xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 18/04/2014 | Blog do Crato
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18 abril 2014

Thomaz Osterne de Alencar - Por: Emerson Monteiro


Dos líderes proeminentes da comunidade caririense na segunda metade do século XX, Thomaz Osterne de Alencar merece destaque na qualidade com que cumpriu papéis de logista, idealizador de projetos revolucionários para a Região e incansável precursor das iniciativas e providências que abraçaria no decorrer da sua existência.


Nascido a 17 de outubro de 1914, no município de Pio IX, Piauí, logo adolescente veio com a família fixar residência em Crato, onde efetivou seus estudos junto à Escola Técnica de Comércio, estabelecimento que formaria grandes vultos da história cearense.


Dedicado às atividades mercantis, com o tempo, Thomaz Osterne demonstraria firme competência também à frente de órgãos comunitários, vindo exercer funções importantes na Diretoria da Associação Comercial do Crato, onde, desde 1963, esteve na Presidência da entidade, até seu falecimento, ocorrido a 13 de outubro de 1979.

Presença constante pela defesa dos ideais caririenses, nunca mediu esforços quando  postulou melhorias e encetou lutas em favor do nosso progresso. Exemplos de tais vitórias significam a idealização e a construção do Açude do Inxu, oficialmente denominado Thomaz Osterne de Alencar, dos maiores do Ceará; aberturas de avenidas, estradas, e promoção de asfaltamentos; duplicação da rodovia Crato – Juazeiro do Norte; o asfalto das estradas de Assaré e Campos Sales; abertura da agência do Banco do Nordeste do Brasil em Crato; a edificação do primeiro conjunto das Casas Populares; ampliação da eletrificação rural aos municípios regionais; acréscimo de limite do crédito bancário; se considerando ainda campanhas em defesa do comércio diante dos entes fiscais arrecadadores.

Espírito vanguardista, permaneceu sempre atento a oportunidades de desenvolvimento, havendo participado com brilho das ações do Lions Club, em Crato, instituição que presidiu durante três mandatos, durantes os quais realizou três convenções distritais. Por dois anos, cumpriria mandato de Presidente da Cooperativa Agrícola do Cariri.

Viajaria pelo Brasil em missões coletivas empresariais, marcando participações em diversos simpósios e congressos.

Outro destaque da personalidade de Thomaz Osterne de Alencar seriao empenho extremado com que constituiu a família, casado que foi com Da. Maria Dayse de Alencar, mãe dos seus filhos Pedro Ernesto, Maria Elisa, Bárbara, Vicente Carlos, Maria Cecília e Maria Dayse.

O reconhecimento da população de Crato aos serviços prestados pelo ilustre piauiense nas terras do Cariri propiciou que o Legislativo Municipal denominasse de Thomaz Osterne de Alencar a avenida perimetral, das vias principais da cidade.

Por isso e mais razões, nada tão justo do que esta manifestação de apreço, em nome do Instituto Cultural do Cariri, ao valoroso ser humano que ora perfaria cem anos de história rica e benfazeja, obtendo lugar cativo na alma de nossa gente.

Obra pesquisada na elaboração desta matéria: Roteiro biográfico das ruas do Crato, de autoria do jornalista J. Lindemberg de Aquino, 2ª. edição, UFC/Casa  de José de Alencar, Fortaleza, Ceará, 1999.


Educação deve receber R$ 364 bi do pré-sal - Entrevista com André Figueiredo



Ainda não se sabe qual o volume de recursos será destinado à educação pública ou mesmo se ele será suficiente para melhorar o salário dos professores -- estratégia fundamental para melhorar a qualidade da educação, além de medida de justiça com esses profissionais. A sociedade brasileira ainda não compreendeu também qual é a interlocução entre essa lei e o PNE (Plano Nacional de Educação), que segue em tramitação no Congresso.

Para responder a essas perguntas e contar um pouco como foi elaborada a primeira lei que vincula receitas petrolíferas à educação pública e à saúde no Brasil, entrevistei o deputado André Figueiredo (PDT-CE), relator da matéria na Câmara dos Deputados.

O parlamentar cearense, que é economista e advogado, apresenta uma previsão de receitas para a educação pública advinda do Pré-sal, fala sobre a importância do CAQi (Custo Aluno-Qualidade Inicial) no PNE e sintetiza os próximos passos para o alcance da meta equivalente a 10% do PIB (Produto Interno Bruto) para a educação pública.

Daniel Cara - Qual é a previsão de receitas vinculadas à educação na Lei dos Royalties?

André Figueiredo - Se o leilão do campo de Libra não tivesse sido tão generoso com as companhias petroleiras, o que inclui a Petrobras, haveria mais recursos. Elas ficarão com um percentual muito maior de receitas do que a União. A nossa lei é avançada, decisiva, mas o leilão de Libra não fez jus à legislação que criamos. Aliás, a exploração do petróleo, ao longo da História do Brasil, não tem respeitado o interesse nacional. O petróleo precisa voltar a ser nosso. O que quero dizer, segundo as previsões mais criteriosas da Consultoria Legislativa da Câmara dos Deputados, é que a educação pública receberá R$ 364,5 bilhões do Pré-sal em 17 anos, mas poderia ser muito mais. Poderia chegar ao triplo disso.

Cara - Quando esse dinheiro começa a ser investido em educação pública e saúde?

Figueiredo - O Pré-sal já é uma realidade. Em 2014 teremos mais de R$ 3 bilhões de reais que serão aportados como recursos adicionais ao orçamento da educação, provenientes dos campos em operação no regime de concessão [para se ter uma ideia, o orçamento do MEC em 2013 foi de 89 bilhões]. Em 2018, quando teremos produção em regime de partilha no campo de Libra, esse número já deverá dar um salto para mais de R$ 30 bilhões por ano e, ainda, crescerá nos anos seguintes à medida que a produção de petróleo na área do Pré-sal aumentar. Mas poderia ser melhor...

Cara - Esse recurso poderá ser utilizado para o pagamento de professores?

Figueiredo - A lei que aprovamos garante que a parcela da educação poderá ser utilizada, também, para o pagamento de professores e demais trabalhadores da educação. Isso é o essencial para a qualidade da educação.

Cara – A Lei dos Royalties foi uma conquista. Mas segundo as previsões, as receitas vinculadas à educação, advindas do campo de Libra, não devem alcançar nem o equivalente a 1% do PIB ao ano [atualmente, R$ 48 bilhões]. O PNE (Plano Nacional de Educação) demanda um volume de quase 4,5% do PIB adicionais no décimo ano do plano. Hoje investimos o equivalente a 5,5% do PIB em educação pública. E precisamos alcançar o patamar de 10% do PIB até 2023. Há outras possibilidades de vinculação de receitas petrolíferas à educação pública?

Figueiredo - Há muitas alternativas e elas são decisivas. Por exemplo, a Petrobras recebeu uma área chamada de cessão onerosa, mas com um teto de exploração de 5 bilhões de barris. Ocorre que pesquisas recentes mostram que há cerca de 10 bilhões de barris nessa área, o dobro do teto. Então, as áreas onde estão esses 5 bilhões de barris extras devem retornar à União, ao Governo Federal. Voltando elas devem ser negociadas e gerar bônus de assinatura, royalties de 15% e excedente em óleo [espécie de lucro de exploração no contrato de partilha da produção]. Isso tudo deve ser depositado no Fundo Social do Pré-sal, indo metade do depósito e do rendimento para educação pública. É um volume importante de receitas.

Com UOL


TÁ NA HORA DE REQUENTAR A BÓIA - Projeto Encosta do Seminário - Há 9 anos, fazendo o povo de PALHAÇO



PROJETO ENCOSTA DO SEMINÁRIO - Ajudando a manter vivas as promessas feitas ao Crato, e o sorriso de palhaço na cara do povo por quase 10 anos.

Há quase 10 anos existe aqui no Crato um projeto que mais parece um conto de fadas, que tem servido até de palanque político, antro de promessas, que é a tal ENCOSTA DO SEMINÁRIO. Todo ano eles colocam um tijolo novo, ou melhor, divulgam uma nova fase. Ao longo de quase 10 anos trabalhando com notícias, com o Blog do Crato, eu mesmo já presenciei e fotografei a vinda de "autoridades do Banco Mundial", vinda de secretários de governo, visitas de prefeitos, etc, etc, etc. Em cada etapa, pelo estardalhaço da coisa, a população é levada num joguete da mídia, a pensar: "AGORA, VAI", só que depois do "embasbacamento", ou da "hipnose", o projeto parece que volta a dormir, para só requentarem a bóia 6 meses depois e assim vão empurrando com a barriga até galinha criar dentes. A julgar pela última vez em que o projeto já foi tocado, um aviso aos capitães do deserto, já está no tempo de REQUENTAR A BÓIA, pois o povo do Crato já se esqueceu, e as eleições vêm aí....talvez se cozinhar o galo, esse projeto ainda dê pra ajudar a eleger muita gente...

18 milhões ? - Ok. Árvores estão num bom preço...

Por: Dihelson Mendonça

ARQUITETO José Sales comenta: Estava discriminado do PRU CRATO/ Plano de Requalificação Urbana do Crato 2005. Foi incluído no Projeto Cidades do Ceará/ BIRD/ Banco Mundial, no ano seguinte...Tem que requentar a bóia também do Centro de Convenções do Cariri, que está ainda obras desde 2007 e a recuperação do Parque de Exposições Pedro Felício Cavalcante, a EXPO Crato.......além de uma listagem de promessas....nenhuma delas foi cumprida pelo Governo do Estado do Ceará, nas duas gestões Cid Gomes(PROS/CE)....


Na Venezuela uma autêntica "malhação de Judas": traidor tem o rosto de Nicolás Maduro


(“O Estado de S.Paulo”)
A “malhação de Judas” também é uma tradição na Venezuela. E nesse ano não será diferente: diversos bonecos estão sendo montados para serem queimados no domingo, último dia da Semana Santa.Uma forma de o povo venezuelano expressar sua insatisfação é colocar a fotografia de políticos no rosto dos bonecos. O personagem da vez é o presidente Nicolás Maduro.
Em Puerto Cabello, no Estado de Carabobo, os cidadãos usaram esse recurso para protestar  e o boneco que será queimado usa uma máscara de Maduro. Em outros locais, as pessoas já montaram o boneco como sendo Maduro, usando até a faixa presidencial. Ainda como forma de protesto contra o governo venezuelano, estudantes e manifestantes aproveitaram as celebrações da Semana Santa e marcharam descalços pelas ruas de Caracas. Essa forma de protesto simboliza a "penitência" do povo contra as autoridades daquele país.

Comentário dos Leitores

Armando Rafael disse: imagine se a moda pegasse por aqui e a população fizesse cruzes com fotos dos “traidores do povo”... com certeza ia faltar madeira para abrigar tantas fotos: por exemplo: os bandidos integrantes do “mensalão” ( incluindo os que cumprem penas no Presídio da Papuda, em Brasília); deputados, doleiros e corruptos que roubaram da Petrobrás; integrantes da base de apoio dos últimos 3 governos federais que impediram a apuração das CPIs de Carlinhos Cachoeira, da construtora Delta, da Petrobras; dos criadores do programa “Mais cubanos” cujas verbas Vêm sustentando a ditadura da dinastia dos Castro na ilha-prisão de Cuba; do "mensalinho" de Crato, dos vereadores do colorau de Santana do Cariri, das vassouras de Juazeiro do Norte... Malha o Judas, malha! mas que  ia faltar madeira, ia mesmo...

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