xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 22/08/2014 | Blog do Crato
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VÍDEO - CONVERSA FRANCA - O DESCASO NO CRATO - Dihelson Mendonça ( 30-11-2017 ).
Estamos de volta com as transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, com alguns programas ao vivo ). Serão vários programas abordando temas diversos, como a realidade da nossa região, do Ceará e do mundo; Programas científicos, atualidade, entrevistas, e transmissão de eventos ao vivo. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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22 agosto 2014

Igualdade entre desiguais - Pedro Cardoso da Costa – Bacharel em direito


De dois em dois anos, discute-se muito a participação e exercício da cidadania, restringindo-os ao comparecimento no dia da eleição para apertar uma tecla para tornar alguém prefeito, parlamentar e até presidente da República. Nada é mais mentiroso do que essa pregação, feita propositalmente pela maioria para manter cidadãos mansos, com o objetivo evidente de preservar a mamata das chamadas elites, visto que a distorção não fica nisso.

No próprio processo eleitoral aparecem outras disparidades. No horário eleitoral gratuito se respeita a proporcionalidade, em respeito à representatividade de cada partido junto às casas legislativas. Nas demais formas de debater as ideias e os projetos a igualdade é absoluta entre um partido grande e os chamados nanicos, muitas vezes acusados de siglas de aluguel, exatamente por se aliarem para favorecerem a outras agremiações com seus segundos no horário eleitoral gratuito. Quando uma emissora de televisão, de rádio, site, jornal faz uma entrevista com um candidato a posto executivo, o mesmo tempo e formato deve ser concedido de forma literal e igualitária a todos.

Ora, nada é mais evidente de que o interesse da sociedade nos candidatos das grandes agremiações não corresponde aos das nanicas. Pode-se alegar que as mídias são concessões públicas. Não é o bastante, pois se deveria discutir por que precisa ser concessão pública uma empresa que gera ou transmite imagens, sons e caracteres. Isso já é uma forma aberta, escancarada, de interferência do Poder Público sobre os particulares. Caso se considere ser a importância da atividade, muito mais são a educação, segurança e saúde, e a parte funcional dessas três está na iniciativa privada.

Nada deveria ser mais igual do que a Justiça. Recentemente, até para se tornar um pouco funcional, o Supremo Tribunal Federal passou a aceitar recursos se forem considerados de interesse geral da sociedade, de uma gama substancial de pessoas que, juridicamente, chamam-na de repercussão geral. Outra disparidade nas interpretações exóticas da Justiça é que um candidato ao mesmo cargo pode continuar em pleno exercício de sua atividade. Se o presidente da República se candidatar a vereador é obrigado a se afastar seis meses antes da eleição, mas se for para concorrer à Presidência continua presidente e candidato. Na sua leiga opinião, como a minha, quem poderia influenciar mais? Toda igualdade no ramo do direito só é considerada justa se respeitar a proporcionalidade. Muitos juristas enchem a boca para pronunciar “a igualdade na proporção da desigualdade”. Exemplificando: especialmente entre adolescentes, mas em qualquer idade, toda vez que dois ou três brigam contra um é uma injustiça tremenda. Justo são dois contra dois, três contra três. Já se esse “um” fosse o Mike Tyson, não se teria ideia de quantos comuns seriam necessários para se alcançar uma igualdade.

Portanto, nada é mais desigual do que obrigar a mídia a conceder horário, espaço e até entrevistar quem gera efetivo interesse nacional com alguns que todos desconhecem os reais motivos da participação. Porque, definitivamente, concorrentes não são. A responsabilidade de torná-los grandes não é da mídia. Só para fechar o ciclo de justificativas inconsistentes.

Pedro Cardoso da Costa – Interlagos/SP
Bacharel em direito


OS HISTÉRICOS NO PODER - Postado por Antonio Sávio


Uma das experiências mais perturbadoras que tive na vida foi a de perceber, de novo e de novo ao longo dos anos, o quanto é impossível falar ao coração, à consciência profunda de indivíduos que trocaram sua personalidade genuína por um estereótipo grupal ou ideológico.

Diga você o que disser, mostre-lhes mesmo as realidades mais óbvias e gritantes, nada os toca. Só enxergam o que querem. Perderam a flexibilidade da inteligência. Trocaram-na por um sistema fixo de emoções repetitivas, acionadas por um reflexo insano de autodefesa grupal.

No começo não é bem uma troca. O estereótipo é adotado como um revestimento, um sinal de identidade, uma senha que facilita a integração do sujeito num grupo social e, libertando-o do seu isolamento, faz com que ele se sinta até mais humano. Depois a progressiva identificação com os valores e objetivos do grupo vai substituindo as percepções diretas e os sentimentos originários por uma imitação esquemática das condutas e trejeitos mentais do grupo, até que a individualidade concreta, com todo o seu mistério irredutível, desapareça sob a máscara da identidade coletiva.
Essa transformação torna-se praticamente inevitável quando a unidade do grupo tem uma forte base emocional, como acontece em todos os movimentos fundados num sentimento de "exclusão", "discriminação" e similares.
Não me refiro, é claro, aos casos efetivos de perseguição política, racial ou religiosa. A simples reação a um estado de coisas objetivamente perigoso não implica nenhuma deformação da personalidade. Ao contrário: quanto mais exageradas e irrealistas são as queixas grupais, tanto mais facilmente elas fornecem ao militante um "Ersatz" de identidade pessoal, precisamente porque não têm outra substância exceto a ênfase mesma do discurso que as veicula.
À dessensibilização da consciência profunda corresponde, em contrapartida, uma hipersensibilização de superfície, uma suscetibilidade postiça, uma predisposição a sentir-se ofendido ou ameaçado por qualquer coisinha que se oponha à vontade do grupo.
No curso desse processo, é inevitável que o amortecimento da consciência individual traga consigo o decréscimo da inteligência intuitiva. As capacidades intelectuais menores, puramente instrumentais, como o raciocínio lógico verbal ou matemático, podem permanecer intactas, mas o núcleo vivo da inteligência, que é a capacidade de apreender num relance o sentido da experiência direta, sai completamente arruinada, às vezes para sempre.
A partir daí, qualquer tentativa de apelar ao testemunho interior dessas pessoas está condenada ao fracasso. A experiência que elas têm das situações vividas tornou-se opaca, encoberta sob densas camadas de interpretações artificiais cujo poder de expressar as paixões grupais serve como um sucedâneo, hipnoticamente convincente, da percepção direta.
O indivíduo "sente" que está expressando a realidade direta quando seu discurso coincide com as emoções padronizadas do grupo, com os desejos, temores, preconceitos e ódios que constituem o ponto de intersecção, o lugar geométrico da unidade grupal.

O mais cruel de tudo é que, como esse processo acompanha "pari passu" o progresso do indivíduo no domínio da linguagem grupal, são justamente os mais lesados na sua inteligência intuitiva que acabam se destacando aos olhos de seus pares e se tornando os líderes do grupo.
Um grau elevado de imbecilidade moral coincide aí com a perfeita representatividade que faz do indivíduo o porta-voz por excelência dos interesses do grupo e, na mesma medida, o reveste de uma aura de qualidades morais e intelectuais perfeitamente fictícias.
Não conheço um só líder esquerdista, petista, gayzista, africanista ou feminista que não corresponda ponto por ponto a essa descrição, que corresponde por sua vez ao quadro clássico da histeria.
O histérico não sente o que percebe, mas o que imagina. Quando o orador gayzista aponta a presença de cento e poucos homossexuais entre cinquenta mil vítimas de homicídios como prova de que há uma epidemia de violência anti-gay no Brasil, é evidente que o seu senso natural das proporções foi substituído pelo hiperbolismo retórico do discurso grupal que, no teatro da sua mente, vale como reação genuína à experiência direta.
Quando a esposa americana, armada de instrumentos legais para destruir a vida do marido em cinco minutos, continua se queixando de discriminação da mulher, ela evidentemente não sente a sua situação real, mas o drama imaginário consagrado pelo discurso feminista.

Quando o presidente mais mimado e blindado da nossa História choraminga que levou mais chicotadas do que Jesus Cristo, ele literalmente não se enxerga: enxerga um personagem de fantasia criado pela propaganda partidária, e acredita que esse personagem é ele. Todas essas pessoas são histéricas no sentido mais exato e técnico do termo. E se não sentem nem a realidade da sua situação pessoal imediata, como poderiam ser sensíveis ao apelo de uma verdade que não chega a eles por via direta, e sim pelas palavras de alguém que temem, que odeiam, e que só conseguem enxergar como um inimigo a ser destruído?
A raiz de todo diálogo é a desenvoltura da imaginação que transita livremente entre perspectivas opostas, como a de um espectador de teatro que sente, como se fossem suas, as emoções de cada um dos personagens em conflito. Essa é também a base do amor ao próximo e de toda convivência civilizada.

A presença de um grande número de histéricos nos altos postos de uma sociedade é garantia de deterioração de todas as relações humanas, de proliferação incontrolável da mentira, da desonestidade e do crime.

Olavo de Carvalho
Filósofo e jornalista.

Bancos já cortaram 3.600 empregos este ano


Nos primeiros sete meses de 2014, as instituições bancárias já cortaram 3.600 empregos. Enquanto os bancos privados e o Banco do Brasil eliminaram postos de trabalho, a Caixa Econômica Federal abriu 1.595 novas vagas no mesmo período. Os dados são da Pesquisa de Emprego Bancário (PEB), divulgada hoje (22) pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), que faz o estudo em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), com base nos números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho.

De acordo com o levantamento, além do corte de vagas, a rotatividade continuou alta no período. Os bancos contrataram 20.075 funcionários e desligaram 23.675. No total, 17 estados apresentaram saldo negativo de emprego nos primeiros sete meses do ano. As maiores reduções ocorreram em São Paulo, no Rio Grande do Sul, em Minas Gerais e no Rio de Janeiro, com 1.524, 621, 480 e 463 cortes, respectivamente. O estado com maior saldo positivo foi o Pará, com a geração de 208 novas vagas.

A pesquisa mostra também que o salário médio dos admitidos pelos bancos nos primeiros sete meses do ano era R$ 3.303,55, contra o salário médio de R$ 5.216,86 dos desligados. Assim, os trabalhadores que entraram nos bancos receberam valor médio equivalente a 63,3% da remuneração dos que saíram. A média dos salários dos homens na admissão foi R$ 3.756,96 nos primeiros sete meses do ano. A remuneração das mulheres ficou em R$ 2.829,77, valor que representa 75,3% da remuneração de contratação dos homens. A média dos salários dos homens no desligamento foi R$ 6.000,16 no período, enquanto a remuneração das mulheres era R$ 4.386,33. Isso significa que o salário médio das mulheres no desligamento equivale a 73,1% da remuneração dos homens.

Agência Brasil
Foto meramente ilustrativa: Fila de Empregos



Marina quer manter bases do Plano Real e aumentar competitividade do agronegócio


Ao fim de um dia de reuniões internas e discussões com os outros partidos da coligação Unidos Pelo Brasil, o PSB formalizou hoje (20) a candidatura de Marina Silva à Presidência da República e Beto Albuquerque como vice. Na primeira entrevista como candidata cabeça de chapa, Marina disse que não pretende subir nos palanques onde não houve acordo entre o PSB e a Rede Sustentabilidade. Por outro lado, ela reafirmou compromissos com as bases econômicas que começaram a vigorar com o Plano Real e com o aumento da produtividade e da competitividade do Brasil no agronegócio.

Sobre as alianças regionais, Marina disse que em 14 estados há consenso sobre o apoio de sua coligação nas eleições majoritárias. Nos demais, ela pretende se “preservar” dos palanques com os quais não concordou e o vice Beto Albuquerque representará os compromissos firmados pelo então candidato Eduardo Campos, morto na semana passada em um acidente de avião. São os casos de estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Paraná, onde Campos apoiava candidatos com os quais Marina se recusa a dividir o palanque.

“O PSB mantém as suas alianças, o Beto representará o PSB com essas alianças e eu estarei com os candidatos do PSB a deputado estadual e federal. Essa é a construção que nós fizemos e é o que está mantido. Os governadores eu já falei, são os governadores onde estamos de comum acordo. Onde não foi possível há o mesmo enquadre e não há mudanças, a única diferença é que a figura de Eduardo passa agora a ser a figura de Beto. E eu continuo preservada de acordo com aquilo que havíamos dito que faríamos”, explicou Marina. A candidata também foi questionada sobre as divergências com o setor do agronegócio em razão de suas posições ambientalistas. Nesse aspecto, Marina disse que o setor agrário não é “homogêneo” e que não acredita que os produtores rurais brasileiros “reivindiquem produzir sem as preocupações com a agenda ambiental e social”. A candidata enfatizou a intenção de promover desenvolvimento tecnológico na área rural, de modo a garantir aumento de produtividade com menos exploração de recursos naturais. Ela também disse que pretende trabalhar para implementar o Código Florestal que foi aprovado, mas não tem sido aplicado integralmente.

“Vamos avançar nas vantagens comparativas que temos, transformando-as em vantagens competitivas, como é o caso do etanol, a geração distribuída de energia com o bagaço da cana-de-açúcar, o manejo sustentável das florestas. Quando era ministra do Meio Ambiente fui capaz de aprovar uma lei de concessão das florestas que poderá fazer o Brasil ter um grande potencial em termos econômicos. O Brasil é um país que tem na sua agricultura, tanto no que chamamos de agronegócio, como na agricultura familiar, uma base importante da sua economia”, disse.

Sobre as bases econômicas caso seja eleita, a candidata reafirmou o compromisso com as metas de inflação, o câmbio flutuante e a responsabilidade fiscal. Marina Silva também disse que Eduardo Campos defendia a autonomia do Banco Central e que isso está sendo estudado pela equipe técnica de sua campanha para ser transformado em proposta. Segundo ela, se a conclusão for favorável tecnicamente, a proposta deve ser adotada como queria Campos. “A questão da autonomia do Banco Central nunca foi um problema entre nós”, disse Marina.

Amanhã (21) pela manhã está prevista uma reunião entre todos os partidos da coligação para que a candidatura de Marina possa ser homologada formalmente. Questionado sobre a intenção de alguns partidos de retirarem o apoio com a nova candidata, o presidente nacional do PSB, Roberto Amaral, disse que tem conversado com todos e não recebeu esse comunicado. Ele disse que não acredita que juridicamente isso seja possível, mas que pretende ouvir a todos nesta quinta-feira. A intenção da coligação é formalizar o pedido de registro de Marina Silva e Beto Albuquerque no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na sexta-feira (22).

Agência Brasil


POR QUE O CRATO NÃO REALIZOU O TRADICIONAL FESTIVAL FOLCLÓRICO DO CARIRI? - Por: Cacá Araújo



Os grupos de tradição popular são escolas de saberes generosamente ofertadas pela ancestralidade ainda pulsante nos dias de hoje. Desenvolvem papel de relevância sublime como peças de antropologia que nos esclarecem as contendas e epopeias passadas que temperaram a contemporaneidade. São portadores de valores que identificam a nossa região, remetendo-a a uma universalidade de largo alcance histórico e cultural.

DIA DO FOLCLORE

O fortalecimento da cultura popular como fator de identidade e desenvolvimento regional no sentido de favorecer a qualidade de vida de mestres, brincantes e artistas populares, a partir de suas comunidades e da valorização da memória e do folclore como temperos da autoestima e do redescobrimento de nossas origens, passa necessariamente por um amplo investimento no turismo cultural, e, de certo modo, pela “desespetacularização” dos folguedos, promovendo distritos, vilas e bairros como destinos turísticos, seja o receptivo para o país e o mundo, seja o de mobilização interna, dotando-lhes de infra-estrutura adequada e gerando oportunidades de ocupação, renda e estímulo à transmissão do saber popular aos mais jovens.

Deve-se entender como sagrado o financiamento da manutenção de nossa identidade cultural representada pelos grupos folclóricos e outras manifestações da cultura imaterial, principalmente através de políticas de fomento e fortalecimento de instituições culturais sérias. Faz-se necessária uma grande cruzada em benefício da divulgação, da informação, da educação. Nós precisamos voltar a reconhecer nosso próprio rosto. Para isso é fundamental que nos vejamos também na televisão, nos cinemas, nos teatros, nos jornais, nas revistas, nas escolas, nas praças, nos ouçamos nas rádios e nos encontremos nos grandes eventos postados nos palcos principais. Temos, por outro lado, que ter assegurada a sobrevivência material dos nossos brincantes, através da adoção de medidas em favor do trabalho, seja no campo, seja na indústria ou em outra frente, o que os deixará livres para preservar e difundir seus saberes em situação de dignidade humana.

No Cariri é onde reside a alma do Ceará. Os principais elementos culturais formadores da identidade cearense, nordestina e nacional estão presentes em nossa região, vivos e pulsantes. Inquietos e indômitos. Aqui se plantou e ainda brota a ancestralidade ibérica, ameríndia e africana, caldeada através dos séculos, fundida pela força da história.

Portanto, cada gesto, saber ou fazer tradicional tem profundidade universal. É também argamassa para a elaboração da contemporaneidade. Folguedos, religiosidade, história, culinária, mitos, lendas, enfim, nossos saberes e fazeres contribuem significativamente para manter vivo o corpo cearense. A cultura popular caririense, costumo dizer, é um conjunto de antropologia sociocultural que nos revela em nossa mais profunda e remota história; é também a manifestação do espírito brincante, religioso, profano e criativo do Brasil.

Cacá Araújo
Professor, dramaturgo e folclorista
Crato | Cariri | Ceará | Brasil | 2014


Brasil tem queda na oferta de empregos formais



Veja a matéria completa no link abaixo:

http://g1.globo.com/jornal-da-globo/videos/t/edicoes/v/carlos-alberto-sardenberg-fala-sobre-a-queda-na-criacao-de-empregos-formais/3579932/


“Foi um milagre”, diz médico americano curado do ebola


O médico americano Kent Brantly, infectado pelo vírus ebola, recebeu alta hoje (21). Antes de deixar o Hospital Universitário de Emory, em Atlanta, nos Estados Unidos, ele concedeu uma entrevista coletiva, ao lado dos médicos que o trataram. “O dia de hoje é um milagre na minha vida e estou muito feliz por estar vivo e poder encontrar minha família”, disse.

O médico e a missionária americana Nancy Writebol, que deixou o hospital na última terça-feira (19), foram tratados com o medicamento ZMapp. Ambos contraíram o vírus na Libéria. Bastante emocionado durante a entrevista, Brantly disse que “Deus permitiu que sua vida fosse salva”, em resposta a milhares de orações em favor de sua recuperação.

Ele também falou sobre a descoberta da infecção pelo vírus do ebola. “No dia 23 de julho, me levantei passando um pouco mal e logo minha vida teve uma reviravolta, quando inesperadamente fui diagnosticado.”

Kent Brantly e Nancy Writebol foram retirados do território liberiano no começo deste mês em um avião equipado para mantê-los isolados e não permitir que os dois contaminassem outras pessoas.
O diretor da Unidade de Doenças Infecciosas do hospital, Bruce Ribner, disse estar muito contente com o resultado do tratamento. “Eles [os dois pacientes americanos] não representam nenhum risco para a saúde pública e as análises do sangue deles apresentaram resultado negativo do vírus”, contou.

Ribner destacou que a equipe hospitalar aprendeu mais sobre o tratamento de infecções pelo ebola. “Aprendemos que a recuperação é demorada, porque de fato esta é uma doença bastante devastadora”, disse. “Mas em geral os pacientes podem ser tratados e completamente curados”, acrescentou. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) mais de 1,3 mil pessoas morreram no Oeste africano em decorrência da contaminação pelo ebola. O vírus se propaga por meio de contato direto com fluidos corporais, como sangue e suor. Sem um tratamento reconhecido até o momento, as infecções podem levar à morte em até 90% dos casos, segundo a OMS.

Agência Brasil


Centenas de trabalhadores fazem caminhada de protesto no Cariri


Trabalhadores fazem caminhada por melhores condições de trabalho. Protesto teve adesão principalmente nas áreas da saúde e educação.

Centenas de servidores público de cidades da Região Cariri, no interior do Ceará, realizaram nesta quinta-feira (21) um protesto por melhores condições de trabalho. Os trabalhadores caminharam pela via que liga as cidades de Crato e Juazeiro do Norte. Segundo os organizadores, servidores de mais de 10 municípios da região aderiram ao ato.

“Nosso protesto partiu da agenda salarial dos servidores municipais, que foi lançada em dezembro de 2013. De janeiro para cá os sindicatos vêm buscando diálogo com os governos municipais no sentido de implementar direitos conquistados por esses trabalhadores e não houve avanço até o momento”, diz Enedina Soares, sindicalista organizadora do protesto.

Entre as categorias presentes, estão principalmente servidores da área da educação e saúde. “A nossa luta é pelo nosso piso salarial foi sancionado pela presidente Dilma de 18 de junho. Já faz dois meses, que ele seja instituído na cidade de Juazeiro do Norte e nas outras cidades do Cariri. Não por ser uma regalia, mas por ser lei”, afirma Roberlândia Almeida, agente de endemias.

Os líderes sindicalistas afirmam que vão continuar a agente de caminhadas de protestos na região. “Agora é sensibilizar as pessoas. Vamos à Câmara Municipal, ao Ministério Público, vamos abrir o diálogo”, diz Júnior Matos, sindicato dos servidores do Crato. Os secretários do Crato e de Juazeiro do Norte foram procurados para comentar as reivindicações dos servidores, mas as ligações não foram atendidas.

Do G1 CE


VOCÊ ACREDITOU !! - Dilma diz que vai acabar com miséria no início de 2014



A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta sexta-feira (18) que seu governo pretende por fim à pobreza extrema ainda no início de 2014, ano de eleições. Em discurso de cima de um palanque em Teresina, ao lado do governador Wilson Martins (PSB), a presidente disse que "é óbvio que não vai ser no dia 31 de dezembro de 2014 [fim do mandato]", mas antes, segundo afirmou.

"Nós vamos acabar com a pobreza extrema, na maioria dos estados do Brasil, ainda no ano de 2013. E vamos completar esse processo de tirar da pobreza no início de 2014. É possível e vai ser feito", disse a presidente, sob aplausos.

Após autorizar construção de adutoras e barragens em São Julião, Dilma vai para o corpo a corpo com populares, na primeira visita presidencial ao Piauí (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR) Após autorizar construção de adutoras e barragens em São Julião, Dilma vai para o corpo a corpo com populares, na primeira visita presidencial ao Piauí (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)

Segundo balanço divulgado em novembro pelo Ministério do Desenvolvimento Social, o governo estimava em 9,8 milhões o número de pessoas em situação de extrema pobreza, cuja renda é menor que R$ 70 por mês. Em dezembro, com a ampliação do programa Brasil Carinhoso, o número de miseráveis caiu para cerca de 2,5 milhões, segundo a assessoria da pasta. Mas ainda faltava identificar e cadastrar cerca de 700 mil famílias, com média de 4 pessoas cada. Com isso, o governo estima que o número de extremamente pobres esteja hoje em cerca de 5,3 milhões de pessoas. 

No início do governo Dilma, eram 19 milhões. Só no Piauí, que Dilma visitou pela primeira vez como presidente nesta sexta, 700 mil pessoas deixaram essa condição no ano passado, disse a presidente. Ela ressaltou a ideia de que "o país só vai crescer se as pessoas crescerem junto com ele", após se referir ao slogan do governo federal ("País rico é país sem pobreza").

Para isso, a presidente chamou a atenção dos prefeitos recém-eleitos para a importância da educação, da construção de creches e da abertura de vagas em escolas técnicas. O evento foi dedicado à entrega de 400 apartamentos financiados com o programa Minha Casa, Minha Vida, além da compra de retroescavadeiras para 25 municípios da região. As duas ações somam investimentos de R$ 20,4 milhões.

Matéria de 18/01/2013  - G1
Só merece mesmo uma bela gargalhada!

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Sesc Crato realiza "Ao Gosto Popular‏"




O AO GOSTO POPULAR realizado pela unidade SESC CRATO está acontecendo desde segunda! Ainda temos programação até sexta! Confere! 

DIA 21 - QUINTA / 17h / Estacionamento do Sesc Crato
Reisado de Caretas de Potengi    
Reisado Decolores Dedé de Luna.
Coco do Sítio Quebra
Ermano Morais. 

DIA 22 - SEXTA / 17h / Estacionamento do Sesc Crato
Maneiro Pau infantil de Mestre Cirilo
Reisado Infantil de Mestre Aldenir
Banda Cabaçal dos Irmãos Aniceto 
João Do Crato canta Luiz Gonzaga.

Entrada Franca
Fonte: SESC



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