xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 01/02/2014 | Blog do Crato
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VÍDEO - Estamos de volta com as transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, com alguns programas ao vivo ). Serão vários programas abordando temas diversos, como a realidade da nossa região, do Ceará e do mundo; Programas científicos, atualidade, entrevistas, e transmissão de eventos ao vivo. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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01 fevereiro 2014

O Crato de outrora e o Crato de hoje... - Antonio Morais



Através dos tempos, o Crato tem-se destacado pelo pioneirismo de sua gente lutadora e idealista. Cidade eterna. Cofre sagrado que guarda carinhosamente as alegrias de sua nobre e altiva gente. Cidade amor, cidade carinho, cidade beleza, cidade cultura. Crepúsculo da saudade e alvorada da esperança. Relíquia de um passado glorioso incrustada nas lutas do presente e para as grandes caminhadas em busca do futuro. 

Quantos marcos luminosos foram plantados em importantes e diferentes campos de atividade. Bastaria citar, exemplificando, o pioneirismo da cidade no tocante ao ensino secundário. O veterano Colégio Diocesano foi o primeiro estabelecimento, em nível ginasial, a funcionar no interior cearense. O Seminário São José, outro patrimônio do Crato, idem. 

Pioneiro, igualmente, no campo do jornalismo, com o Araripe de João Brígido. Bastariam estes exemplos para atestar nossas assertivas. 

É bom que se diga: para alcançar patamares tão distintos na ordem do desenvolvimento de uma comunidade, impõem-se determinadas características que respondem pelas raízes e causas dos gestos históricos e altruísticos. No caso particular do Crato, a fonte que tem inspirado essas ações pioneiras repousa na cultura, inteligência e vocação para as coisas nobres do Espirito. A cidade era uma especie de academia de letras informal, onde pontificavam escritores, professores eméritos, jornalistas consagrados, poetas, historiadores da felpa de Irineu Pinheiro, Figueiredo Filho, Quixadá Felício, José Alves de Figueiredo, Celso Gomes de Matos, Raimundo Teles Pinheiro, José Newton Alves de Sousa, Raimundo de Oliveira Borges, Jeser de Oliveira, Duarte Junior, Pedro Norões, Tomé Cabral, Padres Antônio Gomes, Pedro Rocha, Antônio Feitosa, Raimundo Augusto, Rubens Gondim Lossio, Antônio Vieira.

Corta, pula. Esquece o texto do Osvaldo Alves e o Crato de antanho. 

Hoje, segundo informações que circulam fartamente na imprensa vereadores fazem reuniões na residencia do prefeito e não na sede do legislativo, alguns estão afastados pela justiça, prefeito e secretário com os sigilos quebrados.

Novos tempos, novos costumes.

Por: Antonio Morais
Membro do Blog do Crato / Administrador do Blog do Sanharol


Reflexões deste sábado (Armando Lopes Rafael)

Dom Fernando é inocente: as lições que ficam do episódio

Foi divulgado, enfim, o relatório final da Polícia Civil, depois de apurar a denúncia feita por 7 inquilinos – residentes em casas da Diocese de Crato – que acusavam Dom Fernando Panico de “estelionato”. Foi um episódio lamentável e injusto, que muito prejudicou a imagem da Igreja. A pessoa do bispo deveria ter sido preservada do inquérito, pois ele não é peça da questão. Quem é dona das casas é a pessoa jurídica da Diocese. Mas esse episódio, apesar do sofrimento que trouxe, deixou algumas lições.

 Onde está o verdadeiro “nó da questão”
Primeiro: na sua boa fé esses 7 inquilinos (pessoas pacíficas e bem conceituadas na cidade), sem se darem conta, foram usados – por pessoas mal intencionadas – para dar continuidade a um “estrondo publicitário”, programado em outra cidade, contra a respeitável figura do Bispo. O episódio dos inquilinos, na prática, ajudou a montagem do “estrondo publicitário” contra Dom Fernando. E serviu para desviar o nó da questão de uma ação judicial promovida pela Diocese de Crato contra uma Imobiliária de Juazeiro do Norte, onde a Igreja tenta – na Justiça – recuperar um enorme terreno de seu acervo patrimonial que foi usurpado naquela cidade. Tamanha é a importância dessa ação que até o advogado da Diocese, Dr. Hiarles Macedo, foi vítima de ameaças de morte. Ele registrou BOs na Polícia e retirou sua família para uma capital distante.

Um crime inexistente
Quando surgiu o erro da venda das 25 casas, Dom Fernando chegou a pedir perdão aos inquilinos, e, aquela altura, a Diocese já tinha feito a recompra de 14 das casas vendidas.  Não havia mais sentido para passeatas de rua nem denúncias contra o bispo ou a diocese. Pessoas mal intencionadas, ou quem sabe até patrocinadas pela imobiliária de Juazeiro do Norte, aproveitaram a boa fé desses inquilinos e os incentivaram a fazer uma manifestação. Essas pessoas mal intencionadas criaram “factóides” e os divulgaram Brasil afora, via Internet. Conseguiram até plantar esses “factóides” em alguns órgãos da grande imprensa. Por sinal, depois do relatório da Polícia, o jornal “Estadão” e a revista “Veja” vão publicar notas sobre a inocência do Bispo. A Rede Globo (programa "Fantástico”) viu que a coisa não era o que diziam. E não embarcou na canoa furada.
De tudo isso resta somente a declaração oficial feita por Dom Fernando Panico: “Esclarecido este episódio, e embora eu tenha passado por grandes sofrimentos e incompreensões, perdoo a todos os que me acusaram e não guardo rancores de ninguém”.

Enquanto isso...
Foi divulgado pelas agências de notícias; “O ex-presidente Lula criticou o “jogo rasteiro da calúnia, do baixo nível” na Internet. Em vídeo divulgado ontem em seu perfil no Facebook, o petista disse ainda que a rede pode ajudar a democracia. “Quando você calunia, você não politiza, não educa, não produz um fruto”, disse durante vídeo de quase sete minutos. “Acho que a Internet é uma árvore que pode produzir frutos novos todo santo dia se a gente tiver, ao sentar na frente de um computador, interesse de que alguém aprenda algo mais”.
   

Gosto bom de autoestima - Por: Emerson Monteiro

Há esse poder imenso de aceitar as contingências com respeito e disposição positiva, porta aberta de satisfação que vive aberta em sonhos, enquanto razão maior deixará de existir se não escolher a boa vontade o tempo todo. Segurar com firmeza o ponto de vista favorável à alegria, receber de bom grado acontecimentos e tratar de buscar elementos válidos à felicidade são, por si, instrumentos de criar razões de bem estar a todo o momento.

Isto eis o que os mestres ensinam durante a missão grandiosa de otimismo e esperança, fé e oportunidade, justifica apego ao lado bom de tudo, por tudo. Eles ensinam e demonstram no que praticam, nos cadernos que escrevam, discursos que ofereçam, ações e exercícios que indicam.

Ninguém que se preze joga fora a chance de ser feliz, sobretudo ao saber que pode usar alimentos certos de ter saúde e paz, porquanto essa alternativa de opção persiste ao nível das mãos, nas duas janelas da realidade do presente.

Quais árvores frutíferas ao alvedrio das individualidades, sabores azedos, ou doces, assim ressurgem nas manhãs ao dispor das criaturas, origem e geração de escolha permanente do seres conscientes, os seres humanos.

Óculos de olhar o mundo significam as opções de ver cinzento, ou luminoso, que só dependerá da atitude individual. Outros jamais determinam a decisão derradeira dos fregueses do existir. A simplicidade mora na opção por vezes imprudentes de selecionar dos valores, porquanto elaboram, desse modo, os passos que darão e os lugares onde pisarão.

Bem óbvio isso tudo, no entanto sujeitam persistir ainda escolhas equivocadas, vistos desejos e preferências. Todavia a razão de toda seleção mora no íntimo do coração das mesmas criaturas. Daí o direito de usufruir daquilo que produzem, justiça plena da Natureza. Artífices da civilização, pessoas e grupos sociais abrem as estradas pelas quais gostam de andar, e quem faz o que quer está gozando, no dizer das gerações.


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