xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 08/07/2013 | Blog do Crato
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VÍDEO - Estamos de volta com as transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, com alguns programas ao vivo ). Serão vários programas abordando temas diversos, como a realidade da nossa região, do Ceará e do mundo; Programas científicos, atualidade, entrevistas, e transmissão de eventos ao vivo. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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08 julho 2013

Que tal um cafezinho gostoso ? - Cafeteria DI CAFFÉ - No centro do Crato




Cafeteria DI CAFFÉ, localizada no Shopping Residence, no centro do Crato. Um local muito aprazível, que está cada vez mais se transformando no novo "point" para aquele bate-papo gostoso, e claro, saborear o melhor café da cidade. Nós que já éramos fãs de carteirinha do DI CAFFÉ, agora, mais do que nunca estaremos por lá encontrando os amigos. E aproveitando, deixo aqui o convite: Que tal tomar um delicioso café na DI CAFFÉ ?



O local mais aconchegante para você saborear um delicioso café... 


No centro da cidade, bem ali no Shopping RESIDENCE 


DI CAFFÉ - Rua Santos Dumont, 38 - Shopping Residence Loja 8A
O mais aconchegante Café do Crato.

Participação de empresas em espionagem de dados de brasileiros seria crime, diz ministro


O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse hoje (8) acreditar que a violação de dados de telefonemas e e-mails de brasileiros pelo governo americano tenha sido feita sem a participação das empresas do setor no país. ”Eu acho que o mais provável é que tenha sido monitoramento via cabo submarino, satélite, que se faz de fora, porque ter um convênio para uma empresa entregar dados eu acho muito mais complicado, porque isso, claramente, é crime.”

O ministro informou ter conversado com o diretor executivo do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil), Eduardo Levy, que negou a participação das empresas no monitoramento de informações pelos Estados Unidos. No entanto, Bernardo não tem dúvidas de que dados de cidadãos brasileiros foram monitorados.

“Até o Parlamento Europeu foi monitorado. Você acha que nós não fomos? Agora, as circunstâncias em que isso se deu, a forma exata, a data, isso temos que verificar”, ressaltou.

Paulo Bernardo reuniu-se no início da tarde de hoje com o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Rezende, e pediu que o órgão regulador verifique se existiu participação das empresas no fornecimento dos dados. Paulo Bernardo também pediu ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que a Polícia Federal abra um inquérito para investigar o episódio.

Reportagem publicada domingo (7) pelo jornal O Globo revelou que as comunicações do Brasil estavam entre os focos prioritários de monitoramento pela Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSA, na sigla em inglês), segundo documentos divulgados pelo ex-agente norte-americano Edward Snowden. Os dados eram monitorados por meio de um programa de vigilância eletrônica altamente secreto chamado Prism. O ministro avalia que o episódio poderá ter reflexos na confiança dos usuários de internet nos serviços. “A internet sempre teve uma aura importante de ambiente livre, no qual se pode navegar e pesquisar, e hoje estamos vendo que está se tornando instrumento de espionagem. Evidentemente, isso vai gerar insegurança para o cidadão, as pessoas vão começar até a se coibir, a se cercear em suas comunicações, o que é um absurdo, porque não tem nada demais em se comunicar.”

Para o ministro, o episódio não prejudica as relações entre o Brasil e os Estados Unidos. “Somos países amigos, mas isso não elimina a necessidade de exigirmos explicações, temos que ter explicações sobre o que está acontecendo”, afirmou Paulo Bernardo.

Paulo Bernardo disse que o caso reforça a necessidade de existir uma entidade multilateral para controle da internet no mundo todo. “Tem que ter uma mudança na governança da internet, ela não pode ser regida apenas por uma entidade privada americana, quando a gente sabe que ela é controlada pelo governo americano.”

Yahoo Notícias


Como o grafeno mudará o mundo


Conhecido como o "material do futuro", o grafeno não deixa de assombrar a comunidade científica e tecnológica por causa de suas incríveis propriedades e infinidade de aplicações potenciais. 

O material é um alótropo do carbono, ou seja, uma das formas divergentes que procede desse elemento químico, como o carvão e o diamante. Curiosamente sua descoberta vem da década de 30, mas se prestou pouca atenção nele, dado que se pensava que era um material instável termodinamicamente. Só depois das descobertas dos cientistas Konstantin Novoselov e Andre Geim, que o conseguiram isolar à temperatura ambiente, ganhou a importância que ele tem agora. Em 2010, estes pesquisadores de nacionalidade russa receberam o Prêmio Nobel de Física por seus trabalhos com o grafeno.

Acrescentado a outros compostos, como matéria-prima principal ou como componente de novos processos de laboratório e produção, este material revolucionário possibilitará, entre muitas outras coisas: fabricar filtros que separarão o sal da água duas ou três vezes mais rápido que as dessalinizadoras atuais, assim como obter combustíveis que permitirão que os aviões alcancem maiores velocidades, otimizando o funcionamento do motor e reduzindo o consumo e a poluição ao meio ambiente. Além disso, o grafeno é cem vezes mais eficaz como condutor elétrico que o silício e mais forte que o diamante.

Qualidades variadas e assombrosas

Cientistas de todo o mundo, que estão há anos trabalhando com o grafeno, acreditam que suas aplicações - em campos tão diversos como a eletrônica, a telefonia celular, a aeronáutica e os processadores de hidrocarbonetos - logo surgirão.

"O grafeno já é utilizado para fabricar eletrodos de baterias, telas táteis, células fotovoltaicas, dispositivos de eletrônica digital e analógica de alta frequência, e compostos avançados para a indústria aeronáutica ou para a alta competição de vela", assinala àAgência EFE Jesús de la Fuente, diretor-executivo (CEO) da Graphenea, uma das principais produtoras mundiais de grafeno laminado. Entrevistamos Jesús com exclusividade para que nos explique em que condições estão os estudos e as aplicações práticas deste surpreendente material.

Poderia nos dar alguns exemplos de como o grafeno vai mudar o mundo e nossa vida cotidiana?

- O grafeno abriu uma nova categoria de materiais bidimensionais. Tenho certeza que terá um papel relevante no futuro, mas é possível que suas melhores aplicações ainda não tenham sido descobertas. O grafeno de mais alta qualidade está disponível desde 2010-2011 nos laboratórios de pesquisa, por isso que não se teve muito tempo para se aprofundar na pesquisa do material. No entanto já foram publicados alguns protótipos muito interessantes, e o melhor ainda está para chegar. Das aplicações atuais nas quais se está trabalhando provavelmente a eletrônica flexível possa representar uma pequena revolução e contribuir para vantagens no dia a dia.

EFE, via Yahoo Notícias


Protesto da classe médica surte efeito: Brasil desiste de priorizar médicos cubanos e foca vinda de europeus



O Brasil paralisou as negociações para a vinda de 6 mil médicos cubanos ao País e deve lançar nesta semana um programa para atrair profissionais estrangeiros tratando Espanha e Portugal como nações "prioritárias", segundo informações publicadas no jornal Folha de S. Paulo desta segunda-feira. A mudança de planos não é explicada nem pelo Ministério da Saúde e nem pelo Itamaraty, mas, de acordo com a publicação, há motivos para recuo: além da sensibilidade que envolve o regime comunista de Cuba - aliado do governo e do PT e alvo dos conservadores -, a causa principal é que as missões da ilha governada por Raul Castro são aclamadas pelo trabalho humanitário, como no Haiti, mas não escapam de críticas de ativistas de direitos humanos e trabalhistas na versão remunerada.

No modelo usado na Venezuela, Cuba funciona como uma empresa terceirizada que fornece profissionais. O governo contratante paga a Havana pelos serviços e os médicos recebem só uma parte. Ainda assim, o programa é considerado atrativo para os profissionais, que ganham cerca de US$ 40 na ilha e, com ele, têm acesso a benefícios. A desistência do Brasil é um revés para Havana, que tem dito que o envio dos médicos ao exterior é sua maior fonte de divisas e deseja ampliá-lo. O Ministério da Saúde diz que não há restrições se médicos cubanos quiserem se inscrever individualmente no programa, mas estuda condicionar Portugal e Espanha como "prioritários".
(site: Terra)

A agenda de problemas reais - Editorial,O Globo





Enquanto o debate é alimentado por uma espécie de factoide — o plebiscito da reforma política —, a vida real segue o curso, e problemas muito concretos vão se avolumando.

O próprio governo parece ter caído na armadilha da invenção diversionista da “constituinte exclusiva” — origem do plebiscito, ao se constatar a ilegalidade da ideia —, lançada como suposta medida de atendimento às manifestações de rua, mas cujo objetivo primordial é afastar o Planalto do centro da crise e transferir responsabilidades para o Congresso. Que há problemas de representatividade política, não se discute. Resumir o mau momento do Brasil a isto é exagero.

Impossível prever até quando o truque funcionará. Até porque as dificuldades econômicas aumentam e tendem a funcionar cada vez mais como amplificador da voz das ruas. A inflação de junho, divulgada ontem, medida pelo IPCA, foi de 0,26%, abaixo da de maio (0,37%). Mas, como em junho do ano passado havia ficado quase estável (0,08%), o IPCA anualizado novamente ultrapassou o teto superior da meta de inflação (6,5%), fechando em 6,7%.

Há grandes possibilidades de o índice recuar até o final do ano. A curto prazo, até como reflexo do corte de tarifas, forçado pelas manifestações. Mas num setor-chave para o bolso da população, o de serviços, a inflação continua a rodar na velocidade de 8% ao ano.

Mesmo assim, e apesar do discurso do governo — um dos pactos propostos pela presidente Dilma trata do tema —, a política fiscal continua expansionista, aumentando a temperatura do consumo, fator de pressão sobre os preços.

Mantém-se o uso irresponsável da “contabilidade criativa”, para injetar recursos de endividamento público em bancos públicos, como BNDES e CEF, a fim de o dinheiro voltar sob o disfarce de dividendos e embonecar o superávit primário, como se houvesse uma austeridade que na realidade inexiste.

Chegou-se à situação escalafobética de a Caixa pagar mais dividendos à União do que teve de lucro (R$ 7,7 bilhões contra R$ 6,1 bilhões). Tanto é que começa a cair em descrédito mesmo a nova meta, mais baixa, de 2,3% do PIB de superávit. Enquanto aumenta a expectativa de efetivo rebaixamento da classificação do país em agências de avaliação de risco.

O jogo de espelhos para melhorar números também chegou à balança comercial, encerrada no primeiro semestre com um déficit de US$ 3 bilhões, o pior resultado em 18 anos. E isso porque ajudou nos números a contabilização de US$ 1,5 bilhão de uma exportação fictícia de três plataformas da Petrobras. Elas apenas foram registradas em subsidiária no exterior. A operação é legal, mas só faz aumentar a desconfiança crescente na administração da economia num momento como este. Inflação elevada, economia em desaquecimento — a indústria retrocedeu 2% de abril para maio — e empresário pouco motivado.

As manobras políticas deveriam ceder espaço na agenda do Planalto para questões mais relevantes relacionadas a esta conjuntura.



Dilma sem liderança - Por Lauro Jardim.

Para além do derretimento da popularidade de Dilma Rousseff atestado pelo Datafolha, pesquisas que chegaram ao Palácio do Planalto no auge dos protestos mostraram dados ainda mais preocupantes aos aliados da presidente.

Um levantamento do "Ipsos Public Affairs" entregue a parlamentares do PT e do PMDB mostrou que 55% dos entrevistados disseram não considerar Dilma Rousseff uma grande líder.

Realizado entre 20 e 21 de junho, a pesquisa revelou ainda que 80% dos entrevistados consideravam que a “presidente precisava agir rápido e não só declarar intenções”.

Questionados sobre a avaliação do primeiro pronunciamento de Dilma em cadeia nacional, em 21 de junho, 46% dos entrevistados disseram que “Dilma fez um discurso pensando apenas na eleição de 2014”.

Passadas as trapalhadas dessa semana, com o plebiscito da reforma política praticamente sepultado – e o governo insistindo em um discurso fantasioso, aliados de Dilma temem que as próximas pesquisas sejam ainda mais aterradoras.

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