xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 18/12/2011 | Blog do Crato
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VÍDEO - CONVERSA FRANCA - O DESCASO NO CRATO - Dihelson Mendonça ( 30-11-2017 ).
Estamos de volta com as transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, com alguns programas ao vivo ). Serão vários programas abordando temas diversos, como a realidade da nossa região, do Ceará e do mundo; Programas científicos, atualidade, entrevistas, e transmissão de eventos ao vivo. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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18 dezembro 2011

MENSAGEM PARA UMA REFLEXÃO -Por Maria Otilia

É tempo...
Reserve tempo para trabalhar
Este é o preço do êxito

Reserve tempo para pensar
Esta é a fonte do saber

Reserve tempo para divertir-se
Este é o segredo da juventude

Reserve tempo para ser amigo
Este é o caminho da felicidade

Reserve tempo para sonhar
Este é o meio de ligar uma estrela a sua vida

Reserve tempo para amar
Este é um privilégio concedido por Deus

Reserve tempo para ser útil ao próximo
Pois a vida é demasiadamente curta para sermos egoístas

Reserve tempo para sorrir

Esta é a música da alma.
LEMBRE-SE !!! Tempo é questão de preferência...

Planeje o seu tempo para festejar a renovação do nascimento de JESUS.

Santistas admitem superioridade do Barcelona após final


Os jogadores do Santos avaliaram que a equipe fez o possível para conquistar o título do Mundial de Clubes, mas reconheceram que a equipe caiu diante de um adversário poderoso e praticamente imbatível. Um dos santistas que mais sofreu com a constante movimentação do Barcelona na derrota por 4 a 0, em Yokohama, o zagueiro Edu Dracena declarou que era muito difícil desarmar os oponentes.

"Eles não têm um atacante fixo, jogam com movimentação constante, sem a pressa de infiltrar a bola. Eles tocam muito rápido e sabiam qual era o momento de agredir", disse o capitão santista. "O Barcelona é o número 1, tem um toque de bola impressionante, dão no máximo dois toques antes de passar. Na teoria parece difícil, mas na prática é impossível. Você consegue desarmar uma vez, mas é muito difícil".

Para o meia Paulo Henrique Ganso, o Santos só conseguiria evitar a goleada se tivesse ainda mais jogadores na marcação. Para o jogo, o técnico Muricy Ramalho ainda adotou uma formação mais cautelosa, com três zagueiros, mas que não surtiu efeito. "Foi um aprendizado muito grande. Eu colocaria mais gente para marcar se jogasse de novo, porque estava difícil demais", disse Ganso.

Apesar da goleada sofrida, o goleiro Rafael ainda foi um dos destaques da partida ao fazer excelentes defesas. O jogador santista, porém, deixou o campo chateado e sem exaltar o seu desempenho. "Estou muito triste, porque não adianta eu ir bem e o grupo perder", disse. "Os jogadores deles trabalham a bola muito bem, é difícil marcar".

AE - Agência Estado


Após aula sobre perigos do álcool, policial é preso por dirigir bêbado


policial Joseph B. Gaeta (Foto: Divulgação)Policial dirigiu alcoolizado (Foto: Divulgação)

Um policial da cidade de Wyckoff, Nova Jersey, foi preso por dirigir alcoolizado e capotar um carro. No mesmo dia, ele tinha participado de uma aula na academia de polícia sobre os perigos de guiar sob o efeito de álcool, segundo reportagem do site Cliffview Pilot.

O oficial Joseph B. Gaeta, de 31 anos, estava atrás do volante de um veículo 4x4 que capotou na esquina de duas avenidas. Segundo Benjamin Fox, chefe de polícia de Wyckoff, policiais que frequentam o curso têm a oportunidade de fazer testes sóbrios e depois de consumir álcool. “É uma forma de medir as diferenças de suas capacidades físicas”, disse.

O nível de álcool no sangue de Gaeta chegou a 0,13% e ele foi levado para sua residência por outro policial, longe da direção do carro. Mesmo bêbado, Gaeta decidiu dirigir um veículo 4x4. “Depois de voltar para casa, ele [ilegalmente] conduzia um carro”, afirmou Fox. Ele tentava fazer uma curva quando perdeu o controle e o veículo capotou. Gaeta teve apenas ferimentos no rosto.

Do G1, em São Paulo

Navio petroleiro que virou simbolo da retomada da indústria naval do País está encalhado.



O petroleiro João Cândido está tirando o sono da Petrobras. Exibido na campanha presidencial de Dilma como o símbolo da retomada da indústria naval, está encalhado no porto de Suape desde agosto de 2010, com problemas nas soldas.

O Atlântico Sul, estaleiro contratado para construí-lo, apenas confirma que o navio não vai mais ficar pronto em dezembro — é o terceiro adiamento do prazo de entrega. Na Petrobras o que se diz é que os defeitos do casco não podem ser sanados no Brasil. O problema, agora, é saber quem vai arcar com o ônus de rebocar o navio pelo oceano para ser reparado no exterior.

Via Antonio Morais

Terceirização: Qual o rumo certo? - Por: paulo Leonardo Celestino


Em um passado não muito distante, o Estado brasileiro era dono de empresas que atuavam em diferentes ramos: as chamadas “estatais”. Tínhamos as teles, as siderúrgicas, os bancos, dentre tantas outras. No primeiro momento, elas foram necessárias para fomentar a industrialização e modernização do país, mas com o passar do tempo tornaram-se ineficientes (a maioria) e muitas serviam, inclusive, como cabides de empregos. Também com as consecutivas crises das décadas de 80 e 90, o Estado revelou-se incapaz de gerir tantas empresas e cuidar, ao mesmo tempo, das suas atribuições básicas, como a saúde e a educação.

A partir, principalmente, do governo FHC, começaram a acontecer as privatizações, ou seja, a venda de várias empresas estatais para grupos particulares. Apesar de demonizadas por muitos, as privatizações funcionaram em diversos setores. O caso mais emblemático é a telefonia. Antes, o serviço era totalmente deficiente e conseguir uma linha consistia num verdadeiro martírio. Hoje, mesmo com as reclamações contra algumas operadoras, qualquer cidadão pode possuir um telefone, seja fixo ou celular. E como consequência da diminuição das atribuições dos governos, podemos testemunhar o aumento de investimentos nas áreas sociais e na infraestrutura (um longo caminho a se percorrer ainda...).

Para àqueles que não suportam nem ouvir a palavra “privatizar”, tem-se a opção da terceirização. Ao invés de vender definitivamente o patrimônio público, o gestor concede a grupos privados o direito de gerir determinado equipamento público durante um período de tempo. Isto deve acontecer com direitos e obrigações bem definidas para ambas as partes.

Dentro deste contexto de otimização dos gastos, assistimos aqui em Juazeiro nos últimos anos à concessão de vários logradouros públicos, como a rodoviária, o terminal intermunicipal e os mercados do Pirajá e Senhora Santana. A terceirização começou na gestão passada e continuou na atual. Virou um assunto polêmico. Primeiro porque foi entregue tudo a praticamente uma única empresa, e esta possui um modelo de administração muito ruim. O terminal intermunicipal foi descaracterizado, encheram-no de boxes deixando os passageiros quase sem espaço para esperar seus ônibus. Nem assento tem. Em relação aos mercados, as obras de ampliação de ambos se arrastam há vários anos instalando o caos para os comerciantes. É confusão atrás de confusão. Com certeza será um assunto muito explorado na campanha política.

É uma pena este modelo de terceirização distorcida estar conseguindo apenas a antipatia da população. Faltou planejamento, mais uma vez! Poderia ser uma boa alternativa para prevenir o sucateamento dos equipamentos públicos, tornando Juazeiro uma cidade bela e organizada. Infelizmente aconteceu o inverso, está tudo bagunçado. E pior é o jogo de empurra-empurra dos responsáveis, ninguém quer ser o pai da ideia, como também ninguém apresenta soluções. Esperamos que no calor da disputa eleitoral em 2012, alguém consiga vislumbrar uma luz no final do túnel!

Por: Paulo Leonardo Celestino - Via Blog do Juaonline


O preço da impunidade: corrupção cresce, mas a Justiça é lenta - Postado por J.Tavares.


Cada vez mais curtas, as tangas vermelhas e azuis incomodavam o prefeito. Ele tentou proibir as “cunhãs” da Ópera do Boi. Fracassou. E resolveu insistir na guerrilha por outros meios: “Promiscuidade!”, “Devassidão!” — protestou em cartazes espalhados pelas esquinas ao final de cada junho, quando turistas e nativos fazem coro aos levantadores de toadas no Bumbódromo de Parintins, na ilha fluvial de Tupinambarana, sobre o Rio Amazonas.

Empreiteiro de profissão, Carlos Alberto Barros da Silva, o prefeito “Carlinhos da Carbrás”, desaparecia nos dias de festa, deixando saudações ao “Senhor dos Exércitos” como único provedor do erário municipal. E só prestaria contas a “Ele” — anunciava. Acabou apeado da prefeitura, por impeachment, quando faltou merenda nas escolas e descobriu-se que o caixa municipal estava zerado. Uma investigação do Tribunal de Contas revelou: “Carlinhos” havia transferido todo o dinheiro da merenda dos alunos para contas privadas. Isso aconteceu em 1998.

Na segunda-feira passada (12), depois de 13 anos, a promotoria do Amazonas resolveu processá-lo e tentar recuperar R$ 4,3 milhões subtraídos dos cofres de Parintins — dinheiro suficiente para alimentar 16 mil alunos durante dois anos. Os promotores sabem que chances são mínimas. Aos 67 anos, o ex-prefeito não corre risco de prisão. Pode envelhecer confortavelmente batalhando nos tribunais, se usar o arsenal de recursos judiciais disponível para a defesa.

Existem 15 mil casos similares em andamento no Judiciário (7.607 nos tribunais federais e superiores e outros oito mil nas cortes estaduais). São ações cíveis para reparação ao Estado por conduta desonesta na função pública, com enriquecimento ilícito. Processos por “improbidade administrativa”, no jargão jurídico.

São poucos os julgamentos desse tipo de crime: no ano passado foram 1,1 mil casos com sentenças definitivas. Os juízes ficaram mais tempo analisando recursos e apelações — 28 mil nos demais processos por improbidade, informa o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com base em dados fornecidos pelos tribunais até agosto.

Muito mais difíceis de concluir são os casos de corrupção e lavagem de dinheiro, em geral indissociáveis quando a fraude é contra o Estado. Raros são os processos encerrados em menos de uma década, com sentença definitiva. É o oposto do que ocorre nos Estados Unidos, por exemplo, onde a sentença de um caso de fraude contra o Estado e o sistema financeiro pode sair em menos de um ano. Aconteceu com o ex-banqueiro Bernard Madoff. Aos 71 anos, ele foi condenado a um século e meio de prisão por lavar dinheiro e falsear balanços numa pirâmide financeira de US$ 63 bilhões, na qual tinha sócios no mundo todo, incluindo investidores cariocas (no fundo Fairfield Greenwich).

No ano passado os tribunais brasileiros produziram apenas 416 sentenças definitivas em crimes de corrupção e 547 em casos de lavagem de dinheiro — cerca de 10% da média anual da Justiça americana.

As estatísticas judiciais confirmam o senso comum sobre a impunidade no país, captada em pesquisas de opinião como as da Transparência Internacional. Da última, o Brasil emergiu mais parecido com Ruanda, nos Grandes Lagos africanos, e Vanatu, na Melanésia, do que com os vizinhos Chile e Uruguai.

Fonte: O Globo


III Natal Solidário - Por: Emerson Monteiro


Será no dia 25 de dezembro, às 14h, no Estádio Mauro Sampaio Castelo Branco, o Romeirão, em Juazeiro do Norte, a realização da festa dos Anjos Solidários – Cevema relativa ao III Natal Solidário. O exemplo dos dois anos anteriores já oferece à instituição beneficente lugar expressivo junto às populações carentes, que, decerto, comparecerá em apreciável multidão para comemorar o nascimento de Jesus, numa bem sucedida iniciativa.

Após esforços desenvolvidos durante todo o ano visando arrecadar recursos destinados a prêmios distribuídos em sorteios sucessivos e demais atrações do grande evento, a data permanecerá na lembrança de todos pelo brilho de que se revestirá, vistos os preparativos desenvolvidos e a organização que caracterizam o grupo filantrópico coordenado pelos empresários Luiziane e Tadeu Alencar, responsáveis por práticas permanentes. Com isto visam, sobretudo, dar testemunho do serviço fraterno aos juazeirenses, unindo a iniciativa privada e o poder público em demonstrações coletivas de solidariedade.

A fórmula de gerar benefícios sociais desenvolvida pelos Anjos Solidários durante todo o ano vem surtindo seus efeitos promissores, ocasionando a aproximação das classes aquinhoadas com os que ainda não usufruem das benesses da justiça comunitária.

À medida que outras lideranças compreendam a importância de práticas semelhantes, haverá mais sensibilidade nas relações entre os extremos sociais, isto alimentando a possibilidade cristã da fraternidade verdadeira.

Deste modo, os Anjos Solidários – Cevema convida todos os cidadãos de Juazeiro do Norte a comparecer ao Estádio Romeirão, na tarde do dia 25 de dezembro do corrente ano, no objetivo de vivenciar a bela festa natalina de 2011, com isto repetindo os bons resultados obtidos nas vezes passadas.

Enquanto almeja aos caririenses votos plenos de Felicidades neste Natal, seguido de um Ano Novo pródigo das melhores realizações, na Luz do Amor e da Bondade ensinadas pelo Divino Mestre Jesus.



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