xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 21/04/2012 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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21 abril 2012

Protestos em cidades brasileiras pedem o julgamento do mensalão (postado por Armando Rafael)


(Fonte: VEJA on line)

Milhares de pessoas foram às ruas neste sábado em 80 cidades do Brasil para pedir rapidez no julgamento do caso mensalão ocorrido no governo Lula em 2005 e que está a ponto de prescrever. O principal objetivo das manifestações é pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) que julgue o mais rápido possível o caso que investiga os subornos feitos a dezenas de deputados em 2004 e 2005 e o suposto financiamento ilegal da campanha eleitoral que levou Lula ao poder em 2003. Os manifestantes também pedem ficha limpa para todos os ocupantes de cargos públicos, o fim do voto secreto no Congresso e a transformação da corrupção em crime hediondo.

A maior marcha aconteceu em Brasília, onde, segundo cálculos da Polícia Militar, cerca de 3 mil pessoas vestidas de preto se concentraram na esplanada dos Ministérios. Em menor número, houve protestos na maioria das 27 capitais do país, segundo dados dos organizadores. O presidente do Supremo, o ministro Ayres Britto, afirmou nesta semana que pretende concluir o julgamento nos próximos meses, antes das eleições municipais de outubro.

Protesto - Brasília e Rio de Janeiro saíram na frente em suas manifestações em prol do julgamento do mensalão. Enquanto na capital federal o tempo ajuda, com sol aberto, no Rio, a cor cinzenta do céu afasta as pessoas da orla carioca, local dos protestos. Eram mais de 10 horas quando manifestantes começaram a se aglomerar no gramado da Esplanada dos Ministérios, em Brasília. O número de participantes, porém, ficou bem abaixo da expectativa de 20 000 pessoas feita pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), uma das organizadoras do protesto.

O contingente de pessoas aumentou e ganhou novos adeptos quando o grupo passou a se movimentar em direção à Praça dos Três Poderes e, segundo a PM, chegou a 3 000 pessoas. No final do protesto, já na Praça dos Três Poderes, os manifestantes cantaram o Hino Nacional e encerraram o evento.

Chama atenção a baixa faixa etária dos participantes. Segundo a reportagem do site de VEJA, jovens universitários ou mesmo do ensino médio, trajando roupas pretas, compõem a maioria do grupo de manifestantes. As pautas de reinvindicações locais pedem Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do governador Agnelo Queiroz (PT-DF) e melhorias no sistema de saúde pública, um dos problemas crônicos do Distrito Federal.

Deputado Ely Aguiar conseguiu aprovar requerimento de sua autoria para uma Audiência Pública para tratar do Canal do Rio Grangeiro


AUDIÊNCIA PÚBLICA

O  deputado Ely Aguiar, PSDC, conseguiu fazer com que a Assembléia Legislativa  aprovasse, na última quinta feira, um requerimento de sua autoria solicitando a realização de uma “ Audiência Pública “, para tratar com a máxima urgência da questão do canal do Rio Grangeiro, na cidade do Crato. O parlamentar criticou duramente a demora na realização dos trabalhos  e  solicitou que as medidas emergênciais fossem fossem  descartadas, apelando para uma solução definitiva e apresentação do projeto, por parte do Governo do Estado, que prometeu  resolver a questão. O Prefeito Samuel Araripe ao tomar conhecimento da aprovação da audiência publica para tratar do canal ligou para Assembléia e agradeceu a iniciativa. 
 
O Prefeito falou com o deputado Fernando Hugo ( PSDB ),  que também  defendeu o requerimento do deputado Ely. Samuel se prontificou a disponibilizar toda equipe da Prefeitura que está envolvida no processo de recuperação do canal. Ocupando a Tribuna o deputado Fernando Hugo disse que a iniciativa do deputado Ely Aguiar é a única forma de saber porque tudo está parado e como estão os recursos e  os projetos.  No decorrer desta semana o deputado Ely Aguiar  manterá contados com  a Prefeitura Municipal  do Crato, Governo do Estado e Mesa Diretora da Assembléia, da qual faz parte, para definir a data  da audiência pública. 
 
Na opinião do parlamentar cratense é inaceitável o descaso como o caso vem sendo tratados pelas nossas autoridades, onde a população é a mais prejudicada. A  audiência pública  colocarão frente a frente autoridades municipais e estaduais e assim  o povo ficará  sabendo o que realmente esta acontecendo e que tipo de projeto existe para a construção ou não de outro canal. Se não for com uma audiência pública  não vai sair da promessa e serviços mau feitos serão realizados.
 
Deputado Ely Aguiar.

O Povo que olha o Crato pelo RETROVISOR - Por: Dihelson Mendonça



Outro dia, falando ao telefone com o artista plástico George Macário, eu sugeri de forma entusiasmada um site de internet, onde também se comenta muito sobre o Crato. Respondendo em tom irônico, ele acabou me mostrando toda uma realidade numa frase simples, que já foi abordada em diversas crônicas por nossos contemporâneos e resume tudo:

"Conheço aquele site! Não é daquele povo que olha o Crato pelo retrovisor ?"

Isso me deixou dias e dias refletindo sobre tão acertada colocação. Realmente existe; Uma grande parcela da sociedade cratense, que ao invés de olhar para o presente e para o futuro, olha para o passado. Alguns, imbuídos de um saudosismo exacerbado, vivem DO passado e NO PASSADO.

No meu entendimento, esse tradicionalismo exagerado não vai nos levar a parte alguma. Relembrar vez por outra... venerar os ícones de outrora é uma coisa. Agora viver olhando todo o tempo para o nosso Crato procurando lembranças e eventos de 30, 40, 50 anos atrás, como se eles fossem se repetir a qualquer momento, é outra coisa. E vai ser muito difícil superar essa ressaca pós porre de soberba e de orgulho que muitos nutrem pelas glórias da cidade.

Crato hoje vive uma realidade muito diferente daquela dos nossos avós que foram morar no sul do país, décadas atrás. Uma realidade complexa em que se discute sobretudo, a sua vocação desenvolvimentista, já que perdemos a hegemonia da região para a vizinha cidade de Juazeiro do Norte, que diga-se de passagem, tem seus méritos, trabalho, e é um fenômeno único na história recente do Brasil; Uma cidade que em uma década cresceu mais que todas as outras. Como se diz por aqui, Juazeiro não cresce... se agiganta a cada dia, pelo comércio impulsionado pela fé numa lenda urbana, que tem dado muito certo.

Por isso, precisamos discutir mais do que nunca, as grandes vocações da nossa cidade: Se queremos para o Crato uma cidade dormitório, ou se queremos por outro lado, progresso, fábricas, e até indústrias poluentes que com certeza, irão destruir o nosso patrimônio ecológico. Precisamos viabilizar talvez o desenvolvimento sustentável; Discutir a expansão da cidade e vários outros aspectos que devem vir também à pauta.

Falando francamente, meus amigos, já perdemos tempo demais olhando para o nosso próprio umbigo; Nosso orgulho besta de eterna cidade "Princesa do Cariri". - Grande coisa - ... Se queremos que o Crato encontre a sua vocação perante a nova realidade que desponta, de região metropolitana do Cariri, precisamos fazer como disse o George Macário, e parar de olhar o Crato pelo retrovisor do saudosismo e do orgulho.

Não renegaremos nossos valores. De forma alguma. O que passou é belo, e será sempre uma referência, um marco. Mas não podemos viver NO passado e muito menos das glórias e feitos DO passado. Afinal de contas, como dizem sempre as pessoas sensatas, a quem tanto admiro,

"A vida mesmo, é só daqui pra frente..."

Dihelson Mendonça


O simulacro de um julgamento -- por Armando Lopes Rafael

(capítulo do livro -- inédito -- "Pinto Madeira, o Caudilho do Cariri", de Armando Lopes Rafael)
Na foto abaixo, o que resta da antiga Casa do Senado da Câmara da Vila Real do Crato, onde houve o julgamento de Pinto Madeira, a maior farsa de um júri já realizada no Ceará
   Recordemos que tanto o agora presidente da Província do Ceará, José Martiniano de Alencar, como o general Labatut deixaram oficialmente registrado que a Comarca de Crato não possuía juízes preparados e imparciais para julgarem os réus. Naquela época, era comum também o fato de os juízes serem ligados aos  partidos políticos que disputavam o poder.

   Alencar, em 1º de março de 1832, escreveu uma representação ao Ministro dos Negócios do Império, na qual constou esta frase:  “Além disso, conviria despachar quanto antes um Ouvidor para a Comarca do Crato, pois não havendo ali um só Juiz letrado, nem haverá quem faça processo aos réus, caso sejam presos”. Já o general Labatut, em ofício escrito ao Ministro da Guerra do Brasil, em 14 de outubro de 1832, escreveu:   “Como, pois, poderão ser julgados os réus por juízes inçados da mesma opinião dos partidos que assolam a província? Por isso rogo a V.Excia. se digne de atender ao meu último oficio do Icó, em que, conhecendo cabalmente os males que acabrunham a nova comarca do Crato, eu pedia juízes íntegros, justos e sábios por não haver um só letrado, em toda ela, os de paz e ordinários são mui leigos e pertencem a um e outro partido”.
  
    José Martiniano de Alencar conhecia, pois, com profundidade, o despreparo e a precariedade do aparelhamento jurídico da Comarca do Crato, comandada por pessoas a quem faltava – além do  conhecimento jurídico específico –  o necessário discernimento e equilíbrio para o exercício do múnus do Juízo.
   Pois foi nesse ambiente que, em 26 de novembro de 1834, Pinto Madeira compareceu perante um tribunal popular para ser julgado. Em 14 de abril de 1830, quatro anos e sete meses antes do seu último julgamento, Pinto Madeira tinha enviado  ao Ouvidor de Crato  um requerimento no qual nominava seus inimigos. No requerimento de 1830,  ele relacionou diversas pessoas, pedindo que não as convocassem para testemunhar, na devassa que estava sendo movida contra sua pessoa. Da antiga relação quatro nomes agora participavam do julgamento do caudilho: o tenente-coronel José Vitoriano Maciel, atuando como juiz leigo que presidiu ao júri;    Romão José Batista, José Ferreira Castão e  Antônio Ferreira de Lima, como integrantes do Conselho de Sentença.    Os demais jurados – José Gregório Tavares, Raimundo José Camelo, Manoel Joaquim Carneiro, Raimundo Gonçalves Parente, Manoel Carlos da Silva, Roque de Mendonça Barros, Antônio de Oliveira Carvalho, Raimundo Pedroso Batista e Antônio Luís do Amaral –   eram todos inimigos do réu.
   Como promotor de justiça, atuou o major Antônio Raimundo dos Santos. Funcionou como advogado de defesa,  o padre Manuel dos Santos Brígido, vigário de Exu, município pernambucano vizinho a Crato. O escrivão foi Antônio Duarte Pinheiro. Pesava contra Pinto Madeira a acusação de crime de rebelião contra a ordem constituída. Não foi este, porém,  o delito  apresentado contra ele,  no julgamento de 26 de novembro de 1834. Pediram sua condenação à pena última, “pela morte feita ao bom cidadão Joaquim Pinto Cidade, que desgraçadamente foi preso pelas tropas do malvado, na ocasião em que marchavam contra os habitantes desta vila (de Crato),  no dia 27 de dezembro de 1831”. Foi isso o que foi relatado no ofício assinado pelo juiz leigo José Vitoriano Maciel, e enviado ao presidente da Província do Ceará, padre José Martiniano de Alencar, no dia seguinte à condenação do réu.
   
   Ao deixarem o libelo político, optando pela acusação da morte de Joaquim Pinto Cidade, o objetivo dos inimigos de Pinto Madeira era julgá-lo por um crime comum, ficando assim o réu sem justificativa nem escapatória. Na sua defesa, Pinto Madeira não negou que liderava as tropas revoltosas. Afirmou, no entanto,  que não conhecia Joaquim Pinto Cidade. Nunca o tinha visto e negou qualquer participação na morte do liberal cratense. Declarou, ainda,  que ao chegar ao Sítio Brejão, já o encontrou morto, mas ainda teve tempo de impedir outra morte: a  de um companheiro do liberal cratense assassinado antes da sua chegada.
   “Das trinta testemunhas de acusação vinte depuseram que sabiam do fato somente por ouvir dizer; três disseram nada saber; duas ouviram os tiros que mataram Pinto Cidade. Duas afirmaram que ele foi morto pela tropa de Pinto Madeira;  uma assegurou conhecer o caso, por ser de domínio público. E unicamente uma presenciou e viu o comandante da vanguarda, (Francisco Xavier Matos, vulgo Veneno), e seus soldados atirarem na vítima, depois de aquele ter estado com Pinto Madeira... Testis Unus, Testis nullus” (Uma testemunha, nenhuma testemunha).
   “Compareceram somente três testemunhas de defesa. O juiz não permitiu que se transcrevessem por escrito os depoimentos de duas. O da terceira foi totalmente invertido. Ela protestou com energia. Ao sair do tribunal, deram-lhe tão bárbara surra que deitou sangue pela boca! “a visto disso, o réu pediu ao seu advogado que desistisse da inquirição das outras”.
   “Ao conselho de sentença o juiz logo apresentou os seguintes quesitos: 1 – Existe crime no fato ou objeto da acusação? 2 – O acusado é criminoso? 3 – em que grau de culpa tem incorrido? As perguntas, capciosas em si, não deixavam margem a evasivas. Era pão-pão, queijo-queijo. O conselho respondeu sim às duas primeiras e capitulou o crime, com circunstâncias agravantes, no art. 192 do Código Criminal, o que correspondia à pena máxima. O presidente do tribunal leu, por conseguinte, a sentença de morte.

   Quando terminou a leitura, Pinto Madeira disse calmamente:
   – Apelo!

    O juiz José Vitoriano replicou-lhe com arrebatamento:
    – Não tem apelo nem agravo, senhor coronel, prepare-se para morrer que morre sempre – conforme foi testemunhado pelo Dr. Leandro de Melo Ratisbona – (30)
     Pinto Madeira foi levado de volta ao cárcere. Às seis horas da tarde, os sinos da Igreja de Nossa Senhora da Penha começaram a dobrar finados. Perguntou por quem eram aqueles dobres. O comandante da guarda,  sargento Manoel José Braga Coelho, respondeu com crueldade:
   – São pelo senhor que vai morrer amanhã de manhã.

    Pinto Madeira não deu uma única palavra.
(Depoimento da testemunha presencial Amaro Ferreira da Silva, cfe. citação no livro “História Secreta do Brasil”, volume II, Gustavo Barroso, página 153).

Abaixo, placa colocada no que resta da Casa do Senado da Câmara da Vila Real do Crato

   
Notas de “ O simulacro de um julgamento”
(30) FIGUEIREDO FILHO, José de. História do Cariri–Volume III. Edição da Faculdade de Filosofia do Crato, 1966. pag. 41-42

Nordeste sofre com estiagem e meteorologia aponta mais seca


A falta de chuva vem prejudicando a Região Nordeste de ponta a ponta. A irregularidade das precipitações não recarregou como esperado os açudes e causou danos às lavouras.

Um dos estados mais afetados é o Sergipe, onde a falta d'água atinge 102,5 mil pessoas e deixa 18 municípios em situação de emergência. Segundo a Defesa Civil Estadual. Em Pernambuco, 28 municípios do agreste e do sertão decretaram situação de emergência. Na Bahia, são 37 municípios em situação de emergência. A seca atinge 500 mil pessoas na região. Em algumas localidades, o abastecimento tem sido feito por carros-pipa.

FUTURO - Contudo, a previsão é que a estiagem continue. De acordo com Luiz Cavalcanti, coordenador do Centro de Análise e Previsão do Tempo do Instituto Nacional de Meteorologia [Inmet], a situação não é muito animadora, pelo menos para os próximos 15 dias.

“As previsões de chuva, a partir de agora, não são muito alentadoras, principalmente, na Bahia”, adiantou. “Embora aconteçam serão irregulares, em menor quantidade e com a distribuição espaço/temporal não muito boa”, informou. A previsão para esses estados no fim de semana é tempo nublado a parcialmente nublado com chuvas isoladas.

* Com informações da Agência Brasil e Agência CNM ( Yuri Guedes )


Urca: Provas de seleção de professor temporário ocorrem dia 23 e 24 de abril


A Universidade Regional do Cariri (Urca) realiza a prova escrita para Seleção de Professor Temporário da Urca, destinada as Unidades Descentralizadas de Iguatu, Campos Sales e Missão Velha, na dia 23 de abril, às 8 horas, com 4 horas de duração. As provas, para todos os setores de estudo, serão realizadas no campus do Pimenta, em Crato. Será realizada uma dissertação sobre um dos dez pontos do respectivo setor de estudo, sorteado imediatamente antes do início da referida prova.

A prova didática acontece no dia 24 de abril, para os candidatos aprovados na prova escrita e constará de aula com duração mínima de 50 minutos e máxima de 60 minutos. Terá como tema um dos dez pontos de estudo, sorteado com 24 horas de antecedência. Serão selecionados no certame 168 docentes para assumirem vagas imediatas nas Unidades Descentralizadas da Urca.

A PALHAÇADA CONTINUA - Governo do Estado empurra com a barriga as obras do Canal do RIo Grangeiro



A quem interessa a desgraça do Crato ? - O Canal como moeda eleitoral ? Estão brincando com a boa vontade do povo do Crato. Que palhaçada !
 

De Fevereiro a 21 de Abril  - Nada Mudou

Após 1 ano da tragédia, e Governo do Estado gastar 2 milhões e 500 mil reais ( Conseguidos em Brasília pelo prefeito do Crato em fevereiro de 2011 ) em obra questionável do Canal do Rio Grangeiro, quase nada mudou. Canal continua quebrado e paredes apresentam rachaduras e deslizamentos. As obras agora estão paralisadas. A população está em risco. Como se chama isso ? DESCASO e DESRESPEITO PARA COM O POVO DO CRATO.
Fotos feitas no dia 06 de Fevereiro de 2012 ( que servem perfeitamente para o dia de hoje )


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Na foto acima: Rua interditada há 1 ano. O deslizamento avança e já consome mais da metade da avenida, colocando em risco residências na Vila Silvestre em Crato.
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Pontes continuam quebradas, com infiltrações, rachaduras e novos deslizamentos. Acima, a pequena ponte próxima ao Mercado Walter Peixoto.

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Acima: mais adiante, em direção à ponte da Av. Pres. Kennedy. Canal continua quebrado.

http://2.bp.blogspot.com/-xsMbl3bFQBU/TzCmIpZ9yZI/AAAAAAAAeYM/3LL2c5ehgkw/s1600/Img_5746.jpg

Aqui, a mesma parede, visrta de outro ângulo.

http://1.bp.blogspot.com/-Bt3dD_mk_QA/TzCmIXTRECI/AAAAAAAAeX8/r87I3RHRWyY/s1600/Img_5735.jpg

Buracos que podem engolir uma pessoa desavisada. Veja na foto acima. Imagine passar por aí à noite no escuro!

http://4.bp.blogspot.com/-pvdNowwH3A0/TzCmIAzZJbI/AAAAAAAAeX0/nuvmD5ZfFyk/s1600/Img_5712.jpg

Na foto acima: Ponte da Av. pres. Kennedy, que segundo alguns ainda corre risco de desabamento, se continuarem as infiltrações.

Trocando apenas as datas do texto anterior:
No Crato, nem tudo são FLORES. Para quem quer saber, mesmo hoje, dia 21 de Abril  de 2012 a situação aqui continua a mesma. DESCASO E INCOMPETÊNCIA nas obras do Canal do Rio grangeiro. As fotos acima mostram a real situação do canal no dia 06 de Fevereiro de 2012 ( exatamente 1 mês antes da segunda tragédia, quando uma enxurrada acabou de destruir o canal ). O Governo do Estado do Ceará  gastou 2 milhões e 500 mil reais basicamente com PEDRAS e ARAME ( para construção de gabiões ) que desceu canal abaixo.
Não há PLACA alguma do Governo assumindo a responsabilidade pelo Canal. POR QUÊ ? Quer fazer parecer que não é sua responsabilidade ? Na verdade, o Governo do Estado recebeu o repasse de 4 milhões das contas da Prefeitura do Crato vindas do Ministério das Cidades, há quase 1 ano para realiar a obra, e agora quer sair de fininho ? Porque o Secretário das Cidades não vem a público falar das obras PARALISADAS no Crato ? Estão todos fingindo-se de mortos em Fortaleza em plena época de perigo, quando a população está mais vulnerável a uma possível enchente ? Que absurdo! O que será preciso para que os altos escalões do governo se desalojem e venham a público dar alguma explicação plausível ? Não somos palhaços!!!! O povo do Crato merece respeito!

Resta as Cratenses dar a resposta em tempo hábil a este governo ( Ou Desgoverno ).
CRATENSES, não esqueçam quem é quem nessa história toda. Quem conseguiu a verba para o canal, quem se propôs a executar a obra e até agora, quase nada fez para resolver o problema  e está empurrando com a barriga. O único dado concreto nessa "estória" toda é que 2,5 milhões fossem para o ralo ( ou para outro lugar ).

Por: Dihelson Mendonça


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