xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 08/03/2011 | Blog do Crato
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VÍDEO - ÚLTIMAS NOTÍCIAS - Prefeito do Crato é escolhido um dos melhores prefeitos do Ceará pela PPE Eventos, em Fortaleza. ( 09-11-2017 ).
Estamos de volta com as transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, com alguns programas ao vivo ). Serão vários programas abordando temas diversos, como a realidade da nossa região, do Ceará e do mundo; Programas científicos, atualidade, entrevistas, e transmissão de eventos ao vivo. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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08 março 2011

Monsenhor Joviniano Barreto, o Mártir do Dever – por Armando Lopes Rafael


O ano de 1950 começou promissor para Juazeiro do Norte. A comunidade católica daquela cidade preparava-se para comemorar – no mês de março – os 15 anos do profícuo paroquiato de Monsenhor Joviniano Barreto. Este, por sua vez, após ajudar na instalação da Congregação Salesiana em Juazeiro do Norte, aguardava o dia 6 de janeiro, data marcada para o lançamento da pedra fundamental do Convento e Seminário dos Capuchinhos, recém chegados àquela cidade, após pacientes negociações feitas entre o Bispo de Crato, Dom Francisco – com decisiva participação do Monsenhor Joviniano Barreto – e a Província Franciscana.
A quase totalidade da população ordeira e humilde de Juazeiro do Norte professava a religião católica. Mas, como ocorre em toda cidade em fase de grande crescimento, Juazeiro do Norte abrigava alguns portadores de esquizofrenias. Um deles, Manoel Pedro da Silva, natural de Açu, Rio Grande do Norte, vinha, nos últimos meses, insistindo (junto a Monsenhor Joviniano) para que o vigário o casasse com uma senhora já casada. Em vão o sacerdote explicou ao esquizofrênico que a Igreja Católica proibia a realização desse matrimônio. Consta que, por algumas vezes – por vingança ante a recusa do sacerdote em realizar o ilegal casamento – Manoel Pedro procurou assassinar Monsenhor Joviniano. Uma delas foi planejada para a Missa de Natal. E não foi concretizada, pois, na hora, faltou coragem a Manoel Pedro para praticar o homicídio.
Mas, no início da fatídica noite de 6 de janeiro de 1950, após a solenidade de lançamento da pedra fundamental do convento dos capuchinhos, Manoel Pedro veio na direção de Monsenhor Joviniano e lhe desferiu profunda facada no coração, matando-o na hora. A pedra fundamental do convento dos capuchinhos foi, assim, regada pelo sangue desse servo bom e fiel, o “Mártir do Dever”.
Monsenhor Joviniano Barreto nasceu no município de Tauá, no Sertão dos Inhamuns, em 05 de maio de 1889. Oriundo de família de sólida formação católica era afilhado de crisma do segundo bispo do Ceará, Dom Joaquim José Vieira.
Estudou no Seminário da Prainha, em Fortaleza, onde recebeu ordenação sacerdotal em 22 de dezembro de 1911, aos 22 anos. Enquanto aguardava a idade canônica para receber a ordem do presbiterato lecionou naquele Seminário, entre 1908 e 1909 e no Colégio São José de Crato, entre 1910 e 1911.
A criação da Diocese de Crato veio encontrar o então Padre Joviniano Barreto como vigário-cooperador de Lavras da Mangabeira. Posteriormente, ele foi Cura da Catedral de Crato, Secretário do Bispado, professor e reitor do Seminário Diocesano São José, vice-presidente do Banco do Cariri (pertencente á diocese) e diretor do Ginásio, hoje Colégio Diocesano.
Segundo o escritor Mário Bem Filho: “Na administração episcopal de Dom Quintino Rodrigues de Oliveira e Silva, primeiro bispo de Crato, Monsenhor Joviniano Barreto era o padre de maior projeção da diocese. Homem apostólico, dedicado, trabalhador, inteligente e culto. Tinha um caráter forte e uma personalidade marcante. Contava com a amizade e estima de todo o clero diocesano. Impôs-se pela bondade. No governo do segundo bispo, Dom Francisco de Assis Pires, Monsenhor Joviniano era depositário de toda a confiança do pastor diocesano que o tinha como conselheiro. Dom Francisco mandava-o chamar frequentemente, ao Palácio Episcopal, para ouvi-lo”.
Com a morte de Monsenhor Esmeraldo, vigário de Juazeiro do Norte, ocorrida em outubro de 1934, aquela paróquia ficou novamente vaga e o Bispo de Crato encontrava dificuldades junto aos seus padres para que um deles assumisse aquela jurisdição paroquial. Um grupo de senhoras de Juazeiro do Norte veio, certa vez, ao Seminário São José, em Crato, pedir a Monsenhor Joviniano para aceitar a missão de pastor dos juazeirenses. Ele respondeu negativamente ao pedido. Dias depois, sem que ninguém soubesse o motivo da mudança, Monsenhor Joviniano procurou Dom Francisco e disse que aceitava a nomeação para Vigário de Juazeiro do Norte, uma função que representava, àquela época, um grande desafio. Assumiu a Paróquia de Nossa Senhora das Dores em 26 de março de 1935.
Durante 15 anos reorganizou a vida paroquial. Dinamizou as associações religiosas. Reformou totalmente a igreja-matriz – hoje Basílica Menor – deixando-a com o aspecto como está hoje. Ajudou na evolução social da Terra do Padre Cícero, participando de todas as iniciativas que representavam progresso para Juazeiro do Norte.
Foi professor da Escola Normal Rural e concluiu sua profícua missão pastoral em 6 de janeiro de 1950, passando à história como “O Mártir do Dever”.

Texto e postagem:Armando Lopes Rafael

Mulheres, mulheres, mulheres... Por José de Arimatéa dos Santos

Mulheres lutadoras, revolucionárias
Que discutem e participam ativamente da política
Sindical, partidária, no trabalho e no lar!
Mulheres que entendem de futebol
E na genialidade de Marta se completam!
Mulheres que estão lado a lado dos homens
E é assim que tem que ser o mundo!
Muito respeito, carinho e amor pelas mulheres
Eis uma bandeira sempre na moda!
Mulheres vocês são também flores
De todas as cores!
E que cada vez mais embelezam esse mundo
Deixando-o mais terno e com mais amor!
Foto: José de Arimatéa dos Santos

Dia Internacional da Mulher


O Dia Internacional da Mulher, celebrado a 8 de Março, tem como origem as manifestações das mulheres russas por "Pão e Paz" - por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada do seu país na Primeira Guerra Mundial. Essas manifestações marcaram o início da Revolução de 1917. Entretanto a ideia de celebrar um dia da mulher já havia surgido desde os primeiros anos do século XX, nos Estado Unidos e na Europa, no contexto das lutas de mulheres por melhores condições de vida e trabalho, bem como pelo direito de voto.

No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado no início do século, até a década de 1920.

Na antiga União Soviética, durante o stalinismo, o Dia Internacional da Mulher tornou-se elemento de propaganda partidária.

Nos países ocidentais, a data foi esquecida por longo tempo e somente recuperada pelo movimento feminista, já na década de 1960. Na atualidade, a celebração do Dia Internacional da Mulher perdeu parcialmente o seu sentido original, adquirindo um caráter festivo e comercial. Nessa data, os empregadores, sem certamente pretender evocar o espírito das operárias grevistas do 8 de março de 1917, costumam distribuir rosas vermelhas ou pequenos mimos entre suas empregadas.

1975 foi designado pela ONU como o Ano Internacional da Mulher e, em Dezembro de 1977, o Dia Internacional da Mulher foi adotado pelas Nações Unidas, para lembrar as conquistas sociais, políticas e económicas das mulheres, mas também a discriminação e a violência a que muitas delas ainda são submetidas em todo o mundo.

Origem

A ideia da existência de um dia internacional da mulher surge na virada do século XX, no contexto da Segunda Revolução Industrial e da Primeira Guerra Mundial, quando ocorre a incorporação da mão-de-obra feminina, em massa, na indústria. As condições de trabalho, frequentemente insalubres e perigosas, eram motivo de frequentes protestos por parte dos trabalhadores. Muitas manifestações ocorreram nos anos seguintes, em várias partes do mundo, destacando-se Nova Iorque, Berlim, Viena (1911) e São Petersburgo (1913).

O primeiro Dia Internacional da Mulher foi celebrado em 28 de Fevereiro de 1909 nos Estados Unidos, por iniciativa do Partido Socialista da América, em memória da greve das operárias da indústria do vestuário de Nova York, em protesto contra as más condições de trabalho.

Em 1910, ocorreu a primeira conferência internacional de mulheres, em Copenhaga, dirigida pela Internacional Socialista, quando foi aprovada proposta da socialista alemã Clara Zetkin, de instituição de um dia internacional da Mulher, embora nenhuma data tivesse sido especificada.

No ano seguinte, o Dia Internacional da Mulher foi celebrado a 19 de Março, por mais de um milhão de pessoas, na Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suíça.

Poucos dias depois, a 25 de Março de 1911, um incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist mataria 146 trabalhadores - a maioria costureiras. O número elevado de mortes foi atribuído às más condições de segurança do edifício. Este foi considerado como o pior incêndio da história de Nova Iorque, até 11 de setembro de 2001. Para Eva Blay, é provável que a morte das trabalhadoras da Triangle se tenha incorporado ao imaginário coletivo, de modo que esse episódio é, com frequência, erroneamente considerado como a origem do Dia Internacional da Mulher.

Em 1915, Alexandra Kollontai organizou uma reunião em Christiania (atual Oslo), contra a guerra. Nesse mesmo ano, Clara Zetkin faz uma conferência sobre a mulher.

Na Rússia, as comemorações do Dia Internacional da Mulher foram o estopim da Revolução russa de 191. Em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro pelo calendário juliano), a greve das operárias da indústria têxtil contra a fome, contra o czar Nicolau II e contra a participação do país na Primeira Guerra Mundial precipitou os acontecimentos que resultaram na Revolução de Fevereiro. Leon Trotsky assim registrou o evento: “Em 23 de fevereiro (8 de março no calendário gregoriano) estavam planejadas ações revolucionárias. Pela manhã, a despeito das diretivas, as operárias têxteis deixaram o trabalho de várias fábricas e enviaram delegadas para solicitarem sustentação da greve. Todas saíram às ruas e a greve foi de massas. Mas não imaginávamos que este ‘dia das mulheres’ viria a inaugurar a revolução”.

Após a Revolução de Outubro, a feminista bolchevique Alexandra Kollontai persuadiu Lenin para torná-lo um dia oficial que, durante o período soviético, permaneceu como celebração da "heróica mulher trabalhadora". No entanto, o feriado rapidamente perderia a vertente política e tornar-se-ia uma ocasião em que os homens manifestavam simpatia ou amor pelas mulheres - uma mistura das festas ocidentais do Dia das Mães e do Dia dos Namorados, com ofertas de prendas e flores, pelos homens às mulheres. O dia permanece como feriado oficial na Rússia, bem como na Bielorrússia, Macedónia, Moldávia e Ucrânia.

Na Tchecoslováquia, quando o país integrava o Bloco Soviético (1948 - 1989), a celebração era apoiada pelo Partido Comunista. O MDŽ (Mezinárodní den žen, "Dia Internacional da Mulher" em checo) era então usado como instrumento de propaganda do partido, visando convencer as mulheres de que considerava as necessidades femininas ao formular políticas sociais. A celebração ritualística do partido no Dia Internacional da Mulher tornou-se estereotipada. A cada dia 8 de março, as mulheres ganhavam uma flor ou um presentinho do chefe. A data foi gradualmente ganhando um caráter de paródia e acabou sendo ridicularizada até mesmo no cinema e na televisão. Assim, o propósito original da celebração perdeu-se completamente. Após o colapso da União Soviética, o MDŽ foi rapidamente abandonado como mais um símbolo do antigo regime.

No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado durante as décadas de 1910 e 1920. Posteriormente, a data caiu no esquecimento e só foi recuperada pelo movimento feminista, já na década de 1960, sendo, afinal, adotado pelas Nações Unidas, em 1977.

Membros da Women's International League for Peace and Freedom, em Washington, D.C., 1922.

Fonte: Wikipedia




Membros da Women's International League for Peace and Freedom, em Washington, D.C., 1922.


Berlim Oriental, Unter den Linden, (1951). Retratos de líderes da IDFF, na 41°edição do Dia Internacional da Mulher.

Programa Cariri Encantado Sonoridades - Especial "a música de José Nilton de Figueiredo"

José Nilton de Figueiredo, nascido em Crato, menino telúrico e amante do Lameiro, onde viveu a infância e adolescência e onde foi aluno de Teoria Musical de Padre Ágio. Venceu na vida com esforço próprio. E nem por isso virou um desses arrogantes e prepotentes que abundam por aí. Passou por dificuldades, é verdade, mas igual ao samba clássico “levantou, sacudiu a poeira e deu a volta por cima”.
Tornou-se sociólogo por formação. É mestre em Antropologia, autor da monografia “A (Con)sagração da vida—Formação das Comunidades de Pequenos Agricultores da Chapada do Araripe”, que depois virou livro. E livro bom!
Para os amigos simplesmente Zénilton, o professor de muitos colégios de Crato e da Universidade Regional do Cariri, (aonde chegou a vice-reitor). Ou ainda Zénilton, o cantor e compositor (já produziu dois CDs) seguindo a carga genética do avô, que também era músico e poeta.
José Nilton de Figueiredo ou Zénilton. Dos anos dos festivais de música da década 70 ou o mestre da academia de hoje. Uma única pessoa com muitas aptidões e várias qualidades. “

Texto de Armando Lopes Rafael (publicado no Blog do Sanharol)

PROGRAMA CARIRI ENCANTADO – SONORIDADES
Especial: a música de José Nilton de Figueiredo
Apresentação: Carlos Rafael Dias
Data: 9 de março (quarta-feira), das 14 às 15 horas
Rádio Educadora do Cariri AM 1020

Repertório
1. Escolhas (Zé Nilton e Carlos Rafael), com Zé Nilton
2. Roendo as Unhas (Zé Nilton)
3. Crato (Zé Nilton)
4. Tanta Coisa (Zé Nilton e Francisco Sávio), com Zé Nilton
5. Via Crucis (Zé Nilton)
6. Toada Brasileira (Ivan Lancelloti e Paulo César Pinheiro), com Zé Nilton
7. Amor Beato (Zé Nilton e Francisco Sávio), com Zé Nilton e João do Crato
8. Hino do Crato (Martins D’Alvarez e João Cruz Neves), com Zé Nilton
9. Saudade (Lifanco e William Brito), com Zé Nilton
10. A Nossa Felicidade (Zé Nilton), com Zé Nilton e Marta Freitas

O Dia das Orquídeas:Anônimas ou Não... Mulheres!-Wilson Bernardo.

Ser universal é ser mãe
de todas as cores e credos.
Mães que sofrem a beleza de uma
dor nascimento
Mãe que sofre a dor que é
a incompletude da morte.
Mulheres labutas
mulheres conversadeiras de lidas
Encantadas pela certeza de ser
a ancora e a fortaleza dos senhores
fazedores de portos e certezas.
Ser universal é ser mulher
de todas as cores
de todas as raças e credos.
Nos olhares do que se planta
a colheita dos encantos...Desejos.
Flores comestíveis de ensejo
adormece no milharal,amanhecidas de relvas
Semblantes de saberes paginas abertas
o livro do tempo que templos esperam.
Mulheres confrarias de um mundo de aromas
o sabor do fel adocicado de amores
Senhoras
mulheres
meninas
o canto do silencio do vento que nos esperam
vento,brisa, o sabor de ervas
no namoro do fogo e as panelas
Mãos atadas que rezam
mãos que imploram dos estatutos o poder que se espera
mulheres infinitamente verdades e mulheres sinceras.
Wilson Bernardo(Poema & Fotografia)

Rick Estrin: blues, diversão, showtime - Por Dalwton Moura

Estrin fechou uma noite de shows memoráveis no Festival Jazz & Blues
Um espetáculo, em todas as dimensões da palavra, ao som do velho e bom blues. O gaitista, cantor e compositor californiano Rick Estrin mostrou por que segue como um dos nomes mais aclamados pelos blueseiros, desde que recebeu as bênçãos de ninguém menos que Muddy Waters, na Chicago dos anos 70. Em plena forma aos 61 anos, Estrin fechou uma noite de shows memoráveis no Festival Jazz & Blues, apresetando-se após o pianista carioca Claudio Duelsberg. E levando a plateia a aplaudir de pé, em vários momentos, um show que, pela música em si, já seria impressionante. Mas que, bem à americana, cuida de agregar vários outros elementos, no melhor conceito de “showtime”.

Do figurino à malemolência do gaitista no palco, da sonoridade encorpada da banda com acento próprio à disposição constante de brincar e interagir com o público, Rick e companhia ganharam a plateia desde cedo. São inúmeros os momentos em que o músico incorpora o personagem, entre caras, bocas e, mesmo com um português restrito ao “obrigado”, pedidos para o público vibrar junto.

Nem precisava. Lotada, a Cidade Jazz e Blues aplaudiu de pé a performance de Estrin e companhia, elegendo, além do gaitista, o guitarrista Chris “Kid” Andersen, norueguês radicado nos Estados Unidos, como o grande destaque da noite. Grandalhão, desajeitado, Andresen roubou a cena tanto pela inventividade e pela energia de seus solos, quanto pelo carisma, reconhecido pelo público. Foram muitos os duos de frases e caretas com Estrin, além de uma brincadeira com o baixista Lorenzo Farrel, em uma troca de instrumentos improvisada.

Dançando no palco desde o início do show, com “Wrap it up”,Rick e os Nightcats simplesmente arrebataram nos solos em “You´re gonna lie” – com direito a aplausos de pé para o batera J. Hansen, usando luzes nas baquetas para mostrar a velocidade das marcações e do improviso, em cadência acelerada. Foi o auge da apresentação que, visitando várias vertentes do blues, passou pelo slow com espaço para a gaita brilhar e voltou ao clima dançante com “My next ex-wife”, sempre com Estrin “duelando” com Andersen. Que torna a incendiar ao comandar os vocais e a guitarra em “Taco Cobbler” – um show à parte.

De volta ao palco, Estrin ainda tem tempo de mandar “You can´t come back”, fechando um show pra entrar na lista dos mais marcantes da história do festival. E como a plateia exigiu bis, o gaitista voltou para uma performance solo, fechando a noite de blues, energia e diversão.

Dalwton Moura é jornalista e crítico musical


Fotos de chico Gadelha
Publicado no Jornal O Povo Online
Postado por Beto Fernandes

Maré da Sociedade – Por Luiz Domingos de Luna

Na roldana do tempo, a existência no carrossel da vida, a sociedade repassar valores que vão que ficam e não mais voltar, pois a mutação social é cola para ao novo tecido social betumar.

O portal da cultura é paisagem ao jardim do Éden nada faltar, a serpente o conhecimento a um novo mundo se formar. A Liberdade ao homem ao meio modificar, gerações que se formam numa corrente que não pode parar matéria que ao sopro vital, corpo vivo no planeta, a girar.

A sociedade humana precisa a presença continuar, inteligência e conhecimentos são ferramentas que não podem faltar, pois do antes ao depois, o durante é uma ponte que precisa se formar.

Lares, leis, normas, casas, castelos, no espaço habitar, praças, das mais diversas tendas, mitos historias e lendas, vizinhos da praça ao terreiro a mensagem levar, são razões, emoções, sentimentos, pensamentos que um mesmo espaço a confrontar.

É uma guerra interna, pois a heterogenia é o fermento que não pode faltar, mas sem esta, a sociedade não pode perdurar, sendo a liberdade as asas ao homem que não pode voar.

Se o homem não fosse um consumidor, talvez nenhuma dor tivesse que suportar, mas ai nasce a questão, em busca deste pão, tem que subir numa escada, já outros tentam burlar, uns chamam incompetência, outros falta de prudência, outros impaciência na vontade de chegar.

Assim saciados, agora como explicar, uns criam uma verdade para justificar, o outro desconfiado, talvez por ter presenciado uma verdade feita de mentiras que precisa passar.

Um terceiro, em nome do contrato social precisa acordar pontos distintos que precisa do modelo ou do exemplo na construção do templo a um só tempo não ferir a ferida a sangrar.

Modelos de exemplos, exemplos de modelos, tratados com zelo, com o mais singelo critério, degraus bem elaborados em um mundo formado, cada um em sua dimensão, mas tem corrimão numa curva dobrada é sinal de uma estrada, a uma vila, distrito ou povoado, de metrópole a cidade, assim pulsa a sociedade, que não pode ter macha ré, mas vive sempre em pé, embora toda hora tenha que conviver como o movimento da maré.

Luiz Domingos de Luna é Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra – Aurora – Ceará

Postado por Beto Fernandes

Feliz Aniversário: Samuel Vilar de Alencar Araripe - Por Wilson Bernardo


Envelhecer é construir um templo de si, refazendo antigos conceitos em detrimento do que é futuro...A velhice é a maior Universidade chinesa.O conhecimento do tempo da idade, faz com que os jovens percebam a agudez do saber .
O tempo pode envelhecer a idade,mas nunca o rejuvenescimento de ser feliz, mesmo com o caos.


A cidade te parabeniza pela força dos homens e do divino espírito santo



Wilson Bernardo (Texto & Fotografia)

No Dia Internacional da Mulher Maria Bonita, a Rainha do Cangaço, completaria cem anos


Maria Gomes de Oliveira – vulgo Maria Bonita -- nasceu no dia 08 de março de 1911, no sítio Malhada, localizado à época no município de Glória e hoje pertencente ao município de Paulo Afonso, na Bahia. É considerada a primeira mulher a entrar para um bando de cangaceiros e foi a companheira de Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião.
Depois de um casamento frustado, em 1929, tornou-se a mulher de Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, conhecido como o "Rei do Cangaço". Continuou morando na fazenda dos pais, mas um ano depois foi chamada por Lampião para fazer efetivamente parte do bando de cangaceiros, com quem viveria por oito anos.
Com o cangaceiro, Maria Bonita teve uma filha de nome Expedita Ferreira Nunes, e os gêmeos Arlindo e Ananias Gomes de Oliveira, assim como nasceram mais dois filhos, sendo natimortos. Morreu em de julho de , quando foi degolada ainda viva pela polícia armada oficial (conhecida como "volante"), assim como Lampião e outros nove cangaceiros.
Fonte: wikipédia

OLHAR DE MULHER


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