xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 15/09/2013 | Blog do Crato
.

VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



Comunidade Cratense no Facebook - Mais de 24.000 seguidores. Clique em Curtir e adicione a sua Foto !

15 setembro 2013

Saiba o que pode acontecer se o STF aceitar infringentes e se não aceitar


Recurso levará a novo julgamento para 12 réus do mensalão se for aceito. Se Supremo rejeitar, 22 condenados poderão ser presos ainda neste ano.


O Supremo Tribunal Federal (STF) discute nesta quarta-feira (10) se são cabíveis os embargos infringentes, tipo de recurso para condenados que obtiveram ao menos quatro votos favoráveis e que pode levar a um novo julgamento no processo do mensalão. Saiba o que pode acontecer com os envolvidos no processo caso o tribunal aceite o recurso e caso não aceite.

ENTENDA OS TIPOS DE EMBARGOS

Embargos de declaração

Os embargos de declaração servem para questionar contradições ou omissões no acórdão, não modificando a decisão. Podem questionar o tempo de pena ou o regime de cumprimento, por exemplo. Todos os 25 condenados apresentaram embargos de declaração. Vinte e dois tiveram as penas mantidas após a análise dos recursos. Depois do julgamento dos embargos de declaração, cabem os "embargos dos embargos". Há dúvida se o relator do processo, ministro Joaquim Barbosa, votará pela prisão dos condenados antes ou se o Supremo vai esperar os segundos embargos.

Embargos infringentes

Os embargos infringentes são recursos previstos no regimento do Supremo Tribunal Federal e que podem levar a um novo julgamento do crime no qual o condenado tenha obtido ao menos quatro votos favoráveis. Eles não constam de lei de 1990 que regulou as ações no Supremo e, por isso, há dúvida sobre sua validade, Os embargos infringentes possibilitam a reanálise de provas e podem mudar o mérito da decisão do Supremo. No entanto, só devem ser apresentados depois da publicação da decisão dos embargos de declaração. Se os embargos infringentes forem aceitos, esses réus poderão tentar reverter as condenações daquela acusação específica e reduzir a pena total - a maioria dos réus foi condenada por dois ou mais crimes.

Dos 25 condenados pelo Supremo, 12 teriam direito aos infringentes. São os casos de João Paulo Cunha, João Cláudio Genú e Breno Fischberg, que nas condenações por lavagem de dinheiro obtiveram ao menos quatro votos a favor.

Outros oito réus (José Dirceu, José Genoino, Delúbio Soares, Marcos Valério, Kátia Rabello, Ramon Hollerbach, Cristiano Paz e José Roberto Salgado) foram condenados no crime de formação de quadrilha por seis votos a quatro. Simone Vasconcelos também obteve quatro votos favoráveis no crime de quadrilha, mas a punição prescreveu e ela não pode mais pagar por este crime. No entanto, ela ainda poderá recorrer caso os infringentes sejam aceitos.

EMBARGOS INFRINGENTES CABÍVEIS

Cenário 1

- Plenário aceita os embargos infringentes para autorizar novo julgamento para 12 réus. - No caso dos outros 10 (só 22 dos 25 condenados terão penas de prisão, três tiveram punições convertidas em prestação de serviços), o Supremo não discute sobre prisão e segue o entendimento tomado no caso do deputado Natan Donadon. Na ocasião, o tribunal esperou a publicação do julgamento dos embargos de declaração no "Diário de Justiça Eletrônico" - que levou três meses - e deixou que Donadon apresentasse segundos embargos de declaração. Depois que o recurso foi protocolado, a relatora do caso Donadon, ministra Cármen Lúcia, preparou o voto e levou ao plenário em três meses. O tribunal considerou o recurso protelatório e determinou a prisão do parlamentar.

Cenário 2

- Plenário aceita os embargos infringentes para autorizar novo julgamento para 12 réus.
- O presidente do STF e relator do processo do mensalão, Joaquim Barbosa, diz que no caso dos outros 10 réus não cabem novos embargos declaratórios e vota pela prisão deles - entre os 10 estariam o deputado Valdemar Costa Neto e o ex-deputado Roberto Jefferson, delator do esquema do mensalão. Plenário rejeita e decide esperar os segundos embargos, assim como ocorreu com Donadon.

Cenário 3:

- Plenário aceita os embargos infringentes para autorizar novo julgamento para 12 réus.
- Barbosa pede a prisão dos 10 que não podem entrar com infringentes. Plenário aceita e são expedidos os 10 mandados de prisão. Valdemar Costa Neto e Roberto Jefferson são presos.
EMBARGOS INFRINGENTES INVÁLIDOS

Cenário 1

- Plenário decide que embargos infringentes não cabem.
- O Supremo não discute sobre prisão dos condenados e segue o entendimento tomado no caso Donadon, aguardando os segundos embargos de declaração.

Cenário 2

- Plenário decide que embargos infringentes não cabem.
- Barbosa afirma que não cabem segundos embargos de declaração e resolve pedir a prisão de 22 dos 25 condenados. Plenário rejeita e decide manter o entendimento do caso Donadon.

Cenário 3

- Plenário decide que embargos infringentes não cabem.
- Joaquim Barbosa diz que não cabem segundos embargos de declaração e resolve pedir a prisão de 22 dos 25 condenados. Plenário acata decisão de Barbosa e decide que todos devem ser presos. Os mandados de prisão são expedidos para 22 réus.

Mariana Oliveira
Do G1, em Brasília


Ministro Celso de Mello diz que manterá posição sobre infringentes


Ele não antecipou voto, mas já defendeu validade desse tipo de recurso. Infringentes permitem novo julgamento. Placar está 5 a 5; Mello decidirá.

O ministro Celso de Mello disse, após a sessão desta quinta-feira (12) do Supremo Tribunal Federal (STF), que manterá o entendimento que tem sobre os embargos infringentes e que já se manifestou sobre esse tema na sessão de 2 de agosto de 2012 do julgamento do mensalão. Na ocasião, Mello defendeu os embargos infringentes.

A sessão de julgamento do processo do mensalão desta quinta foi encerrada com o plenário dividido – cinco ministros votaram a favor e cinco votaram contra a admissão dos infringentes, tipo de recurso que pode levar a um novo julgamento de réus condenados que obtiveram pelo menos quatro votos favoráveis. O último voto sobre a validade dos infringentes, a ser proferido na sessão da próxima quarta (18), é o de Celso de Mello. Os embargos infringentes estão previstos no artigo 333 do Regimento Interno do Supremo, mas não constam na lei 8.038/1990, que regula as ações no STF. É a primeira vez que a Corte discute a validade de embargos infringentes para questionar decisões dentro de ação penal, como é o caso do mensalão.

O QUE SÃO EMBARGOS INFRINGENTES

Os embargos infringentes são recursos previstos no regimento do Supremo Tribunal Federal e que podem levar a um novo julgamento do crime no qual o condenado tenha obtido ao menos quatro votos favoráveis. Eles não constam de lei de 1990 que regulou as ações no Supremo e, por isso, há dúvida sobre sua validade, Os embargos infringentes possibilitam a reanálise de provas e podem mudar o mérito da decisão do Supremo. No entanto, só devem ser apresentados depois da publicação da decisão dos embargos de declaração. Se os embargos infringentes forem aceitos, esses réus poderão tentar reverter as condenações daquela acusação específica e reduzir a pena total - a maioria dos réus foi condenada por dois ou mais crimes. Dos 25 condenados pelo Supremo, 12 teriam direito aos infringentes.

Ao falar sobre o tema nesta quinta, após a sessão, Celso de Mello disse que manteria o entendimento. Embora tenha dito que não pode "antecipar voto algum", ele afirmou que está com o voto pronto e não mudará até quarta (18), quando a sessão será retomada. "Não vejo razão para mudar [o entendimento]. Eu tenho meu texto já pronto, preparado, ouvi atentamente todas as razões constantes dos votos, tanto do relator como daqueles que divergem do relator, formei minha convicção e na próxima quarta-feira irei expor de maneira muito clara, muito objetiva todas as razões que me levam a definir a controvérsia que está agora em exame", declarou. O ministro lembrou que, além de ter tratado dos infringentes no dia 2 de agosto, também se manifestou sobre o tema em um outro caso, quando foi relator de embargos infringentes rejeitados porque, na ocasião, não havia quatro votos favoráveis ao réu.

Não vejo razão para mudar [o entendimento]. Eu tenho meu texto já pronto, preparado, ouvi atentamente todas as razões constantes dos votos, tanto do relator como daqueles que divergem do relator, formei minha convicção e na próxima quarta-feira irei expor de maneira muito clara, muito objetiva todas as razões que me levam a definir a controvérsia que está agora em exame."
Celso de Mello, ministro do STF, nesta quinta-feira (12) "Eu cuidei especificamente dessa matéria em duas oportunidades. Uma delas neste próprio processo, no dia 2 de agosto de 2012, quando foi suscitada uma questão formal que tornou necessário discutir ou debater esse tema, daí o caráter de pertinência daquele meu pronunciamento, logo no início do julgamento, no dia 2 de agosto. E também posteriormente como relator de embargos infringentes numa determinada ação penal. Na verdade deles não conheci pela ausência de quatro votos vencidos."Ao ser perguntado sobre qual posicionamento adotou, se contra ou a favor dos embargos, o ministro disse: "Eu prefiro que os senhores vejam lá".

O Supremo Tribunal Federal, em normas que não foram derrogadas e que ainda vigem, reconhece a possibilidade de impugnação de decisões de mandados do plenário desta corte em sede penal, não apenas os embargos de declaração, como aqui se falou, mas também os embargos infringentes do julgado, que se qualificam como recurso ordinário dentro do STF, na medida que permitem a rediscussão de matéria de fato e a reavaliação da própria prova penal." Celso de Mello, ministro do STF, em 2 de agosto de  2012 

Em 2 de agosto do ano passado, o Supremo analisava se, no caso dos réus que não tinham foro privilegiado no Supremo, o processo do mensalão deveria ser enviado para a primeira instância da Justiça. Nesse dia, segundo o acórdão do julgamento (documento que apresenta as decisões dos ministros), Celso de Mello defendeu que os embargos infringentes são cabíveis.

"O Supremo Tribunal Federal, em normas que não foram derrogadas e que ainda vigem, reconhece a possibilidade de impugnação de decisões de mandados do plenário desta corte em sede penal, não apenas os embargos de declaração, como aqui se falou, mas também os embargos infringentes do julgado, que se qualificam como recurso ordinário dentro do STF, na medida que permitem a rediscussão de matéria de fato e a reavaliação da própria prova penal", declarou na ocasião. Na oportunidade, ele defendeu que todos os réus fossem julgados pelo Supremo porque todos teriam possibilidade de entrar com recurso capaz de modificar a decisão do tribunal. Nesta quinta, Celso de Mello disse ainda que a Constituição garante direitos em processos criminais. "Nós sabemos que o processo penal, no contexto do Estado Democrático de Direito, rege-se por determinadas prerrogativas e garantias que a Constituição da República estabelece, impondo limites à ação do Estado e fixando direitos básicos em favor das pessoas que sofrem acusações criminais", completou. Apesar de ter defendido a possibilidade de recursos, o ministro destacou que "a impunidade é algo absolutamente inaceitável". "Todas as pessoas que se acham investidas ou não de autoridade pública e que eventualmente transgridam as leis penais do Estado devem expor-se às consequências de sua atuação. Isso significa responsabilização inclusive no plano criminal", declarou.

Quem pode entrar com infringentes

Dos 25 condenados pelo Supremo, 12 teriam direito aos infringentes. São os casos de João Paulo Cunha, João Cláudio Genú e Breno Fischberg, que nas condenações por lavagem de dinheiro obtiveram ao menos quatro votos a favor. Outros oito réus (José Dirceu, José Genoino, Delúbio Soares, Marcos Valério, Kátia Rabello,Ramon Hollerbach, Cristiano Paz e José Roberto Salgado) foram condenados no crime de formação de quadrilha por seis votos a quatro. Simone Vasconcelos também obteve quatro votos favoráveis no crime de quadrilha, mas a punição prescreveu e ela não pode mais pagar por este crime. No entanto, ela ainda poderá recorrer porque nas penas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas ela obteve quatro votos favoráveis por uma pena menor.

Do G1, em Brasília


Nota de Falecimento de D. Neusa Alcântara

Dona Neusa ao centro com familiares e amigos - (Arquivo da Família)

A família de Francisca Neusa de Alcântara comunica o seu falecimento hoje aos 88 anos. O sepultamento será realizado amanhã (16/09) às 17h no distrito de Cariutaba em Farias Brito. A família entristecida agradece aos amigos que puderem comparecer nesse momento de imenso pesar.

D. Neusa era madrinha de aproximadamente 380 afilhados, foi 4 vezes vereadora no município de Farias Brito, atuando como farmacêutica, dentista, parteira e médica do povo de Cariutaba. Um grande exemplo a ser seguido.

Chora Cariutaba! - Cícero Menezes
Já não se encontra mais em meio a tua gente a matriarca Neusa Alcântara, esta figura destemida que defendeu a sua terra com bravura, garra e desvelo. Em tempos de seca, epidemias, provações, foi na " Casa de Neusa" que muitos se refugiaram. Que seja perpetuado o seu nome como marco histórico do Século XX, por ter vencido os preconceitos de seu tempo colocando a classe feminina em patamar de destaque, ter servido em tudo a todos, consumindo os seus dias em favor dos mais pobres. O salário de Vereadora: o serviço. Muitas vezes vinha a pé para a sede do Município para participar das sessões da Câmara Municipal. Que a sua honestidade e caráter sirvam de lição para todos que ocupam cargos públicos na atualidade. Ao povo de Cariutaba, os mais sinceros sentimentos, por terem perdido um referencial histórico de grandioso valor para a memória local. Descansa em paz"esclarecida Neusa".

FIQUE POR DENTRO ! ENEM 2013 - Por Maria Otilia

Todos os alunos do ensino médio e professores terão acesso ao site Descomplica através do Portal Rumo à Universidade. Trata-se de uma nova estratégia de estudo e aprendizagem para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que acontece em outubro próximo. A iniciativa é resultado de uma parceria firmada entre a Secretaria da Educação (Seduc), o Site Descomplica e os Institutos Natura e Unibanco.

Através da iniciativa é esperado uma melhor absorvição do conteúdo para os alunos e para os professores um apoio no preparo das aulas. Dentre das ferramentas que o site oferece, estão: mais de 3.500 aulas pré-gravadas, aulas ao vivo, monitoria, programa “10 Semanas para o Enem”,  questionários em tempo real e um fórum de perguntas e respostas com mais de 7,5 mil questões.

Para participar é necessário que os professores e alunos da rede estadual estejam cadastrados no Portal Rumo à Universidade, pois será através dele que ambos poderão acessar o Descomplica. Para aqueles que ainda não tem acesso ao Portal, basta entrar no site: www.rumoauniversidade.seduc.ce.gov.br . Os alunos devem preencher o campo login com o seu número de matricula e no campo senha, o número da senha do “aluno online”.  Já os professores que não possuem cadastro, precisam ter em mãos número de matricula, CPF e data de nascimento.
 
Os alunos que não possuem senha do “aluno online”, devem procurar a secretaria da escola e solicitar a mesma.
Acesse: www.rumoauniversidade.seduc.ce.gov.br e inscreva-se.

Assessoria de Comunicação da Seduc



      LEMBREM-SE !!!!  ENEM é a principal porta de entrada para a Universidade. É muito importante para nossos estudantes , principalmente os que são oriundos da Escola Pública. Vamos incentivar os nossos estudantes a participarem. A CREDE  18 está promovendo toda uma logística de organização, sensibilização e apoio aos inscritos nos 12 municípios da sua jurisdição. Que os nossos Prefeitos e Secretários de Educação, também façam a sua parte, principalmente no apoio ao transporte escolar dos estudantes, nos dias das provas. COLABOREMOS TODOS !!!!

A maior instituição brasileira - Por: Pedro Cardoso da Costa


Talvez tenha pensado que seja uma empresa ou uma ONG, mas se trata da corrupção. Está presente em todos os órgãos públicos, na imprensa todo dia, e em casos cada vez maiores e crescentes.

Apesar de sua amplitude, em algumas profissões ela está mais presente devido à atividade, como fiscais, agentes de trânsito, bem como em algumas entidades, incluindo ministérios. No primeiro ano do atual governo, sete ministros foram demitidos e nem isso inibiu a sanha das quadrilhas. O ministério campeão é o da Previdência Social, há muito se tornou hors concours. Jorgina de Freitas, uma advogada do Rio de Janeiro, tornou-se seu símbolo maior.

Essa corrupção aparece no órgão responsável pela compra de fraldas, passa por prefeituras, câmaras municipais, assembleias legislativas, chega aos ministérios, inclusive a Casa Civil, antessala da Presidência da República. Não há meios de saber em qual dos poderes ela sobressai. É monumental no Legislativo, no Judiciário e no Executivo. Em todos têm a mesma operacionalidade, grassa livremente até que a imprensa denuncie, sempre em patamares dos milhões, bilhões, causando espanto nos mesmos gestores que se omitiram por anos ou décadas a fio, e traz a queda de dominó como resultado imediato.

Agora em setembro de 2013, como café requentado, surgem denúncias sobre alguns ministérios, em especial nos Ministérios do Trabalho e da Previdência Social, dos quais caíram os ministros há dois anos.

De imediato - sempre assim - se descobre que as empresas envolvidas estão irregulares e nem sequer poderiam contratar com o poder público. Poderia se questionar como, com tanta tecnologia, não se tira uma certidão instantânea que comprove a normalidade da empresa. Simples, a corrupção é, no mínimo, ignorada, e na maioria dos casos aceita, permitida e desejada por todos os envolvidos. Se não fosse assim, ao menos alguns empecilhos surgiriam no seu percurso de procedimentos e alguns casos seriam impedidos.

Como não existe nenhuma iniciativa efetiva de combate, desta vez a banalização foi no Sistema Único de Saúde – SUS. Conseguiram pagar operação de próstata de uma mulher e parto de um homem. Ainda que se tenha evoluído para a transformação de sexo, mas essa alteração fica no campo da anatomia. A Ciência ainda não conseguiu mudar a genética a esse ponto.

Qualquer programa primário, até fútil, conseguiria impedir automaticamente o registro de um parto masculino ou o pagamento de uma cirurgia prostática feminina. No governo federal isso é impossível. Ainda foi coroado com justificativas eloquentes e por promessas de programas avançadíssimos, com tecnologia de última geração, capazes de detectar situações supercomplexas, como o parto de um homem e a próstata de uma mulher.

Enquanto não se estancar essa sangria, não adianta colocar mais dinheiro na Saúde, defendida por muita gente interessada em aumentar a natalidade masculina. Nem deu para falar da corrupção das políticas públicas oficiais, como a contratação de empresas especializadas em servir cafezinhos. Com essa indústria fomentada da corrupção, ninguém tem o direito de se espantar com os R$ 4 bilhões anuais indo pelo ralo, apenas no Ministério da Previdência Social, consumidos pela maior instituição brasileira de todos os tempos: a corrupção generalizada.

Pedro Cardoso da Costa – Interlagos/SP
Bacharel em direito


Veja as manchetes dos principais jornais deste domingo


Jornais nacionais

Folha de S.Paulo
Dilma decide cancelar visita de Estado a Obama

Agora S.Paulo
Garanta o valor máximo da sua aposentadoria por idade

O Estado de S.Paulo
Acordo entre EUA e Rússia dá ultimato à Síria sobre armas

O Globo
Polícia Civil se integra às UPPs

Correio Braziliense
Nos salões da insegurança: Projeto de lei que propõe o fim das garantias trabalhistas aos profissionais da beleza divide a categoria. 0 que é melhor: autonomia ou carteira assinada?

Zero Hora
Setembro de 1835: Porto Alegre é tomada pelos revolucionários

*
Jornais internacionais

The New York Times (EUA)
Estados Unidos e Rússia chegam a acordo para destruir armas químicas da Síria

Le Monde (França)
A Baviera, teste eleitoral para Angela Merkel

El País (Espanha)
Estados Unidos fazem pacto com a Rússia por desarmamento sírio e renúncia ao uso da força

Clarín (Argentina)
Oposição tenta barrar aprovação de uma lei econômica chave para o governo

Fonte: Folha de Sâo Paulo


EQUÍVOCO, UMA OVA!


Numa mudança de posição drástica, o jornal O Globo acaba de denunciar seu apoio histórico à Revolução de 1964. Alega, como justificativa para renegar sua posição de décadas, que se tratou de um “equívoco redacional”.

Dos grandes jornais existentes à época, o único sobrevivente carioca como mídia diária impressa é O Globo. Depositário de artigos que relatam a história da cidade, do país e do mundo por mais de oitenta anos, acaba de lançar um portal na Internet com todas as edições digitalizadas, o que facilita sobremaneira a pesquisa de sua visão da história.

 Pouca gente tinha paciência e tempo para buscar nas coleções das bibliotecas, muitas vezes incompletas, os artigos do passado. Agora, porém, com a facilidade de poder pesquisar em casa ou no trabalho, por meio do portal eletrônico, muitos puderam ler o que foi publicado na década de 60 pelo jornalão, e por certo ficaram surpresos pelo apoio irrestrito e entusiasta que o mesmo prestou à derrubada do governo Goulart e aos governos dos militares. Nisso, aliás, era acompanhado pela grande maioria da população e dos órgãos de imprensa.

Pressionado pelo poder político e econômico do governo, sob a constante ameaça do “controle social da mídia” – no jargão politicamente correto que encobre as diversas tentativas petistas de censurar a imprensa – o periódico sucumbiu e renega, hoje, o que defendeu ardorosamente ontem.

Alega, assim, que sua posição naqueles dias difíceis foi resultado de um equívoco da redação, talvez desorientada pela rapidez dos acontecimentos e pela variedade de versões que corriam sobre a situação do país.

Dupla mentira: em primeiro lugar, o apoio ao Movimento de 64 ocorreu antes, durante e por muito tempo depois da deposição de Jango; em segundo lugar, não se trata de posição equivocada “da redação”, mas de posicionamento político firmemente defendido por seu proprietário, diretor e redator chefe, Roberto Marinho, como comprovam as edições da época; em segundo lugar, não foi, também, como fica insinuado, uma posição passageira revista depois de curto período de engano, pois dez anos depois da revolução, na edição de 31 de março de 1974, em editorial de primeira página, o jornal publica derramados elogios ao Movimento; e em 7 de abril de 1984, vinte anos passados, Roberto Marinho publicou editorial assinado, na primeira página, intitulado “Julgamento da Revolução”, cuja leitura não deixa dúvida sobre a adesão e firme participação do jornal nos acontecimentos de 1964 e nas décadas seguintes.

Declarar agora que se tratou de um “equívoco da redação” é mentira deslavada. Equívoco, uma ova! Trata-se de revisionismo, adesismo e covardia do último grande jornal carioca.

Nossos pêsames aos leitores.
General de Divisão Clóvis Purper Bandeira.
Publicado por Antonio Morais no Blog do Sanharol.



                            

Blog do Crato - Fotos do Crato Antigo


É sempre uma delícia ver fotos do Crato antigo. O Blog do Crato possui um acervo enorme de fotos antigas, já publicadas aqui ao longo dos últimos anos ( Qualquer dia desses faremos uma página somente dedicada a elas ). E estamos sempre adquirindo novas fotos através dos amigos. Ontem, o nosso amigo Zilberto Cardoso postou no grupo "Só Crato", duas belas fotos que eu juntei mais algumas do nosso próprio acervo para compartilhar com todos vocês que amam a nossa cidade.







www.blogdocrato.com
Desde 2005 registrando todo dia a História do Crato para a posteridade.


Devotos se despedem da romaria de N. Sra. das Dores


Romaria fica encerrada hoje com a realização de procissão pelas ruas da cidade. Ao meio-dia, será celebrada missa

Juazeiro do Norte. Os devotos de Nossa Senhora das Dores de todo o Nordeste aguardam o grande dia. Hoje, a partir das 17 horas, a procissão com mais de 80 mil pessoas sai às ruas da cidade de Juazeiro do Norte para louvar à santa, no cortejo de encerramento da Romaria da "Mãe das Dores". A festa fica encerrada às 17 horas de hoje, com a realização da procissão que deverá contar com mais de 80 mil pessoas saindo às ruas de Juazeiro do Norte para louvar a santa, no cortejo da Romaria da "Mãe das Dores" fotos: Elizângela Santos

A festa abriu o calendário do ciclo das grandes romarias na cidade, com mais de 400 mil pessoas, segundo estimativa da igreja. Desde o último dia 10, romeiros começaram a chegar na cidade. Ao meio-dia, será realizada a tradicional missa de despedida dos romeiros, dentro da programação da festa, momento em que acontece a bênção dos objetos, com comoção do público, que lota às dependências da Basílica Santuário de Nossa Senhora das Dores. A grande quantidade de romeiros do Estado de Alagoas chama a atenção. Segundo o pároco da Basílica, Joaquim Cláudio, é muito comum durante esta romaria a presença dos alagoanos por toda a cidade. Além da própria Basílica Santuário, o Horto, Santuário dos Franciscanos, Capela do Socorro e Salesianos, durante a época de romarias são locais que passam a ser os principais pontos de peregrinação dos romeiros do Padre Cícero e da "Mãe das Dores".

Há vários anos vindo a Juazeiro do Norte, a romeira Maria José dos Santos, afirma que já alcançou muitas graças e vir ao local é sempre um motivo de alegria. "Essa é uma terra abençoada", diz. Já a pernambucana, Cecília Maria de Sousa, aproveita para fazer a peregrinação pelas principais igrejas, e se possível, participar das celebrações, além de pagar promessas. "É sempre uma grande alegria poder estar aqui. Uma oportunidade que temos de rezar e pedir por dias melhores na nossa vida, com saúde", afirma.

Comércio

Mas há aqueles que chegam à cidade e se surpreendem com o grande comércio informal existente. Os preços são motivo de reclamações por parte de alguns visitantes, a exemplo da dona de casa Miracema da Silva Araújo. Ela reclama e diz que falta melhor qualidade também nos serviços. Teve que mudar da pousada em que estava, para um hotel da cidade, de última hora, em virtude das péssimas condições de hospedagem. Veio a Juazeiro pela primeira vez, como visitante, acompanhada do marido, o aposentado Gilberto Araújo da Silva. Para ele, deve haver melhores condições de comercialização. A falta de opções de compras com cartões de crédito chamou sua atenção. "Em Alagoas até em serviços de transporte de cargas há essa opção de pagamento", reclama.

A romaria de Nossa Senhora das Dores é a mais festejada da cidade. Aberta no último dia 1º, com carreata pela cidade, missa solene e hasteamento das bandeiras dos estados nordestinos, deu novo tom a Juazeiro, com a fé dos peregrinos. A organização para os festejos foi iniciada em julho deste ano, com a operação romeiro. A grande mudança veio com as barracas que foram praticamente todas alocadas no Centro de Apoio aos Romeiros, após a Basílica de Nossa Senhora das Dores. A mudança causou estranhamento para os romeiros, que costumavam frequentar as feiras no final das ruas São Pedro e Padre Cícero, próximo da matriz. A dona de pousada e casa de artigos religiosos,Marlene Rodrigues, diz que esse é o momento de comemorar, com a vinda de romeiros de todas as partes do Nordeste.

Movimentação

"É o período de maior movimentação e os comerciantes de vários estados estão aqui para ganhar dinheiro", diz ela. Esse ano, mesmo tendo lotação da pousada esgotada, até pela boa localização ao lado da Basílica, ela espera vender bem, já que a feira foi retirada da rua. "Só vou poder saber mesmo como foi, no final da festa, porque ainda não tive a experiência de comercializar sem os feirantes na rua", avalia Malene.. Ontem, centenas de veículos, entre caminhões, topiques, carros de passeio e ônibus, saíram em buzinaço pelas ruas do centro, para a tradicional procissão dos carros, evento criado com a participação dos próprios fiéis, para homenagear a padroeira e agradecer a receptividade ao povo de Juazeiro. Os carros recebem ornamentação especial, um colorido de festa, com as imagens do Padre Cícero e da santa padroeira. Nesta procissão, em especial, os romeiros aproveitam para retribuir à população local com bombons. Crianças e adultos aguardam nas ruas para juntar os mimos ofertados. Na última sexta-feira, também foi realizada a procissão dos carroceiros. Animais com enfeites levam junto as famílias dos trabalhadores. Em relação aos anos anteriores, houve uma redução na quantidade de participantes, por haver número bem menor desses profissionais na cidade.

Surpresa

De acordo com o pároco, tem surpreendido a quantidade de pessoas que chega em Juazeiro desde o começo da semana. Uma das grandes preocupações este ano, mais vez, é relacionada à segurança. Postos policiais foram instalados na cidade. O efetivo da Policia Militar reforçado. Foram cerca de 300 homens, mais a Guarda Municipal. Também foi solicitada à instalação de um posto policial na Praça do Romeiro, para facilitar o registro das queixas. Outra grande preocupação foi quanto à retirada dos vendedores das ruas para evitar congestionamentos e promover maior organização da festa, desocupando principalmente a área da externa da Basílica, onde aflui maior número de pessoas durante a semana. Todos foram encaminhados para o Centro de Apoio aos Romeiros. Mesmo não tendo espaço para todos nos boxes, ainda foram instaladas barracas nas laterais do espaço.

Mais informações:
Secretaria de Cultura e Romaria de Juazeiro do Norte
Rua Santo Agostinho, S/N
Centro - Cariri
Telefone: (88) 3512.3380

Por: Elizângela Santos
Repórter do Jornal Diário do Nordeste
Colaboradora Oficial do Blog do Crato e Portal de Notícias Chapada do Araripe


Ministro Joaquim Barbosa.


EM DESTAQUE


"Somos o único caso de democracia no mundo em que condenados por corrupção legislam contra os juízes que os condenaram.

Somos o único caso de democracia no mundo em que as decisões do Supremo Tribunal podem ser mudadas por condenados.

Somos o único caso de democracia no mundo em que deputados, após condenados, assumem cargos e afrontam o judiciário.

Somos o único caso de democracia no mundo em que é possível que, condenados, façam seus habeas corpus, ou legislem para mudar a lei e serem libertos".

Postado por Antonio Morais.
Blog do Sanharol



Edições Anteriores:

Maio ( 2017 ):

01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31