termo rohingya é depreciativo em Mianmar, e autoridades do governo criticaram o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, por tê-lo usado em uma coletiva de imprensa na capital, Naypyitaw, na quarta-feira.

“Sempre dizemos à ONU que não aceitamos que eles usem este termo todas as vezes que têm uma chance”, declarou o vice-ministro das Relações Exteriores, Thant Kyaw, aos repórteres no dia seguinte.

Nesta sexta-feira, o jornal estatal New Light of Mianmar publicou uma carta aberta a Ban do ministro-chefe do Estado de Rakhine, Maung Maung Ohn, que expressou “profunda decepção” e disse que o uso do termo por parte da comunidade internacional “alienou a população de Rakhine”.

Phil Robertson, vice-diretor da Ásia da entidade humanitária Human Rights Watch, afirmou que tais comentários refletem “a hostilidade (do governo) em relação aos rohingya”.

Da REUTERS

ONU diz que Estado Islâmico comete crimes contra a Humanidade na Síria

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O grupo Estado Islâmico (EI) tem cometido crimes contra a Humanidade e crimes de guerra em grande escala nos territórios que controla na Síria, acusa a Comissão de Inquérito das Nações Unidas sobre os crimes neste país dirigida pelo brasileiro Paulo Sérgio Pinheiro.

Em seu primeiro relatório detalhado sobre o grupo publicado nesta sexta-feira em Genebra, a Comissão estabelece uma longa lista de crimes, documentados por cerca de 300 depoimentos de vítimas e testemunhas, com assassinatos em massa contra grupos étnicos e religiosos, decapitações, escravidão sexual e gravidez forçada.

"O grupo armado tem uma política de sanções discriminatórias, tais como impostos ou conversões forçadas com base na identidade étnica ou religiosa de suas vítimas, destruindo locais religiosos e expulsando sistematicamente comunidades minoritárias", ressalta o relatório.

"Os ataques em larga escala e sistemáticos" contra a população civil curda e contra a minoria religiosa yazidi constituem "crimes contra a Humanidade", assim como os desaparecimentos forçados em ataques contra civis nas regiões de Aleppo e Ar Raqqah, acompanhados de crimes e torturas, acrescenta o relatório.

O grupo Estado Islâmico "decapitou, fuzilou, apedrejou homens, mulheres e crianças em lugares públicos em cidades e vilarejos no nordeste da Síria", diz ainda o relatório de 20 páginas. Os corpos das vítimas são normalmente expostos na cruz por três dias, as cabeças são cravadas em portões de parques "como um aviso ao público sobre as consequências de se recusar a submeter-se à autoridade do grupo armado."

Ex-prisioneiros relataram que o pior tratamento nos centros de detenção são reservados aos suspeitos de pertencer a outros grupos armados, aos jornalistas e àqueles que colaboraram com a imprensa estrangeira.

O relatório também destaca os abusos contra as mulheres, notando que as famílias aterrorizadas casam suas meninas menores de idade às pressas para não serem forçadas a casá-las com combatentes do grupo jihadista. Ele também caracteriza como "crime contra a Humanidade" a escravidão sexual imposta às mulheres yazidis, vendidas, estupradas e algumas engravidadas.

A Comissão, apenas destinada a investigar a situação na Síria, não analisa o que acontece em território iraquiano sob o controle do grupo armado.

A Comissão investiga a região, mas não está autorizada pelo governo sírio a visitar a Síria.

AFP

John Kerry anuncia medidas para reduzir tensões entre israelenses e palestinos

Brasília - O ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, recebe o secretário de Estado dos Estados Unidos, John Kerry

 

O secretário de Estado norte-americano, John Kerry, anunciou ontem (13) que foram concluídas negociações para reduzir a tensão entre israelenses e palestinos depois de conversações com dirigentes de Israel e da Jordânia.

Após encontrar-se com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e com o rei da Jordânia, Abdullah II, Kerry anunciou “compromissos firmes" para manter os direitos nos locais sagrados na região de Jerusalém Oriental.

Em entrevista, Kerry disse que não serão revelados os próximos passos, por ser “mais importante que sejam dados de uma forma tranquila e eficaz”.

As declarações de Kerry surgem depois de meses de tumultos na parte oriental de Jerusalém, que se estenderam às zonas ocupadas e às comunidades árabes de Israel nos últimos dias, o que aumentou os receios de nova revolta palestina.

justicaemfoco.com.br

Fortaleza é a cidade do país que mais contratou em outubro, diz Caged


A capital cearense contratou 3.633 novos profissionais em outubro. Nova Lima, em Minas Gerais, foi a cidade que mais demitiu.

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Fortaleza foi a cidade que mais criou vagas em outubro (Foto: Wikipedia/Creative Commons)

Fortaleza foi a cidade brasileira que mais contratou no mês de outubro, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta sexta-feira (14) pelo Ministério do Trabalho. Os 20 municípios que mais contrataram, por sua vez, criaram 24.348 vagas no país. As capitais Fortaleza (CE), Rio de Janeiro (RJ) e Belo Horizonte (BH) foram as que mais abriram postos de trabalho em outubro.

Nova Lima (MG), Salvador (BA) e Pontal (SP) foram os municípios com mais postos que deixaram de existir. O país fechou 30.283 vagas no mês, o pior resultado para outubro desde, pelo menos, 1999.

No mês passado, as admissões somaram 1.718.373, enquanto os desligamentos ficaram em 1.748.656. Foi o pior desempenho em admissões para meses de outubro desde 1999. Em outubro de 2013, foram abertas 94.893 vagas formais, de acordo com dados oficiais.

Acumulado do ano
No ano, o saldo de vagas geradas é positivo, em 912 mil postos de trabalho com carteira assinada, mas está abaixo da meta do governo, que era de 1 milhão de novos postos. Com isso, houve uma queda de 38% frente ao mesmo período de 2013 – quando foram gerados 1,46 milhão de empregos formais.

O resultado da criação de empregos formais, no acumulado dos dez primeiros meses deste ano, também foi o pior, pelo menos, em 13 anos, ou seja, desde o início da série disponibilizada pelo governo em 2002. Também foi a primeira vez que o saldo ficou abaixo de um milhão neste período.

20 CIDADES QUE MAIS CONTRATARAM EM OUTUBRO:

Fortaleza (CE): 3.633
Rio De Janeiro (RJ): 3.022
Belo Horizonte (MG): 2.091
Uberlandia (MG): 1.421
Rio Largo: (AL): 1.288
Campo Alegre (SC): 1.265
Teotonio Vilela (AL): 1.218
Sao Paulo (SP): 1.150
Teresina (TO): 1.020
Maceió (AL): 974
Luziania (GO): 838
Itapevi (SP): 790
Pelotas (RS): 747
Barueri (SP): 746
Santa Rita (PB): 733
Osasco (SP): 697
Penedo (RJ): 692
Caucaia (CE): 691
Guarulhos (SP): 666
Angra Dos Reis (RJ): 666
20 CIDADES QUE MAIS DEMITIRAM EM OUTUBRO:

Nova Lima (MG): -5.284
Salvador (BA): -3.305
Pontal (SP): -3.212
Sao Luis (MA): -2.945
Ipojuca (PE): -2.821
Brasília (DF): -2.495
Tres Lagoas (MS): -2.085
Petrolina (PE): -1.864
Curitiba (PR): -1.784
Campos Dos Goytacazes (RJ): -1.544
Marabá (PA): -1.472
Altamira (PA): -1.310
Lauro De Freitas (BA): -1.291
Camaçari: (BA): -1.188
Santa Rita Do Passa Quatro (SP): -1.063
Cristalina (GO): -1.061
Itabirito (MG): -1.046
Vargem Grande Do Sul (SP): -1.046
Sao Bernardo Do Campo (SP): -1.045
Goiania (GO): –996

Do G1 CE

Exclusivo: engenheiro denuncia a este blog como são tecnicamente fraudadas as nossas urnas eletrônicas

 

urna

(Foto: Agência Estado)

Amilcar Brunazo Filho é considerado uma das maiores autoridades mundiais em urna eletrônica. É a voz mais altissonante a denunciar que nossas urnas não são nada confiáveis. “O modelo de urna usado no Brasil é ainda de 1ª geração,  conhecida como DRE (Direct Recording Electronic voting machine), onde os votos são gravados apenas em meio digital eletrônico (e regravável) de forma que nem o eleitor pode conferir se seu voto foi gravado corretamente e nem os fiscais de partidos podem conferir se foi somado (apurado) corretamente”, disse em entrevista a este blog.

“É um absurdo votar num sistema que não lhe permite conferir para quem seu voto foi gravado”, estabelece. Todos os países que já adotaram o sistema de urna eletrônica empregado aqui no Brasil, nas últimas eleições, já o abandonaram, por seu alto grau de adulteração, explica o engenheiro Amilcar Brunazo Filho.

Confira:

Como começou seu interesse pelo assunto?

Brunazo: Sou engenheiro formado na Poli (1975), e acabei trabalhando na área de segurança de dados .

Em 1996, votei pela primeira vez numa urna eletrônica. Quando ví que o mesário digitava o número do meu título de eleitor no seu terminal que estava conectado com a urna, onde eu iria digitar o meu voto, me ocorreu a dúvida:

"Como posso saber se o programa (software) da urna não vai gravar o meu voto junto com a minha identidade?

E fiz essa pergunta ao mesário (representante oficial da autoridade eleitoral que me oferecia aquele equipamento), que me respondeu:

"Não se preocupe. Eu lhe garanto que seu voto não será identificado", bem no estilo: "La garantia soy Yo"

Logo percebi que não havia garantias concretas e, a partir daí, fui atrás se mais informação sobre o projeto e funcionamento das nossas urnas eletrônicas.

Percorri Cartórios Eleitorais e acabei indo até o TSE . Acabei descobrindo que não só o sigilo do voto, mas também a garantia da justa apuração do meu voto não tinha garantia real e também dependia exclusivamente de dar confiança pessoal aos projetistas, desenvolvedores e administradores da autoridade eleitoral.

A partir daí, iniciei meu périplo na luta por mais transparência do voto eletrônico no Brasil

Quais defeitos aponta em nossas urnas?

Brunazo : O modelo de urna usado no Brasil, é ainda de 1ª geração,  conhecida como DRE (Direct Recording Electronic voting machine) onde os votos são gravados apenas em meio digital eletrônico (e regravável) de forma que nem o eleitor pode conferir se seu voto foi gravado corretamente e nem os fiscais de partidos podem conferir se foi somado (apurado) corretamente.

É um sistema que é essencialmente dependente do software instalado no equipamento e a literatura técnica internacional toda condena esse tipo, pois é, na prática, inviável se demonstrar que um software complexo (mais de 17 milhões de linha de código) que esta gravado em cada uma das 450 mil urnas está comprovadamente livre de erro.

Tais defeitos ocorreram em que grau na ultima eleição?

Brunazo- Ocorreram sim, com certeza. O sistema não gera documentação que possa ser usada numa eventual auditoria contábil (recontagem) dos votos e assim, nem o eleitor teve como saber se seu voto foi gravado corretamente, nem os auditores podem saber se o voto que o eleitor digitou foi contado corretamente.

Em outras palavras, nem quem ganhou tem como provar que ganhou e nem quem perdeu tem como verificar que perdeu de fato. O sistema continua exatamente o mesmo de 1996, onde uma eventual garantia da sua confiabilidade é totalmente dependente da palavras dos administradores, ainda no mesmo tipo: "La garantia soy Yo"

Conhece algum caso de fraude de urna eletrônica no Brasil?

Brunazo: Muitos deles, como a fraude do mesário (que permite a inserção de voto por gente não autorizada), a clonagem de urnas (carregar urnas verdadeiras em duplicidade para inserir votos) e a modificação de votos na totalização poderiam ser detectadas por uma fiscalização eficiente dos Partidos, o que raramente ocorre. Outra modalidade de fraude, a inserção de código malicioso por gente de dentro do corpo de desenvolvedores do software, é praticamente impossível de ser detectada e impedida.

Por que os EUA não adotam nossos sistema de urnas?

Brunazo: Não só os EUA. Todos os países que se usam ou usaram urnas eletrônicas no mundo (como EUA Alemanha, Russia, Índia, Bélgica, Holanda, Argentina, Venezuela, Equador, México, etc.), fora o Brasil, já abandonaram o modelo DRE de 1ª geração, substituindo-o por outros modelos de 2ª e até de 3ª geração.

O motivo é exatamente a falta transparência no processamento do voto no modelo DRE.

Na Alemanha, esse modelo de urna foi declarado inconstitucional em 2009 porque não atende o Princípio de Publicidade, já que não permite ao eleitor comum, usando recursos próprios, conferir o destino do seu voto. Nos EUA, em 2007/9 foi emitida a norma técnica “Voluntary Voting System Guidelines” que descredencia máquina do tipo DRE.

Por que nossas urnas não emitem comprovante impresso sobre em quem votamos?

Brunazo: Porque a autoridade eleitoral brasileira, formada, em sua cúpula administrativa, por membros do STF e do STJ, tem poderes excepcionais de legislar, administrar e julgar em causa própria  e não admite adotar um sistema eleitoral eletrônico que permita à sociedade civil conferir se o resultado que eles publicam está correto.

Eles não aceitam terem seu trabalho na área eleitoral submetido a nenhum tipo de “controle externo”, que o voto impresso conferível pelo eleitor permitiria.

A autoridade eleitoral brasileira, agindo nem sempre às claras, já cuidou de derrubar duas leis (de 2002 e de 2009) que previam a adoção do voto impresso conferível pelo eleitor nas urnas eletrônicas e a migração para modelos de 2ª geração.

Enquanto o eleitor brasileiro não compreender que é um absurdo votar num sistema que não lhe permite conferir para quem seu voto foi gravado e será contado e não exigir mudanças concretas nas urnas-e brasileiras, a autoridade eleitoral brasileira vai continuar nos impondo abusivamente esse sistema sem nenhuma transparência efetiva e que já foi abandonado no resto do mundo.

Conheça o 1º Relatório CMind sobre as urnas eletrônicas brasileiras

              o 2º Relatório CMind sobre as máquinas de votar argentinas

            e o 3º Relatório CMind sobre as eleições eletrônicas no Equador – 2014

br.noticias.yahoo.com

Puxada por Petrobras, Bovespa fecha em queda nesta sexta-feira


Ações da estatal caíram com força após adiamento do balanço. Índice fechou a semana com quatro quedas e desvalorização de 2,72%.

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A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em queda nesta sexta-feira (14), com investidores avaliando a decisão da Petrobras, na véspera, de adiar a divulgação do balanço da companhia referente ao terceiro trimestre, esperado para a noite desta sexta.

O Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, caiu 0,14%, a 51.772 pontos. Esta foi a quarta queda do índice na semana.

As ações preferenciais da Petrobras fecharam em queda de 2,94%, a R$ 13,20. Mais cedo, as ações passaram a cair cerca de 5%.

No mercado de câmbio, as incertezas sobre o futuro da política econômica no próximo mandato da presidente Dilma Rousseff fizeram o dólar fechar em R$ 2,60, maior patamar desde abril de 2005. Veja cotação.

Na semana, o Ibovespa perde 2,72% e, no mês de novembro, 5,23%. Em 2014, a bolsa brasileira sobe 0,51%.

Demonstrações adiadas
Na noite de quinta-feira, a Petrobras informou que não irá apresentar as demonstrações contábeis do terceiro trimestre de 2014 com o relatório de revisão dos seus auditores externos, PricewaterhouseCoopers (PwC) no prazo previsto pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Em comunicado à CVM, a estatal afirma que "não está pronta para divulgar as demonstrações contábeis referentes ao terceiro trimestre de 2014 nesta data". A empresa informou, AINDA, que estima apresentar, no dia 12 de dezembro, informações contábeis do período ainda não revisadas pelos auditores externos, "refletindo a sua situação patrimonial à luz dos fatos conhecidos até essa data".

A decisão de adiar a divulgação do balanço é motivada pelas investigações da Operação Lava Jato. Segundo a empresa, se as denúncias de desvios de Paulo Roberto Costa forem consideradas verdadeiras, "podem impactar potencialmente as demonstrações contábeis".

Também na quinta-feira, a Bovespa fechou em queda de 2,14%, a 51.846 pontos, a maior baixa diária desde o dia 29 de outubro, quando a bolsa caiu 2,45%.

Consequências
O relatório do banco UBS lembra que o adiamento da divulgação de resultado, cujo prazo regulamentar venceria nesta sexta-feira, ocorreu depois de notícias de que a auditora PriceWaterHouseCoppers questionou comunicados financeiros e controles internos de risco, após denúncias do ex-diretor de Abastecimento Paulo Roberto Costa.

Para o analista Leonardo Alves, da Votorantim Corretora, o adiamento da divulgação do resultado coloca a credibilidade da companhia em xeque. "A perda de credibilidade pode ter um maior impacto nas percepções dos investidores estrangeiros (do que nos domésticos), tanto nos mercados de ações quanto nos de dívidas", afirmou à Reuters.

As consequências dos problemas da Petrobras podem ser uma mudança de rating pelas agências de classificação de risco. A Moody's, a propósito, afirmou nesta sexta-feira que o atraso na publicação do resultado trimestral auditado não tem implicação no rating da companhia no curto prazo.

Um segundo impacto para a companhia seria uma baixa contábil em ativos fixos, uma vez que há indicações das investigações da polícia de que os investimentos podem não ter sido contabilizados corretamente, disse Alves.

"Essa baixa contábil poderia impactar materialmente nos lucros, reduzir dividendos de ações ordinárias em 2014", afirmou o analista Alves, acrescentando que a política de dividendos garante aos acionistas das preferenciais o pagamento de um dividendo mínimo.

Segundo o Credit Suisse Securities, a Petrobras ainda poderia ser impedida de acessar mercados de bônus nos Estados Unidos, onde a companhia toma emprestada a maior parte do dinheiro para suas operações.

"Estimativas indicam que a Petrobras precisaria tomar até 20 bilhões de dólares de investidores de bônus para financiar seu capex no ano que vem", afirmou o relatório do Credit Suisse.

Do G1, em São Paulo

PIB sergipano cresce quatro vezes mais que o do Brasil

Estudo do IBGE mostra que o PIB sergipano é o maior do NE

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Para o governador Jackson Barreto esse resultado é fruto de políticas integradas entre os setores públicos e privados (Foto: Secom)

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira, 14, a participação dos estados e setores da economia na composição do Produto Interno Bruto nacional (PIB). No estudo, Sergipe registrou o maior PIB per capita do Nordeste e um crescimento quatro vezes maior que o PIB do país. Enquanto o Brasil obteve um crescimento real de 0,9% no PIB, Sergipe alcançou 3,6%.

Para o governador Jackson Barreto esse resultado é fruto de políticas integradas entre os setores públicos e privados. “Recentemente o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada registrou que Sergipe foi o estado que mais erradicou a extrema pobreza. O Ministério do Trabalho mostra que Sergipe tem batido recordes na geração de empregos. Agora, esse indicador sobre o crescimento do PIB demonstra que o trabalho de atração de novas empresas executado pelo governo do Estado, aliado às políticas públicas na área social tem alavancado nossa economia e melhorado de maneira significativa a qualidade de vida da nossa gente”, disse o governador.
Desenvolvido em parceria com os órgãos de estatística de todas as unidades da federação, o estudo sobre a composição do Produto Interno Bruto mostrou que o PIB sergipano somou R$ 27,82 bilhões, representando 0,6% do PIB nacional. Os setores responsáveis pelos bons índices econômicos do estado foram serviços, indústria e agropecuária.
Já o cálculo de tudo o que Sergipe produziu dividido pela sua população mostra que o sergipano obteve a maior renda média do Nordeste. Com uma população de 2.110.867 habitantes, o PIB per capita do estado alcançou R$ 13.180,93, sendo superior a dos outros oito estados do Nordeste e deixando para trás estados maiores como Pernambuco (R$ 13.138,48) e Bahia (R$ 11.832,33).
O setor industrial foi o maior responsável pelo desempenho de Sergipe, com um valor corrente de R$ 7,08 bilhões e uma taxa de crescimento de 5,6%. Dentre as atividades que compõem o setor, merece destaque a construção civil, com incremento de 12,8%.
Marcel Resende, superintendente de Estudos e Pesquisa da Seplag e também coordenador do Observatório de Sergipe explicou que a construção civil foi a atividade que mais cresceu. “A construção civil foi atividade que mais se expandiu em 2012, com seu volume acrescido em 12,8%, alcançando o valor de R$ 1,720 bilhão. Sob influência de incentivos à habitação, percebeu-se um consumo maior de cimento e expansão da mão de obra, fatores que deram maior dinâmica ao setor desde 2010”, informou, Marcel, acrescentando que o estudo é referente ao PIB de 2012 porque a análise é realizada a cada dois anos.
Outra atividade que merece destaque é a indústria de transformação, com 9,5%. A atividade ‘produção e distribuição de eletricidade, gás, água, esgoto e limpeza urbana’ também apresentou crescimento, 3,1%. Apenas a indústria extrativa mineral apresentou queda (-3,4%).
Crescimento no setor de serviços
O setor de serviços somou R$ 16,41 bilhões, apresentando uma taxa de crescimento de 3,0%. Todas as atividades apresentaram avanço. A atividade de comércio, por exemplo, aumentou 6,4%, registrando um valor de R$ 2,787 bilhões. “A formalização crescente do mercado de trabalho com crescimento real da massa salarial expandiu o crédito ao consumo, sustentando o crescimento das vendas no comércio varejista”, explicou a diretora de Estudos e Pesquisa da Seplag, Michele Doria.
As atividades ‘transportes, armazenagem e correio’, ‘intermediação financeira, seguros e previdência complementar’ e ‘serviços de informação’ cresceram, 6,2%, 5,4% e 3,4%, respectivamente. A atividade com maior participação no valor adicionado, representando 27% de tudo que foi produzido no estado, foi a ‘administração, saúde e educação públicas’, que subiu 2,0%.
Atração de indústrias e redução da pobreza
Com índices crescentes de geração de emprego e renda e uma política sólida de atração de empresas, Sergipe conseguiu retirar 14.827 pessoas da extrema pobreza e aparece como estado do Nordeste com menor índice percentual de pessoas abaixo da linha da pobreza, 6,13%, conforme o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou no último dia 7.
As políticas de inclusão social se somam à gestão econômica, a qual investe na interiorização do desenvolvimento para gerar emprego e renda. Nos últimos sete anos, foram instalados103 novos estabelecimentos empresariais aqui, gerando mais de 12 mil empregos.

Este ano, foram aprovados 35 empreendimentos que, juntos, proporcionarão R$ 84,4 milhões em investimentos e aproximadamente 1.000 novos empregos. Os números mostram o dinamismo da economia do estado, que diversificou seu parque industrial, interiorizou as plantas industriais e implantou centros empresariais para fomentar o desenvolvimento regional.
O crescimento industrial de Sergipe é comprovado também pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Estudo organizado pela CNI destaca o estado como a segunda unidade da federação com maior proporção de grandes empresas industriais no Brasil, ficando atrás somente do Amazonas.
Metodologia
O Sistema de Contas Regionais do Brasil é um trabalho desenvolvido pelo IBGE em parceria com os órgãos estaduais de Estatística, as secretarias estaduais de Governo e a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa). Para estimar o PIB das Unidades da Federação em 2012, o IBGE usou como parâmetro os resultados do Sistema de Contas Nacionais Trimestrais, cujo detalhamento é menor que o Sistema de Contas Nacionais. Assim, a publicação traz informações apenas sobre as 12 atividades econômicas disponíveis no Sistema de Contas Nacionais Trimestrais e não as 17 que figuram na série 2002-2009.

Fonte: ASN

Os milagres da existência - Por: Emerson Monteiro

Independente do credo que se professe, ou deixe de professar, as evidências impõem afirmações as quais a mais meridiana observação rende homenagens, no reino dos acontecimentos da Natureza.

A cada minuto, fatores indiscutíveis isto demonstram, o poder soberano da criação infinita do que alguns acham por bem chamar de Deus, em todo quadrante dos fenômenos espontâneos das circunstâncias. A própria ciência, quando chega aos limites das pesquisas quanto ao princípio original de tudo, baixa a cabeça desconfiada, muito mais por falta de alternativa do que pela fria percepção, e diz que daí em frente existirá o Desconhecido, o outro nome a que resolvem preencher o espaço destinado ao Ser Superior do Universo, e chamar assim, o Ser Desconhecido.

Aonde se queira voltar a atenção, aí residirá o dedo misterioso do Poder. Desde a luz dos olhos, quanta maravilha domina o construto da eternidade. Dirigir a cabeça numa direção, abrir as vistas, colher e decodificar com tão imensa perfeição o domínio daquele lugar, a visão das belezas em torno, quanto dom ao dispor de qualquer criatura, do homem aos animais menos festejados.

Na sequência, os outros sentidos. A audição, o sabor do som no correr dos ventos, em aventura abrangente a todo lugar e território, propiciando às individualidades o perceber das manifestações invisíveis, pelos ouvidos.

O sabor, na gustação, motivo principal dos alimentos. A nutrição que chega aos organismos necessitados, e por cima traz o prazer do degustar, favores multiplicados, rios de sabores diversos, a persistir a vida entre os seres, em meio aos fatores dominantes nos reinos mineral, vegetal e animal, ao caminhar das estações e das idades.

O tato, o tocar da pele que fala e demonstra continuidade nos objetos e outros elementos circundantes. O olfato, o cheiro das percepções, o perfume, as flores, o verde, a primavera, o estio, o inverno, os frutos, as cores, o frescor das horas e as histórias das eras, na crucial da efervescência e da vida.

Sem maiores esforços, a cada detalhe um milagre existe, na luz do dia, na temperatura, que uns graus a mais ou a menos impediria a probabilidade do aqui deste planeta vagando nos céus sem eixo provável ou peças outras que possam ser substituídas ou desgastadas. As galáxias, os astros, o Sol, a Lua e as Estrelas. Gestos de Ser que assina o quadro sem nada cobrar em troca.

E o pensamento o que dizer dele? A fala. As palavras. As atitudes das pessoas. A força da gravidade. O tempo, autoria de relojoeiro tão correto que nem combustível ou energia utiliza na propagação das espécies através dos planos de todos momentos. O sentimento inigualável das emoções e valores. O Amor, enfim, o Amor, amálgama que solda em peça única a barca da dez mil coisas, vagando ao trilho do firmamento, conduzida no fulgor das evoluções musicais desse Maestro primoroso, que permite o crescimento nas dádivas milagrosas de tantos séculos, exata demonstração de bondade e magnitude.


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