xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 15/08/2014 | Blog do Crato
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VÍDEO - ÚLTIMAS NOTÍCIAS - Prefeito do Crato é escolhido um dos melhores prefeitos do Ceará pela PPE Eventos, em Fortaleza. ( 09-11-2017 ).
Estamos de volta com as transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, com alguns programas ao vivo ). Serão vários programas abordando temas diversos, como a realidade da nossa região, do Ceará e do mundo; Programas científicos, atualidade, entrevistas, e transmissão de eventos ao vivo. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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15 agosto 2014

Para você Refletir ! - Por Maria Otilia


Nestes últimos dias fomos surpreendidos com  notícias de mortes trágicas. A primeira notícia falava da morte do ator Robin Willians, muito conhecido através do filme Sociedade dos Poetas Mortos. Outra notícia que chocou todos os brasileiros foi a queda do avião que conduzia o jovem político Eduardo Campos e sua equipe de trabalho.
Diante destas tragédias, quem já ouviu a pregação do Padre Leo “Reconcilie-se com a sua morte”, compreende que a morte, apesar de cruel para os humanos, pode ser compreendida como uma  passagem para uma nova vida eterna. 
Em outro trecho da sua pregação,Padre Leo  conta que "os monges antigos, quando se encontravam nos mosteiros, saudavam-se com uma expressão em latim: ‘Memento moris’. O significa essa frase? ‘Vais morrer’ E o outro respondia “Carpe Diem” que quer dizer: ’Viva bem o dia de hoje. E será que neste mundo conturbado, de competitividade em diversos segmentos especialmente na política, estamos vivendo bem o nosso dia ?
Padre Léo ainda  afirma que a morte é uma realidade que não podemos fugir, por isso devemos aproveitar o momento presente, sem nos preocuparmos com ela.
Em outro trecho do livro "Seja feliz todos os dias",  padre Léo nos diz que devemos acolher o hoje de Deus para a nossa vida: "A vida é hoje e hoje podemos ser felizes. Não fique preso ao passado... Não permita que o pessimismo e o negativismo influenciem a sua vida. Acolha o novo como uma criança. Esqueça o passado. Ajude Deus a ajudar você. A Cura Interior ajuda-nos a acolher cada dia como um presente de Deus. Viva o hoje de Deus!"
Viva cada segundo intensamente, pois a cada segundo anterior já não volta mais. O tempo da graça é hoje, o tempo da salvação é agora.
Lembrem -se que : O ontem é história, o amanhã é um mistério, mas o hoje é uma dádiva”. É por isso que se chama presente.








Moral de sertanejo - Por: Emerson Monteiro

No tempo ainda quando Luiz Gonzaga se achava neste chão, certa vez, ouvido por conterrâneo seu numa das memoráveis apresentações de praça pública que fazia no Rio de Janeiro, naquele trecho da música Paraíba que afirma Sertão de muié séria, de homê trabalhado, esse amigo comentava: - Virgê, parece que faz tempo que Luiz não vai no Norte.

E outros consideram saudosos os idos históricos da fase em que um fio de bigode servia de garantia aos negócios entre os sertanejos.

Ó tempos, ó costumes!, falavam de boca cheia os romanos para avaliar o desgaste da moral no decorrer da história.

Fica-se, no entanto, a perguntar: por onde anda o sentido austero da sociedade no que diz respeito ao cuidado com a palavra, não só nos negócios, porém no decorrer da vida em grupo, devido à ausência de critérios e firmeza nas atitudes e nos gestos que alimentam o cotidiano?!

Isso porque nem a confusão entre os termos ética e moral, que atravessa os séculos das academias, é capaz de explicar os motivos do desgaste imenso de hoje em dia, dando à  austeridade lugar de pura ficção.

Raros sobreviventes da primeira metade do século XX transmitem essa notícia de que o sertanejo primava pela honra e elevava aos céus bons predicados da moral, observados, contudo, se viver período escuro, de bandoleiros e volantes, antes até da Revolução de 30, os quais amargavam de medo os interiores do Nordeste com práticas desleais e selvagens.

Havia o homem cordial, pai de família modelo de virtude, dotado de um código ético irreparável, fruto das reservas mais esclarecidas, proveniente da formação dos ancestrais a cumprir a função de mostrar normas fiéis. A marca típica desses senhores de sítios e fazendas norteava um prazer original de boa convivência a que ninguém aceitava desacreditar, qual fosse marca de campanha vitoriosa de vida.

Houvesse outros defeitos, entretanto a palavra sobreviveria para mostrar o quanto vale dizer e sustentar o que se diz.

Passado menos de cem anos e se busca aonde sumiu o prestígio da fala nas crônicas caboclas. Em que madrugada o perfil dos cidadãos abandonou o prestígio e deixou que a complacência enovelasse de pó o caráter antigo da natural equidade.

As conseqüências dessa transformação geram a imensidade dos papéis que amarelam no fundo das gavetas, nos bancos e tribunais, a profissionalizar ofícios que antes nem inexistiam. O estado de direito cobra o preço da revelação de personalidade sinistra, a muitos chamada de globalização, afastando para longe os modos prudentes da valentia do caráter inatacável dos matutos.

Quer-se, outrossim, imaginar que nada justifica a incapacidade humana ao justo, ao honesto e ao correto, valores distantes dos caminhos que percorrem ações do momento presente, nos vários campos da vida pública.

(Foto: Jackson Bola Bantim).

Profecia apontava morte de Eduardo Campos na Assembléia de Deus no Pernambuco


O candidato Eduardo Campos este presente na E.B.O na COMADALPE no templo da Central da Assembléia de Deus no Pernambuco. Ele que era filho do presbítero da igreja Maximiano Accioly Campos, que faleceu em 6 de agosto de 1998, aos 56 anos. Também pernambucano, o escritor e poeta morreu de complicações cardíacas, segundo reportagem da revista Época. Campos foi educado na assembléia de Deus e há registro que liderou o conjunto de jovens por 4 meses.

Porém, a atenção dos presentes foi para uma cena de profecia em que uma das irmãs enquanto cantava dirigiu ao candidato, pôs a mão sobre sua cabeça, bateu no peito com a seguinte frase:

"Grande será o cortejo para ti, homem de honra. A tua vida está em minhas mãos, e na esteira do tempo, determinarei os teus dias"

Após citar tais palavras, a cantora cantou, e tomou seu assento. A expressão do candidato Eduardo Campos não foi das boas, ficou pensativo e o tempo todo com a cabeça baixa ao lado do seu assessor mesmo que parte do povo presente acreditava ser uma referencia a sua vitória presidencial. Tudo foi gravado em vídeo que será divulgado em breve por emissoras segundo a igreja. Foi solicitado em acordo a não divulgação do material, que incorporará uma edição especial sobre a vida do ex-governador.

Site: Gospel Revista


Tá feia a coisa: economia brasileira encolhe 1,2% no segundo trimestre, segundo o Banco Central

Fonte: O Globo
 Com o desempenho oscilante do comércio e com a indústria em retração, a economia brasileira encolheu 1,2% no segundo trimestre deste ano, nos cálculos do Banco Central. A expectativa dos analistas do mercado financeiro era que o IBC-Br (índice que mede a atividade no Brasil) tivesse queda de cerca de 1,6% no período. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira pela autoridade monetária. No segundo trimestre, as vendas do varejo registraram uma queda de 0,6%, na comparação com o primeiro trimestre, de acordo com os dados do IBGE após ajuste sazonal. Já a indústria, registrou uma retração de 0,9% da sua produção no período.
Esses são os indicadores que mais pesam no “PIB (Produto Interno Bruto) do BC. Esse índice foi criado pelo BC para balizar a condução da política de juros para controlar a inflação. É para ele que o BC olha na hora de fixar a taxa básica de juros (Selic), que está em 11% ao ano.  Metodologicamente, o IBC-Br não pode ser considerado uma simples “prévia do PIB”. Isso porque o dado oficial, divulgado pelo IBGE, é muito mais complexo. O índice construído pelos técnicos da autoridade monetária é o que os economistas chamam de proxy, ou seja, uma aproximação.

"O Paraíso perdido"

ESCRITO POR PERCIVAL PUGGINA | 14 AGOSTO 2014 

"A Teologia da Libertação é mais importante que o marxismo para a revolução latino-americana". 
Fidel Castro, citado por Frei Betto em "O Paraíso perdido", pag. 166.

Paraíso perdido é o título de uma obra poética de John Milton sobre a tentação e queda de Adão e Eva. E é, também, o título de um livro de memórias gastronômicas e de militância comunista em que Frei Betto descreve suas andanças pela América Latina e Leste Europeu nos anos 80.

São mais de 400 páginas relatando dezenas, talvez mais de uma centena de viagens e itinerários em contato com lideranças católicas e governos comunistas, cumprindo dois objetivos: aproximar os católicos do comunismo e apresentar a Teologia da Libertação (TL) às lideranças comunistas. Muitas dessas viagens tiveram Cuba como destino e Fidel como figura central. Ao longo dessa jornada em que o frei vendia mercadoria avariada para os dois lados, ele e Fidel se tornaram amigos.

O relato se encerra pouco após a queda do Muro de Berlim, com o desfazimento da União Soviética. As longas páginas finais em que discorre sobre a perda do "paraíso", podem ser resumidas nestas palavras do autor: "Mudar a sociedade é modificar também os valores que regem a vida social. Essa revolução cultural certamente é mais difícil que a primeira, a social. Talvez por isso o socialismo tenha desabado como um castelo de cartas no Leste Europeu. Saciou a fome de pão, mas não a de beleza. Erradicou-se a miséria, mas não se logrou que as pessoas cultivassem sentimentos altruístas, valores éticos, atitudes de compaixão e solidariedade”.

Ora, economias comunistas são estéreis. Não saciam a fome de pão. E a fome de beleza, a cultura de valores, compaixão e solidariedade, jamais foi gerada sob o materialismo de tal regime. Sem qualquer exceção, onde ele se instalou, avançou com ferocidade contra tudo que os poderia produzir. Família, liberdades, religiões e seus valores foram sempre espezinhados sob o tacão do Estado totalitário. Quem quiser detalhes, informe-se sobre o que aconteceu com padres, bispos, cardeais, instituições religiosas na Hungria do cardeal Jószef Mindzensty, na Tchecoeslováquia do cardeal Josef Beran, na Polônia do cardeal Wyszynski, na Ucrânia do arcebispo Josyf Slipyj, na Iugoslávia, do arcebispo Stepinac. O comunismo foi, sempre, uma usina de mártires.

Aliás, Nero, Décio, Diocleciano e Galério foram mais moderados e indulgentes com os cristãos do que os governantes comunistas. "Qual o produto de tantos anos de trabalho do frei?" indagará o leitor. Pois é. Ele foi razoavelmente bem sucedido em levar a desgraça do comunismo aos cristãos. E fracassou totalmente em levar o "cristianismo" da TL às elites do comunismo. Apesar disso, a Teologia da Libertação volta a ganhar vida e adeptos no ambiente católico.


www.puggina.org

Eduardo Campos deixou um legado: o Brasil ainda tem jeito –– por Eduardo Giannetti (*)



Que o exemplo de luta, doação e amor ao Brasil de Eduardo Campos nos dê força de seguir adiante e ilumine os nossos passos

 O Brasil está de luto. Liderança não se improvisa: é obra do preparo e da dedicação infatigável, mas é também dom da natureza –atributo de pessoas que parecem nascidas e talhadas a exercê-la. A morte medonha de Eduardo Campos priva nossa vida pública de uma excepcional vocação de liderança. A perda se fará sentir por muitas gerações de brasileiros. O vazio é imenso. Conheci Eduardo Campos há pouco menos de um ano. O contato veio por intermédio de Marina Silva, com quem trabalhei na campanha de 2010 e de quem aceitei o desafio de colaborar na elaboração do programa da Rede Sustentabilidade para as eleições deste ano.
Confesso que o gesto ousado de Marina ao surpreender a todos e aliar-se a Eduardo Campos após a interdição da Rede deixou-me de início hesitante. Tinha dúvidas sobre a natureza da aliança e sobre o real compromisso de Eduardo com os valores e propostas centrais do nosso programa. Preferi observar à distância e procurei me inteirar da situação antes de qualquer decisão. A habilidade e o magnetismo pessoal de Eduardo me causaram forte impressão desde a primeira vez que presenciei (anonimamente) uma palestra sua em São Paulo. Constatei o seu efeito em mim e na expressão dos que me rodeavam na plateia. Logo me dei conta de que estava diante de um talento persuasivo de rara qualidade na nossa cena política. Senti vontade de conhecê-lo.

A aproximação ocorreu de forma paulatina. À medida que se estreitava o convívio, em reuniões de trabalho, conversas esporádicas e participações conjuntas em eventos, passei a admirar sua inteligência, disposição ao diálogo e capacidade de trabalho. Aos poucos se me foi revelando a generosa pessoa humana –lúcida, delicada e serena– que lastreava sua atuação como homem público. As dúvidas se dissiparam e firmou-se em mim a convicção de que a aliança Eduardo-Marina exprimia um fato genuinamente novo em nossa combalida democracia –uma coalizão alicerçada em princípios compartilhados e apta a promover corajosa depuração de nossas práticas políticas. Juntei-me ao time.

A irrupção do absurdo em nossas vidas abre uma fenda que nada sacia. Como dar conta da morte brutal de um jovem pai amoroso e amigo leal? Como explicar a perda de um líder na plenitude do vigor e talento? Onde o sentido? Frágil e efêmera criatura, o ser humano sucumbe ante o mistério que o exaspera. Mas se o mundo em que nos foi dado existir é opaco e refratário à nossa fome de sentido, só um caminho nos resta: lutar no limite de nossas forças para que ele adquira sentido.
Que o exemplo de luta, doação e amor ao Brasil de Eduardo Campos nos dê força de seguir adiante e ilumine os nossos passos.

(*) Eduardo Giannetti é formado em economia e em ciências sociais pela USP e PhD em Economia pela Universidade de Cambridge, Inglaterra. Foi professor na Faculdade de Economia de Cambridge, na FEA-USP e no Insper São Paulo. É autor de artigos e livros, entre eles: "Vícios privados, benefícios públicos?" (1993); "Autoengano" (1997); "Felicidade" (2002) e "A ilusão da alma" (2010).


Há 7 anos...


Já se pode considerar esta foto "de antigamente",o ano já vai longe, 2007, mas se observarmos hoje no Crato, quase nada mudou.


Como diz um amigo meu, fotógrafo também: "Sempre existem fios elétricos para atrapalhar o fotógrafo"

Foto: Dihelson Mendonça



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