xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 18/11/2012 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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18 novembro 2012

Nossa cidade é um Cartão Postal - O Crato em Fotos


Contrastando com a lama relatada na outra postagem

O Crato em Fotos - Praça Francisco Sá ( Cristo-Rei )








Fotos: Dihelson Mendonça
Uso somente com permissão do autor

Não compre gato por lebre - Por Jacques Boris



A tão famosa revista Veja lhe engana descaradamente, foleando uma revista, vi o quanto de propaganda continha nela, resolvi então a contar todas as paginas, contado da capa até a ultima pagina contem 176 paginas, 88 folhas até nada de mais para uma revista tão famosa, mas quando resolvi a contar as propagandas tomei um susto, das 176 paginas, 83 paginas são de propaganda, isso sem fazer contas das 11 paginas com 1/3 ou 1/4 que também contem propaganda. Pois é caro leitor, você quando compra uma Veja quase 50% é propaganda ela é Veja mas nós estamos de Olho.

Jacques Boris (Artista Plástico)

Histórias e Estórias do Crato de Antigamente - Por: Ivens Mourão


MAIS ÁGUA

A abundância de água no Crato era tão grande, que a Prefeitura, nas décadas antes de cinqüenta, não cobrava taxa. Era de graça. Nos chafarizes públicos, nos bairros afastados, como testemunha o Luís, as pessoas não tinham o hábito de fechar as torneiras. Ficavam derramando água direto. Uma vez ou outra havia uma deficiência no abastecimento, provocada por um problema qualquer no sistema. Mas essa nossa parenta mantinha sempre uma bacia d’água, que era utilizada para diversas finalidades.Ali a empregada dava banho em dois ou três meninos. Como a parte dos fundos da sua residência era em tijolo de chapa aparente, sem qualquer revestimento, precisava ser mantido sempre úmido, para não levantar poeira. Quando a empregada ia jogar fora aquela água já reutilizada ela gritava:
- “Não, não, não, aproveita para aguar o quintal...”


BRIGA DE GALO

O Luís sempre foi um apreciador de briga de galo. Num terreno ao lado da casa dele tinha uma rinha. Assisti a muitas brigas nessa rinha. O acesso era em frente à minha casa, na Rua Nelson de Alencar. Era tudo muito bem organizado, com juizes e apostas centralizadas numa mesa. O que mais animava os galistas era a aposta. Tanto podia ser feita oficialmente na mesa, como entre os vizinhos, na pequena arquibancada em volta da rinha. Quando o galista conhecia os galos procurava apostar naquele que tinha maior fama. Um galista de outra cidade, que não conhecia os galos, tinha que observá-los quando eram postos para um rápido entrevero, justamente para descobrirem as qualidades de cada ave.
A cidade passou a ter um novo Juiz de Direito. Nesta mesma época o Presidente Jânio Quadros, através de um Decreto, proibiu brigas de galos e canários. Mas o Juiz, que era um viciado no esporte, não deu a mínima para o tal Decreto. E foi assistir às brigas. Não conhecia ninguém. Quando sentou na mini arquibancada, já ia iniciar um combate entre um galo pintado e outro vermelho. Já tinha passado o tal entrevero rápido e, portanto, estava sem saber em quem apostar. Para o verdadeiro galista a briga só tem interesse se ele aposta. Então, perguntou para o seu vizinho do lado direito:
- “Qual é o que você faz mais fé?”
- “O que?”
E o Juiz, sendo mais claro:
- “Qual é o bom?”
- “O bom é o pintado!”.
O juiz foi à mesa e apostou no pintado. Mal começou a briga, o pintado ‘chocou’. Ou seja, o galo aceita a derrota, baixa a cabeça e fica dando voltas na rinha, encostado da proteção e o ganhador a persegui-lo. É o nocaute. A briga é encerrada. O Juiz virou-se para o vizinho e reclamou:
- “Mas rapaz, você disse que o bom era o pintado!”.
- “Mas ele é bom mesmo! Ele não gosta de brigar não! Agora se você tem me ‘preguntado’ qual era o ‘pelvelso’ aí eu tinha dito que o ‘vremeio’ era o ‘pelvelso’”.


AGULHA NO PALHEIRO

Quando o Luís morou no Rio de Janeiro e, posteriormente, em Niterói, a sua casa era uma extensão do Crato. Com a generosidade e hospitalidade que são suas marcas registradas, Luís e Margarida recebiam a todo cratense que fosse ao Rio de Janeiro. Sua casa funcionava como uma autêntica embaixada. Era ponto obrigatório de visita de todo cratense que fosse ao Rio. O Dr. José Ribeiro Dantas, promotor do Crato, e os seus filhos chegaram a se hospedar na casa do Luís, na época em que morava em Niterói. Foi levar os filhos, Alcebíades e Lincoln, para estudarem no Rio. Seu primo, Deoclécio Ribeiro Dantas, era Reitor da Universidade Federal Fluminense, em Niterói, que era separado da cidade do Rio, então capital da República. Também era médico, cirurgião famoso, e tinha consultório no Rio. Dr. José Ribeiro resolveu fazer uma visita ao primo. Preferiu ir ao consultório, pois na Universidade seria impossível falar com ele. Pediu orientação ao Luís de como chegar à Rua Alcino Guanabara 96, no Rio. O Luís explicou que era muito fácil. Era só pegar a barca Niterói/Rio e desembarcar na Praça XV. De lá, pegaria a rua Sete de Setembro ou Rua da Assembléia, que vai sair na Avenida Rio Branco. Ao atravessar a rua vai estar nos fundos do Teatro Municipal. Quando chegar na frente do Teatro, olhando para direita tem o Bar Amarelinho. Fácil identificar, porque tudo é amarelo, inclusive as mesas e cadeiras. Chegando ao Bar Amarelinho, se sentar numa mesa para tomar um chop, perceberá que a Rua Alcino Guanabara começa no Bar. Então, é só procurar o número. E assim ele fez. Tomou o chop tranqüilamente e subiu a rua à procura do número. Acontece que era tempo de campanha política, as paredes estavam cheias de cartazes, principalmente do Carlos Lacerda. E, por coincidência, tinha sempre um cartaz encobrindo o número. E como o Dr. José Ribeiro era muito míope, dificultava mais ainda a sua procura. Parou num prédio onde tinha um engraxate e resolveu perguntar onde era o número 96. O engraxate disse:
- “Pela voz e pela cabeça só pode ser cearense. O senhor está no número 96. Com quem o senhor quer falar?”
- “Com o Dr. Deoclécio Ribeiro Dantas”.
- “Ele está aí”.
- “Como é que você sabe?”.
E o engraxate, mostrando o par de sapatos que estava engraxando:
- “Por que esses sapatos aqui são dele”.


A LAGARTIXA

O Bantim, da sorveteria, tem muitos casos engraçados. Ele era amigo do ‘Dom Juan’, que tinha uma bodega próxima à sorveteria dele. O Luís não sabe atinar o porque desse apelido. Não era um tipo bonito e nem tão pouco conquistador. Tinha também o apelido de ‘cego’. A sua grande habilidade, na verdade, era ‘matar’ charada. Ele e o Dedé de Zeba eram famosos na cidade por essa habilidade. No dia do seu aniversário o Bantim foi gozá-lo:
- " Ei velho, tá lascado, hein! Setenta anos! Pois eu tenho setenta e dois, mas não estou igual a você não! Eu ainda estou inteirinho. Estou tinindo, subindo pelas paredes!”.
- “Oxente, virou lagartixa!”

A LEI DE CHICO DE BRITO

O cratense Francisco de Brito ficou famoso em todo o Nordeste como Chico de Brito. É o pai do repórter da Globo, Francisco José, baseado em Recife. Por sinal a semelhança física é enorme. O Sr. Francisco era uma pessoa cheia de opiniões. Só prevalecia aquilo com que ele concordava. No seu território, era um verdadeiro rei. O Luís o conheceu sempre vestindo uma roupa caqui. A calça e a blusa, de mangas compridas, sempre da mesma cor e do mesmo tecido. Ai daquele que fosse contra uma opinião sua! O seu prestígio era tamanho que, se alguém perseguido pela polícia se segurasse em uma estaca da cerca das terras do Chico de Brito estava salvo! Nenhum policial se aventurava a prender alguém que se socorrera do velho, mesmo que fosse segurando numa simples estaca. As estórias são tantas, que hoje é impossível distinguir o que é verdade daquilo que é pura lenda. Surgiu, então, a expressão de “Lei de Chico de Brito”, quando alguém quer se referir a uma determinação fruto apenas da vontade própria.
A versão da história de como surgiu a expressão “Lei de Chico de Brito” está contada na Revista cratense A Província, em artigo assinado por Raimundo B. de Lima. Este ouviu o seu pai, José Barros Cavalcante, contar inúmeras vezes, por ter sido testemunha ocular. O meu cunhado, Edson Teixeira, também ouviu o testemunho de outro filho do Chico de Brito, Francisco Brito, a mesma explicação da expressão, que é a seguinte:
No Governo do Accioly, era intendente do Crato o Cel. Antonio Luís Alves Pequeno. A política virou, e assumiu o Governo do Estado o Cel. Franco Rabelo. Este nomeou para Intendente do Crato o Cel. Francisco José de Brito. O antigo Intendente não quis entregar o posto. O novo Intendente foi ao Lameiro e falou com outras figuras importantes da cidade: Francisco Calaça, Diógenes Frazão, Abdon da França Alencar, César Pereira. Com estes e mais outros homens de confiança, entre eles Augusto Pereira Amorim, foram até à Prefeitura, encontrando-a fechada. Colocaram a porta abaixo. O Cel. Francisco José de Brito sentou-se na cadeira do Intendente, como uma maneira de formalizar a posse. Nisto, surge o Dr. Irineu Pinheiro (veio a se tornar o maior historiador do Crato), sobrinho do Intendente deposto. Revoltado, perguntou:
- “Mas que Lei é esta, me diga?”
O novo Intendente sentenciou:
- “É a Lei de Chico de Brito! Esta Lei eu mesmo fiz”

Por: Ivens Mourão
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Há 7 Anos, o crato na Internet

Subindo pelas paredes - Mulher dorme sobre parede 20 metros e é resgatada pelo Corpo de Bombeiros


Uma mulher foi resgatada pelo Corpo de Bombeiros de Quixeramobim, a 206 km de Fortaleza, pois subiu em uma parede da rodoviária para dormir e não conseguiu mais descer. O fato inusitado ocorreu na última sexta-feira (16).

A jovem ficou assustada com a altura do muro. Foto: O Sertão é Notícia. Segundo informações do Corpo de Bombeiros, a mulher teria consumido bebida alcoólica, subiu na parede, de aproximadamente 20 metros, e dormiu. Quando acordou já não conseguia descer e populares que presenciaram a situação chamaram o Corpo de Bombeiros. Durante a ação, os bombeiros tentaram subir sem assustar a jovem, que demonstrou medo no momento do resgate. Ela desceu sem sofrer ferimentos Após o ocorrido, a mulher foi encaminhada ao hospital local, mas os Bombeiros não souberam informar se foi realmente comprovado que ela ingeriu bebida alcoólica.

Portal Verdes Mares

Aquele abraço ! - Para FRANZÉ BRITO e VERA VELOSO



O quadro "Aquele abraço" de hoje vai para o bem-sucedido empresário do ramo de confecções em Crato, Franzé Brito, que recentemente, após mais de 25 anos longe dos bancos escolares, estudou por conta própria e passou em dois vestibulares para cursar direito. 

Maré boa...e Casal 20

Como se não bastasse ao Franzé ( que também é Maçon ) passar para duas faculdades, há um movimento hoje na cidade do Crato para este aceite se candidatar a Deputado Estadual nas próximas eleições de 2014. Dotado de um carisma fenomenal, o "Chico", como é mais conhecido pelos cratenses, é muito bem visto não só aqui, como também nas inúmeras cidades do Ceará, possuindo no setor de confecções uma enorme clientela. Possuidor de um magnetismo natural, sempre de bem com a vida, e possuindo uma infinidade de amigos, se candidatar-se mesmo à uma vaga na assembléia legislativa do Estado do Ceará, com certeza será muito bem votado, e um páreo duro para qualquer outro concorrente. Parabéns, Franzé Brito! Receba "Aquele Abraço", pois você merece. E um caloroso abraço também à sua esposa, Vera Veloso, que fez aniversário há poucos dias, sendo uma pessoa igualmente positiva, formando um verdadeiro CASAL 20.

Por: Dihelson Mendonça







Fotos: Dihelson Mendonça

Ceará perde para o Bragantino e já não vence há oito rodadas


Nunca a torcida do Ceará desejou tanto o fim da Série B como agora. Após amargar mais uma derrota, dessa vez para o Bragantino por 2 a 1, o Vozão aumentou para oito, o número de jogos sem vitória. Robert marcou para o alvinegro mas Malaquias e Diego Macedo asseguraram os três pontos para o time paulista.

Foto: Alex Costa

O Alvinegro começou a partida com um ritmo de jogo diferente do que vinha apresentando nas sete rodadas anteriores. Com um bom volume de jogo, o Vozão marcou logo aos dois minutos com Robert, de cabeça, após receber o cruzamento de João Marcos. Mesmo com o gol, o Ceará seguiu no ataque e quase ampliou aos 7 minutos novamente com Robert, após pegar o rebote do goleiro do Bragantino. Necessitando do resultado para se manter vivo na Série B, o time paulista partiu, sem muita organização, para o ataque. Atacando sempre pela direita, o Bragantino chegou ao empate aos 26 minutos da etapa inicial. Diego Macedo avançou e lançou para Malaquias, que chutou rasteiro para igualar o placar. O Ceará pareceu sentir o gol e pouco criou no restante do primeiro tempo.

Emoções guardadas para o segundo tempo

As emoções da partida ficaram reservadas para o segundo tempo. Com a informação de que os concorrentes diretos na luta contra o rebaixamento estavam vencendo, o Bragantino se mandou ao ataque. Aos 30 minutos da etapa complementar, Potiguar cometeu pênalti para o Ceará e foi expulso. Diego Macedo virou o jogo batendo sem chances de defesa para o goleiro Jhonatan.

Com um jogador a menos, o Vozão buscou o ataque com longos lançamentos e explorando as boas jogadas do jovem Gabriel, que até pouco tempo era da categoria de base do clube. Aos 41 minutos, Gabriel foi derrubado na área. Robert foi infeliz na cobrança e desperdiçou a chance de empate do Ceará.  A vitória do Bragantino deixou viva as esperanças do time paulista para se manter na segundona com 41 pontos, na 15ª colocação. Já o Ceará, segue na 11ª com 46 pontos.

Redação Web - Portal Verdes Mares


Filosofia popular - Por: Emerson Monteiro


Lembro, sim, de quando costumavam escrever embaixo das portas dos caminhões a frase Venha sorrindo, mas limpe os pés. Uma dentre milhares de tiradas primorosas do saber humano repassado de pai a filho. Daí, às vezes, também me pego a imaginar outras situações em que caberia esse estratégico mas. Tenha fé, mas trabalhe para obter o que deseja. Sonhe, mas faça por onde merecer o que quer. Espere, mas abra os olhos e veja chegar o bem ansiado. Faça belos discursos, mas pratique o que diga. Seja sabido, mas seja honesto em seus negócios.

A jornada aqui do chão indica longa série de coerência do que leva pensar e agir correspondente ao pensar cotidiano. Suba, contudo na medida das suas forças, sem pisar na cabeça dos que estejam abaixo. Pois espécie de justiça natural determina os acontecimentos. De boas intenções anda cheio o Inferno, porquanto só calcular o nosso lado sujeita terminar agir esquecendo os demais irmãos da vida.

De ganhadores o mundo anda cheio. A cada artista segundo as intenções de preencher o cenário. Armam e querem levar a melhor, na maior sem cerimônia, ação de rotina em dias agitados.

A pessoa apressada come cru. Pode até ganhar, mas não leva. Malandro de mais atrapalha e se atrapalha. Quanto ensino das tiradas populares, sabedoria decantada através do decorrer do tempo.

Hoje até já existe a Filosofia Clínica, espécie tratamento que tem por base as interpretações trazidas pelos mestres no correr da história. Achar o jeito de aplicar os tais conhecimentos dos sábios dentro dos praticados. Colocar o valor do conhecimento nas realizações das pessoas.

Desde criança ouço as expressões do próprio povo no sentido de resolver dificuldades, demonstração clara do poder das palavras na rotina de todo momento. Com isso, nos aproximamos da finalidade dos instrumentos que se possui para lubrificar os sistemas do grande mecanismo chamado realidade.

Em tudo há destinação e objetivo, restando descobrir e encaixar nos lugares o que a necessidade obriga. Pare e avalie a solução ideal que o problema pede, até descobrir a cura naquilo que antes parecia males de impossível solução. O espaço da experiência tudo aprimora no decorrer das muitas vidas.


Por: Emerson Monteiro

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