xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 30/07/2014 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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30 julho 2014

Profissionais da educação fazem assembléia e caminhada pelas ruas do Crato






Aconteceu hoje ( 30 ) em Crato, uma assembléia dos profissionais da educação no Palácio do Comércio ( Associação comercial ) às 08:00. 

O evento, chamado de o Dia D em Prol das bandeiras da educação teve a participação de professores, merendeiras e auxiliares administrativos, em consonância com as entidades Estaduais FETAMCE e CUT/CE. Os manifestantes reivindicam a seguinte pauta:

01 - Apreciar e votar a proposta que a prefeitura deverá enviar quando a majoração do percentual de regência de classe atualmente em 8% sobre o salário-base, para 20%;

02 - Apreciar e votar a proposta que a prefeiura deverá enviar sobre o repasse da diferença salarial do piso para todos os profissionais do magistério, reivindicado pela categoria através do ofício número 117/2014, no percentual de 14,18%

Logo após a assembléia, os professores e outros profissionais da educação realizaram uma caminhada pelas principais ruas da cidade.

Dihelson Mendonça
Com informações adicionais do SINDSMCRATO
Fotos: Pedro Ivan Correia e Sindsmcrato


Águas do Castanhão têm 36% de reservas


Açude chega ao 3º ano de seca com 2,4 bilhões de metros cúbicos e expõe mais escombros da antiga Jaguaribara
  
Jaguaribara. O Açude do Castanhão, localizado neste município, já perdeu 1 bilhão de metros cúbicos de água de abril de 2013 para cá. Pelos efeitos do terceiro ano consecutivo de seca, as reservas hoje ficam em torno de 36%. Atualmente, são verificadas 2,4 bilhões de metros cúbicos, quando a capacidade total é de 6,7 bilhões de metros cúbicos. Pouco mais de um ano depois da última visita, exatamente em abril do ano passado, a reportagem do Diário do Nordeste, voltou a visitar as ruínas da Velha Jaguaribara, cidade desocupada em 2001 para dar lugar ao açude Castanhão. Com 36% de suas reservas, está bem abaixo dos 50% registrados na primeira visita ao local.

Desta vez , para chegar a Velha Jaguaribara seguimos por uma antiga rodovia estadual, que ligava a BR-116 até a sede do município. Não há, porém, registros da via atual mapa do Departamento Estadual de Rodovias (DER), atualizado em 2011, ou qualquer placa que identifica a rota. Apenas dois velhos pontos de ônibus abandonados à margem da BR dão acesso ao lugar. O pouco que restou da malha asfáltica é utilizada por pescadores. Quem nos guiou foi o professor Xavier Silva, antigo morador da cidade e hoje reside na Península do Curupati, no Castanhão. A viagem demorou 40 minutos. Pelo caminho é possível ver os efeitos dos anos de severa seca na vegetação. Onde havia água hoje é seco. Árvores que ficaram submersas durante mais de uma década hoje estão expostas. O chão úmido criou algum pasto onde hoje serve para alimentação do gado.

Redução

Chegando ao local registrado pela reportagem há mais de um ano, havia água bem ao lado de onde ficava a caixa d'água que abastecia a cidade. O volume do açude, na época com 3,3 bilhões de m³, ainda cobria vários pontos da antiga cidade. Desta vez a água já havia recuado cerca de 100 metros de onde era a margem, deixando ainda mais à vista vários escombros. Xavier se surpreendeu com o que viu. Depois de alguns minutos caminhando entre os escombros, ele tentava se situar, ou achar algo que trouxesse suas lembranças de volta. Da visão da caixa d'água ele descrevia como era antigamente, recolocando na imaginação cada coisa em seu lugar. "Aqui onde era a caixa d'água era chamada de Vila. Minha vó morava naquela rua", disse ele apontando para um trecho de calçamento que ainda havia pelo chão.

Hoje não só mais postes podem ser visíveis, a entrada da antiga escola, a quadra da comunidade, alicerces de casas, prédios públicos, ruas, pontos de ônibus, tudo que era cidade hoje se resumiu a uma pilha de tijolos e ferro destorcido. "Isso não foi feito para gente", desabafa Xavier, referindo-se à utilidade do Castanhão. "O que nos revolta é que não nos beneficiou em nada esse projeto. Muitas comunidades não tem água, porque essa água já tem destino. É para a capital", lamenta.

Xavier mora em uma das comunidades reassentadas de Jaguaribara, na península do Curupati, que fica dentro do açude Castanhão. Lá, não chega água tratada. Tudo o que foi prometido pelo Governo, na época, não foi cumprido.

Fonte: Jornal Diário do Nordeste


Tributo a uma liderança - Por: Emerson Monteiro

Conheci Benvindo da Costa Melo no início dos anos 80. Ele viera a Crato representando a Comunhão Espírita Cearense no I Encontro dos Espíritas Caririenses. Desenvolveu trabalho digno de nota, prenúncio do crescimento regional que hoje representam os centros espíritas em atividade no Cariri.

Daí se formou amizade duradoura, consolidada muitas vezes nas chances de um relacionamento promissor. Desde cedo percebi o valor que possuía essa figura humana. Baiano de Guanambi, Estado da Bahia, jovem ainda moraria no Ceará, que amou como seu natural, aqui pontificando uma obra de vasta solidez.

Realizou o trabalho de instalação definitiva do Espiritismo, por meio de atitudes tais como a fundação do Clube do Livro Espírita de Fortaleza – CLEF; a manutenção, por várias décadas, da Comunhão Espírita Cearense, ao lado de outros e laboriosos companheiros; a criação da Federação Espírita do Estado do Ceará; a edição do jornal Fortaleza Espírita, depois transformado em Ceará Espírita; a fundação das livrarias espíritas Roteiro e Sinal Verde; e a divulgação, através da palavra e da mediunidade de cura e do aconselhamento, nos centros da Capital e dos municípios cearenses.

Homem dotado de inteligência brilhante e espírito simples, Irmão Benvindo, deferência carinhosa que lhe damos, possuía o carisma próprio do líder mais sapiente. Orador objetivo, fluente, jamais mediu esforços para atender aos convites para visitas e palestras, inclusive noutros estados distantes. Autor de muitos artigos doutrinários, escrevia em estilo elegante, comunicativo, acessível a todos. Essas qualidades caracterizam a força de sua personalidade; no entanto, detalhe precioso resta acrescentar, o seu talento de conselheiro, bom pai de família e esposo, que exercitou de modo persistente na vida, com ânimo e cultura.

Vejo-me, portanto, no dever de trazer estas palavras sobre Benvindo Melo, num reconhecimento público do trabalho que desenvolveu, dando de si, sem pensar em si, o que bem pode reafirmado através de muitos testemunhos. Entusiasta, persistente, buscou se pautar, com alegria e boa disposição, os compromissos que desenvolveu com maestria.

No Ceará, Ciro atira em Eunício e acerta em Cid?


O divertido da lógica política é que ela tem olho de lógica, nariz de lógica, boca de lógica, palavreado de lógica, mas é incoerência pura. Nada mais divertido, por exemplo, do que tentar acompanhar o pensamento lógico de Ciro Gomes. É tão profundo que dificilmente é atingido pelo cérebro.

Na noite desta terça-feira (29), Ciro participou da inauguração do comitê de campanha do petista Camilo Santana, que disputa o governo do Ceará como candidato do governador Cid Gomes. A certa altura, Ciro esculachou o peemedebista Eunício Oliveira, que encabeça a coligação adversária.

“Eu não respondo pelo Camilo”, disse Ciro. “Respondo unicamente por mim. E vou falar o que penso. O que está em jogo é entregar o governo a um aventureiro, lambanceiro e mentiroso. Não podemos entregar o governo a alguém que quer usar o espaço para enriquecer ainda mais. Daquele outro lado tem uma mistura de pinóquio com irmão metralha. Um petralha, um pinotralha.”

Até anteontem, Eunício era um dos mais festejados aliados do grupo político dos irmãos Gomes. Cid dizia em público que lhe tinha eterna gratidão. Num comício, o governador referiu-se ao híbrido de “pinóquio com irmão metralha” em termos enobrecedores. Num trecho levado à internet por correligionários de Eunício, Cid diz coisas assim:

“Eu devo profundamente ao Eunício Oliveira, esse senador que vocês devem se orgulhar muito de ter no Senado Federal. Eunício me deu, numa hora decisiva, o apoio decisivo para que eu pudesse ter o sonho de governar o Estado do Ceará. […] Eu estarei muitas vezes com Eunício, no futuro, em muitas lutas pelo Estado do Ceará e pelo Brasil.”

Considerando-se que Eunício patrocinou a nomeação de vários apadrinhados para cargos na administração de Cid, é incontornável a tentação de levar a lógica de Ciro às últimas (in)consequências. Seu irmão entregou pedaços do próprio governo a prepostos de “um aventureiro, lambanceiro e mentiroso”, cujo projeto de vida é “enriquecer mais.” Quer dizer: pela lógica de Ciro, Cid está mais para cúmplice do que para administrador público.

Do Blog do Josias, nesta quarta-feira, no Site UOL ( Via Eliomar de Lima )


Cariri Garden Shopping lança exposição para amantes e admiradores da velocidade


O carro de Mario Andretti está na exposição.



O Cariri Garden Shopping proporciona aos seus clientes e frequentadores mais uma grande exposição. Na verdade, uma obra de arte para amantes e admiradores da velocidade que vai marcar a passagem dos Dia dos Pais, na Região do Cariri. A "VeloCut" conta a história do automobilismo nacional nas útimas décadas, com troféus, pain´´eis, vídeos e memoriais de campeõs, além do carro original da Fórmula Indy de Mario Andretti. A abertura da exposição ocorreu na segunda-feira (28) e nesta manhã de quarta-feira (30), foi apresentada durante café-da-manhã à imprensa, sob a coordenação do gerente de marketing do empreendimento, Eduardo Duffles.



Capacete usado por Ayrton Senna e réplicas de troféus estão na exposição.  

E com a chegada do mês dos pais, o centro de compras administrado pela Tenco Shopping Centers, lançará a campanha especial 2014 e trará novidades, como forma de prestigiar os clientes que vão ao local, com diversas opções para a data. A exposição é inédita e será  um atrativo interessante, além das grandes promoções para o período. “Estamos sempre na busca de novidades para oferecer opções diferenciadas para a população em nosso espaço”, diz Eduardo Duffles. Ele destaca ainda que, o shopping recebe diariamente cerca de 19 mil visitantes a cada dia de funcionamento e mais de 25 mil somente aos finais de semana, além de abrigar 6 mil veículos no estacionamento. Ou seja, a expectativa nas duas semanas de exposição é que o público que passe pelo shopping chegue a cerca de 550 mil pessoas.



Eduardo Duffles espera 550 mil pessoas passem pelo shopping.  

Via Jornalista Flávio Pinto ( texto e Fotos )


Eduardo Campos diz que atual modelo político do País “esclerosou e faliu”


Terceiro colocado nas pesquisas de intenção de voto, o candidato do PSB à Presidência da República, Eduardo Campos, disse nesta quarta-feira (30), a empresários da indústria, que o atual modelo político do país, baseado na coalizão de partidos, “esclerosou e faliu” e, por isso, precisa ser revisto para viabilizar as mudança que possibilitem tornar o país mais competitivo. “Precisamos compreender que a solução antes da economia é na política”, disse. Além de Campos, foram convidados para a sabatina os candidatos de PSDB, Aécio Neves, e do PT, Dilma Rousseff.

Durante abertura de sabatina dos presidenciáveis promovida pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), Campos prometeu comandar uma reforma política que acabe com “essa lógica patrimonialista, fisiologista e atrasada que tem a cabeça no século 19”.

“Não tem solução para o que está aí, sem um debate político profundo no Brasil. O padrão político de governança esclerosou, faliu e não vai dar uma nova agenda de competitividade para a economia brasileira. O novo padrão político que se exige é um software que compreenda o que acontece no mundo para levar o Brasil a um ambiente seguro para investir e que anime os investidores”, discursou Campos.

Ministro no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Campos criticou o atual modelo de gestão petista que, segundo ele, levará o país para trás. “O presidencialismo de coalização não vai levar o Brasil a um bom lugar. Só levará o Brasil para trás. Eu tenho a confiança de dizer aos empreendedores brasileiros que eu e a Marina [Silva, indicada a vice] representamos a única possibilidade de quebrar o presidencialismo de coalizão e unir o país em torno de uma nova visão de desenvolvimento e governança”.

Fonte: Agência Brasil


Suspensa liminar que obrigava Estado a aumentar efetivo policial no Interior



O vice-presidente do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE), desembargador Francisco Lincoln Araújo e Silva, no exercício da Presidência, suspendeu liminar que obrigou o Estado a aumentar o contingente de Polícia Militar do Município de Santa Quitéria para 50 policiais, dotando a Companhia de Polícia Militar com quatro motos e uma viatura e a designar dois escrivães e três inspetores de Polícia Civil, devidamente concursados.

Além disso, deveria providenciar armamentos adequados e em funcionamento, munições, rádios comunicadores, computadores ligados em rede e materiais de escritório para a Polícia Militar; computadores, telefone e outros materiais para a delegacia do município.

De acordo com o processo, o Ministério Público estadual ajuizou ação requerendo, em sede de antecipação de tutela, a readequação da Companhia de Polícia Militar, com o aumento do contingente e do número de motos e viatura. Pleiteou também a designação de inspetores e escrivães para a delegacia. Em fevereiro de 2014, o juiz José Valdecy Braga de Sousa, titular da 1ª Vara da Comarca de Santa Quitéria, obrigou o Estado a implementar as medidas, no prazo de 30 dias, sob pena de multa diária de R$ 5 mil.

Inconformado, o Estado interpôs pedido de suspensão de liminar por considerar violação à separação de poderes. O desembargador afirmou ainda que ficou “configurada a lesão à economia pública, tendo em vista que a atuação da Administração Pública é sem dúvida delimitada por previsões orçamentárias".

Fonte: Tribunal de Justiça do Estado do Ceará




Além da esfinge - Por: Emerson Monteiro


Fora aquela decerto a terceira vez que lia o mito de Édipo. Persistia nos meus pensamentos o mesmo travo das coisas inacabadas continuarem rondando os dias, horas a fio, nalgumas perguntas teimosas. Que decifrar, ou devorar maroto, interesseiro, totalitário, da esfinge colossal, metade gente, metade fera.

Volta e meia, nas margens de qualquer estrada, nem que fosse dessas variantes sertanejas de cancelas e cerca de faxina, postada na pose clássica do quase bote iminente, lá surgia nos olhos do pensamento a milenar mulher, misto de suçuarana indomável, a lançar a interrogação astuciosa:


- Decifra-me ou te devoro, seu animal inferior!


Não que inexistisse coerência no drama grego do monstro de estrada, não. Longe de eu questionar a esse ponto. Também pudera, moço, querer tanto e tão distante. Pensava no espaço aceso da consciência o que seria, na verdade, a resposta de Édipo, que, no meu entender, seria insuficiente para cumprir em cheio a exigência do terror de Tebas, que, nem por isso, ao receber a resposta, satisfeita no desencanto, jogou-se no abismo, libertando a todos do medo que causara longo tempo.

Explico melhor, pois diz a lenda que Édipo decifrou como sendo o ser humano o tal bicho do enigma, de qual o animal que de manhã anda com quatro patas, à tarde, com duas, e à noite, com três. Daí nascendo um enigma ainda maior, o de que seria o homem. Só ser é pouco. Quem é o homem, enfim, essa carcaça elaborada em queda livre no abismo do infinito?

E a esfinge correu para a morte, ela própria sendo morte. Com isso libertava os tebanos para seguirem vivos, expostos à própria sorte, esfinges vivas no trilho da eternidade. Enigma dos enigmas, de longe instransponível, raça de homens no caminho da Tebas celeste.

É isto, bem isto, a persistir na interrogação do enigma que considero mais definitivo e cruel, aos tantos aventureiros da jornada do que apenas aquele das quebradas do oriente grego.

Jogo esquerdista: Se não for do meu jeito, é contra os pobres. Por: Luciano Henrique.

26 DE AGOSTO DE 2013


Como chantagistas emocionais, os esquerdistas precisam apelar às emoções humanas, como empatia,  mesmo que precisem mentir até dizer chega. Neste caso, eles dirão que estão do lado dos pobres, e você, do lado dos ricos.

A dinâmica é sempre a mesma. O esquerdista irá fazer uma proposta de inchaço estatal, e, em seguida, dirá que este inchaço é para “ajudar os pobres”. E mesmo que ele não faça uma proposta de inchaço estatal, irá, ao mesmo, lutar para manter o inchaço existente.

Quando você contestar o inchaço estatal, ele irá lhe posicionar para a platéia como inimigo dos pobres. Ele, o “amigo dos pobres”, dirá que toda a questão agora se resumiu entre ser amigo dos pobres ou inimigo deles, o que é o mesmo que dividir a questão entre inimigo dos ricos ou amigo dos ricos. Nesse momento, frases como “você não quer ajudar os pobres” ou “você não liga para a miséria humana” se tornarão clichês evidentes.

Para não dizerem que estou exagerando, observem os frames utilizados no discurso de um esquerdista petralha que postava aqui na caixa de comentários deste blog: “Vocês são anti-governo trabalhista, anti-políticas sociais, anti-ascensão dos padrões de consumo dos mais pobres… não querem ver as classes ‘inferiores’ subindo na vida… meu Deus, como isso é ridículo, é de um egoísmo irreal, bruto e tacanho, é de uma falta de compaixão tremenda… vocês não tem solidariedade… e um dia tudo será feito por meio do estado”.

Como podemos ver, há uma omissão de informações a toda vez que o esquerdista usa o mesmo tipo de discurso, mas eles sempre deixam a pista de que estão praticando uma fraude.

Não é que a questão é definida entre ajudar os pobres X não ajudar os pobres, mas sim ajudar os pobres via ação estatal X ajudar os pobres via ação privada. Sim, esse é o detalhe que eles omitem. Na verdade, os esquerdistas usam os pobres apenas como pretexto para inchaço estatal, e a direita quer superar esse inchaço estatal, buscando outras maneiras de ajudar os pobres.

Se a direita fosse contra os pobres, não iria ganhar de lavada dos esquerdistas na ajuda voluntária a eles, como demonstrou Ann Coulter tempos atrás ao citar o ótimo livro “Who Really Cares?”, de Arthur Brooks.

Vamos aos fatos. Com o inchaço estatal, realmente é possível que alguma assistência seja dada aos pobres. Mas na verdade os esquerdistas poderiam criar uma espécie de Rotary de esquerdistas, e fazer assistencialismos mais vastos, sem depender do estado para ajudar os pobres, e sem criar receita para aparelhamento estatal, corrupção e lobby. Assim, a direita continuaria buscando sua forma voluntária de ajudar aos pobres, e os esquerdistas poderiam buscar as suas, envolvendo inclusive a criação de fazendas comunitárias, empresas sem lucro e casarões habitados por 30 famílias.

Em suma, ajudar aos pobres não implica em inchaço estatal, a não ser que os pobres estejam sendo usados como pretexto para inchar o estado, que é o que ocorre com toda instância deste jogo esquerdista. Desta forma, eles mentem ao dizer que a questão é dividida entre ajudar ou não os pobres, mas sim em inchar ou não o estado.

Neste jogo, portanto, o esquerdista irá omitir os fatos para esconder sua real intenção (inchar o estado), para fingir que ele quer ajudar os pobres, mas a direita não. Evidente é uma falácia do falso dilema, onde são dadas duas opções: (1) ajudar os pobres, inchando o estado, (2) se recusar a ajudar os pobres, não inchando o estado. Em outras palavras, o esquerdista bate o pézinho dizendo: “Se não for do meu jeito, você é contra os pobres”.

Tudo não passa de uma chantagem emocional grotesca e extremamente imoral, fazendo uso da triste situação das pessoas que vivem sob condições precárias como um pretexto para um baita de um negócio. Sim, pois o inchaço estatal não passa de um grande negócio para dar poder a burocratas.

É claro que existem muitas outras formas de ajudarmos os pobres, e de maneira muito mais eficiente do que inchando o estado. Mas aí é que podemos notar que o esquerdista não tem interesse de fato em ajudar os pobres, a não ser que isso seja feito via inchaço estatal.

Para tirar a dúvida, oferte a ele desafios neo-esquerdistas, e veja se ele vai aceitar. Com certeza, ele não aceitará, pois como já disse, o interesse do esquerdista é inchar o estado, e o discurso de “ajuda aos pobres” é apenas um pretexto.

Abusar da miséria humana como pretexto para dar poder a burocratas. A isso se resume o discurso de um esquerdista.

Fonte: http://lucianoayan.com/

DILMA - Explica porque guarda R$ 152 mil em dinheiro ''em casa''




Fonte: TV UOL

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