xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 15/06/2014 | Blog do Crato
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15 junho 2014

GRUPO DE FANÁTICOS PROMOVE MASSACRES POR TODO O IRAQUE


Iraque pede ajuda aos Estados Unidos para conter os rebeldes







A fotos em um site militante mostram combatentes do Estado Islâmico do Iraque e do Levante ( ISIS ) colocando os cativos em caminhonetes antes de forçá-los a deitar de barriga para baixo em uma vala rasa com seus braços amarrados atrás das costas. As imagens finais mostram os corpos dos homens molhados em sangue depois de disparos.

As imagens macabras poderiam aprofundar ainda mais as tensões sectárias enquanto centenas de xiitas acatavam uma convocação feita pelo seu líder espiritual mais reverenciado de pegar em armas contra os militantes sunitas que varreram o norte. O ISIS prometeu levar sua batalha a Bagdá e a cidades mais ao sul que abrigam reverenciados santuários xiitas.

Intensificam-se os esforços para travar o avanço das forças rebeldes que se instalaram no Norte do Iraque e numa rápida progressão têm vindo a conquistar terreno em direcção a Bagdad. O Exército do Iraque, apoiado por unidades de combate curdas e milícias populares xiitas, montou um cordão de segurança em torno da capital. 

As movimentações das tropas nacionais parecem, para já, ter surtido algum efeito no que diz respeito à protecção de Bagdad. Os extremistas do ISIS e os grupos sunitas armados que entretanto se juntaram à insurreição foram obrigados a abrandar o ritmo perante a oposição militar em redor da capital. As Forças Armadas iraquianas garantiam ontem que tinham recuperado a iniciativa contra os militantes, recuperando duas cidades a Norte da capital e “eliminando” 279 terroristas em 24 horas, informou o porta-voz do primeiro-ministro Nouri al-Maliki, numa conferência de imprensa transmitida em directo pela televisão.

No entanto, um atentado no centro de Bagdad no domingo de manhã mostrava que a muralha em torno do centro político maioritariamente xiita é tudo menos inexpugnável: um bombista suicida fez-se explodir, matando nove pessoas e deixando mais de 20 feridos – e a capital em ponto de ebulição.

A 50 quilómetros de distância, na localidade de Khlais, um centro de recrutamento do Exército nacional foi atingido por quatro morteiros, que fizeram seis mortos: três soldados e três voluntários que se apresentavam para o combate contra os sunitas, respondendo ao apelo do  clérigo xiita , o xeque Abdulmehdi al-Karbalai. Segundo a Reuters, o sermão da última sexta-feira motivou “milhares de xiitas” a procurar os centros do Exército para “pegar em armas e combater os terroristas, defender o seu país, o seu povo e os seus lugares sagrados”, conforme pediu o líder religioso.

Mais a Norte, entre Mossul e a fronteira síria, a violência tomou conta da cidade de Tal Afar, onde convivem xiitas e sunitas mas onde a maioria é de origem turca. Os confrontos agudizaram-se quando os residentes dos bairros sunitas recorreram ao ISIS, acusando a polícia e as forças armadas xiitas de estarem a varrer as suas áreas com fogo de artilharia. Os extremistas reagiram entrando em força na cidade e deixando as tropas nacionais, em minoria, sem reacção.

Através do Twitter, os jihadistas do ISIS divulgaram uma série de fotografias que mostram esquadrões de execução em actividade, informando que tinham executado 1700 soldados do exército iraquiano. Nas imagens, cuja autenticidade foi confirmada pelo porta-voz do Exército iraquiano, general Qassim al-Moussawi, vêem-se dezenas de homens a serem conduzidos para valas comuns onde depois terão sido fusilados. As legendas das imagens informam que os mortos eram desertores do Exército do Iraque, que foram capturados pelos insurrectos - segundo o general al-Moussawi, as fotografias foram tiradas na província de Salahuddin, onde ocorreram violentos combates. Os mortos, diz a BBC, serão soldados que se renderam aos islamistas e não desertores.

“Este é o destino dos xiitas que [o primeiro-ministro] Nouri al-Maliki mandou combater os sunitas”, lê-se numa das legendas. Outra mensagem esclarece que a execução dos soldados iraquianos foi uma acção de retaliação e vingança pela morte do comandante extremista Abdul-Rahman al-Beilawy, que esteve envolvido na captura de Tikrit e Mossul, a segunda maior cidade do país. As duas mantêm-se sob o controlo dos extremistas.

A verificar-se, de forma independente, a sua autenticidade, este não será o único crime de guerra cometido nos últimos dias no Iraque, advertiu a alta comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Navi Pillay, referindo-se a relatos já confirmados de outras atrocidades.

A agência da ONU para os Refugiados, e a Organização Internacional para as Migrações, voltaram a alertar para a periclitante situação humanitária em que se encontram os mais de 500 mil iraquianos que abandonaram a cidade de Mossul e outras localidades tomadas pelo ISIS e se estão a encaminhar para a região do Curdistão. Um responsável municipal de Erbil, Rizgar Mustafa, dizia ontem à radio Voice of America que mais de 110 mil pessoas tinham procurado refúgio na cidade, e “esse número deverá aumentar nos próximos dias”.

IRAQUE SOLICITA AJUDA DOS ESTADOS UNIDOS PARA CONTER OS REBELDES

Obama descarta envio de tropas ao Iraque, mas diz estudar ajuda
Presidente dos EUA disse estar avaliando todas as opções.
Para ele, ações devem ser acompanhadas de esforços locais.
Da Reuters

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, descartou nesta sexta-feira (13) enviar tropas norte-americanas para o combate no Iraque, mas afirmou estar avaliando todas as opções para auxiliar o país a lidar com os insurgentes jihadistas.

"Não enviaremos tropas americanas novamente para combater no Iraque, mas pedi a minha equipe de segurança nacional que prepare uma série de opções que possam ajudar as forças de segurança iraquianas", disse Obama. O governo do primeiro-ministro iraquiano Nuri al-Maliki pediu que os Estados Unidos forneçam ajuda militar para conter o avanço do Estado Islâmico do Iraque e do Levante ( ISIS ), um grupo extremista sunita.

No entanto, em breves declarações à imprensa na Casa Branca, Obama advertiu ao governo de Bagdá que ele mesmo foi o responsável pelo desastre ao não conseguir evitar as divisões entre os campos sunitas e xiitas do país.
"Os Estados Unidos não vão se envolver em uma ação militar na ausência de um plano político dos iraquianos que nos dê alguma garantia de que eles estão dispostos a trabalhar juntos", disse.

"Não vamos nos permitir ser arrastados de volta para uma situação na qual, enquanto estamos lá, estamos abafando as coisas, e depois de enormes sacrifícios feitos por nós, assim que saímos, subitamente as pessoas acabam agindo de maneiras que não são favoráveis para a estabilidade no longo prazo do país".
Os Estados Unidos retiraram as suas últimas tropas do Iraque em 2011, oito anos depois de derrubar o então ditador Saddam Hussein, mas Obama disse estar estudando opções para aumentar o apoio contínuo ao exército iraquiano.
O presidente acrescentou, no entanto, que "qualquer ação que tomemos para fornecer assistência às forças de segurança iraquianas deve ser acompanhada por um esforço sério e sincero dos líderes iraquianos para deixar de lado as diferenças sectárias".

Obama ainda disse que será preciso vários dias para avaliar as opções sobre como os norte-americanos poderão ajudar o Iraque a lidar com os insurgentes. "Ninguém tem interesse em ver os terroristas ganharem uma posição no interior do Iraque e ninguém vai se beneficiar de ver o Iraque no caos", disse. "Então os Estados Unidos vão fazer a sua parte, mas entendo que, em última instância, cabe aos iraquianos como uma nação soberana resolver os seus problemas".

Fonte: Último Segundo e G1


A Avidez humana! – Por Carlos Eduardo Esmeraldo

Desculpem-me o assunto ou a falta dele. Estamos em clima de Copa do Mundo e o tema não poderia ser outro. Sei que muitos dos leitores não gostam de futebol. Mas o que eu pretendo repartir com os amigos é o desejo insaciável que ser humano tem por lucros, vitórias e glória. Para isso, ignora-se os sentimentos de afetividade que nutre e engrandece as relações de amor. Chega-se ao extremo de escravizar o homem, se possível for. Que tem o futebol a ver com tudo isso?

Apesar das relações de trabalho de um jogador de futebol profissional terem evoluído para melhor nos últimos vinte anos, houve época em que o atleta era um verdadeiro escravo. Preso definitivamente ao clube, não lhe era facultado o direito de livre transferência ou escolha da equipe em que gostaria de jogar. Submetia-se a dias seguidos de confinamento, sem contatos com a família e o mundo exterior, numa ociosidade a que ainda hoje os dirigentes de futebol teimam denominar de concentração.

Em 1946, Ávila era um esforçado jogador de meio de campo do Botafogo, uma das quatro grandes equipes de futebol do Rio de Janeiro. Não chegou a integrar a seleção brasileira, mas era muito importante para o esquema de jogo do seu time. Era um desses jogadores que desarmam os ataques da equipe adversária e ajudam a empurrar o seu time para frente. Geralmente esse tipo de jogador passa despercebido aos olhos da torcida.

O time de Ávila estava concentrado desde a noite da segunda-feira anterior à partida do domingo seguinte, num casarão da zona sul da cidade do Rio de Janeiro. Preparava-se para um jogo decisivo do campeonato. A mulher de Ávila fora hospitalizada naquele mesmo dia, com uma estranha doença. Mas os dirigentes do clube não consideraram esse fato como um motivo justo para dispensá-lo da concentração. Não podiam prescindir daquele jogador na equipe.

A rotina na concentração era de treinos à tarde e o restante do dia na mais completa ociosidade. Naquele confinamento desumano, a nenhum atleta era dado o direito de sair à rua, visitar a família, ou pelo menos usar o telefone para um contato, saber como passavam os familiares. Era uma clausura absoluta!

No domingo pela manhã, dia do jogo decisivo, uma freira que trabalhava no hospital onde estava internada a mulher de Ávila, telefonou para a concentração procurando falar com o jogador. Disseram-lhe que ele não podia atender.
- “Por favor, digam a ele que o estado de saúde de sua esposa se agravou e ela pede desesperadamente para falar com ele.” - Insistia a irmãzinha reforçando a urgência da presença do jogador.

Os dirigentes da equipe acharam por bem nada comunicar ao seu atleta para que nenhuma preocupação viesse prejudicar seu rendimento no jogo. Afinal, iriam enfrentar o Vasco da Gama, um dos mais fortes rivais.

Na tarde daquele ensolarado domingo, Ávila se esforçou como sempre era seu costume, contribuindo para vitória do seu time, que se sagrou campeão.

Somente quando a partida terminou, entre tapinhas nas costas, os dirigentes comunicaram a Ávila para ir ao hospital com urgência, pois o estado de saúde da sua mulher havia se agravado. Ele imediatamente enxugou o suor do corpo com uma toalha, trocou de roupa, sem ao menos tomar banho e foi de taxi, o mais depressa quanto possível, ao hospital. Lá chegando, recebeu uma reprimenda da irmãzinha:
- “O senhor não tem coração? Telefonei várias vezes desde a manhã de hoje. Sua mulher passou o tempo todo querendo lhe falar e somente agora o senhor chega aqui?”
 - “Mas eu vim assim que me disseram. Estava no jogo e tão logo este terminou, vim o mais rápido possível.” - Disse-lhe Ávila preocupado.
- “Agora é tarde! Sua mulher faleceu às três horas da tarde.” -  Respondeu a freira.

Ao saber dessa notícia, Ávila desmaiou, voltando a si, alguns minutos depois.  O desespero tomou conta dele. Voltou ao casarão da concentração e não encontrou mais ninguém do clube, somente o caseiro e sua mulher. Então, munido de uma barra de ferro, destruiu tudo que havia pela sua frente, mesas, cadeiras, camas, armários, não sobrando nem portas e janelas.

No dia seguinte, durante o enterro, diante dos companheiros do Botafogo e dirigentes do clube, Ávila desabafava, acariciando o rosto frio da sua amada:
- “Não me deixaram te dar um último beijo, mas você está vingada!”


(Adaptado de "Os subterrâneos do futebol" de João Saldanha, Editora José Olympio, Rio de Janeiro, 1980)

Por Carlos Eduardo Esmerald

Barbalha encerrou a 304ª festa de Santo Antônio, com a maior participação popular de todos os tempos – por Patrícia Silva (*)

A missa de encerramento do padroeiro de Barbalha , que contou com a participação de milhares de fiéis e  foi presidida por Dom Fernando Panico, e concelebrada por padres da região.
Dom Fernando Panico, o bispo do povo. (Foto: Patrícia Silva)

No decorrer da celebração foram sendo homenageados os 100 anos da Diocese de Crato. Em um dos momentos aconteceu uma procissão onde fez-se a recordação dos bispos que passaram pela diocese com suas grandes contribuições, até chegar ao bispo atual, Dom Fernando Panico, que vem continuando dando passos de muita importância para realização desta história.
 Os cinco bispos que foram pastores da Diocese de Crato foram homenageado pelos barbalhenses. Na foto, a lembrança do 4º bispo, Dom Newton Holanda Gurgel (Forto: Patrícia Silva)
 
Esta é uma das festas de padroeiro mais antiga da diocese e na oportunidade Dom Fernando expressou sua alegria por vivenciar, dentro do centenário da Diocese de Crato, estes 304 anos de história, ressaltando que ser cristão significa ser sal da terra e luz do mundo, lembrando também que “todos somos chamados a viver a alegria da comunhão eterna. Somos muitos, porém únicos em Jesus Cristo”, afirmou.
 A igreja de Santo Antônio foi pequena e a maioria do povo ficou nas calçadas e ruas próximas (foto: Patrícia Silva)

(*) Patrícia Silva, jornalista, Assessoria de Comunicação da Diocese de Crato

A crônica do domingo -- Dom Pedro I – no príncipe, o músico (por Armando Lopes Rafael)


Esta semana, em face da realização aqui da Copa do Mundo de Futebol, escrevi um artigo informando que o Brasil deve a Dom Pedro I sua identidade cívica, a começar pelas cores verde-amarelas simbólicas da nossa pátria, bem como do Hino e da Bandeira Nacionais. Hoje falarei de outra característica da rica personalidade daquele príncipe.  Antigamente, nos primeiros anos escolares, já aprendíamos que o nosso primeiro imperador, era o compositor da música do “Hino da Independência”, o qual, após receber a letra Evaristo Veiga, começa assim:
Já podeis, da Pátria filhos,
Ver contente a mãe gentil;
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil
   Na atual fase da decadência quase generalizada do Brasil, as novas gerações não aprendem mais nem isso. Que Dom Pedro I era um amante das artes musicais quase todo mundo sabe. O emérito historiador Viriato Corrêa, entre irônico e crítico, escreveu: “Dom Pedro, em coisas de arte, era o tipo acabado do irresponsável. Sem nenhuma cultura musical, tocava flauta, fagote, violão e violino e até compunha músicas ligeiras”.
   O gosto pela música – e pelo fato de ter aprendido ensinamentos teóricos desde os primeiros anos de vida– motivou Dom Pedro I a produzir composições belíssimas, a exemplo de “Credo”, “Sanctus”, “Benedictus” e “Agnus Dei”. Todas essas peças musicais foram resgatadas em um CD, após serem apresentadas no 8º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga, realizado em Juiz de Fora (MG) em 1997. O povo mineiro continua a ser um dos mais cultos do Brasil.
   Compôs, ainda, Dom Pedro I um “Te Deum” para quatro vozes e orquestra, executado na Capela Imperial, por ocasião do batizado de sua filha Maria da Glória. Compôs, também, uma Missa, apresentada em 1829, e uma Abertura de ópera, executada no Teatro Italiano de Paris, em 1832, estando Dom Pedro I presente.
   O músico mineiro Adair de Miranda Motta arremata com imparcialidade e senso crítico: “Modesto lugar, sem dúvida, na galeria dos autores musicais brasileiros, é o ocupado pelo Imperador Dom Pedro I (1798–1834), mas, de medíocre não ele nada tem”.
 Mesmo depois de ter deixado o Brasil, e em meio às lutas para recuperar o trono português para Dona Maria da Glória, sua primogênita nascida no Brasil, Dom Pedro I compôs a peça musica Hino da Carta (ou da Constituição) que foi o hino oficial de Portugal até 1910, quando– naquele ano – um golpe de estado que implantou, naquela nação europeia, o sistema republicano.
 (*) Armando Lopes Rafael é historiador                                                                                                                                     

Oposição já tem seu primeiro candidato à Presidência da República: Aécio Neves, do PSDB


(Das Agências de Notícias)


O PSDB confirmou, em convenção nacional do partido realizada neste sábado (14), em São Paulo, o nome do senador Aécio Neves (MG) para concorrer pelo partido à Presidência da República nas eleições de outubro. O senador mineiro Aécio Neves iniciou emocionado o discurso na convenção do PSDB que homologou sua candidatura para concorrer à Presidência da República em outubro. Ele citou a família e o casal de filhos gêmeos recém-nascidos. "Há uma ventania por mudança, uma tsunami que deseja novos rumos. Vamos levar o Brasil para o reencontro com a decência, o trabalho". No final do discurso, ele disse que está preparado para ser o candidato que irá mudar o País. "Sou candidato à Presidência da República para mudar o Brasil", disse. Aécio Neves encerrou assim seu discurso aceitando a candidatura: “"Se coube a JK permitir o encontro com o desenvolvimento há 60 anos, Tancredo permitiu o reencontro com a democracia 30 anos depois. Outros 30 anos se passaram: que haja o reencontro com a decência, eficiência e a coragem. Aceito hoje a indicação do meu partido. Sou candidato à Presidência da República para mudar o Brasil."

Que é quem

Nascido em 10 de março de 1960, em Belo Horizonte (MG), e economista pela PUC Minas, Aécio Neves da Cunha é filho de Inês Maria e do ex-deputado federal Aécio Ferreira da Cunha, neto do ex-presidente da República Tancredo Neves e do deputado federal Tristão da Cunha. Aécio Neves começou na vida pública em 1982, incentivado pelo avô Tancredo Neves, eleito governador de Minas Gerais no mesmo ano. Em 1984, ao lado de Tancredo, teve atuação ativa no Movimento das Diretas Já, que marcou a transição entre a ditadura militar e a retomada da democracia no país após 20 anos de autoritarismo.

Eleito senador da República por Minas Gerais em 2010, foi governador do Estado de Minas Gerais por dois mandatos (2003 a 2010) e deputado federal por 16 anos, tendo presidido a Câmara dos Deputados. Aécio Neves foi eleito presidente nacional do PSDB em de maio de 2013. Aécio Neves é pai de três filhos Gabriela, Julia e Bernardo, e é casado com Letícia Weber.



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