xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 25/09/2011 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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25 setembro 2011

O LIXÃO em Pratos Limpos e em Cima do Muro ( como se fosse possível )


Camilo Santana quer fazer audiência para discutir o "Aterro Sanitário" para o Crato


O Prefeito Samuel Araripe não quer o "Lixão" em terras Cratenses e já negou a anuência.


Câmara de vereadores esperando a audiência acontecer. O Pres. Florisval Coriolano divulgou que só irá se pronunciar à respeito após a audiência com o secretário Camilo Santana, mas em entrevista na semana passada ao radialista Antonio Vicelmo, declarou ser contra a vinda do lixão. ( por telefone ).

O Povo aguarda. Já que eles não trazem uma coisa boa, todos os bons projetos vieram para Juazeiro, querem trazer o lixo do Cariri para o Crato. A população precisa ficar de olho nos políticos que hoje são a favor da vinda desse lixo para a nossa cidade.

Dihelson Mendonça

UMA MENSAGEM PARA UM DIA DE DOMINGO-Por Maria Otilia


Lendo a postagem de Dihelson sobre a situação da falta de políticas públicas para o Crato, encontrei um texto maravilhoso que nos faz refletir sobre as nossas atitudes e escolhas. Principalmente as nossas escolhas no cenário político. Precisamos urgentemente repensar as nossas atitudes ,como cidadãos responsáveis na escolha de pessoas que tenham competencia e compromisso político para representar o nosso município em todas as esferas.

CONSTRUA COM SABEDORIA

Um velho carpinteiro estava pronto para se aposentar. Ele informou ao chefe seu desejo de sair da indústria de construção e passar mais tempo com sua família. Ele ainda disse que sentiria falta do salário, mas realmente queria se aposentar. A empresa não seria muito afetada pela saída do carpinteiro, mas o chefe estava triste em ver um bom funcionário partindo e ele pediu ao carpinteiro para trabalhar em mais um projeto como um favor.
O carpinteiro concordou, mas era fácil ver que ele não estava entusiasmado com a idéia. Ele prosseguiu fazendo um trabalho de segunda qualidade e usando materiais inadequados.
Foi uma maneira negativa dele terminar sua carreira. Quando o carpinteiro acabou, o chefe veio fazer a inspeção da casa. E depois ele deu a chave da casa para o carpinteiro e disse: "Essa é sua casa. Ela é o meu presente para você".
O carpinteiro ficou muito surpreso. Que pena! Se ele soubesse que ele estava construindo sua própria casa, ele teria feito tudo diferente.
O mesmo acontece conosco. Nós construímos nossa vida, um dia de cada vez e muitas vezes fazendo menos que o melhor possível na construção. Depois com surpresa nós descobrimos que nós precisamos viver na casa que nós construímos.
Se nós pudéssemos fazer tudo de novo, faríamos tudo diferente. Mas não podemos voltar atrás.
Você é o carpinteiro. Todo dia você martela pregos, ajusta tábuas e constrói paredes. Alguém disse que "A vida é um projeto que você mesmo constrói". Suas atitudes e escolhas de hoje estão construindo a "casa" que você vai morar amanhã.

Autor desconhecido.

PENSE NISSO! Temos em nossas mãos o poder de mudar o mundo. Somos nós que em segundos, dentro de uma cabine eleitoral, damos poderes a determinadas pessoas que podem ou não ,estarem comprometidas com uma comunidade, ou apenas buscando poder, fama ,sucesso individual.

Postado por Maria Otilia

As cidades de Chico Buarque - Emerson Monteiro


Cristina Couto reuniu em livro (As cidades de Chico Buarque) fragmentos de uma época histórica do Brasil recente e intercalou-os com páginas das músicas de Chico Buarque de Holanda e. deste modo, criou belo painel que bem representa a fase crítica dos anos de chumbo. Nas marcas que anotou dos passos do poeta nos bastidores da convulsa vida nacional, a escritora conta em linguagem eficiente o que vencíamos do medo e da censura feroz para trazer ao povo os espelhos urbanos que alimentavam apreensivas esperanças e resistência.

Perante o jeito que exercita, Cristina de Almeida Couto, membro da Academia Lavrense de Letras, professora universitária e jornalista, consolidou no seu trabalho a escritura poética de Chico Buarque na visão acadêmica suficiente de dizer o que aconteceu no imaginário da criação artística, contradições e vislumbres doridos, na fase extrema, totalitária. Caminhava-se pelas ruas deserdados; atravessavam as lamúrias de um modelo econômico de época, à força dos poderes internacionais na república ansiosa de algum crescimento material.

Talhes profundos, no entanto, feriam por dentro a alma, sobretudo de jovens da classe média embalados nos sonhos imaginários de liberdades civis ideais, frustradas na quebra institucional da luta brasileira.

Trabalhou com êxito o tema desse encontro das duas vertentes, do real no cotidiano, e das letras que o interpretavam através palcos e discos, a transmitir vozes gritadas ao enlevo dos ritmos novos – misturas de samba do morro, bossa nova e inventividade nativa.

Feliz a executar o projeto estabelecido, Cristina nos permite viver ou reviver a composição popular no mister desses acontecimentos, versão do coração de quem atendeu consignar a poética na história dos vencidos daqueles instantes.

Uma viagem técnica e sentimental, pois, através das letras das cantigas... exercício de fixação salutar e digno de quem deseja guardar as lições amargas da nossa geração urbano-industrial.

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