xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 04/06/2014 | Blog do Crato
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04 junho 2014

Uma dor moral - Por: Emerson Monteiro


Nas ações solicitando reparação por danos morais a autoridade judiciária haverá de dizer o direito a quem reclamar, isto em face da avaliação da dor moral que o caso em si defina, consideradas as consequências e os prejuízos aquilatáveis no correr do procedimento. Isso que acontece no âmbito da subjetividade, o que requererá profunda sensibilidade ao julgador. Saiba-se, pois, daí o peso das sentenças aos seus autores, diante das inúmeras situações do tipo que a rotina oferece nos tribunais.


Entretanto, os abalos psicológicos representam marcas na caminhada dos humanos, dias, horas e minutos. Quanta dor moral a machucar semelhantes no decorrer das gerações. Os traumas, as torturas, ressaltam valor inestimável e cruento; e viver significa desenvolvermos o sentimento, até chegar à forma divina do aperfeiçoamento das criaturas, na casa maior do perdão. Jamais se fugirá da condição terrena livre de cicatrizes acerbas no íntimo do coração.


A escola da jornada terrena implica nisso, em respostas às ações por vezes inconscientes ou egoístas, que causam extrema repercussão nos outros, quando quem sabe é quem sente o dano de atitudes por vezes indiferentes, conquanto do tamanho descomunal em relação aos autores escondidos sob vestes intocáveis. Ninguém escapa, igualmente, aos equívocos dos gestos inconvenientes que ocasione.

Nas relações sociais, esse trem percorre distâncias infinitas, seja no trânsito, nos gabinetes, bares e praças de alimentação. Ainda que só queiram ser pacatos e frios, envernizados e prudentes, atores do drama coletivo praticam e esquecem o motivo das produções pessoais. Em sobejas situações, passam incólumes. Flagrados e descobertos nas fraquezas cotidianas, que, trazidos a responder, revelam facetas até a si ignoradas ao desprezar o brocardo de que agir sujeita ao erro, mas a omissão já representa o próprio erro. E não raras oportunidades, os protagonistas erram pela omissão, momento indicado a revelar respostas certas dos compromissos assumidos perante a condição humana de servir e amar.

Por: Emerson Monteiro


Ainda sobre o dia “D” de inclusão social e profissional das pessoas com deficiência


O Ministério do Trabalho e Emprego realizou em todo o país, na última quinta-feira (29/05), o Dia “D” de inclusão social e profissional das pessoas com deficiência e dos beneficiários reabilitados do INSS. Em Fortaleza, a solenidade aconteceu no Centro de Profissionalização Inclusiva para a Pessoa com Deficiência, na Barra do Ceará. O deputado Federal André Figueiredo participou do encontro acompanhado do ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias; do Superintendente Regional do Trabalho, Francisco Ibiapina; e do secretário do Trabalho e Desenvolvimento Social do Estado, Josbertini Clementino.

André Figueiredo tem um histórico de luta em favor das pessoas com deficiência. Na Câmara Federal, apresentou projeto de lei que visa permitir que os beneficiários do BPC (Benefício de Prestação Continuada) que exerçam atividade remunerada, com rendimentos de até dois salários mínimos mensais, possam continuar a receber o benefício, a fim de estimular a inserção e a permanência da pessoa com deficiência no mercado de trabalho. A medida contribui também para o aumento de arrecadação da contribuição previdenciária. A proposta amplia o texto da Lei nº 12.470, já aprovada porAndré Figueiredo em 2011, que prevê a suspensão temporária do BPC enquanto a pessoa com deficiência estiver exercendo atividade remunerada, podendo ser imediatamente reativado assim que o vínculo de emprego deixar de existir.


Acima: Deputado André Figueiredo

Outra medida aprovada permite aos portadores de Síndrome de Down receberem pensão por morte dos pais, cumulativamente, com a renda obtida por alguma atividade profissional. A medida traz considerável estímulo para que a pessoa com deficiência busque a melhoria de sua educação formal e qualificação profissional.

A principal estratégia do “Dia D” é dedicar um dia inteiro de atendimento para a inclusão da pessoa com deficiência (PCD) e do beneficiário reabilitado no mercado formal de trabalho, reunindo no mesmo espaço as empresas que vão disponibilizar vagas e os trabalhadores candidatos a uma oportunidade de emprego.



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