xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 14/02/2013 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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14 fevereiro 2013

FIQUE POR DENTRO ! - Por Maria Otilia

A EEF Dom Quintino atendendo  as novas exigências do mundo globalizado, reorganiza seu projeto político pedagógico no que se refere a formação continuada para os seus professores.
Neste início do ano letivo de 2013, através do Laboratório de Informática sob a coordenação do professor Anderson Feliciano, ofertará o Curso de Mídias na Educação.Este curso tem como objetivo oferecer suporte pedagógico para que cada professor possa utilizar na sua metodologia de sala de aula, todos os recursos tecnológicos disponíveis na escola.
Vale ressaltar que o curso ofertado é feito em parceria com outras instituições de ensino a distância.
O Núcleo Gestor acredita que somente através de formação em serviço, planejamentos pedagógico eficaz conseguiremos melhores resultados no acesso e permanência com sucesso dos nossos educandos.Assim sendo vem incentivando todo o corpo docente e discente para se inscreverem nos diversos cursos ofertados pela escola.Inclusive colocando a disposição dos professores,  um grande acervo de material para estudo, já que o ano se incia com a proposta da SEDUC da realização de  concurso público  para professores efetivos.

O peixinho dourado - Por: Emerson Monteiro


Naquela manhã, o humilde pescador saiu cedo a procurar sustento, dele e da esposa. Os dois viviam na penúria. Moravam numa palhoça junto de bela praia, aonde o mar quase sempre trazia numerosos cardumes de peixes deliciosos. Dessa vez, porém, a facilidade não se repetia. Pescou horas e horas, sem nenhum resultado positivo. Quando quisera desistir, peixe dourado, de tamanho insignificante, veio preso nas malhas da rede que jogava. Muito pouco, no entanto, para suprir a fome do casal. Nisto, ao segurar entre os dedos o pequenino peixe, uma voz inesperada se fez ouvir:
- Meu bondoso pescador, deixe que eu permaneça vivo - as palavras saíam claras da boca do ser minúsculo. - Para nada sirvo pelo pouco que tenho. E, além do mais, posso ser mais útil vivendo, pois posso atender ao todo pedido que o senhor me fizer.

Aturdido com aquela inesperada ocorrência, o pobre pescador quis comprovar aquela promessa que ouvia. Muitas histórias dão notícia de coisas assim - ficou imaginando gênios e outras maravilhas, ao que deve haver uma razão de existir. E um tanto temeroso, de imediato retrucou:

- Peixinho, me disponho a examinar o que dizes. Por isso, primeiro, pedirei que quando eu chegar em casa encontre a mesa posta com pratos dos melhores sabores. Caso atenda ao pedido, devolverei a tua liberdade. Disse e fez prumo de voltar ao lar.

De longe, avistou sua mulher, eufórica, acenando da porta de casa, lhe vindo ao encontro. Dizia que um rico banquete os esperava na sala-de-jantar. Enquanto saboreava os manjares, o homem foi contando o que se passara. Daí, trataram logo de preparar novo pedido. Iriam morar no palácio mais bonito que houvesse na Terra.

Libertado o peixe, de acordo com a palavra, este passou a servir com fidelidade e constância ao pescador e à sua mulher, agora habitantes de um palácio de sonhos.

Na sequência do tempo, a mulher pretendeu desfrutar da riqueza de uma rainha poderosa, sendo nisso também atendida. Depois, quis ocupar o lugar de papa. O peixe, sem desobedecer, de novo correspondeu à reivindicação que lhe fora apresentada.

Para quem antes vivia na miséria, sob os cuidados daquele peixinho misterioso a existência deles se transformara num paraíso. Todo o tempo do mundo era pouco para aproveitar bem os inúmeros presentes recebidos. Notava-se nos dois até fastio pelo tanto de coisas que ganhavam do bom amigo.

Belo dia, a mulher chegou para o seu companheiro e lhe transmitiu mais outro dos seus desejos imaginosos. Dessa vez superaria em exigência todas as vezes anteriores, pois ela queria, vejam bem, ocupar a posição mais elevada que existe e desfrutar nada menos do que das funções supremas de ser Deus, o criador do Universo.

No início, boquiaberto o marido reagiu, pois, pelo equívoco do pedido, anteviu os resultados que sucederiam à soberba da esposa. Porém não reuniu forças suficientes de lhe contrariar, seguindo triste com o pedido em direção ao peixinho, no lugar habitual.

Chegou, esperou, esperou... Mas nada de peixe. Tão só o mar silencioso respondia aos seus insistentes chamados. Dessa vez, o pescador não voltaria mais a rever o servidor fiel. Cabisbaixo, sem planos, na tarde cinzenta daquele dia, retornou à mesma casinha modesta do início da história. Apesar de tudo, no entanto, provara do conceito antigo que diz: Quem quer mais do que lhe convém, perde o que quer e o que tem.   

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