xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 09/03/2011 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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09 março 2011

Ninguém é de ferro: Dilma descansa na Barreira do Inferno e governo gasta R$ 8 milhões para presidente passar os 4 dias do carnaval


NE - ÀS CUSTAS DO SUOR DOS BRASILEIROS

(Fonte: Agências de Notícias)
Que cortes no orçamento que nada!
O Centro de Lançamentos da Barreira do Inferno, no Rio Grande do Norte, recebeu melhorias que custaram R$ 8 milhões, apenas para receber a presidente Dilma Rousseff para o feriado de carnaval.Além das reformas para transformar o local em hotel cinco estrelas e das tradicionais comprinhas para cama, mesa e banho, a base adquiriu equipamentos de comunicação, informática e segurança.As informações são de O Globo.
Não é de rolar de rir que uma base de lançamento de foguetes não tivesse este tipo de equipamento? A pergunta que fica é: por que Dilma não foi para a Base Naval de Aratu (Bahia) ou para o Forte dos Andradas(Guarujá,SP), onde já foram gastos alguns milhões para receber Lula? Na Bahia, por exemplo, Dilma poderia utilizar até mesmo aquela caixa de isopor que Lula carregou na cabeça. No Guarujá, poderia aproveitar a panela de prata rechaud comprada por quase R$ 1.000.A não ser que o velhaco tenha feito como o crucifixo e colocado estas coisinhas no caminhão da mudança.

Pense num carnaval...

Muito mistério em torno da programação de carnaval da presidente da República, Dilma Rousseff. A chefe do Executivo nacional desembarcou, ontem, em Natal (RN), para descansar durante a folia de Momo. Dilma saiu de Brasília às 15h30 e chegou à capital potiguar por volta das 17h50. O avião que trouxe a presidente desembarcou na Base Aérea, em Parnamirim, e de lá ela pegou um helicóptero com destino ao Hotel de Trânsito da Aeronáutica, no Centro de Lançamento de Foguetes, na Barreira do Inferno, base militar da Aeronáutica a 13 quilômetros de Natal.
Não há informações do roteiro de atividades de Dilma, que ficará na cidade até a terça-feira, com a família. A única solicitação passado pelo Palácio do Planalto foi quanto aos serviços de saúde e segurança, para que eles ficassem de plantão durante a estadia da presidente.

Postado por Armando Lopes Rafael

A era do desperdício - Por Emerson Monteiro


A
televisão mostrava imagens do seringal Nova Vida, município de Ariquemes, no estado de Rondônia. O que fora mata fechada virara cinza, após a ação de motos-serra e labaredas. Na trilha sonora, os números da tragédia. Haviam sido dizimados mais de quatro bilhões de dólares em madeira de lei abandonada nos desmatamentos. Quem atira com munição dos outros só dá tiro grande, enquanto a verde selva diminui a cada momento. Isso numa fase brasileira quando tudo merece consideração, à custa dos fracassos administrativos para conter grileiros e predadores.

- Por que tanto esbanjamento? O planeta comum ainda terá de pagar quanto pela incompetência dos deslavados habitantes?

As respostas chegam por que sobram racionalizações e palavras: crise econômica, inflação, desleixo, alertas máximos, recessão, demanda reprimida, desindexação, subsídios, mercado externo, investimentos, privatizações, mercado interno, propriedade privada, macro-estruturas, monopólio, terceira onda, multinacionais, tecnologia de ponta, trustes, ganância, imperialismo. Nisto, a fome explode e o desemprego aflige os contingentes acuados de encontro ao futuro incerto. Nos vários países, a perdição de descartar embalagens plásticas, metálicas, outros materiais raros e aperfeiçoados, sem qualquer intenção de reaproveitamento, demonstra a inabilidade humana para lidar com a sábia natureza. A civilização refinou técnicas aplicadas em bases jamais concebidas. Veículos de massa anexaram ciências sofisticadas e não adotam conteúdo compatível, enquanto programas funcionam para embriagar as mentes de emoções irresponsáveis, como drogas eletrônicas. Dia seguinte, o tédio moral da falta de iniciativa das massas, que bloqueiam possíveis janelas com os espelhos da anemia crescente das sucessivas ressacas.

Preço da farra: a miséria dos países pobres para afirmação de imperadores contemporâneos que brincam de esconde-esconde nuclear, ou saem vadios na estratosfera, fotografando as luas de Saturno, galáxias a milhões de anos-luz, com todas as despesas pagas pelas nações, que nem águas têm para beber. Boa-vontade e rigor, palavras símbolos numa época prever transformações dolorosas, na hora certa de cada coisa, pois dia de muito é véspera de pouco. Dia de tudo é véspera de nada!

Por: Emerson Monteiro

Virge(ns) Maria... Carnaval do Crato, Por Pachelly Jamacaru

NE - Vale a pena Rever - Bloco das Vírgens do Crato

Figuras animadíssimas do Bloco das Virgens do Cratinho de açucar!






SERRANO: A Chapada Cantou Axé Meu Rei...Folia e Paz! - Wilson Bernardo.


O Clube Atlético Serrano fez a festa dos seus associados e convidados ao som de muita musica baiana,com Axé Meu Rei, divertindo a todos em um Carnaval marcado pela tranquilidade e a paz, abençoados pelos encantos de nossa chapada do araripe.


Axé meu Rei e os foliões da paz


Uma turma de amigos:Carlos Leandro,Diacoír,Helena Monteiro e filha,e...

Tumbadoras do Axé
Eita! Vaninha de Fanca fechou a cozinha e se divertiu
O som das águas
Os foliões da paz que reina no Serrano
Romantismo e Carnaval tudo a V e T
Fanca e uma turma da boa meu Axé
KK e Axé meu Rei...Fizeram a festa em meu nego

Wilson Bernardo (Texto & Fotografia)

Até Quarta-Feira - Por: Aluisio


Sempre achei um símbolo da realidade ambígua do carnaval a letra daquela marchinha antiga, mas que sempre volta em todos os carnavais. Aquela, de Paulo Alves Sete, em que o protagonista diz que este ano não vai ser igual àquele que passou, porque nem ele nem ela brincaram. Este ano eles deveriam brincar, mas separados. Se acaso os blocos dos dois se encontrassem, não teria nenhum problema, ninguém morreria por isso. Daí, farão a folia, ele pra cá, ela pra lá, até quarta-feira...

O carnaval sempre foi considerado como uma festa popular, como aquelas festas que todos os povos instituem, como momentos fortes de distensão social. Se a sociedade é um mal necessário, como diziam os filósofos ingleses do século XIX, em que as pessoas aceitam firmar um contrato entre si, cedendo parte da própria liberdade e do desejo de tudo fazer, para que o organismo social possa funcionar, respeitando, portanto, às leis sociais limitadoras, a festa seria, neste contexto, um momento do interdito, de explosão dos desejos reprimidos durante a maior parte do tempo em que devemos obedecer às leis. Resulta daí que, nestas festas, tudo o que é proibido passa a ser permitido.

Por isso, o casal da marchinha resolve brincar separado, curtindo um momento de pretensa liberdade, já que a teriam cedido na vida matrimonial de todos os dias. E nenhuma das duas partes deveria se ferir por isso. Encontrando-se durante a festa, continuariam o seu bloco, sorrindo. Resolveram firmar um contrato que permitiria aos dois divertirem-se como quisessem, sem que nenhum dos dois se impusesse limites, e nem por isso deveriam dar asas ao ciúme.
Ora, há algo que não vai bem em toda esta história. O festejar, próprio do ser humano, não deveria ser algo destacado do todo da sua vida. É a celebração da alegria, à qual temos também o direito. Jesus foi um grande festejador. Se for vista como contrastante à vida social com todos os seus momentos e elementos, como momento em que os valores que a regem são diferentes daqueles que direcionam os nossos outros momentos, então há que perguntar sobre quais valores afinal nos apoiamos para viver e estabelecer nossas relações sociais. O carnaval, visto sob aquele prisma, seria a festa dos contravalores. Isto refletiria um modo de viver hipócrita e mesquinho. A questão nos leva a muitas outras, bem urgentes e sérias. A ética do mundo pós-moderno está em crise. Os valores são de cunho pragmático, portanto, sem profundidade e sem transcendência. Não estariam aí algumas fontes das nossas mazelas sociais: corrupção, violência, desrespeito etc.?

É preciso que valores consistentes, assumidos como opção fundamental, sejam repropostos. Penso que a missão da Igreja consista nisso. Valores verdadeiros que libertam de verdade. E a verdade de Jesus é a de que o Reino está presente em cada um de nós. Por isso o respeito aos outros, o amor fraterno, a salutar relação de amizade com o Senhor, causa da felicidade interior, aquela que faz da vida toda, em todos os seus momentos, uma festa só, e não só até quarta-feira.

Frei Cardoso de Rezende

Zuca Sampaio, o arquétipo da aristocracia caririense -- por Armando Lopes Rafael



Residência construída por Zuca Sampaio, na Praça do Rosário em Barbalha, no início do século XX. O imóvel é conhecido como a Casa de Mãe Yayá (como era conhecida a esposa de Zuca Sampaio), sendo um dos mais bonitos solares dos que foram conservados em Barbalha.

(Explicação a priori: utilizo a palavra arquétipo aplicando-a a pessoas que exprimem em grau eminente as características de um povo, constituindo um paradigma. Zuca Sampaio é o arquétipo da aristrocracia que existiu na Região do Cariri até algumas décadas passadas).

J
osé de Sá Barreto Sampaio – mais conhecido por Zuca Sampaio – nasceu em Barbalha, no dia 7 de agosto de 1861. Filho de Sebastião Manuel de Sampaio e Francisca de Sá Barreto Sampaio, um casal genuinamente católico. Sua mãe, antes de falecer, pediu que fosse enterrada na calçada da igreja-matriz de Santo Antônio. Ainda hoje se vê, no adro do vetusto templo, uma lápide mortuária onde consta: “Francisca de Sá Barreto Sampaio pediu ser sepultada aqui, para sobre suas cinzas passar o Santíssimo Sacramento e para ficar perto de sua querida imagem de Nossa Senhora das Dores”.

Sobre Zuca Sampaio, o Padre Azarias Sobreira publicou um opúsculo: José de Sá Barreto Sampaio - um sertanejo de escol. Dessa obra retiramos algumas informações. Zuca foi comerciante honestíssimo e bem sucedido, de proceder sempre retilíneo, atuando na firma Sampaio e Irmãos, de 1892 até 1914. Neste último ano, as tropas da Sedição de Juazeiro invadiram Barbalha e roubaram o estoque dessa loja de tecidos, a maior do Cariri. Restou ainda o clima de insegurança, obrigando Zuca Sampaio, esposa e filhos a se refugiarem – durante algum tempo – numa fazenda do sertão pernambucano, localizada a mais de 100 km de Barbalha. Isso não o impediu de, todos os meses, na primeira sexta-feira, fazer longos percursos a cavalo para comungar, costume que o acompanhava, desde a infância. Naquela fazenda, se refez dos prejuízos sofridos, enquanto aguardava a hora de retornar a sua cidade natal e recomeçar suas atividades comerciais, bruscamente interrompidas.

Na juventude, Zuca Sampaio alimentou, durante anos, o desejo de ser padre. Desejou ser um sacerdote nos moldes do Padre Ibiapina e só desistiu desse intento, após longas conversas com o então vigário de Barbalha, Padre João Francisco da Costa Nogueira, virtuoso modelador da família católica barbalhense. Este o aconselhou a constituir uma família. Só aos 33 anos, veio a contrair matrimônio com Maria Costa Sampaio – Mãe Yayá – procedendo do casal nove filhos: Dr. Leão Sampaio, Dr.Pio Sampaio, Antônio Costa Sampaio, general Manoel Expedito Sampaio, professora Maria Alacoque Sampaio, José Costa Sampaio, Paulo Sampaio e mais dois falecidos, na tenra infância. Zuca trabalhava, o dia inteiro, no seu estabelecimento comercial, com ligeiro intervalo para o almoço. Próximo ao pôr-do-sol, passava na sua residência para o jantar. Em seguida, pegava o candeeiro, livros e anotações e ia ensinar as primeiras letras no “Gabinete de Leitura”, instituição por ele fundada, destinada à alfabetização de pessoas carentes de Barbalha. Ali, ensinava os princípios morais, a doutrina cristã e o amor à pátria. Foi o leigo católico de maior projeção daquela cidade, tendo, ainda, presidido, por longos anos, à Conferência de São Vicente de Paulo, da qual foi um dos fundadores, em 1889 – amparando a pobreza daquela comunidade – além de ser um dos líderes da construção da bela Igreja do Rosário (foto ao lado). Ao lado disso, priorizava uma sólida formação moral e intelectual aos seus filhos, os quais vieram a se destacar – depois de passarem por boas escolas e academias, em capitais de Estados brasileiros – como a fina flor da elite barbalhense. Padre Azarias é enfático ao afirmar: “Sua franqueza ia ao extremo.Interessando-se pela sorte de todos, condoendo-se de todos os infortunados, jamais o intimidava a ira dos maus ou o melindre dos poderosos, se se tornava necessária uma palavra franca, em defesa da inocência, da fé ou da moral”. Eis, em rápidas linhas, e de forma incompleta, o perfil moral de Zuca Sampaio, um aristocrata caririense.

Texto e postagem de Armando Lopes Rafael

O Brasil e os direitos humanos - Da Editoria do Jornal O Estado de S. Paulo


Na última segunda-feira, na sessão inaugural da 16.ª reunião ordinária do Conselho de Direitos Humanos da ONU, reunido no Palais des Nations, sede do organismo internacional em Genebra, a ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, fez uma clara tentativa de reverter os efeitos negativos do apoio dado pelo governo Lula a regimes autocráticos que violam os direitos humanos. Enfatizou a ministra que o Brasil defende a discussão de violações de direitos humanos "em todos os países" em que elas forem denunciadas.

No mesmo dia, também na Suíça, o chanceler iraniano, Ali Akbar Salehi, em entrevista ao Estado, declarou que seu país ficará "muito decepcionado" se o Brasil mudar seu voto em resoluções da ONU que condenam o regime de Teerã e fez um apelo para que isso não ocorra.

Na verdade, o governo Dilma já mudou a posição do Brasil em relação à violação de direitos humanos mundo afora, a começar pelo Irã. Antes mesmo de tomar posse, em entrevista à imprensa internacional, Dilma renegou tacitamente a política de seu antecessor ao condenar explicitamente a pena de morte por apedrejamento aplicada a mulheres condenadas pela justiça iraniana.

De qualquer modo, nas próximas semanas o Brasil terá outra oportunidade concreta de passar do discurso à ação, dirimindo de vez as dúvidas que ainda persistam na comunidade diplomática internacional, de modo especial em Washington, a respeito da posição do novo governo de Brasília nessa matéria.

De toda maneira, uma posição já ficou clara essa semana, quando a ONU excluiu a Líbia do Conselho de Direitos Humanos, como represália à violenta repressão do regime de Muamar Kadafi a seus opositores. Até o fim do mês o Conselho de Segurança deverá votar sobre pedido de investigação da situação dos direitos humanos no Irã.

Pelo padrão de comportamento do governo anterior, o Brasil, se não se manifestasse contra, pelo menos se absteria nessa votação. Agora, no caso da Líbia, o País acompanhou o voto de condenação ao regime ditatorial. A retificação da política, no caso iraniano, será a prova definitiva de que está sepultada a sistemática hostilidade aos governos democráticos do Ocidente que praticava o governo Lula.

Na reunião do Conselho de Direitos Humanos, a ministra Maria do Rosário foi protocolarmente cautelosa a respeito do voto brasileiro no Conselho de Segurança: "A presidente Dilma e o ministro Antonio Patriota tomarão a decisão no momento adequado, mas sempre de forma responsável". Mas foi menos cautelosa ao reafirmar "o compromisso de Dilma com a causa dos direitos humanos", avalizado por seu passado de militância na resistência à ditadura militar.

Observou, no entanto, que a luta pelos direitos humanos deve ocorrer efetivamente "em todos os países", sem "seletividade" ou "politização", numa clara crítica às potências ocidentais que fizeram vistas grossas à violação dos direitos humanos por parte de regimes autocráticos - como o do Egito - que apoiavam por razões estratégicas: "É necessário reconhecer que, por muitos anos, as alianças estratégicas mantiveram silêncio sobre violações aos direitos humanos. Essas situações estiveram ausentes das deliberações do Conselho".

A observação é correta, mas elide o fato de que o Brasil, durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, também tinha o rabo preso nesse assunto, já que por razões "estratégicas" - no caso, o antiamericanismo e o terceiro-mundismo lulo-petista -, mais do que silenciar, apoiou explicitamente extravagâncias antidemocráticas de regimes como os de Havana, Teerã e Caracas.

De resto, inevitavelmente influenciados pelo rumo dos acontecimentos no Norte da África, os ventos que sopram na 16.ª reunião do Conselho de Direitos Humanos da ONU sugerem uma postura menos hipócrita de seus membros daqui para a frente. A própria Alta Comissária do Conselho, a juíza sul-africana Navi Pillay, abriu o encontro do dia 28 enfatizando o fato de que esse organismo "não tem explorado ao máximo seu potencial" e instigando os seus membros a fazê-lo.

Postado por Beto Fernandes
Fonte: O Estado de S.Paulo

Dom Fernando Panico lança nesta quarta-feira a Campanha da Fraternidade 2011



Será neste dia 9, às 17 horas, na Catedral de Nossa Senhora da Penha, o lançamento da Campanha da Fraternidade 2011 na diocese de Crato. A solenidade de lançamento será feita pelo bispo diocesano, dom Fernando Panico - foto ao lado - dentro da celebração de uma missa.
A Campanha da Fraternidade é uma campanha realizada anualmente pela Igreja Católica Apostólica Romana no Brasil, sempre no período da Quaresma. Seu objetivo é despertar a solidariedade dos seus fiéis e da sociedade em relação a um problema concreto que envolve a sociedade brasileira, buscando caminhos de solução. A cada ano é escolhido um tema, que define a realidade concreta a ser transformada, e um lema, que explicita em que direção se busca a transformação. A campanha é coordenada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O tema da Campanha este ano é "Fraternidade e a vida no planeta”. Já o lema escolhido foi: "A criação geme em dores de parto".
O objetivo geral da campanha em 2011 é contribuir para a conscientização das comunidades cristãs e pessoas de boa vontade sobre a gravidade do aquecimento global e das mudanças climáticas, e motivá-las a participar dos debates e ações que visam a enfrentar o problema e preservar as condições de vida no planeta.

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