xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 10/05/2014 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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10 maio 2014

Crônica do domingo: Padre Pedro Inácio Ribeiro, o santo de Brejo Santo -- por Armando Lopes Rafael (*)

Existe na cidade de Brejo Santo um pequeno memorial em homenagem ao Padre Pedro Inácio Ribeiro – onde estão expostos objetos de uso pessoal deste sacerdote –vigário daquela cidade durante exatos 33 anos (foto ao lado). Padre Pedro Ribeiro morreu com fama de santidade e muitas pessoas asseguram ter obtido graças por sua intercessão.
    Nascido em Missão Velha, em 19 de maio de 1902, Pedro Inácio passou sua infância e juventude na cidade de Crato. Sentindo inclinação para o sacerdócio estudou no Seminário São José de Crato e no Seminário da Prainha, em Fortaleza, vindo a ser ordenado sacerdote no dia 17 de abril de 1927, na Catedral de Nossa Senhora da Penha de Crato, pelo primeiro bispo da diocese, Dom Quintino. Em 1º de janeiro de 1930 assumiu a Paróquia do Sagrado Coração de Jesus, de Brejo Santo, onde permaneceu até a data do seu falecimento, ocorrido em 3 de janeiro de 1973.
      Em Brejo Santo seu sacerdócio não foi vivido mediante obras especiais ou de caráter extraordinário, mas sim na fidelidade cotidiana do exercício do ministério que abraçou. Reside aí, provavelmente, a dimensão da santidade sacerdotal atribuída ao Padre Pedro Ribeiro. Na verdade, ele viveu seu sacerdócio na consistência do amor a Cristo e a sua Igreja; no amor aos pobres e necessitados; na compaixão pelas almas desviadas e no amor pela pregação do Evangelho de Jesus Cristo. Aliado a tudo isso, a simplicidade, mansidão e humildade de que era dotado o Padre Pedro Ribeiro contribuíram para ele conquistar o afeto de adultos e crianças. Todos em Brejo Santo tinham carinho por seu pastor.

     O trabalho missionário de Padre Pedro (foto acima, quando já se observa os males deixados pelo artrose) não foi feito somente no município de Brejo Santo. Durante alguns anos ele deu assistência ao povo da cidade e da zona rural de Porteiras, conforme atesta o historiador Napoleão Tavares Neves, no texto “O Padre Pedro que conheci”, escrito a partir da leitura feita por ele do opúsculo “O Santo do Sertão–Uma biografia”, publicado pela Fundação Memorial Padre Pedro Inácio Ribeiro, de Brejo Santo.
    Segundo Maria Santana Leite – na monografia “Pequena História da Paróquia de Brejo Santo”: “O Padre Pedro foi sempre um pai espiritual para todos os paroquianos. Estava sempre preocupado com os agricultores sofridos, especialmente na época da seca, quando as famílias pobres da zona rural passavam necessidades. Era um entusiasta com a catequese das crianças a quem dedicava um carinho todo especial, participando das aulas de catecismo, levando-as a passear em momentos de lazer, promovendo brincadeiras, além de distribuir moedas e pequenos brindes à criançada.
     “Evangelizou mais com seu desprendimento das coisas materiais, sua vida de oração, adoração e contemplação; pelo seu testemunho de vida, do que mesmo pelas pregações, embora nunca deixasse de fazer as homilias por mais simples que fosse. A tônica de suas pregações era sempre o amor, a partilha, a vida de santidade. Sua metodologia era a do perdão. Pregava um Deus Pai amoroso, misericordioso. Nunca julgava nem condenava ninguém, pelo contrário incentivava e conduzia à conversão.
    “Além do Sagrado Coração de Jesus, era devotíssimo de Maria Santíssima, de Santa Teresinha do Menino Jesus e de São Geraldo”.
    Nos últimos quinze anos de sua vida, Padre Pedro Inácio Ribeiro foi acometido de forte reumatismo que o deixou paralítico. Nos tempos finais perdeu também a visão. Nunca reclamou de nenhuma dessas provações.
    Ele foi, enfim, um sacerdote bom, piedoso e santo, que fez um bem imenso aos seus paroquianos.

(*) Armando Lopes Rafael é historiador

Iniciado movimento pela construção do monumento a Frei Carlos Maria de Ferrara

Projeto de construção do monumento a Frei Carlos Maria de Ferrara, na confluência da Praça da Sé com início da Rua Dom Quintino, publicado na edição nº 31 da revista A Província

De há muito a comunidade cratense reivindica a construção de um monumento ao fundador desta cidade, o missionário nascido na Itália, Frei Carlos Maria de Ferrara. Ninguém entende o porquê de, até hoje, as autoridades e a população de Crato não terem feito nenhuma homenagem de vulto a uma figura tão importante na vida desta cidade.
Para preencher tão gritante lacuna, intelectuais, políticos e lideranças cratenses vêm se reunindo há algum tempo para encetar uma campanha visando à construção do monumento a Frei Carlos Maria de Ferrara. A primeira dificuldade encontrada, para tornar realidade esse sonho, foi a inexistência de uma imagem retratando o frade capuchinho. No século XVIII não existia ainda a fotografia, nem restou pintada nenhuma fisionomia do fundador de Crato.
Foi sugerido, então, que se pesquisasse o arquétipo do tipo físico do habitante da Província de Emília, na Itália – onde está localizada Ferrara, a cidade natal de Frei Carlos – o que já foi feito. Assim planeja-se que seja esculpido o monumento com um frade capuchinho vestido com o hábito desta Ordem Franciscana.
O ideal é que esse monumento fosse inaugurado ainda em 2014, por conta dos 250 anos de fundação de Crato e centenário de criação de sua diocese. A revista A Província vem alimentando esta campanha e conta com apoio da Diocese de Crato, do Rotary Clube Crato-Centro (através do professor Jurandy Temóteo e do editor Alfredo Freire Temóteo, ambos rotarianos) bem como do vereador Paulo de Tarso Varela.
Trata-se de um projeto cívico em defesa da preservação da memória histórica de Crato, que vem contando com o apoio dos os segmentos da comunidade cratense, que têm orgulho verdadeiro de residir na cidade fundada por Frei Carlos Maria de Ferrara.
Texto: Armando Lopes Rafael
Foto: Alfredo Freire Temóteo

CRATO - AMEAÇAS E INTIMIDAÇÕES POR PESSOAS LIGADAS À ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL


Prezados amigos, cidadãos Cratenses,


Comunico a todos que estou dando entrada numa ação no Ministério Público para garantir a minha integridade física, seguindo a orientação do próprio Promotor de Justiça Dr. Raimundo Parente. Há algum tempo fui intimidado por pessoas ligadas à atual gestão municipal do Crato ( tenho várias testemunhas ) lá do Bar Maravia, que fica localizado defronte à prefeitura, com pilhérias, palavrões e outras coisas. Como exemplo adicoonal, o nosso colega jornalista Adriano, da Rádio Tempo, recebeu ameaça de morte anônima por telefone, porque segundo a pessoa "ele estava falando DEMAIS das coisas do Crato". 

O Jornalista Ed Alencar por diversas vezes já foi abordado e intimidado para não publicar certas matérias, e para completar, o repórter Wilson Bernardo propagou nas redes sociais que nossas cabeças estariam a prêmio por sermos repórteres independentes que denunciamos as MAZELAS do Crato. Então, nada mais natural do que entrarmos no Ministério Público para garantir a nossa integridade física, e se alguma coisa acontecer conosco, já temos uma lista minuciosa com todos os detalhes e nomes de quem, como, onde, cada uma das pessoas que nos intimidou estavam e o que fizeram. Em pleno século XXI é um absurdo que a sociedade esteja à mercê dos chamados "valentões" do Crato, que ameaçam pessoas, chamam com o dedinho nas ruas, e dizem que quando querem resolver algo, vão até a casa da pessoa e "RESOLVEM" ( Entendam como quiserem ). 

Nós não iremos recuar um milímetro. Estamos do lado da justiça, da democracia, dos grandes valores e da plena liberdade de imprensa em todos os sentidos. É inadmissível que estejamos sendo ameaçados dessa forma, e não arredaremos pé de forma alguma em mostrar a verdade dos descasos da nossa cidade DOA EM QUEM DOER. Não temos medo de quem se acha os donos do Crato. Eles é quem devem temer a imprensa que mostra os PODRES. Sobre morte ? Todo mundo um dia morre! Uns de morte matada e outros de morte "morrida". E parafraseando o vereador Bebeto Anastácio, que também recebeu ameaças de morte desta mesma turma, termino com uma frase: "Quem mata, também morre! " - O Crato está entregue às BARATAS. O Ministério Público já está cuidando do caso.

Dihelson Mendonça 
Administrador do Site www.blogdocrato.com


O outro lado da intervenção russa na Ucrânia


Um dado que a grande mídia não publica: Católicos na miséria resistem à perseguição
“Fomos isolados do resto do país. Só podemos nos comunicar por telefone ou e-mail”, disse em comunicação telefônica com a associação assistencial ‘Aid to the Church in Need’ Dom Jacek Pyl, bispo auxiliar católico de Odessa-Simferopol, na Criméia. “Até os pacotes com ajuda humanitária são recusados na fronteira”.

Na foto ao lado, católicos na miséria sob a perseguição na Criméia
Apesar da hostilização e dos percalços, a Igreja Católica, que tem apenas 2.000 fiéis na região, continua ajudando as famílias em dificuldades. Os bancos ucranianos foram fechados e só há bancos russos, não podendo os cidadãos acessar suas contas. Por isso deixaram de receber ordenados, pensões ou outros auxílios. A moeda ucraniana ficou proibida. Em seu lugar entrou a moeda russa, mas a conta-gotas.

Na foto ao lado, Dom Jacek Pyl, bispo auxiliar católico de Odessa-Simferopol, Criméia – “A igreja católica de Sebastopol havia sido transformada num teatro sob o comunismo e ia ser devolvida à Igreja, mas agora tudo o que foi feito nesse sentido ficou reduzido a nada”. “A fé, disse, nos permite ver tudo sob o prisma a Providência Divina; olhamos o futuro com esperança, e por isso sabemos que Deus está perto de nós nas dificuldades presentes”, acrescentou o prelado.

Os católicos de rito latino auxiliam as famílias greco-católicas (“uniatas”), especialmente as mais numerosas, com alimentos e medicamentos, porque os sacerdotes tiveram que fugir da Criméia ameaçados por agentes russos. A ocupação russa também invalidou os processos que visavam à devolução dos bens da Igreja Católica confiscados pela União Soviética, recriando neste ponto a situação dos tempos de Stalin. As licenças concedidas outrora para construir igrejas ou dependências eclesiásticas não são mais reconhecidas.
Porém, os católicos não desanimam, diz D. Pyl. O bispo destaca a grande necessidade de orações dos católicos no mundo todo pela Igreja perseguida na Criméia.
Os católicos conheceram situações piores sob o comunismo e muitíssimos deles foram martirizados. Mas, cada vez que o catolicismo recomeçou de zero, acabou mais reforçado e mais prestigiado. Muitos seguidores dos cismas “ortodoxos” passaram a frequentar os templos católicos. Na grande cidade de Kharkiv os bispos ucranianos renovaram a consagração do país ao Imaculado Coração de Maria e encorajam os fiéis de toda a Ucrânia a rezarem: “Coração Imaculado de Maria, rogai por nós”.
Postado por Armando Lopes Rafael
Fonte: Agência de Notícias "Flagelo Russo", da Ucrânia

O valor da Sagrada Comunhão


Em 1901, começou na França o fechamento de todos os conventos e a expulsão dos religiosos. Foi nesse ano que se deu, em Reims, o caso  seguinte contado pelo Cardeal Langenieux, arcebispo daquela cidade. 
Havia em Reims, entre outros, um hospital que abrigava somente os doentes atacados de doenças contagiosas, que não encontravam alhures nenhum enfermeiro que quisesse cuidar deles. Em tais hospitais somente as Irmãs de caridade costumam tratar dos doentes e era essa a razão por que ainda não haviam expulsado as religiosas daquela casa.
 Um dia, porém, chegou ao hospital um grupo de conselheiros municipais (vereadores), dizendo à Superiora que precisavam visitar todas as salas e quartos do estabelecimento, porque tinham de enviar um relatório ao Governo. A Superiora conduziu atenciosamente aqueles senhores à primeira sala, em que se achavam doentes cujos rostos estavam devorados pelo cancro.
               Os conselheiros fizeram uma visita apressada, deixando perceber em suas fisionomias quanto lhes repugnava demorar-se ali. Passaram logo à segunda sala; mas ai encontraram doentes atacados de doenças piores, vendo-se obrigados a puxar logo seus lenços, pois não podiam suportar o mau cheiro. A  passos rápidos percorreram as outras salas e, ao deixarem o hospital, aqueles homens estavam pálidos e visivelmente comovidos. Um deles, ao despedir-se, perguntou à Irmã que os acompanhara:
               -- Quantos anos faz que a senhora. trabalha aqui?
               -- Senhor, já faz quarenta anos.
               -- Quarenta anos! exclamou outro cheio de pasmo. De onde hauris tanta coragem?
               -- Da Sagrada Comunhão que recebo diariamente, respondeu a Superiora E eu lhes digo, senhores, que no dia em que o Santíssimo Sacramento cessar de estar aqui, ninguém mais terá força de ficar nesta casa.
Postado por Armando Lopes Rafael.
Fonte:  livro “Tesouro de exemplos”, do  Padre Francisco Alves,  Editora Vozes Volume I Edição II 1958.
                                                                                                              

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