xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 17/09/2012 | Blog do Crato
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VÍDEO - ÚLTIMAS NOTÍCIAS - Prefeito do Crato é escolhido um dos melhores prefeitos do Ceará pela PPE Eventos, em Fortaleza. ( 09-11-2017 ).
Estamos de volta com as transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, com alguns programas ao vivo ). Serão vários programas abordando temas diversos, como a realidade da nossa região, do Ceará e do mundo; Programas científicos, atualidade, entrevistas, e transmissão de eventos ao vivo. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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17 setembro 2012

Tudofel: Um dente de leite por um sorvete

Tudofel: Um dente de leite por um sorvete: Quando meus primeiros dentes de leite amoleceram, meu pai fez comigo um acordo: para cada dentinho arrancado por ele eu ganharia u...

A QUARTA COPIA - POR RICARDO NOBLAT


Dá-se a prudência como característica marcante dos mineiros. Teria a ver, segundo os estudiosos, com a paisagem das cidadezinhas de horizonte limitado, os depósitos de ouro e de pedras preciosas explorados no passado até se esgotarem, e a cultura do segredo e da desconfiança daí decorrente.

Não foi a imprudência que afundou a vida de Marcos Valério. Foi Roberto Jefferson mesmo ao detonar o mensalão. Uma vez convencido de que o futuro escapara definivamente ao seu controle, Valério cuidou de evitar que ele se tornasse trágico. Pensou no risco de ser morto. Não foi morto outro arrecadador de recursos para o PT, o ex-prefeito Celso Daniel, de Santo André? Pensou na situação de desamparo em que ficariam a mulher e dois filhos caso fosse obrigado a passar uma larga temporada na cadeia. E aí teve uma ideia.
Ainda no segundo semestre de 2005, quando Lula até então insistia com a lorota de que mensalão era Caixa 2, Valério contratou um experiente profissional de televisão para gravar um vídeo. Poderia, ele mesmo, ter produzido um vídeo caseiro. De princípio, o que importava era o conteúdo. Mas não quis nada amador.

Os publicitários de primeira linha detestam improvisar. Valério pagou caro pelo vídeo do qual fez quatro cópias, e apenas quatro. Guardou três em cofres de bancos. A quarta mandou para uma das estrelas do esquema do mensalão, réu do processo agora julgado pelo Supremo Tribunal Federal. Renilda, a mulher dele, sabe o que fazer com as três cópias. Se Valério for encontrado morto em circunstâncias suspeitas ou se ele desaparecer sem dar notícias durante 24 horas, Renilda sacará dos bancos as três cópias do vídeo e as remeterá aos jornais O Estado de São Paulo, Folha de S. Paulo e O Globo. (Sorry, VEJA!)

O que Valério conta no vídeo seria capaz de derrubar o governo Lula se ele ainda existisse, atesta um amigo íntimo do dono da quarta cópia. Na ausência de governo a ser deposto, o vídeo destruiria reputações aclamadas e jogaria uma tonelada de lama na imagem da Era Lula. Lama que petrifica rapidinho. A fina astúcia de Valério está no fato de ele ter encaminhado uma cópia do vídeo para quem mais se interessaria por seu conteúdo. Assim ficou provado que não blefava. Daí para frente, sempre que precisou de ajuda ou consolo, foi socorrido por um emissário do PT. Na edição mais recente da VEJA, Valério identifica o emissário: Paulo Okamotto. Uma espécie de tesoureiro informal da família Lula da Silva, Okamotto é ligado ao ex-presidente há mais de 30 anos.

No fim de 2005, um senador do PT foi recebido por Lula em seu gabinete no Palácio do Planalto. Estivera com Valério antes. E Valério, endividado, queria dinheiro. Ameaçava espalhar o que sabia. Lula observou em silêncio a paisagem recortada por uma das paredes envidraçadas do seu gabinete. Depois perguntou: "Você falou sobre isso com Okamotto?" O senador respondeu que não. E Lula mais não disse e nem lhe foi perguntado. Acionado, Okamotto cumpriu com o seu dever. Pulou-se outra fogueira. Foram muitas as fogueiras. Uma delas foi particularmente dramática. Preso duas vezes, Valério sofreu certo tipo de violência física que o fez confidenciar a amigos que nunca, nunca mais voltará à prisão. Prefere a morte. Valério acreditou que o prestígio de Lula seria suficiente para postergar ao máximo o julgamento do processo do mensalão, garantindo com isso a prescrição de alguns crimes denunciados pela Procuradoria Geral da República.
Uma eventual condenação dele seria mais do que plausível. Mas cadeia? E por muito tempo? Impensável!
Pois bem: o impensável está se materializando. E Valério está no limiar do desespero.

Guarda Revolucionária do Irã: nada sobrará se Israel atacar


Soldados israelenses: "Diante da pequena extensão territorial de Israel e vulnerabilidade ao grande volume de mísseis do Irã, não acredito que qualquer ponto de Israel ficará a salvo", disse o comandante da Guarda Revolucionária

Teerã - O comandante da Guarda Revolucionária do Irã, general Mohammad Ali Jafari, alertou Israel neste domingo que "nada sobrará" se o país adotar uma ação militar contra o programa nuclear iraquiano. "Se Israel nos atacar, não sobrará nada de Israel", declarou. "Diante da pequena extensão territorial de Israel e vulnerabilidade ao grande volume de mísseis do Irã, não acredito que qualquer ponto de Israel ficará a salvo", disse ainda. O general afirmou também que o Irã poderá fechar o estreito de Ormuz se for atacado, além de abandonar o Tratado de Não Proliferação Nuclear a atingir bases norte-americanas no Oriente Médio. Uma resposta a qualquer ataque começará na fronteira, de acordo com Ali Jafari. A República Islâmica tem relações próximas com militantes em Gaza e no Líbano, os quais possuem arsenais para a realização de ataques que atravessem suas fronteiras.

Ali Jafari disse não acreditar que Israel atacará sozinho e que se os Estados Unidos lançarem uma ofensiva, o Irã poderá responder com mísseis em ataques as bases norte-americanas no Golfo. "As bases militares norte-americnas espalhadas ao redor do Irã são consideradas um grande ponto de vulnerabiliade", disse. "Mesmo que os escudos antimísseis, com base em informações que temos, podem responder somente a poucos mísseis, mas quando expostos a um maciço volume de mísseis, não perderão a eficiências e não funcionarão", acrescentou. Jaafari, no entanto, afirmou que as forças iranianas não serão as primeiras a iniciar uma agressão. "Não precisamos atuar com antecedência. A capacidade de reação do Irã é muito alta e por isso achamos que eles (israelenses) não iniciarão uma guerra", disse. Mesmo assim, Jaafari frisou que se "as organizações internacionais não evitarem um ataque israelense, não haverá motivos para respeitar o Tratado de Não-Proliferação (TNP), embora isso não significa que o Irã vá fabricar armas nucleares". Teerã diz que seu programa nuclear tem objetivos exclusivamente civis.

Síria

Jafari disse também que a unidade de elite possui conselheiros de alto escalão no Líbano e na Síria, mas não decidiu se enviará ou não reforço militar para ajudar a salvar o regime sírio de Bashar al Assad. Esta foi a mais clara indicação da assistência prestada pelo Irão a seu maior aliado árabe, o presidente sírio, e ao Hezbollah no Líbano.

A declaração também sugere que Teerã está atento à possibilidade de ser envolvido em um conflito no Oriente Médio se houver um ataque externo contra o regime de Assad, que trava uma guerra com civis e forças rebeldes. O general acrescentou que uma decisão sobre incrementar a ajuda militar à Síria, se o país for atacado, "dependerá das circunstâncias". As informações são da Associated Press.

Força de Defesa de Israel / Wikimedia Commons
EXAME

A Lista do mensalão Até agora, segundo o STF


O julgamento da Ação Penal 470, conhecida como processo do mensalão, chega ao ponto crucial nesta segunda-feira (17). Depois de 23 sessões com dedicação exclusiva ao processo, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) começarão a analisar se houve pagamento de propina a parlamentares da base aliada em troca de apoio ao governo, no primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de onde veio o termo “mensalão” usado pela imprensa.

A sessão começará com o voto do relator, ministro Joaquim Barbosa, sobre o sexto capítulo da denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF). Esta etapa trata dos crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro entre os partidos da base aliada do governo de 2003 a 2004.

De acordo com a acusação, os petistas José Dirceu, Delúbio Soares e José Genoíno “articularam ofereceram e, posteriormente, pagaram vultosas quantias a diversos parlamentares federais, principalmente os dirigentes partidários”, para conseguir apoio político para votar as projetos de interesse do governo, em especial, as reformas tributária e da Previdência em 2003.

Confira os réus que serão julgados nesta etapa e os crimes aos quais respondem no Capítulo 6:

1) José Dirceu – corrupção ativa

2) José Genoíno – corrupção ativa

3) Delúbio Soares – corrupção ativa

4) Marcos Valério – corrupção ativa

5) Ramon Hollerbach – corrupção ativa

6) Cristiano Paz – corrupção ativa

7) Rogério Tolentino – corrupção ativa

8) Simone Vascolcelos – corrupção ativa

9) Geiza Dias – corrupção ativa

10) Anderson Adauto – corrupção ativa

11) Pedro Corrêa – corrupção passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha

12) Pedro Henry – corrupção passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha

13) João Cláudio Genu – corrupção passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha

14) Enivaldo Quadrado – lavagem de dinheiro e formação de quadrilha

15) Breno Fischberg – lavagem de dinheiro e formação de quadrilha

16) Valdemar Costa Neto – corrupção passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha

17) Jacinto Lamas – corrupção passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha

18) Antônio Lamas – lavagem de dinheiro e formação de quadrilha

19) Bispo Rodrigues – corrupção passiva e lavagem de dinheiro

20) Roberto Jefferson – corrupção passiva e lavagem de dinheiro

21)Emerson Palmieri – corrupção passiva e lavagem de dinheiro

22) Romeu Queiroz – corrupção passiva e lavagem de dinheiro

23) José Rodrigues Borba – corrupção passiva e lavagem de dinheiro
 
Com informações da Agência Brasil

Mensalão – Parlamentar cearense de olho no julgamento


Nesta semana em que o Supremo Tribunal Federal começa a julgar o foco político do Mensalão, tem gente por aqui com nervos à flor da pele: a família de José Genoíno, um dos envolvidos.



Quem acompanhará tudo especialmente é o seu irmão, o petista José Nobre Guimarães, que é vice-líer do Governo na Câmara e coordenador da bancada cearense em Brasília.

Eliomar de Lima


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