xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 29/06/2014 | Blog do Crato
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VÍDEO - CONVERSA FRANCA - O DESCASO NO CRATO - Dihelson Mendonça ( 30-11-2017 ).
Estamos de volta com as transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, com alguns programas ao vivo ). Serão vários programas abordando temas diversos, como a realidade da nossa região, do Ceará e do mundo; Programas científicos, atualidade, entrevistas, e transmissão de eventos ao vivo. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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29 junho 2014

Conheça o estranho mundo dos “black bloc”, pessoas convocadas para acabar com as passeatas de protesto feitas pelo povo

Um black bloc de saias
(Fonte: VEJA)

Rafael Lusvarghi, um dos vândalos presos pela polícia em São Paulo, é fã de vikings e tem no rosto uma falsa cicatriz feita por tatuador
Na última segunda (23), Rafael Marques Lusvarghi, 29 anos, foi preso pela polícia após participar de uma manifestação em São Paulo. Ele e o estudante Fabio Hideki Harano, 26 anos, foram acusados de associação criminosa e levados pelos policiais que acompanhavam o protesto. O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Fernando Grella Vieira, apresentou a dupla à imprensa como "os primeiros black blocs presos" em flagrante na capital. Quando foi detido, Lusvarghi usava uma saia kilt e tinha o que parecia ser uma cicatriz do lado esquerdo do rosto. Só parecia: o falso machucado foi feito no último dia 17, enquanto o Brasil jogava contra o México, em um estúdio de tatuagem em Jundiaí, na Grande São Paulo. A técnica é chamada de escarificação e consiste em criar na pele um corte milimetricamente desenhado na base do bisturi. Para fazê-lo, Lusvarghi inspirou-se nos games: ele é fã do jogo God of War e queria uma marca no rosto igual à do personagem Kratos, o fortão espartano que protagoniza a saga. Aos amigos, contou que nas diversas brigas que arranjou nunca conseguiu um machucado que marcasse seu rosto - apenas sinais no pulso e num dos dedos. 
Aficionado pela história russa e pela cultura militar, Lusvarghi coleciona álbuns com retratos dos líderes da Revolução Russa e do período comunista. Fotos de exércitos, tanques e armas também estão no seu acervo. Obcecado por vikings, tem tatuada no braço a palavra Berserk, nome de um mangá, posteriormente transformado em anime, inspirado nos guerreiros da mitologia nórdica.
Lusvarghi nasceu em Jundiaí, numa família de classe média. A mãe é professora formada em Biologia e o pai, de quem ela é separada, gerencia uma pequena empresa em Minas. É o mais velho de quatro irmãos. Um deles conta que, desde pequeno, Lusvarghi sonhava alistar-se na Legião Estrangeira da França. Aos 18 anos, comprou uma passagem para aquele país, onde morou por três anos - como integrante da tropa, segundo disse a familiares. Quando regressou ao Brasil, prestou concurso para soldado da Polícia Militar em São Paulo e ficou na corporação entre março de 2006 e julho de 2007. O motivo de sua saída é desconhecido, mas em agosto ele já prestava um novo concurso, desta vez para ser PM no Pará. Aprovado, permaneceu na corporação até 2009 e, mais uma vez, saiu antes de concluir o curso de oficial.
Partiu, então, para a Rússia. Em 2010, mudou-se para Kursk, cidade onde ocorreu uma das mais importantes batalhas da Segunda Guerra Mundial. O que fez lá ninguém sabe. Segundo parentes, teria estudado administração e tentado alistar-se no exército russo. Como não conseguiu, regressou ao Brasil.Logo depois de chegar, em janeiro deste ano, iniciou uma viagem de um mês e meio entre Colômbia e Venezuela. Disse ao irmão ter "feito contato" com as Farc neste período - e não gostou da experiência. Na volta, instalou-se em Indaiatuba, no interior paulista, onde começou a trabalhar como professor de inglês e técnico de informática. Além do fortão do videogame de quem copiou a cicatriz no rosto, Lusvarghi se diz admirador do presidente russo Vladimir Putin. Antes de ser detido nesta semana, ele fazia planos de ir para a Ucrânia "lutar pelas forças separatistas". O que o kilt tem a ver com tudo isso segue sendo um mistério.
                                                          

A boa notícia: Sarney deixa a política


(jornal “O Estado de S.Paulo”)

Dia desses correu nos meios políticos uma boa notícia que rapidamente se espalhou pelo País: José Sarney desistiu de se candidatar mais uma vez ao Senado. Não faltou quem se apressasse a anunciar que o mais antigo cacique do País estaria se aposentando da política. Ledo engano. Aos 84 anos, com quase 60 na vida pública, o maranhense José Ribamar Ferreira de Araújo Costa, alcunhado José Sarney, soube aprimorar o modelo de dominação do coronelismo nordestino, construiu um império sustentado na conjugação de política com bons negócios e se tornou um dos homens mais poderosos do País. Uma conquista que se deve principalmente ao insaciável apetite por servir-se do poder, mantendo-se para tanto quase que permanentemente aliado aos governantes de turno. E vocação assim é tão longa quanto a vida.

A biografia de Sarney, escoimada da mistificação hagiológica das publicações por ele patrocinadas, revela um político extremamente habilidoso, solerte, capaz de transitar com desembaraço entre todos os antagonismos, sempre pragmaticamente focado em somar conquistas a seu patrimônio pessoal e político. Desse ponto de vista, a carreira de José Sarney é um magnífico exemplo de coerência: nunca embarcou - pelo menos por mais tempo do que o estritamente necessário - em canoa furada. Mas a trajetória política do 31.º presidente desta República é marcada também por dois outros atributos decisivos: a capacidade de adornar a própria imagem com tinturas de ideias progressistas e muita sorte.

Sarney se lançou na política maranhense fazendo oposição ao senador Vitorino Freire, o "coronel" cria da ditadura Vargas, chefe político no Estado por mais de 30 anos. O futuro presidente da República disputou sua primeira eleição a deputado federal em 1954, conquistando a terceira suplência, mas assumindo provisoriamente uma cadeira na Câmara dos Deputados no ano seguinte. Pouco depois trocou o partido pelo qual se elegera, o então PSD, pela UDN, legenda na qual permaneceu até o governo militar, que extinguiu os partidos políticos e criou a Arena e o MDB.
Na UDN, Sarney identificou-se com a ala mais progressista, cujas preocupações sociais passaram a pautar sua ação política no Maranhão, no combate ao vitorinismo. Em 1965, aos 35 anos, elegeu-se governador. E começou a revelar sua verdadeira face de novo coronel do pedaço. Apesar de algumas realizações pontuais comemoradas por uma população absolutamente carente de serviços públicos, a substituição do vitorinismo pelo domínio da família Sarney resultou, depois de quase meio século, na manutenção do Maranhão como um dos Estados mais atrasados e carentes. Hoje, sob o governo de Roseana Sarney, exibe o segundo pior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) regional.

Enquanto o Maranhão se contorcia em atraso e pobreza, a carreira de Sarney só fez progredir. Em 1985, dando-se conta dos estertores da ditadura militar que apoiara convictamente como presidente do então partido governista, a Arena, bandeou-se para a oposição. Na eleição indireta de 1985 tornou-se vice-presidente da República, assumiu provisoriamente a chefia do governo quando o titular eleito, Tancredo Neves, adoeceu antes da posse e tornou-se chefe de Estado quando, semanas depois, Tancredo morreu sem ter envergado a faixa presidencial.

Os cinco anos do governo Sarney foram marcados pelo agravamento da situação econômica e pelo grande aumento das denúncias de corrupção. Isso criou condições para que um aventureiro de Alagoas se tornasse seu sucessor, em 1989, proclamando-se "caçador de marajás". Em 1990, elegeu-se novamente senador, pelo então recém-criado Estado do Amapá, e passou a operar politicamente a partir da Câmara Alta, que presidiu por três vezes.

Quando Lula chegou à Presidência, em 2003, Sarney o esperava de braços abertos. Imediatamente se identificaram no apego ao poder e cimentaram uma sólida aliança. A decisão de se poupar do repúdio do eleitorado amapaense não vai mudar isso. Mesmo assim, é uma excelente notícia para o Brasil.

Notícias e reflexões (Armando Lopes Rafael)

Novo historiador cratense
O jovem padre Tales Figueiredo, do clero da Diocese de Crato, após concluir mestrado em História da Igreja, em Roma, estará retornando a esta cidade, no próximo dia 2 de julho. A monografia do Mestrado, defendida pelo Pe. Tales,  tem por título: Diocese de Crato: gênese e contexto, na qual é resgatada a história desta igreja particular, que este ano completa o centenário de criação. A monografia do Pe. Tales tornou-se a mais completa obra sobre a história da Diocese de Crato. O jovem sacerdote fez suas pesquisas nos arquivos do Vaticano, tendo acesso aos documentos oriundos da Nunciatura Apostólica no Brasil do início do século XX, o que permitiu um novo olhar sobre os fatos que levaram o Vaticano a criar, em 1914, a segunda Diocese do Ceará. Na sua monografia Pe. Tales Figueiredo divulga alguns fatos até agora desconhecidos pelos historiadores do Cariri. Uma obra que merece ser publicada.
Túnel do Tempo
Era o dia 04 de outubro de 1940. Naquela data o segundo bispo de Crato, Dom Francisco de Assis Pires, inaugurava o Palácio Episcopal com a entronização de uma imagem do Sagrado Coração de Jesus (foto ao lado, feita pela jornalista Patrícia Silva). Esta imagem permaneceu no Palácio Episcopal até 1992, quando Dom Vicente renunciou ao bispado e aquele imóvel deixou de ser o lugar de morada dos bispos diocesanos. Depois disso levaram a  imagem do Coração de Jesus para o Centro de Expansão Dom Vicente Matos. Lá, uma das mãos da estátua foi quebrada e encontrada no lixo.
Aleluia
Nesta sexta-feira, dia 27 de junho de 2014, Dia do Sagrado Coração de Jesus, 74 anos depois da entronização, a bela imagem – agora restaurada por iniciativa do Pe. José Vicente Pinto Alencar da Silva – voltou ao Palácio Episcopal e foi reentronizada, após uma missa celebrada por Dom Fernando Panico (foto abaixo, feita por Patrícia Silva, na capela do antigo Palácio Episcopal). A partir de agora, anualmente, todo Dia do Coração de Jesus, haverá a “Renovação”, que será feita pelos funcionários da Cúria Diocesana de Crato.

Povo sem memória
Dom Luís Flávio Cappio às margens do Rio São Francisco
Lembram-se daquele bispo católico que, em 2007, fez uma greve de fome, alertando para a preservação do Rio São Francisco? Há sete anos, Dom Luís Flávio Cappio, bispo de Barra (BA) denunciou: o chamado Rio da Integração Nacional passava por inúmeros problemas ambientais, incluindo o assoreamento resultando aquele curso de água ficar, a cada dia que passa, mais raso. Dom Flávio Cappio dizia que o projeto faraônico da transposição das águas do Rio São Francisco corria o risco de naufragar devido ao pouco volume de água.
Vida de gado
Pois bem, Dom Flávio Cappio estará chegando à Rodoviária de Crato no próximo dia 7 de julho e daquele terminal segue direto para a cidade de Camocim de São Félix – no agreste pernambucano –, onde vai pregar o retiro anual do clero da Diocese de Crato. Em 2007 todo mundo ficou ao lado do governo (naquela época Lula e o PT ainda tinham alguma credibilidade), e contra o bispo. Muitos escreveram que Dom Cappio era um desumano, que não queria dividir a água com os sertanejos do Ceará, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. Foi um Deus nos acuda...
Hoje sabemos que o bispo é quem tinha razão
Antes de desviar as águas do rio para a transposição o governo precisava de um projeto paralelo de recuperação ambiental com o objetivo de melhorar a qualidade da água daquela bacia hidrográfica. Outra providência que se impõe é o reflorestamento das margens na tentativa de recuperação da mata ciliar, impedindo a erosão, que em muitos pontos está entupindo os canais, gerando assoreamento, causando problemas para a navegação e diminuindo a concentração de espécies nativas. Outra iniciativa que precisa ser feita é a coleta e tratamento das águas dos esgotos das cidades ribeirinhas na Bahia e Pernambuco, na tentativa de diminuir a poluição hoje presente no rio.
No mais
Planejada para ser inaugurada em 2010, a obra da transposição se arrasta em meio a muitos problemas. O último aconteceu na semana passada: a greve dos operários, no trecho de Mauriti (CE) por conta da falta de pagamentos dos seus salários. Recentemente a presidente Dilma desabafou: “O país subestimou a dimensão e a complexidade da obra de transposição do rio São Francisco”. Descobriu uma verdade que Dom Flávio Cappio havia previsto há 7 anos...

É brincadeira
Vá lá. Admito que nestes dias o brasileiro só lê notícias ou comentários se for sobre futebol. É por isso que a mídia entrou no ritmo da “pátria de chuteiras”. No entanto, a vida desta república continua a mesma rotina dos 365 dias normais  do ano quando não tem Copa do Mundo. Quer uma prova? Noticiou-se que o fundo de pensão dos Correios "aplicou" (o certo seria dizer: "torrou") mais de 370 milhões de dólares em letras da dívida da Argentina e da Venezuela. A ordem do (des)governo é: “ajudem os bolivarianos e outros  governos da esquerda troglodita”.
Pelos frutos se conhecem as árvores
Não foi por isso que o Governo da República Federativa do Brasil gastou mais 1 bilhão de dólares na construção de um porto em Cuba? Só depois, (será?) descobriram que o tal porto não tem movimento para garantir seu funcionamento, pois a ilha-prisão está com a economia falida. E agora, pasmem, o governo do PT tenta convencer algumas indústrias farmacêuticas brasileiras a transferir suas fábricas para Cuba com a finalidade der viabilizar o porto de los hermanos –ditadores. Os empresários rechaçaram a sugestão, pois não são idiotas...Mas, hoje é dia de hoje do Brasil... Deixa prá lá! Viva Neymar!
No mais
Em 2003 o atual governo dizia que naquele ano começava a história do Brasil. O os feitos de 503 anos que tinham ficado para trás m coisas sem importância. O passado se resumia aos erros das “zelite” brancas. Mas, depois de 12 anos de poder do PT, oh dor!, vemos na mídia as invasões de terrenos e prédios para solucionar o problema de falta de moradias. Oxente, e o Brasil não tinha virado um  paraíso?
A frase do dia
Veio do leitor Euclides Sousa: “Bem feito para o Japão, fica investindo em saúde e educação, tá aí o resultado: fora da Copa!”.

                                                    

Agora ele reconhece: lançado candidato a presidente da República, Eduardo Campos promete tirar economia brasileira do “atoleiro”

(das Agências de notícias)

A convenção do PSB oficializou neste sábado, em Brasília,  o ex-governador de Pernambuco, Eduardo  Campos  e Marina Silva como candidatos a presidente da República  e vice, respectivamente.
- "Vamos acabar com esse suga suga! Sugam de um lado hoje, para depois sugar do outro lado. E tem gente que acha isso bem bonito! Isso é inaceitável. Vamos acabar com esses sanguessugas dos cofres brasileiros", disse Eduardo.

Em seu discurso, após a indicação, Eduardo  Campos taxou a situação econômica do País como um "atoleiro". "Só um Brasil unido poderá enfrentar o atoleiro em que se meteu a nossa economia. Juros lá no alto, inflação alta, indústria em queda, contas públicas fragilizadas. É um País que não merecemos depois de tanto esforço do povo brasileiro", afirmou. Campos se comprometeu com uma retomada do crescimento sustentável da economia brasileira e ainda pediu para ser cobrado por isso em seu governo, caso seja eleito. 

"Vamos botar a inflação para baixo e o crescimento pra cima", disse. "Em nosso governo, todas as crianças e jovens terão vaga em boa escola pública em período integral. Quero ser cobrado por isso", afirmou durante convenção partidária em Brasília. "Só com o Brasil unido poderemos acabar com o apartheid da educação e com o abismo que separa a escola do rico e a do pobre".
                                                   

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