xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 05/11/2012 | Blog do Crato
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VÍDEO - ÚLTIMAS NOTÍCIAS - Prefeito do Crato é escolhido um dos melhores prefeitos do Ceará pela PPE Eventos, em Fortaleza. ( 09-11-2017 ).
Estamos de volta com as transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, com alguns programas ao vivo ). Serão vários programas abordando temas diversos, como a realidade da nossa região, do Ceará e do mundo; Programas científicos, atualidade, entrevistas, e transmissão de eventos ao vivo. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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05 novembro 2012

Tudofel: Os Brilhos e mistérios de Don Tronxo

Tudofel: Os Brilhos e mistérios de Don Tronxo: Don Tronxo, cujo nome de batismo é João Fernando, é uma dessas lendas urbanas. Nasceu em João Pessoa, mas cedo se radicou nas swingin...

Expectativas 2013

O tempo passa, as expectativas se avizinham. O Dia da Confraternização Universal está chegando. O ano de 2013 está guardado como um grande ano para o Crato e outras cidades que elegeram ou reelegeram seus prefeitos. Aqui no Crato, como não poderia deixar de ser, esperamos nervosamente as indicações do senhor prefeito eleito Ronaldo Muniz, para as secretarias que irão compor a sua base de administr
ação. Nesse momento, nomes são muito importantes para a população, pois é através deles que saberemos os rumos que cada secretaria vai ter. É através do gestor das secretarias que temos uma visão mais profunda do que nos espera. Porque sabemos: prefeito nenhum trabalha sozinho, e os nomes que comporão essas pastas, devem ser nomes que tenham identidade com o nosso município e mais ainda, com a secretaria que ele ou ela irá administrar. Infelizmente no Brasil não funciona como alguns países da Europa, como Portugal, onde até os secretários são votados pelo povo, e que, para se candidatar ele tem que ter realmente aptidão, conhecimento e que isso seja comprovado através de suas titularizações. Mas isso são coisas do primeiro mundo! Bom, voltando à nossa realidade, gostaria de aqui externar a minha esperança nas escolhas que o prefeito Ronaldo Muniz Gomes de Matos e Raimundo Filho me depositam nesse sentido. Sei o quanto ambos os gestores serão lúcidos e altivos nesse momento tão importante para a nossa cidade, inclusive respeitando as suas falas em campanha. Isso sim, me deixa bastante tranquilo, o que certamente irá fazer com que as suas escolhas conheçam a nossa terra como eles, Ronaldo e Raimundo Filho, muito bem conhecem. Que os seus companheiros de batalha pelo bem e crescimento do Crato sejam os melhores que se poderá ter, independete de partidos, ideologias e/ou apoios políticos, mas dentro de uma realidade urgente de colocar a nossa querida cidade no patamar do orgulho e da alegria de ser cratense.

Kaika Luiz - 05/11/2012

Pensamentos de homem livre - Por: Emerson Monteiro


Houve um tempo, quando morei cinco quilômetros afastados da cidade, em casa que lá não possuía energia elétrica e telefone. Contava só com água de cacimba, bombeada por moto bomba movida a gás. Era a época das Diretas já, depois, eleição e doença de Tancredo Neves. De tanto prego que dava o motor, Zulene o batizara de Tancredo. Quase toda semana descia com ele para reparo na oficina de um conterrâneo das Lavras que vive em Crato. Nessas viagens, resolvia o problema, mas sobrava a certeza de que regressaria sem dúvida ao amigo mecânico (Nilson).

Desde então, quantas outras dependências seguiram aparecendo desse tempo convergente. Celulares. Computadores. Internet. Cachorros. Impostos e taxas. Filtros solares. Hidratantes. Atentas parabólicas. Exames periódicos. Outros reparos. Prestações variadas. Mensalidades. Compromissos partidários. Sindicais. Clubes. Renovação de carteiras. Contas bancárias. Ainda que, no mesmo lugar, cercas que comprimam. Etc. Etc.

Para onde torcer o pescoço, ali os vínculos institucionais da sociedade humana, convenções, limites constitucionais. Regras fundamentais da convivência dos cidadãos. Valores. Normas. Direitos e deveres mil. Sei, no entanto, que manufaturadas no aprimoramento da espécie. Padrões universais de entrosamento, conscientização coletiva das classes em movimento. Grades que cercam o território e amaciam relações comunitárias.

Sob essas concretudes circunstancias, deslizam individualidades, por vezes habituadas ao percurso natural das evidências. Noutras, contudo, desperto a considerações repetitivas, o sabor do choque de ideias soltas pelo ar, nos ditos pensamentos de homem livre. Explodem tais frutos inesperados da visão das oportunidades, mediante clarões que invadem salões da memória e fixam audiências a meio de demais produtos modificados e que ainda se modificarão a toda hora. Querem isso de abrir espaço possível para realidade alternativa do ser livre, vagas dominantes, audaciosas, o oceano presencia na tela de si pessoal. 
 
Os itinerantes lampejos da visão em atividade impõem largos voos monótonos e mudam sentidos antes naturais da conformação. Pegam o estrangeiro pela mão e o conduzem mar adentro, rumo do desconhecido... A rota do destino com isso reconstitui o poder original de humano livre das amarras postas no leito das estradas, agora determinando objetivos antes encobertos. Enquanto a força da liberdade dorme contida, escondida no querer dos talentos, seres iluminados assim revelam oportunidades de recriar novos universos.

Por: Emerson Monteiro

4ª GUERRILHA DO ATO DRAMÁTICO CARIRIENSE Apresentou dois espetáculos na noite de ontem em Crato




4ª GUERRILHA DO ATO DRAMÁTICO CARIRIENSE apresentou na noite de ontem, em Crato, no teatro rachel de Queiroz, dois espetáculos, a Comédia da Maldição e a Donzela e o cangaceiro.
A Donzela e o cangaceiro:

SINOPSE

O Sítio Fundão está prestes a ser totalmente destruído pela ganância do homem rico para especulação imobiliária, conquistado pelo império norte-americano para fins de intervenção militar ou dominado pelas forças das trevas profundas lideradas pelo Bode-Preto. Decifrar o enigma da esfinge de Seu Jefrésso é a única salvação. Se a Donzela morrer, tudo estará perdido..."

Aventura, suspense, drama e comédia numa fantástica história que resgata o mito da Caipora e estimula a consciência crítica no que diz respeito à proteção da natureza.

A Comédia da Maldição:

SINOPSE:

"A fantástica e misteriosa história de uma bela jovem que se amancebou com um padre foi condenada à terrível maldição de virar mula-sem-cabeça! Em cartaz desde 2005, uma das mais tradicionais lendas brasileiras recontada num grande espetáculo já visto por mais de 20.000 pessoas nos palcos, praças e ruas do Brasil..."

Fonte:

Cia. Cearense de Teatro Brincante (Crato-CE)







Padre vai acampar em Brasília para denunciar gravidade da seca


A situação de penúria do sertanejo com a seca está sendo denunciada no Alto Sertão da Paraíba, através da determinação do pároco local. O padre Djacy Brasileiro vem fazendo constantes alertas sobre os prejuízos causados pela estiagem. Ainda não choveu este ano em seu município Pedra Branca, segundo os registros da Agência Executiva Estadual das Águas (Aesa).

Defensor da transposição do São Francisco, o padre Djacy se prepara para acampar em frente ao Palácio do Planalto, em Brasília (DF), para chamar a atenção da presidente Dilma Rousseff. “Ninguém fala mais na transposição. O que está acontecendo?”, questionou.

Ele promete levar uma cruz de lata para o Planalto, repetindo um gesto que fez no final da década de 90. Em seu microblog no Twitter, o padre faz um relato dramático da seca na região do município que atua. "Para conversar com os sertanejos da roça,é preciso muita coragem.Eles falam chorando,com voz embargada. Dói no coração", relatou em uma de suas mensagens que vem quase sempre acompanhadas de registros fotográficos da situação.

A seca prolongada ameaça o abastecimento de água para consumo humano em dezenas de municípios do interior da Paraíba. Pelo menos 19 deles estão sob o risco de um colapso total no abastecimento e já enfrentam a falta intermitente da água fornecida pela Cagepa (Companhia Estadual de Água e Esgoto da Paraíba).

Na cidade de Triunfo (no Alto Sertão paraibano, a 590 quilômetros de João Pessoa), o único manancial que abastecia a cidade secou completamente. Carros pipas da Defesa Civil estão socorrendo a população da zona urbana. A população de cidade é 9.233 habitantes, com área territorial é de 222,9 quilômetros quadrados. Está localizado numa região montanhosa, a 310 metros acima do nível do mar. Cerca de 53,25% de sua população reside na zona rural. Sua economia baseada na agricultura e pecuária de subsistência, contando com um comércio incipiente. O município está incluído na área geográfica de abrangência do semiárido brasileiro, definida pelo Ministério da Integração Nacional em 2005.

O padre Djacy Brasileiro escreveu carta aberta para Luiz Inácio Lula da Silva, onde ele pede que o ex-presidente interceda em Brasília pela conclusão das obras de transposição do Rio São Francisco. “Diga a presidente da República o seguinte: Dilma, os sertanejos precisam urgentemente de água. Eles querem a transposição de águas do rio São Francisco. É questão de vida ou morte”, recomenda o pároco de Pedra Branca.

Fonte: AloSertao
Foto: Radar Sertanejo

"Rainha do Baião": Carmélia Alves morre no Rio de Janeiro


A cantora Carmélia Alves, de 89 anos, conhecida como a Rainha do Baião, morreu na noite passada [3] por falência múltipla dos órgãos. A artista era portadora do mal de Alzheimer.

Carmélia foi uma grande referência e um grande sucesso no ritmo do baião, como foi Luiz Gonzaga, e Ademilde Fonseca, no choro.  Para o historiador da Rádio Nacional do Rio e crítico musical, Osmar Frazão, a cantora foi uma grande representante da música brasileira não somente no Brasil como também no exterior. "A Carmélia Alves levou o baião para a Alemanha, o México e diversos países, sempre com muito sucesso".

HISTÓRICO Nascida em Bangu, na zona oeste da capital fluminense, no dia 14 de fevereiro de 1923, Carmélia Alves surgiu no Programa do Casé, na Rádio Mayrink Veiga e, a partir daí, passou a substituir a cantora Carmen Miranda, que estava indo para os Estados Unidos.

Carmélia também era contratada para atuar no Hotel Copacabana Palace, onde só se apresentavam artistas de destaque. Em 1950, na época de ouro do rádio, a cantora foi contratada para o elenco de artistas da Rádio Nacional do Rio de Janeiro, onde se apresentava na programação e todas as tardes de sábado, no Programa César de Alencar, considerado um dos maiores comunicadores de rádio de todos os tempos.  Em uma de suas viagens a trabalho para o Recife, Carmélia Alves descobriu o músico e sanfoneiro Sivuca, em 1951, na Rádio Jornal do Comércio, e o trouxe para o Rio de Janeiro. O historiador Frazão diz que "[a morte de] Carmélia Alves foi uma grande perda para a música popular brasileira”.  Entre seus maiores sucessos, destacam-se: Trepa no Coqueiro, Sabiá na Gaiola , Esta Noite Serenou e Me Leva, este fazendo dueto com Ivon Curi. O corpo de Carmélia Alves foi velado no Retiro dos Artistas, em Jacarepaguá e enterrado nesse domingo [4] 

Agência Brasil

Samsung vende 30 milhões de seu smartphone Galaxy S3 em apenas 5 meses


Nota do Editor - Êbaaaaaa !!! - O galaxy S3 já virou uma febre. Também pudera...melhor, Impossível.

Smartphone superou seu anterior, o Galaxy S2, lançado em 2011, com 10 milhões de vendas


O modelo de smartphone da Samsung Galaxy S3 bateu o recorde de 30 milhões de unidades vendidas no mundo todo desde que foi lançado no dia 29 de maio, informou neste domingo o gigante sul-coreano em comunicado. O presidente e diretor das direções de IT e Mobile da companhia, JK Shin, detalhou:

— O Samsung Galaxy S3, continua sendo o grande favorito, com clientes de todo o mundo. Alcançar este marco de vendas em apenas cinco meses marca outro recorde para a Samsung. Os números do novo modelo de smartphone superam amplamente seu anterior grande êxito de vendas, o Galaxy S2, que lançado em 2011 vendeu cerca de 10 milhões de unidades no mesmo período de tempo.

Samsung Galaxy S3 sai na dianteira diante do rival iPhone

O novo dispositivo da Samsung, com 20% mais de tela tátil que seu modelo precedente, pesa 133 gramas, vem equipado com uma tela de alta resolução super Amoled de 4,8 polegadas, e duas câmaras, uma traseira de oito megapíxeis, e outra frontal de 1,9 megapíxeis. A empresa, com cerca de 206 mil empregados em 197 escritórios divididos em 72 países, atingiu entre julho e setembro deste ano um lucro líquido de quase 4,7 bilhões de euros, recorde histórico da companhia e 91% mais que o mesmo período de 2011.

EFE

Após fim de relacionamento, jovem ameaça se jogar de torre de telefonia



Um fato inusitado aconteceu na tarde do último Dia de Finados (2) em Russas, quando um jovem identificado por Leandro, de 23 anos, ameaçou se jogar de uma torre de telefonia localizada na rua Perdigão Sobrinho, por trás do Colégio Estadual Gov. Flávio Marcílio. Segundo informações, a tentativa de suicídio ocorreu por volta de meio dia, quando o jovem ligou para a família ameaçando se jogar da torre.

De acordo com informações colhidas no local, a tentativa teria sido impulsionada pelo fim de seu relacionamento, que durou cerca de 1 mês. Familiares do rapaz entraram em contato com a polícia, que logo mobilizou o Corpo de Bombeiros no destacamento de Limoeiro do Norte. Por volta das 13h40min, após as negociações, o jovem foi resgatado ileso. Leandro foi conduzido à delegacia para dar esclarecimentos e foi liberado logo em seguida.

Fonte: Lindomar Rodrigues - Colaborador

Região da Amazônia ganhará 15 novas usinas hidrelétricas


RIO E SÃO PAULO - A oferta de energia elétrica no país tem de crescer 42.600 megawatts (MW) nos próximos dez anos, e o Brasil vai colocar em operação entre três e quatro usinas hidrelétricas por ano para atender à demanda. A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) já planejou a entrada em operação de 34 novas usinas hidrelétricas até 2021, sendo 15 delas na Amazônia Legal. Para Maurício Tolmasquim, presidente da EPE, ampliar a oferta de energia hidrelétrica é condição básica para o desenvolvimento econômico, e a instalação de usinas nos rios amazônicos é inevitável.

- Não podemos abrir mão de construir hidrelétricas. Preservar o meio ambiente não é uma decisão excludente. É preciso achar um meio de a hidrelétrica ajudar a preservar - diz Tolmasquim.

A EPE propõe construir hidrelétricas do tipo plataforma, que depois de prontas ficariam isoladas na floresta, acessíveis apenas por helicóptero, inspiradas na extração de petróleo no mar. Mas, durante a construção, reconhece Tolmasquim, é impossível não abrir estradas e criar acampamentos para os operários:

- Não tem como fazer sem construir estradas, mas elas podem ser reflorestadas.

A inevitabilidade da construção de novas hidrelétricas, principalmente na Amazônia, tem como premissa a necessidade de atender ao consumo cada vez maior de energia no país. O brasileiro ainda consome três vezes menos que o americano. Por isso, a tendência é consumir mais.

- A sociedade tem de decidir se ela quer ser abastecida de energia elétrica. E a alternativa às hidrelétricas são usinas térmicas a óleo, gás natural ou carvão. É uma energia muito mais cara, que prejudica mais o meio ambiente - afirma o diretor-executivo da Brasil Hydro, Flavio Miguez de Mello.

Se mantido sem alterações estratégicas, o estudo da EPE para 2021 prevê que, à exceção das hidrelétricas, que representarão 12,6% da oferta de energia total no país, a participação das demais fontes renováveis passará dos atuais 1,4% para apenas 1,6%. Com 2.200 horas de insolação, o Brasil sequer incluiu a energia solar no planejamento energético até 2021. E quando se trata de ventos, o volume no Brasil é duas vezes maior do que a média mundial.

Para se discutir o futuro das hidrelétricas é preciso também discutir o padrão de consumo de energia no país e o gerenciamento da oferta. Dois estudos recém-lançados por organizações não governamentais (ONGs) apontam caminhos.

- É preciso quebrar o paradigma de grandes hidrelétricas - diz o professor Paulo Henrique de Mello Sant'Ana, da Universidade Federal do ABC (UFABC), coordenador de um estudo patrocinado pela WWF-Brasil.

Sant'Ana lembra que países como a Dinamarca têm 30% de sua energia gerada pelos ventos e que a Alemanha, com muito menos sol que o Brasil, já é o terceiro país do mundo em energia solar, atrás de China e Estados Unidos.

- No lugar de expandir a oferta, temos de aprender a gerenciar a demanda. Estamos diante de uma revolução energética, e o Brasil não está olhando para frente - diz.

Para o professor, alternativas para reduzir o ritmo frenético de construção de novas usinas estão em programas capazes de mudar o padrão de consumo.

Linhas de transmissão: ponto frágil

Dados da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava) mostram que 8% da energia produzida no Brasil se destinam apenas ao chuveiro elétrico. Isso correponde a 15 mil MW no horário de pico, entre 17h e 22h.

Segundo a Abrava, cada metro quadrado de coletor solar instalado para aquecer água pode evitar 56 metros quadrados de área inundada por hidrelétricas. No estudo "O Setor Elétrico Brasileiro e a Sustentabilidade no Século 21", patrocinado por cinco ONGs, incluindo o Greenpeace, o consultor em planejamento energético Roberto Kishinami afirma que o país precisa urgentemente planejar o aumento de sua eficiência econômica.

Ele lembra que a eficiência energética dos motores elétricos de uso industrial passou de 39,8% em 1984 para 47,1% em 2004. Segundo ele, um programa que reunisse os fabricantes de motores e instituições de pesquisa poderia, a curto prazo, promover a troca dos equipamentos antigos por outros com maior eficiência, reduzindo o custo e a necessidade de uso de energia nas indústrias, que respondem por metade do consumo total.

- A política brasileira é de gerar e distribuir energia no atacado, mas a tendência é descentralizar. O uso da energia solar é descentralizado, por domicílio ou empreendimento - explica Marcelo Mesquita, especialista em gestão de energia e consultor da Abrava.

O consultor chama atenção ainda pelo fato de as hidrelétricas receberem investimentos de R$ 190 bilhões e os programas de eficiência energética alcançarem no máximo R$ 10 bilhões no período. Os investimentos em usinas eólicas e de biomassa receberam do PAC apenas R$ 9,7 bilhões.

Ao optar por produzir energia na Amazônia, distante dos centros de consumo, o país tem de investir mais em linhas de transmissão. Só em interligações e para usar a energia a ser gerada pelas usinas de Belo Monte, Teles Pires e Tapajós (a ser licitada em 2013) estão revistos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) investimentos de R$ 37,4 bilhões. A distância tende a agravar as perdas do sistema.

Segundo dados da EPE, o índice de perdas do setor elétrico, de 16,9% em 2012, chegará a 2021 em 16,1%, uma redução inferior a um ponto percentual. Para se ter uma ideia, no Chile esse índice fica em 5,6%; na Argentina em 9,9% e na Colômbia em 11,5%.

Os problemas nas linhas de transmissão têm sido apontados como os principais responsáveis pelos diversos apagões registrados no país. Em 2007, o Tribunal de Contas da União realizou auditoria para verificar as perdas e, no ano passado, o Ministério Público Federal abriu inquérito civil público para obrigar as autoridades a implementarem projetos eficientes que reduzam, efetivamente, as perdas energéticas.

O professor da Faculdade de Administração e Economia da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto, Eliezer Martins Diniz, afirma que as decisões sobre a construção de hidrelétricas ainda são tomadas com critérios unicamente econômicos.

- É preciso ter bom senso nesta hora. É importante gerar energia e reduzir a desigualdade social, mas preservar o meio ambiente é também evitar desigualdade entre gerações futuras. Falar em desenvolvimento econômico e social não pode ser um alvará para passar por cima de questões ambientais - afirma.

Agência - O Globo


Na hora do voto, brasileiros nos EUA preferem Obama


Brasileiros com cidadania americana - e vice-versa - seguem a tendência de outras minorias, como negros e hispânicos, e votam majoritariamente em Barack Obama. De 30 entrevistados pela reportagem, apenas dois indicaram que optariam por Mitt Romney, embora outras pessoas do Brasil residentes nos EUA e sem direito a voto também tenham declarado apoio ao republicano.

A maior parte dos entrevistados leva em consideração a questão da imigração. Embora haja decepção com a deportação de mais de 1 milhão de imigrantes sem documentos, os brasileiros avaliam que Obama avançou em alguns pontos, especialmente para os jovens estrangeiros, e as conquistas poderiam ser revogadas em um governo de Romney.

As relações EUA-Brasil importam, mas não pesam tanto na hora de escolher um candidato. Alguns se dizem hispânicos. Outros, não. "Romney seria uma repetição de Bush", disse a produtora Paula Buarque, se referindo ao ex-presidente George W. Bush. O designer Danilo Matz concorda. Segundo ele, seu voto vai para Obama "porque o presidente ainda não teve tempo de arrumar a bagunça deixada pelo antecessor".

Segundo o professor de engenharia Felipe Pait, "em política externa, o governo Obama tem mostrado avanços razoáveis em situação difícil, tendo assumido após uma presidência que conduziu duas guerras de maneira incompetente e perdeu aliados no mundo". "Romney, em comparação, não mostrou interesse, conhecimento ou aptidão por temas internacionais", disse. 

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

PT vai testar em SP planos para nova classe média


O PT pretende utilizar a gestão de Fernando Haddad em São Paulo a partir de 1º de janeiro de 2013 para reciclar sua agenda programática. Cravada no coração do principal reduto do PSDB, a cidade promete ser, a partir do ano que vem, "laboratório" de testes de projetos do governo federal que poderão servir de bandeira na campanha eleitoral de 2014.

A promessa de Haddad de "derrubar os muros" que separam a população pobre da rica será complementada, segundo petistas, por um trabalho conjunto da Prefeitura com a presidente Dilma Rousseff com foco especial na nova classe média, um contingente de 40 milhões de consumidores surgido na última década.

Em conversas com seus conselheiros políticos, Dilma costuma repetir que essa parte da população brasileira continua sem acesso a planos de saúde e a escolas particulares. Acabará cobrando, portanto, a melhoria desses serviços do poder público.

"Nosso grande desafio é o da melhoria dos serviços públicos, porque esses 40 milhões que entraram na classe média recentemente ainda têm renda muito baixa", disse o deputado Paulo Teixeira (SP), um dos petistas que trabalhará na tentativa de transformar projetos da gestão Haddad num laboratório para o programa de governo do partido com vistas à campanha de 2014. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão


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