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04 dezembro 2013

Jornalista Huberto Cabral sugere nome para a Patrona da Futura Faculdade de Medicina do Crato


Presente na coletiva à imprensa durante o anúncio feito pelo prefeito do Crato Ronaldo Gomes de Matos, que a cidade do Crato havia sido pré-selecionada para a possível  instalação da Faculdade de Medicina  em nosso município, Huberto Cabral, tão logo o anúncio, sugeriu ao prefeito, que fizesse uma homenagem como” patrona “ da Faculdade, a cratense Drª. Amélia Benebién, a primeira cearense e segunda mulher a se formar em medicina no Brasil, na mais antiga Escola de Medicina na Bahia em 1891, para assim, destacar  mais esse item da medicina no Crato. 

O prefeito Ronaldo atento e ao mesmo tempo surpreso ao pedido de sugestão de Cabral, disse que as palavras do maior historiador do Crato, eram “incontestáveis”  e não poderia duvidar. Porem o prefeito não confirmou se seria ela a homenageada, nos pareceu que Ronaldo já tinha outro nome  em mente, para  “patrona ou patrono” da futura faculdade, coso se concretize esse projeto.

Então só resta ao amigo Cabral se o prefeito topar... Disputar os nomes no “palitinho” ou no “par ou impar”.  E ai Cabral ?

Por: Ed Alencar




Primeiros passos para a Faculdade de Medicina para o Crato - Por: Ed Alencar


O Diário Oficial da União publicou que a cidade do Crato foi pré-selecionada para receber a Faculdade de Medicina, sendo o único município no território cearense escolhido, mas concorrerá com outros municípios do Nordeste.

O prefeito Ronaldo na manhã desta terça feira (3), em entrevista coletiva a imprensa, não podia esconder seu entusiasmo ao dar essa boa noticia para os cratenses, assim como para si próprio, se conquistar este empreendimento será um grande marco no seu governo. O prefeito fez um balanço dos possíveis critérios para a indicação, somando-se à boa estrutura que o Crato oferece, pelos hospitais e clinicas, e considerou quase 100% para a vinda da Faculdade.  Se concretizada, ira se instalar na área que foi da Faculdade Católica próximo ao centro de convenções. 

Quanto ao hospital, disse Ronaldo:  “será a segunda etapa, e o Crato oferece condições  e tem história de saúde, hoje estamos para traz, mais vamos recuperar. Alem dos critérios técnicos que o município oferece, o critério político é muito importante, vários políticos lutaram em Brasília para a vinda desta Faculdade de Medicina, vamos agradecer a todos, incluindo os das cidades vizinhas”. Falou também da batalha para trazer a Faculdade de Veterinária, assim como a de Engenharia Florestal, onde já foi doado espaço para a Faculdade Federal de Agronomia e Zootecnia. O prefeito falou da eleição que se aproxima  e a concorrência desse equipamento é grande, mas destacou a determinação do Dep. Federal José Guimarães, que atendeu ao chamamento de todas as instituições para lutar, e já estamos vendo resultados. Em especial agradeceu o  grande apoio do Dr. Ângelo Roncalle, às associações e instituições do Crato como Rotary, Lions, CDL-Crato, Associação Comercial, OAB, Maçonaria,  Vereadores, prefeitura, Associação dos Taxistas, Moto taxistas e outros mais, que vestiram a camisa numa corrente geral que sensibilizou os políticos por essa união.

A credito que desta vez, o Deputado Federal José Guimarães, vai se redimir pelo que fez com o Crato, quando ajudou   a retirar a Universidade Federal  que vinha para o município e levou Para  o Juazeiro. Até agora vai indo  tudo bem, mais não podemos esquecer que existem os “URUBUS” de olhos grandes, de vôos  covardes,  que na calada da noite conspiram contra o Crato e já levaram para Juazeiro muita coisa nossa. Mesmo sem poder por não estarem concorrendo, podem ofertar para outros municípios de Estados  vizinhos,  pois já estão querendo diminuir nosso território, e o Crato poderá perder grandes faixas de terra das nossas fronteiras, assim como um percentual  da nossa  população, lembrando também, que já  estamos no clima de eleição.  Então; (Xô Urubus zoiudos!)



Olhos de ver - Por: Emerson Monteiro

Década de 70 e escrevia roteiro cinematográfico de curta-metragem sob o título Salvador versus automóvel, filme neurótico a cores. Analisava nas imagens o desafio que avassalava agressivamente a beleza daquela capital diante do crescimento exacerbado das baratas urbanas desenvolvidas sob o pretexto do transporte nas grandes cidades, em detrimento dos meios públicos há muito deixados à margem como prioridade. Os carros invadiram as ruas numa proporção jamais considerada desde quando Henry Ford, no século XIX, resolveu transformá-los na essência desta civilização industrial que dominou todos os continentes.

De lá até agora nada modificou a paisagem de ferro e cimento das metrópoles, sufocando o aparente bucolismo que fica entre os apartamentos e os escritórios, no ramerrão das rotinas diárias. De criador, o homem passaria a refém dos automóveis, vítima acuada, impotente, do que ora se considera enigma número um, sua majestade automotiva.

No início do ciclo do automóvel no Brasil, época de Juscelino Kubitschek, anos dourados, segunda metade do século anterior, houvera acordo secreto entre governo e trustes internacionais do País aceitar como padrão as estradas asfálticas em detrimento do transporte ferroviário. Com isso, somos hoje o que somos, submetidos à visão acanhada de cidades sucateadas, longe dos sonhos das bem estruturas desenvolvidas. Meros joguetes da sorte mercantil, aventura dos aglomerados urbanos e engarrafamentos constantes, e morosidade no transporte beira pesadelos desproporcionais do que antes aguardava o desejo de consumo.

E reverter o quadro entranhado nessa limitação mora longe das possibilidades imediatas. Construção de túneis, viadutos, vias expressas, largas, estacionamentos oceânicos, implicam nos custos faraônicos impagáveis, tirando de foco as necessidades inevitáveis da educação e do aprimoramento dos indivíduos. Noutras palavras, desvio de conduta administrativa equivalente a esquecer o sentido real da civilização a fim de cuidar das exterioridades, isto é, reparar um erro do passado com novos erros no presente.

As cidades, sobretudo as maiores, vivem, pois, crise de resultados imprevisíveis face à febre automobilística que exige, desta geração, soluções ainda desconhecidas; eis o clímax aonde chegou a história contemporânea.


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