xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 24/12/2011 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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24 dezembro 2011

SELEÇÃO PARA PROFESSOR - Por Maria Otilia

Posto abaixo, cópia de um email enviado pelo coodenador di Instituto Federal do Ceará, contendo a seguinte mensagem: O E-mail recebido foi esse:

Prezados Servidores

Estarão abertas no período de 27 a 30 de dezembro de 2011, incrições para processo seletivo, neste campus, com o o bjetivo de contratar professor substituto na área de Matemática.
Solicitamos aos servidores que informem algum colega que tiver a graduação em matemática para que o mesmo possa participar. Maiores informações no DRH e no site www.eafcrato.gov.br
Valdemiro Marques Vieira
Coordenador de Cadastro e Lotação
Instituto Federal do Ceará
Campus Crato
88 35868108

Segue abaixo o link do site do Instituto Federal de Ciência e Tecnologia (IFCE) Campus Crato.

http://www.eafcrato.gov.br/

Natal sem fome - Por: Pedro Cardoso da Costa/SP


De novo a história se repete e muitas campanhas começam a ser desencadeadas contra a fome no dia de Natal.

Todos sabem que essa superação visa a dar comida a quem passa fome o ano inteiro, principalmente crianças. Elas são felizardas por conseguirem alcançar as benesses desse período, enquanto muitas morreram vencidas fatalmente pela fome. Em virtude de um vício nacional de só combaterem os problemas depois de se tornarem crônicos, caberia algumas observações, sem nenhuma reprovação a essas iniciativas. Primeiro seria o fato da prestação de contas se restringir somente ao montante arrecadado, sem detalhar a relação receita verso despesa. No máximo apresentam alguns projetos ou instituições beneficiados, sem mencionar com quanto.

Mais grave, entretanto, seria nunca haver prestação de contas do valor total arrecadado com as campanhas. Este nunca é citado. Claro que se tal campanha arrecada 10 milhões, todo o valor deve ser empregado para a finalidade específica, descontados eventuais impostos, por vir o dinheiro da população.

Não se sabe de alguém conhecedor dessa prestação de contas integral. Apenas exemplos não justificariam. A prestação de contas completa e detalhada traria maior credibilidade às iniciativas. Por serem apenas sazonais, elas retiram o debate e as ações concretas com vista a erradicar a fome por todo o ano em todo o planeta. As campanhas ajudam, mas devem ser tratados pelo que são; meros paliativos.

Todos devem colaborar nos natais. Se isso, entretanto, for apenas para deixar aliviados alguns corações, achando que já fizeram a sua parte o bastante, ao invés de ser um bem, torna-se um mal gigantesco. Nenhum organismo é moldado a só ter necessidade de comida nos fins de ano. A fome não pode permanecer insolúvel o tempo todo, acobertada por uma cortina de campanhas em datas históricas ou depois de catástrofes. Natal sem fome é bom, desde que não seja instrumento para camuflar eternamente uma Nação comendo apenas nos fins de ano e passando a vida inteira com fome e indigência.

Muita gente já penou depois deste texto, escrito no Natal de 2001. Como eu havia dito naquela oportunidade, muitas pessoas vão comer bem neste Natal, com a triste certeza de que passarão fome durante o próximo inteiro; sem levar em conta de quem seja a culpa, este mundo sé será minimamente justo quando todos tiverem a oportunidade de comer normalmente, sem fome prolongada de pessoas, famílias e nações. O ideal não é um Natal, mas um mundo sem fome.

Pedro Cardoso da Costa/SP
Bel. Direito

Feliz Natal e Próspero Ano Novo - Samuel e Mônica Araripe


"Natal é um tempo de reflexão. Um tempo para pararmos um pouco e pensar nos nossos semelhantes. Tempo de ver que o Natal é bem mais que a ambição de comerciantes. Natal é sobretudo, tempo de luz e de Paz. Tempo de comemorar o nascimento de uma criança que mudou toda a história da humanidade para sempre, e que as bençãos de três reis magos ainda recaem sobre nós. Natal é tempo de amor. De ver que a vida é um eterno renascimento. De perceber que nossas maiores virtudes ainda precisam e podem ser renovadas.Tempo de dar as mãos e juntos, buscar um futuro melhor para todo o nosso povo. Tempo de amar sem precisar se importar se somos amados ou não. De dar, sem esperar receber nada em troca. De recomeçar sonhos desfeitos.
De retomar esperanças naufragadas.
De velar pelo sonho dos nossos jovens, para que eles brilhem diante do mundo e sejam a continuação de nossos melhores anseios.
Natal é tempo de ser feliz! De mudar aquilo que somos, buscando sempre o melhor. De aperfeiçoar nossos mais sublimes desejos.
De pedir, conceder, atender, consentir, buscar, tolerar e sobretudo, saber perdoar !
Natal é uma época em que em todo o mundo, juntos numa só oração, aprendemos a pronunciar em uma só língua uma palavra extraordinária a todos os povos, e que mais simboliza todos os anseios da humanidade:
E esta palavra chama-se: PAZ !

Que a Paz e as bençãos desse natal se traduzam no mais pleno sorriso, e que o ano novo que se inicia, seja o mais belo de todas as nossas vidas, pleno de realizações e de Felicidade."

São os sinceros votos de Samuel e Mônica Araripe

A Missa do Galo há 140 anos em Juazeiro -- por Renato Casimiro


No dia de hoje, há exatos 140 anos, o reverendíssimo Pe. Cícero Romão Baptista, recentemente ordenado (Fortaleza: 30.11.1870), atendia o convite do casal Semeão Correia de Macedo (ela, Rosa Amélia de Macedo), segundo professor régio do povoado, para a celebração da missa da vigília natalina. Naquele ano, a capela do povoado não dispunha de capelão fixo, pois o Pe. Pedro Ferreira de Melo – o quinto capelão do Joaseiro, havia falecido recentemente (fora encontrado morto, sozinho, na casa em que residia, no Crato).
O prof. Semeão, então, motivado pelo desejo de que os poucos habitantes do povoado (eram, talvez, umas 30 famílias) comemorassem o Natal daquele ano, foi ao Crato para convidar o novo sacerdote para a celebração. Ele aceitou e assim aconteceu. Como resultado da grande simpatia que passou a existir entre Pe. Cícero e os residentes do povoado, ele foi convidado a voltar outras oportunidades. Até que, definitivamente, passou a residir numa casa cedida pelos habitantes para acomodar a família, a partir de 11 de abril de 1872. E nunca mais o Joaseiro foi o mesmo.
(Ilustração do Almanaque Brasil (www.almanaquebrasil.com.br/index.php?...), fotos do Arquivo do Portal)
Professor Semeão Correia de Macedo e Rosa Amélia de Macedo

Farmácia é assaltada em Juazeiro do Norte

Uma farmácia foi assaltada na noite desta sexta-feira (23), por volta de 20h30, na cidade de Juazeiro do Norte, distante 495 quilômetros de Fortaleza. De acordo com informações da 1ª Companhia do 2º Batalhão de Polícia, um homem armado entrou na Farmácia Gentil, localizada no bairro Centro, e após ameaçar a funcionária do local roubou cerca de R$ 600 do estabelecimento.

Segundo a polícia, o suspeito fugiu em uma moto em direção ao bairro São Miguel. A polícia realizou buscas na área, mas ainda não conseguiu localizar o assaltante.

Fonte: Portal Verdes Mares

Nação Cariri em festa, " No Nosso Natal Tem Brasil".

http://www.youtube.com/watch?v=sGDO99gmb1Q


O Cariri abre um sorriso em festa nessa noite tão especial do Natal. Nossos mensageiros transmitem toda a alegria que enche nossos corações, e levam ao mundo, tudo aquilo que gostaríamos de expressar num momento tão especial como esse. Um obrigado a Didi, e a todos os Mestres que nos representaram tão bem.

Mensagem do vice-prefeito Raimundo Filho



Aos leitores do Blog do Crato, aos amigos(as) e familiares:

Almejo que o espirito do Natal contagie os corações de todos, formando uma corrente
 onde os sentimentos como a fraternidade e a solidariedade sejam praticados,
para que a fé e a esperança num futuro melhor
possam reviver a cada dia do Ano Novo.
Feliz Natal e um 2012
repleto de realizações...
São os votos de
 Raimundo Bezerra Filho e família.
                                                                       

Princesa Isabel: redentora ou santa? -- por Dom Antônio Augusto Dias Duarte

Os passos que começaram a ser dados para a abertura do processo de beatificação da princesa Isabel na Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro estão perfeitamente sincronizados com as reais necessidades do nosso país, governado hoje pela segunda mulher brasileira.
Comecei a escrever esse artigo no dia 14 de novembro de 2011, sabendo que há 90 anos falecia, em Paris, a primeira mulher que governou o Brasil, a princesa Isabel Cristina Leopoldina Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga de Bragança.

Era também uma segunda-feira, e no Castelo d’Eu, na Província da Normandia, em consequência de uma insuficiência cardíaca agravada por congestão pulmonar, a três vezes regente do Império brasileiro pronunciava o seu definitivo “sim” a Deus, aceitando a morte bem longe de sua amada pátria, o Brasil.

No seu testamento feito em Paris, no dia 10 de janeiro de 1920, encontram-se os seus três grandes amores. Assim se lê nesse documento revelador: “Quero morrer na religião Católica Apostólica Romana, no amor de Deus e no dos meus e de minha pátria”.

Inseparáveis no coração de mulher, de mãe e de regente, esses amores, vividos com fidelidade e heroísmo, constituíram o núcleo mais profundo de seu caráter feminino, sempre presente na presença régia dessa mulher – esposa, mãe, filha, irmã, cidadã – e, sobretudo, na sua função de uma governante incansável na consecução de uma causa que se arrastava lentamente no Império desde 1810: a libertação dos escravos pela via institucional, sem derramamento de sangue.

Conhecendo com mais detalhes a vida dessa regente do Império brasileiro e conversando com várias pessoas sobre a sua possível beatificação e canonização num futuro próximo, fico admirado com suas qualidades humanas e sua atuação política sempre inspirada pelos princípios do catolicismo, e, paralelamente, chama-me atenção o desconhecimento que há no nosso meio cultural e universitário sobre a personalidade dessa princesa brasileira.

Sabemos que sua atuação política, inspirada pelos ensinamentos evangélicos, não foi bem acolhida na corte e na sociedade da sua época, quando a economia brasileira dependia desse sistema escravagista tão indigno do ser humano. Sabemos que sua vida católica profunda e ao mesmo tempo muito prática incomodava, a tal ponto que comentários pejorativos – tal como acontece ainda hoje quando se é autenticamente católico – sobre sua “beatice” eram muito frequentes entre os políticos da sua época. Sabemos que as suas ações beneméritas e de caridade cristã não só a levaram a abraçar essa causa abolicionista, mas também a varrer a Capela Imperial de Glória (a Igreja do Outeiro) com as mulheres escravas e a viver com constância duas das inúmeras preocupações cristãs: rezar pelo Brasil e pela conversão dos ateus.

O que sobressai nesse saber histórico e nos permite falar e agir no sentido de abrir um processo canônico de beatificação dessa primeira mulher governante do Brasil é a sua fé firme, a sua fervorosa caridade e a sua inabalável esperança cristã, que a conduziram por um caminho muito característico das pessoas que respondem à chamada, presente no sacramento do Batismo, a santidade. O caminho da defesa da dignidade e dos autênticos direitos humanos, tão necessária para a construção de um país onde a justiça social e a paz entre os homens fortalecem as relações entre todas as classes sociais, não é apenas uma atitude política, mas é uma ação própria dos santos de todos os tempos e, principalmente, da nossa época moderna e pós-moderna.

A princesa Isabel, como católica, esposa, mãe e governante do Brasil, sabia muito bem que a fé, a esperança e a caridade cristãs não conduzem a um refúgio no interior das consciências ou não são para serem vividas somente entre as quatro paredes de uma igreja, mas comprometem os católicos na busca incansável de soluções para os grandes problemas sociais da época da história na qual vivem.
Foi por isso que a princesa Isabel mereceu a mais suma distinção da Igreja Católica, a Rosa de Ouro, conferida pelo Papa Leão XIII, em 28 de setembro de 1888, um prêmio que é análogo ao atual Prêmio Nobel da Paz, e até hoje foi a única personalidade brasileira a receber essa comenda, guardada no Museu de Arte Sacra do Rio de Janeiro.

Os passos que começaram a ser dados para a abertura do processo de beatificação da princesa Isabel na Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro estão perfeitamente sincronizados com as reais necessidades do nosso país, governado hoje pela segunda mulher brasileira. Ontem como hoje a promoção da vida dos mais marginalizados no Brasil, a defesa do “ventre livre”, onde as crianças podem desenvolver-se sem a entrada de máquinas aspiradoras e assassinas das suas vidas, a atenção social e econômica mais urgente com os “escravos do álcool, do crack, dos antivalores” que acabam com boa parte da juventude brasileira, a tolerância e o respeito pela pluralidade religiosa e a abertura ao diálogo sincero entre as diversas camadas sociais são prioridades que devem ser atendidas num esforço comum entre católicos, evangélicos, muçulmanos, judeus, seguidores das religiões africanas, enfim, por todos que têm amo r pelos seus entes queridos e pelo Brasil à semelhança da princesa Isabel.

Para que no Brasil se respire a verdadeira liberdade e haja realmente unidades pacificadoras no meio das cidades espalhadas, e não em comunidades cariocas dominadas pelo tráfico de drogas, urge ter homens e mulheres, como a princesa Isabel, o frei Galvão, a irmã Dulce, etc., que com suas vidas exemplares na fé, na esperança e na caridade, sejam testemunhas vivas da santidade, que não passou de moda, pois os santos continuam sendo os grandes conquistadores e construtores do mundo onde a humanidade pode habitar.

Vale a pena considerar com pausa e reflexão essa chamada feita no início do Terceiro Milênio pelo saudoso Papa João Paulo II para a hora em que estamos vivendo na Igreja.

“É hora de propor de novo a todos, com convicção, essa medida alta da vida cristã ordinária: toda a vida da comunidade eclesial e das famílias cristãs deve apontar nessa direção (…). Os caminhos da santidade são variados e apropriados à vocação de cada um” (cf. Carta Apostólica no início do Novo Milênio, beato João Paulo II, n. 31, 6.1.2001).
(*) Dom Antônio Augusto Dias Duarte
Bispo auxiliar da Arquidiocese do Rio de Janeiro – RJ

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