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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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01 dezembro 2016

A velha Felicidade - Por: Emerson Monteiro

Tão antiga quanto o infinito sobrevive às espécies, a felicidade resiste no íntimo das pessoas, vivam onde viverem. Eis um teorema nada difícil de demonstrar, conquanto os indivíduos sabem discorrer no assunto, independente de estudos ou preparação, basta, apenas, olhar o mundo em volta e dentro de si. Todos correm atrás das oportunidades que permitam atender às necessidades do bem-estar, busca iniciada ao instante do primeiro habitante pisar o Chão.

Quisesse explicar as razões de continuar pela vida, ninguém, decerto, saberia definir os motivos que trocam os passos na jornada, porém jamais abriria de querer continuar à procura do sonho, parecido com o instinto de resistir a toda prova e chegar nalgum lugar de paz, saúde, harmonia, junto de quem gosta, ama e das coisas boas que nunca abusam.

Mas o que chamar de felicidade, sem repetir formas gastas? Sob quais mantos de estrelas perdura o sentimento bom da alegria? Quais companhias durarão sempre, diante das contradições do desgaste dos anos? Que idade cheia de bons resultados, fora do espaço estreito da matéria, das cólicas e das coceiras do corpo? Quando acertar, esquecido de erros e defeitos, confiante na resposta dos enigmas vulgares?

Precisa muita filosofia, não querer achar o arranjo de concordar naquilo em que falam os mais sabidos de que feliz é quem assim se julga. Pois meio caminho andou quem deu só o primeiro passo no rumo à satisfação pessoal. Há esforços constantes dos racionalistas quererem negar a existência de um Ser Superior, tal possível fosse entrar nas criaturas e provar que elas não existem, como se a existência dependesse da opinião de quem mora do lado de fora.

Se a felicidade possuísse vinculação direta com as coisas materiais todo rico seria feliz. A riqueza apenas contribui para a felicidade, fator que organiza ou desorganiza o meio do campo, livre de determinar com exclusividade os resultados.

Nesse detalhe, fregueses quebram a cara quase todo dia. Chegam a negociar o inegociável. Vendem o que não podem entregar, do tipo da honra, da dignidade, do futuro. Depois afundam, buraco abaixo, perdidos no imaginar o assunto espiritual parecido com as mercadorias dos balcões.

A felicidade significa outros meios de conquista. Renunciar a prazeres que destroem, esquecer caprichos e vaidades, abrir mão de valores que ficam inúteis na estrada, longe de contribuir no crescimento interior e passam com as horas. Essas atitudes, sim, representam o solo fértil de plantar a verdade eterna. Criar amigos, educar filhos, respeitar a família, alimentar a paz do coração, uma consciência tranquila, eis as realizações da velha e sempre jovem dona Felicidade.

30 novembro 2016

Festival das Flores de Holambra no Cariri - Por: Emerson Monteiro

Essa exposição de belas flores e plantas retorna pela oitava vez ao Cariri, o Festival das Flores de Holambra. São mais de 200 espécies vegetais de cores e formas diversas. Tantas delas que existiam apenas nos dicionários, nas músicas, na imaginação, nos poemas da literatura universal, agora, vindas do Sudeste chegam aos olhos dos caririenses.

Azaleia. Tulipa. Poinsetia. Bugari. Açucena. Tulipa. Amarilis. Begônia. Rosa. Gérbera. Hortência. Afalandra. Minilacre. Orquídea. Lótus. Cravo. Rosa do deserto. Margarida. Crisântemo. Dália. Gerânio. Dália. Violeta. Branco de ouro. Amor perfeito. Cravínea. Ixonia. Bromélia. Ciclâmen. Elicônia. Etc. Etc.

Em cada nome mistério, musicalidade, sonhos abertos em pétalas, traços, recortes vivos na alma das flores. Luzes de natural felicidade. Convites a viagens mágicas aos campos do coração da Terra e suas produções. Nos quadros exatos de criatividade inigualável, o Artista magistral cria as flores, os pássaros e as borboletas, que enfeitam as matas, desafiam gestos de pureza e sentimentos, leveza, carinho, peças geniais de rara qualidade.

Trabalhar com as plantas trazidas nesse festival que se repete em nossa Região reserva enormes ganhos e possibilidades aos observadores, somados à presença forte dos olhos acesos de quem nos visita querendo conhecer novas mensagens naturais de vida e esperança.

Neste ano, serão dez dias de mostra, desde 02 a 11 de dezembro, das 08 às 20h, na Praça Padre Cícero, em Juazeiro do Norte CE, quando milhares de pessoas circularão, a colher formas e tons multifacetados, de encher as vistas e a memória com os valores divinos da oficina vegetal.

Todo espaço possui espécies próprias, no entanto, agora reunidas pelo Festival das Flores de Holambra no Cariri, que mostra tipos de variados ecossistemas, isto num só lugar. Além de tudo, a experiência empresarial oferece ideias de cultivar plantas e enriquecer as novas gerações de conhecimento, no jeito sadio trabalhar a beleza da Criação.


29 novembro 2016

Avião da Avianca que ia de São Paulo a Juazeiro do Norte sofre pane no ar e faz pouso de emergência em Brasília.



Um vôo da empresa aérea Avianca, com 97 passageiros que havia decolado de Guarulhos-SP, com destino à cidade de Juazeiro do Norte-CE, fez pouso de emergência na tarde desta terça-feira 29, em Brasília. Segundo as primeiras informações, foi detectado fumaça a bordo, segundo o Major Garcez, da aeronáutica. O avião conseguiu pousar com segurança às 17:39, horário de Brasília.

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Algumas considerações diversas - Por: Emerson Monteiro

Escrever ao correr da pena é bem isso. Estivera ontem com alguns amigos na agência dos Correios em Crato, quando deles ouvia a pergunta de aonde foram parar as tradicionais personalidades cratenses nos moldes dos Ernani Silva, Thomaz Osterne de Alencar, Pedro Felício Cavalcanti, Miguel Teúnas Soares, Humberto Macário de Brito, Jósio Araripe, Ariovaldo Carvalho, José Valdevino de Brito, dentre outros, isso no sentido de enumerar lideranças comunitárias que marcaram a vida empresarial, administrativa pública, etc., da recente geração.

Contive os argumentos e dizer que sempre houve e haverá nomes de valor durante todo tempo, nos cabendo identifica-los para guindar aos primeiros planos. Há, sim, grandes valores na atualidade, não só do município, mas da nação e do mundo. Porém esses nem sempre merecem escolhas ou se apresentam aos postos desta fase mercantilista dos destinos.

À medida das necessidades, vêm à tona e mostram serviço. Lembro De Gaulle, no decorrer do século passado. O Planeta vivendo a mais séria crise da história, tendo a França ocupada pelos nazistas, no risco de o totalitarismo dominar o resto do globo. General De Gaulle, desde a Inglaterra, estabeleceu o exército da França Livre, peleja que peleja, até entrar com suas tropas numa Paris libertada, das maiores epopeias da Humanidade.

Daí, o militar chega ao poder francês, administra o soerguimento do país, até sofre fragorosa derrota imposta pelos seus adversários políticos, em face da libertação que permitira à Argélia, possessão que tinham lá eles no território da África. Com isso, regressa ao anonimato, numa pequena propriedade que possuí no interior, preso no isolamento voluntário.

Adiante, de novo a França enfrenta impasses de continuidade, durante a Guerra Fria. Os próceres franceses vão ao já agora marechal De Gaulle e pedem que regresse ao poder, no objetivo de atravessar nova crise de afirmação daquele povo. Ele aceita, outra vez dar de conta do recado, hoje sendo respeitado qual líder exponencial permanecendo no comando até perto dos derradeiros dias.

Assim são as populações. Ao momento exato, surgem nomes dignos e próprios a oferecer os meios de prosseguirem na inevitável aventura do progresso em todos os lugares.

27 novembro 2016

Luz de dentro - Por: Emerson Monteiro

Desde muito longe que ouvimos falar da existência do que mora no íntimo das criaturas humanas. Para que olhas em redor de ti, se não é este o lugar de teu repouso (KEMPIS, 1979). Dentro, bem dentro de nós, vive o Altíssimo, o Santo dos Santos, império da Salvação superior. Arquétipo da verdadeira felicidade, esse lugar existe, sim, de que dão notícias as tantas escolas místicas durante todo tempo, lá distante, nas inúmeras civilizações.

Tomás de Kempis, em Imitação de Cristo, deixa bem claro o conceito de que no céu deve estar a tua habitação e, como de passagem, hás de olhar todas as coisas da terra.

Todas passam e tu igualmente passas com elas; toma cuidado para não te apegares a elas, a fim de que não te escravizem e te percam.

Por demais considerado o conceito do Eu interno em detrimento do ego, isto fruto dos pensadores no correr dos séculos, só agora pululam, nos variados campos da Psicologia, provas suficientes da constatação antes apenas filosófica e mística. Há, pois, um nível de percepção que indica tal função do despertar de uma nova consciência crítica, também denominada Consciência cósmica, objetivo de toda a jornada dos seres humanos, porquanto esse salto de qualidade viemos aqui promover. Quais desafios de todas as horas, os livros sagrados consagram os meios e comportamentos de obter a conquista do Reino celestial por força de honesta disciplina e da prática fiel do Bem. Toda confiança da virtude ressalta isso, de salvar a própria alma rumar à imortalidade consciente.

A realização do Ser, portanto, virá em consequência do empenho individual de adentrar os escaninhos do corpo físico, onde repousa o cerne da mais plena revelação de Si mesmo e transmutação da carne em espírito, razão de tudo quanto existe sob o Sol.

“Eu matei Castro – assinado: Deus” – Por Daniel Martins

Morre em Havana, aos 90 anos, o ditador comunista Fidel Castro. Perto de um século de tirania, de chantagem ao mundo Ocidental, de perseguição e matança de tantos e tantos que pereceram no seu paredón bradando “Viva Cristo Rei”.
Sua morte faz lembrar a frase do ímpio filósofo Nietsche, cujos seguidores inscreveram em seu túmulo, logo após sua morte: “Eu matei Deus – ass. Nietsche”. Dias depois, um fiel católico, não sem uma saborosa pitada de ironia, escreveu, bem ao lado, um epitáfio irrefutável e muito mais apropriado: “Eu matei Nietsche – ass. Deus”. Contra fatos, não há argumentos… Naquele lugar, jazia o cadáver de alguém que julgava ter matado, na mente dos homens, a idéia de um Deus transcendente e todo-poderoso.
Desejamos de todo o coração que, vencidas as convulsões que nos ameaçam de todas as partes, a Revolução, na qual Castro teve um infame papel, morra de uma vez por todas. É o que desejamos, e pelo o que lutamos, tendo a Deus de nosso lado.

Dissidente teme aumento da repressão após morte de Fidel


As ditaduras são mais perigosas no começo e no final”, disse o opositor Guillermo Fariñas, que pediu o apoio da comunidade internacional
Se fué...
Neste sábado, dezenas de opositores cubanos exilados foram às ruas para comemorar após receberem a notícia da morte de Fidel Castro. O dissidente Guillermo Fariñas, contudo, não se juntou ao coro. Para o ativista que é um dos mais importantes opositores do regime castrista, a partida do líder da revolução cubana pode aumentar os atos de repressão no país.
“Achamos que haverá mais repressão. Já existem vários irmãos com as casas vigiadas, não podem sair. Simples e ingenuamente o que precisamos neste momento é mais do apoio da comunidade internacional e de governos democráticos”, afirmou Fariñas neste sábado. “As ditaduras são mais perigosas no começo e no final. Acredito que a repressão vai aumentar caso não exista solidariedade internacional.”
O jornalista e psicólogo de 54 anos deu as declarações sobre a morte de Fidel em Porto Rico, onde participa de uma série de atividades do Encontro Nacional Cubano ao lado do também dissidente René Gómez Manzano.
             

26 novembro 2016

A realidade nua e crua da ditadura da "dinastia" dos Castros: por que os cubanos não trocam presentes no Natal?– Por: Duda Teixeira

Todos os feriados religiosos foram banidos com a revolução de 1959. Ainda que alguns tenham voltado, as tradições se perderam
Decoração de Natal dentro de uma casa em Mariel, Cuba, em 2014 (Crédito: Bloomberg/Getty Images) Observem a pobreza da casa. No piso, ao invés de cerâmica, ainda se usa  mosaicos, coisa da década 50 do século passado. As paredes não são pintadas (apenas rebocadas) e o rodapé mostra buracos... E essa casa é dos mais aquinhoados financeiramente da ilha-prisão...
Assim que o grupo de Fidel Castro tomou o controle da Revolução Comunista de 1959, o país foi declarado ateu. Escolas religiosas foram fechadas, igrejas foram vandalizadas, procissões foram proibidas, padres e freiras foram deportados ou presos.
Assim como outros que estavam na esfera de influência da União Soviética. As religiões eram consideradas o “ópio do povo” e deviam ser eliminadas.
Famílias cristãs, então, tiveram de começar a celebrar o nascimento de Jesus de forma escondida. Se fossem flagrados por um integrante do Comitê de Defesa da Revolução (CDR), poderiam enfrentar duras punições.
No lugar das datas religiosas, foram criados feriados para celebrar a ditadura de Fidel e Raúl Castro. São reservados três dias de folga para lembrar do assalto ao Quartel de Moncada, que ocorreu em 1953. A vitória da Revolução Cubana de 1959 é lembrada no dia 1 de janeiro. No dia seguinte, é feriado do dia das Forças Armadas. Há também o Dia dos Trabalhadores e o Dia da Independência.
Somente em 1998, com a visita do papa João  Paulo II para a ilha, o Natal passou a ser reconhecido e ganhou um feriado.
Apesar da empolgação de alguns padres locais, os cubanos perderam muitos dos costumes. Fazem apenas um jantar familiar na noite do dia 24. O cardápio é igual de outros dias, geralmente com carne de porco. E nenhum presente. A pobreza dos cubanos tampouco permitiria um luxo como esse. No dia 25 não há nada especial.
Árvores de Natal são mais comuns nas embaixadas e nos estabelecimentos para turistas. “Algumas lojas colocam decorações de Natal no início de dezembro, muitas vezes com alguns slogans políticos e imagens de Fidel Castro“, diz o escritor e fotógrafo cubano Orlando Luiz Pardo Lazo, que estuda literatura em Saint Louis, nos Estados Unidos.
Em 2012, o papa Benedito XVI também esteve na ilha. Com isso, a Igreja Católica ganhou mais um feriado, a Páscoa. Contudo, todas as tentativas de recuperar alguma tradição acabam frustradas. Quase sessenta anos após a revolução, a população perdeu a memória dos costumes que existiam antes.
Fonte: Site VEJA

Naquele primeiro trem - Por: Emerson Monteiro

08 de novembro de 1926. Manhã de segunda-feira. Parava na estação de Crato o primeiro trem, trazido pela força dos trilhos e das matas. Era a inauguração da estação da estrada de ferro de Baturité.

Sobre os ombros de meu avô, minha mãe, criança de cinco anos, a tudo observava no meio da multidão domingueirada, absorta junto dos vagões de passageiros, onde, num deles, se instalava a banda de música que rompia de dobrados bonitos os monótonos assovios da maria-fumaça.

Encantado ante os acordes, com mãos impacientes, meu avô abria espaço entre as pessoas e namorava os feéricos instrumentos de metal. Extasiado, se aproxima, invade o recinto dos músicos e se rende à pompa dos visitantes ilustres.

Depois, logo, busca conversar com o maestro. Fixo os olhos em um banjo. A todo custo quer dedilhar as cordas do esplendoroso instrumento. Notas nervosas, precisas, rudes, tira das cordas, enquanto lá fora escorrem os discursos, na plataforma da estação. Surge-lhe a caixa de repouso forrada de veludo vermelho em que o banjo raro repousaria, de fabricação estrangeira distante.

O maestro se admira de ver tamanho interesse. Juntos, entabularam negociações nos assuntos musicais. Compromete-se a mandar pelo vagão das encomendas, meses adiante, idêntico exemplar de banjo recamado de madrepérola.

A festa estender-se-ia com outras vindas de trem, quando, algum tempo depois, meu avô receberia a encomenda prometida. Em dia memorável, lhe chega belo estojo envolto em percalina preta, forrado de veludo escuro, motivo das inúmeras noites animadas que Antônio Monteiro e outros boêmios cratenses, naquelas décadas remotas, promoveriam ao longo dos sítios do sopé da Serra, infindas algazarras de danças e amores, realizados nas luas de latadas felizes.

O primeiro trem trouxera, por conseguinte, esse equipamento musical que integraria os próximos anos de família até quando meu avô deixasse este mundo, permanecendo a peça rara algum tempo ainda com tio Quinco.

Minha mãe não soube, porém, explicar as razões quando lhe perguntei o fim que levou o banjo. Disse apenas que o tio dera ele de presente a Deodoro Gomes de Matos, dono do antigo Bar Ideal, à rua Santos Dumont (ex-rua Formosa).

Daí, ninguém sabe dizer onde foi parar, e restam guardadas só as lembranças do primeiro trem que viera a Crato durante folguedos especiais, na memória infantil de minha mãe aos ombros do seu pai querido.          

Relembramos a nossa grande feira – por Pedro Esmeraldo

      A antiga feira de Crato, ponto de convergência da população de todo o Cariri (foto da década 60)    
 
            Já tivemos o prazer de contemplá-la devido a sua movimentação, pois admirávamos e observávamos a grandeza das especiarias que nela existiam. Era volumosa e atraente. Trazia para o cidadão pobre uma movimentação turística que vinha complementar à sua economia. O tempo foi passando juntamente com o aprimoramento da tecnologia aplicada a todos os setores da vida. Era por certo, bem movimentada e às vezes tortuosa, visto que, alguns dos nossos administradores do passado, não compreenderam o avanço da tecnologia moderna e foram absortos, intolerantes e partiram para a queda virtuosa da economia cratense.
            No decorrer do meado do século passado, houve administradores incontroláveis, incongruentes, visto que não relevavam o ponto de destaque do Crato que era a feira semanal, pois a desprezavam  em suas movimentações turísticas e econômicas. Não produziam nenhuma vibração no contorno do desenvolvimento da cidade.
            Com o tempo, essa feira foi fracassando, caindo em grande depressão que se arrebentou acima da linha do comodismo exagerado dessa gente. Esse pessoal, não olhava para o Crato de amanhã, mas queria movimentar o clientelismo, onde prevalecia à falta de ânimo desses políticos derretidos pelo calor exagerado e da falsa ideia predestinada pela fraqueza de mentalidade, pois diziam que tudo era melhor assim. Caíram no desvario e deixava a população acabrunhada, já que não tinham ânimos para avançar na marcha no e caminho da dignidade e da honestidade.
            Por esses momentos apareceu a corrupção e o desânimo do povo, já que era sufocada pelo desvio do comportamento de políticos inescrupulosos, já que fugiam da raia e partiam para o lado negativo, visto que esses ditos governantes de outrora se esqueciam de lutar pelo Crato.
            Agora pedimos a boa movimentação do futuro administrador, solicitando que olhe para o Crato e não deixe se levar pelas conversas destoantes de pessoas mafiosas que por fim praticam tráfico de influência que é a retirada do Crato de seu património histórico e de sua força rígida para progredir que o Crato possuía nos tempos passados.
            Queremos que todos lutem pela movimentação de progresso acentuada e venha adequar a nossa antiga feira uma construção de um campo constituído de largueza e bom colhimento “a quem daria o nome de Feiródromo”. Seria o ponto de encontro dos nossos mascates e por certo (deixariam de ocupar as calçadas), o que alevantaríamos o progresso comercial do Crato no mesmo estilo da feira de antigamente, semelhante à de Caruaru.
            Por isso, pedimos ao prefeito eleito, faça tudo para não esquecer o Crato, não dê confiança a essa gente que quer transformar o Crato em cidade dormitório. Sabemos que é difícil, mas, é preciso lutar: vamos lutar “pela volta da Rádio Araripe”, se assim fracassarmos, consideramos como pessoas molengas que fogem da luta.

Não devemos esquecer a movimentação no Crato “na feira de antigamente”. Infelizmente amolecemos no tempo e no espaço, devido à fraqueza de nossos administradores, já que não tiveram coragem de enfrentar à luta persistente a fim de acompanhar o modernismo dos tempos atuais.

Cubanos em Miami comemoram morte de Fidel Castro




Exilados fazem festa em Little Havana /(Reprodução ABC News)

Dezenas de cubanos se reuniram na madrugada deste sábado com bandeiras de seu país e dos Estados Unidos nos arredores do restaurante Versailles, no bairro de Little Havana, em Miami, após tomarem conhecimento da morte de Fidel Castro, líder da revolução que levou milhares de pessoas a fugir de Cuba desde 1959.
O famoso restaurante foi palco de celebrações semelhantes cada vez que se intensificavam rumores da morte de Fidel, e de protestos e reuniões dos exilados em Miami.
Muitos sorriam para as câmeras, outros choravam da emoção e alguns bebiam champanhe diretamente da garrafa sem se importar com a presença de curiosos.
A notícia da morte de Fidel Castro foi dada por seu irmão Raúl Castro, atual presidente de Cuba, pouco antes da meia-noite, por isso muitos miamenses de origem cubana ainda não souberam.
A famosa rua 8 de Miami, a avenida principal da região chamada Little Havana, teve o tráfego interrompido porque muita gente foi para o asfalto.

Em VEJA desta semana: Investigação revela que Lula conseguiu burlar fiscalização de voo

O estranho caso em que um delegado da PF proibiu fiscais de inspecionar bagagens de Lula quando ele se preparava para voar em jatinho privado para Roma
 TAXIANDO - Agente da Polícia Federal contou que Lula ficou muito nervoso com a chegada dos agentes e se trancou na cabine do avião (Cristiano Mariz/VEJA)
Na manhã de 3 de junho do ano passado, no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, um jato particular, prefixo PP-SCB, se preparava para decolar. A aeronave já estava taxiando quando os pilotos e os cinco passageiros foram surpreendidos por um cerco. A operação, atípica, fora deflagrada por iniciativa da Receita Federal. Os fiscais foram informados de que malas haviam sido embarcadas de maneira suspeita no jatinho, sem passar pelo raio X.
A operação cinematográfica, porém, foi abortada antes de ser concluída — e isso deu origem a uma investigação sigilosa em curso na Polícia Federal e no Ministério Público Federal. Reportagem de VEJA desta semana teve acesso à investigação, que revelou que, dentro do avião estava o ex-presi¬dente Lula, acompanhado de um segurança mais três auxiliares — seu fotógrafo particular, um assessor de imprensa e um tradutor.
Para ler a reportagem na íntegra, compre a edição desta semana de VEJA

Não progrediremos com atalhos: Acabaram com a Rádio Araripe do Crato (por Pedro Esmeraldo)



            Temos medo de nos enquadrar no meio de maus elementos que há na política cratense: A maioria deles consideramos como farinha do mesmo saco, é inconsequente, incongruente, de moral baixa e intolerante. Outros não têm habilidades de exercer e defender o município nas horas incertas.
            Este município foi e sempre será prejudicado pela massa ignominiosa que quer permanecer a força sobre o domínio de pessoas alheias ao destino do desenvolvimento cratense. Há deles, que não têm capacidade de assumir o comando administrativo e consequentemente, não têm objetividade de exercer a parte mais elevada deste torrão querido. Nesse meio termo, há pessoas inexperientes e desestimuladas que ocupam uma posição de chefia do Crato. Praticando trabalho inócuo, visto que há maldade e têm por objetivo arrefecer o crescimento quer seja: econômico ou intelectual, já que provoca um desânimo no seio do povo, pois que, vários deles permanecem de moral abatida, sem nenhum plano para enfrentar o combate e as causas negativas que aparecem neste município.
            Não possuem coragem para enfrentar as intempéries. “Quando surge mau tempo em convicção política” Levam tudo de roldão e nem sequer fazem planejamento para se livrar dessa, maldade e que a nosso ver seria o ponto de equilíbrio no meio teórico, conduzindo a formação de conjunto de pessoas aptas para lutar com seriedade em prol deste município.
            É preciso despertar o povo que está “mordido de raiva” devido à rota agravante que nos aterrorizam, pois não há medidas acertadas e nem trabalhos sérios que venham nos provocar com alegria afastando-se dos desdoiro que é causado pelas astúcias das “mãos ligeiras” que acabaram de extinguir o nosso primeiro trunfo que foi no meio comunicativo a “Rádio Araripe de Crato”, considerada a pioneira no interior cearense.
            Decidindo após refletir que isso é um desvio de património em nossa comunicação e o povo anda ofuscado pela falta de retidão e respeito ao Crato.
            Essa antiga emissora foi extinta para tristeza de toda a população. Inaugurada no correr da década de 50, com grandeza de estilo. Nesse tempo, foi presenteada com animação  e amparada pelo Diários Associados, fez-se o estopim do desenvolvimento radiofônico do Crato. Com bons olhos, conquistou com altivez o crescimento evolutivo nesta cidade do século passado.
            O que mais nos causa revolta, foi observar: a quietude e o comportamento frio desses políticos de hoje que nada fizeram para defender o nosso patrimônio. Não reagem e abandonam a cidade sem ofertar trabalhos dignos pelas causas públicas. Não têm atividade alguma. Permanecem na posição de obter os bens com facilidade e não lutam. Deixam tudo correr frouxo, esperando alcançar a posição mais fácil de obter valores sem o mínimo de esforço.
            Notem que há comportamentos lentos e de baixa temperatura de nossos vereadores. Tornam-se um conjunto de homens fracos, resignados, já que vivem e permanecem lenientes. Não podemos nos elevar com a fraqueza desses homens, pois perdem as condições de subir ao caminho da glória.
            Por isso, renumeramos com o desejo de obter uma posição séria, evitando a posição por “baixo do pano” com o desejo de perder a nossa elevação do espírito e o anseio de seguir com firmeza o barco que nos conduza ao crescimento.

Autor: Pedro Esmeraldo

25 novembro 2016

Alegria de viver II - Por: Emerson Monteiro

Os pássaros falam disso nos seus caminhos pelos céus. Voam e cantam felizes as luzes das manhãs. Tocam o sentimento com doce serenidade, amaciam o tom intenso das horas, reavivam no peito das pessoas o desejo de harmonia. Isso, bem isso, a alegria de viver da natureza em festa.

Leves toques de dentro e as cores da leveza invadem o trilho da existência. Amigos encontram amigos. Justiça impera nos ditames dos acontecimentos. Há nítidos sinais de otimismo a cruzar os mares. Frutos dourados de eternidade que invadem as estruturas metálicas do chão dos homens. Trabalhar com honestidade. Sorrir diante dos obstáculos, todos transponíveis ao sabor da disposição de querer o bem mais positivo ainda.

Alegria pura e simples. Os olhos acesos brilhantes das crianças e sua inocência original. Força viva de amor que a tudo circunscreve. Aceitar o falar das esferas que giram sem fim no firmamento. Rever os princípios essenciais do Universo. Amar e ser amado. O beijo que nunca recebi, pois nunca fora dado. Agora, sim, o momento certo de cumprir os ditames da fraternidade.

Abrir as portas do coração ao valor fundamental de trabalhar a paz qual fator de sobrevivência de todos os seres. Isto de compreender a boa vontade em forma de plenas realizações de todos os irmãos. Querer e construir o mundo novo que persiste no decorrer das filosofias, salvar as mágicas de produzir bons produtos que alimentem a saúde acima dos anseios.

Luz e vida que identifiquem a estrada ideal das realizações na alma das circunstâncias. O motivo natural do que viemos até aqui buscar, a chance de revelar no íntimo a certeza da maior felicidade. Alegria de viver .

24 novembro 2016

Mais um absurdo do governo recai sobre os empresários Brasileiros - REFIS - Por: Valdemir Correia de Sousa



li nos jornais de hoje, que o governo está implantando novas leis para equilibrar a economia que está em situação de penúria.para tanto o congresso está cheio de PECS, modificando tudo,inclusive liberando mais de 5 bilhões para os municípios quitarem suas dividas. 

Para os consumidores, estão oferecendo todo tipo de desconto, que em casos, chegam a até 50 ou 60% de descontos, porém, para os empresários que carregam este pais nas costas, o governo está criando uma lei que vai acabar com o que ainda resta de esperança de sair do vermelho, ou seja, criando uma lei que proíbe a abertura de refis, isto mesmo, REFIS,  por um prazo de 10 anos. Ora, se o empresário esta sufocado sem poder pagar seus impostos, que são absurdos, se for pagar daqui a dez anos, jamais poderá pagar, pois como exemplo um débito de R$ 10.000.00 passa a valer quase R$ 200.000.00. O correto seria o governo oferecer uma chance,  uma  oportunidade para que os devedores quitassem seus débitos, e os que não aceitassem, arcassem com o ônus, e vendo seus bens sendo penhorados pela justiça para quitação do mesmo. 

Não é correto o governo tomar uma medida desta magnitude, sem antes oferecer uma oportunidade aos que querem se atualizar junto ao fisco.Escrevo este artigo, pois conheço dezenas de empresários de todos os setores, que estão com muitas dificuldades de quitarem seus débitos, e agora no fim do ano, seria a oportunidade. Então, ao contrario o governo, ao invés de dar uma chance, quer acabar de matar os que ainda estão respirando. Faço, portanto, um apelo para que essa lei não seja aprovada sem uma ampla avaliação das classes produtoras. Caso o refis fosse criado, bilhões seriam pagos, o que aliviaria o tesouro, ao contrário se for aprovada, será o fim, um desastre.

Leia mais: O Que é REFIS

O Programa de Recuperação Fiscal - Refis consiste em um regime opcional de parcelamento de débitos fiscais proposto às pessoas jurídicas com dívidas perante a Secretaria da Receita Federal – SRF, a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional – PGFN e o Instituto Nacional do Seguro Social – INSS.

Por: Valdemir Correia de Sousa 
Ex empresário de Crato-CE




Fogo abrasador - Por: Emerson Monteiro

Nesse verão sertanejo, força maior não na tem. Calor tórrido de um Sol esplendoroso, que ferve as entranhas das matas, calcina os arbustos e toca no coração da gente. Daí pensar de imediato no fogo das virtudes, motivo das santificações. O que move o homem em torno da História, o desejo das revoluções e dramas. A paixão individual da perfeição. O fogo transformador que a tudo toca, a reverter matéria em energia, e esta em solidão absoluta do Eu puro.

O fogo das paixões, quisemos dizer. Paixão, que é isso? Extremo desejo de obter êxito nas empresas circunstanciais, o amor extremoso dos corações entregues aos sonhos da realização do Si. Quanta beleza em aceitar o objetivo da superação da pobreza humana e se iluminar eternamente. Lançar corpo e alma ao que dispõe o abismo das visões maravilhosas. Abraçar a paixão, nos dizeres da Missa. Viver a intensidade no grau supremo. Amar acima de tudo, amar e nunca mais.

Por isso, nas horas calcinantes deste verão sertanejo, as fornalhas da existência acendem e cozinham derradeiras gotas de saudade no facho avermelhado do fogo dessas paixões. Transmutam de estado os elementos, de doce em salgado, de verde em cinza escuro, azuis evanescentes, visões encarnadas dos seres invisíveis que passam às cores da imaginação.

De calor em luz, de amor em paixão, assim correm os rios, os dias, na canícula ensolarada desses verões intensos a pedir chuva abençoada. Que crescem, florescem, iluminam sonhos e desejos de transformação.

Houvesse apenas a dor na paixão e os seres dormiriam para sempre, à espera da saudade e do sentimento mais puro, amor, amor. Inexistissem as flores do anseio dos invernos, e as matas dormiriam para sempre lá no íntimo da paixão. Ah! Em que universo, senão neste daqui de dentro, habitam os amores em ebulição além de no seio das almas entregues aos sonhos e às paixões?


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