xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 08/09/2013 | Blog do Crato
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08 setembro 2013

O que pode salvar o mundo - Por:Emerson Monteiro

No Antigo Testamento, quando, em Sodoma e Gomorra, costumes nefastos da raça humana toparam os limites da tolerância e o Poder decidiu limpar o chão da miséria reinante, vivia na região uma família que merecera escapar da destruição.

Em atenção a pedido de Abraão, Ló seria valido, oportunidade única no meio de povo entregue aos piores desmandos da carne.

Hospedou dois anjos que vieram à sua casa, e deles ouviu que cumpriria eliminar da face da Terra as duas cidades pecaminosas, devido inexistir virtude entre as pessoas. Antes disso, porém, Abraão argumentara que ainda existiam indivíduos honestos e dignos dentre os habitantes dos lugares, e que seriam penalizados sem direito de receber misericórdia e justiça, no caso da execução sumária que procederiam.

Os anjos avaliaram, segundo o texto bíblico: Ora, não se ire o Senhor, que ainda só mais esta vez falo: Se porventura se acharem ali dez? E disse: Não a destruirei por amor dos dez. Gênesis 18:32

Abraão postulara, de início, pela existência de, pelo menos, 50 justos, número esse que cairia gradualmente a dez, sem, contudo, lograr êxito quando saía a procurá-los pelas ruas. Ninguém que fosse salvaria as duas cidades do que, em seguida, aconteceria.

Bom, a sequência da história mostra à fuga da família, Ló, esposa e duas filhas, deixando de fora os genros, que duvidaram da possibilidade de salvação.

Dentre as recomendações, a de que não olhassem para trás seria desobedecida pela esposa, incontinenti transformada numa estátua de sal.

Às vezes, imagino epopeia semelhante nas épocas dagora, quando desmandos parecem querer dominar os horizontes da sociedade; líderes traindo a boa condução dos povos; hábitos nocivos entranhados na vida de tantos; violência exacerbada, quase sem controle; ausência de solidariedade; indiferença e orgulho, frutos do egoísmo e da ganância. Contudo há, sim, que considerar diferentes as razões suficientes e melhores que as alegadas pelo pai Abraão. Porquanto hoje há pessoas sinceras, verdadeiras, corretas no seio das populações, e, com certeza, tais salvarão o mundo de medidas extremas, algo semelhante ao que ocorrera em Nínive, de Jonas, outra história boa de conhecer.

(Foto: Jackson Bola Bantim).


E por falar na “crise da espionagem”

  
Dilma agora quer definir regras para espionagem – por Rolf Kuntz(*)

A inflação voltou a subir em agosto, a indústria derrapou de novo em julho e o Brasil perdeu oito posições no ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial, mas a presidente Dilma Rousseff parece mesmo interessada em propor à ONU a regulamentação da espionagem. A ideia, segundo suas palavras, é defender "uma nova governança contra invasão de privacidade". A declaração foi feita em São Petersburgo, um dia depois de uma conversa reservada com o presidente Barack Obama. A presidente quase repetiu a fala do recém-nomeado chanceler Luiz Alberto Figueiredo em Brasília, no dia 2.

Se insistir no assunto, o governo brasileiro acabará falando sozinho, ou quase, como quando propôs submeter as políticas de câmbio ao controle da Organização Mundial do Comércio (OMC). No caso do câmbio, bastaria a resistência de americanos e chineses para derrubar a ideia, mas outros governos também se mostraram pouco interessados na mudança.
(*)ROLF KUNTZ é jornalista

A Espionagem e o  Boi-de-Piranha – por Dirceu Cardoso Gonçalves (*)

Toda a polêmica criada em torno da denunciada espionagem dos EUA sobre as comunicações dos outros países, inclusive o Brasil e até da presidente e seus ministros, até parece brincadeira. Qualquer usuário mediano de internet sabe que existem 13 servidores-raiz no mundo e 10 deles estão nos EUA, dois na Europa e um na Ásia. Por eles trafegam as informações originadas e destinadas a todos os quadrantes do planeta.

Não é preciso ser um especialista para compreender que o detentor de um sistema, além de operá-lo, pode ter acesso ao seu conteúdo e dele fazer uso, seja esse uso legal ou até ilegal. Sabendo disso, o mais seguro é não utilizar o sistema para a guarda ou transmissão de segredos ou informações estratégicas. Parece piada o conselho de Lula para Dilma a dar um "guenta" em Barack Obama.

A bisbilhotagem é lugar comum entre governos e empresas. O diferente é que, agora, foi descoberta. O governo possui seus serviços de inteligência e informação e as Forças Armadas com setores específicos. Esses profissionais falharam. Deveriam ter alertado as autoridades e buscado meios eficientes de segurança para suas comunicações. Devem saber que todo usuário está sujeito à indiscrição de seu prestador de serviços. Toda essa discussão não leva a nada. Mas pode, muito bem, ser o "boi de piranha" para desviar a atenção do povo sobre os verdadeiros e urgentes problemas nacionais. Acautelem-se todos para não se arrependerem depois...

(*)Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br – São Paulo
   

Balanço do 7 de setembro: Grupos enfrentam polícia e invadem até desfiles cívicos


Convocados por redes sociais como ‘a maior manifestação da história’, protestos têm mobilização menor que as registradas em junho, mas se espalharam pelas grandes cidades do País

(O Estado de S. Paulo)


O Dia da Independência, para o qual alguns grupos da internet prometiam "o maior protesto da história do Brasil", foi marcado menos pela quantidade de pessoas nas ruas e mais por confrontos entre manifestantes e policiais. Os primeiros conflitos ocorreram pela manhã nos desfiles militares e durante toda a tarde grupos dispersos repetiram os choques com policiais nas principais capitais do País. Mascarados foram monitorados ou presos. O aparato policial, em alguns casos, chegou a ser maior do que o número de pessoas protestando.

Havia dois tipos de manifestantes: os tradicionais participantes das marchas do Grito dos Excluídos - organizadas pela Igreja Católica e engrossadas por representantes de movimentos sociais - e os grupos convocados via redes sociais, que mantêm as "pautas difusas" levantadas nos protestos de junho e agregam táticas de manifestação violentas, como o movimento Black Bloc. Mais de 200 pessoas foram presas nas principais capitais do País.
   

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